Alguns visitantes e leitores talvez me perguntem: o que fez um blogueiro, com algum conhecimento sobre a História e dúvidas acerca de alguns dogmas da Fé Cristã Católica, voltar-se para a mesma Igreja Católica? Eu respondo: eu nunca tirei meus pés totalmente de dentro da Igreja Católica, ainda que, por vezes, estivesse em comunhão em raríssimos aspectos da Fé Católica.
Fui um herege convicto; hoje o sou ainda, mas em menos artigos de Fé. Na verdade, não sou herege que renega, pois o que me separa de uma comunhão completa com a Sé de Pedro são algumas dúvidas acerca de Cristo e dos fatos evangélicos, não convicções. Hoje, estou aberto à busca pela Fé, não mais simplesmente pela justificação empírica de tudo.
No entanto, como creio que os conspiradores, que buscam demolir a Igreja de Cristo a partir de dentro dela, agem sordidamente na calada da noite para semear erros na Igreja, ainda preciso deste norte, que é a busca pela verdade sobre alguns fatos. É a própria conspiração que busco desmascarar, por meio da investigação, não a Igreja de Cristo.

“(…) E as portas do Inferno não prevalecerão contra ela.” (Mt 16:18)
Quem leia, sinceramente e de coração aberto, os Evangelhos, chegará fatalmente à conclusão de que a Igreja Católica é a verdadeira cepa original da Vinha de Cristo. Ela é a Noiva de que fala a Tradição cristã tanto quanto a Kabbalah (tradição mística judaica) fala da Esposa do Rei, ao encontro do qual a mesma deveria se dirigir. A Promessa de Cristo, de que as “portas do Inferno não prevaleceriam contra ela” (Mateus 16:18), se cumpre na Igreja Católica.
Vou citar aqui parte de um diálogo, entabulado por e-mail, entre eu e uma irmã que se “libertou” das religiões (sob o pretexto de que todas jazem no Maligno). A dita irmã, entre outras coisas, me questiona sobre a obediência indevida que se deve prestar à Igreja, os Templos de pedra (onde Deus não habitaria), Lutero e a Igreja ser (ou não) a representação de Babilônia (citada no Apocalipse). Leiamos:
Ora, quando citas Jesus falando contra os Templos de pedra, queres tirar os católicos das Igrejas, como se não tivesse sido na Igreja Católica que surgiram vultos santos como Francisco de Assis, Santa Teresa d’Ávila, Santo Agostinho, Santo Tomás de Aquino e Madre Teresa de Calcutá. Ao dizer que é impossível se alcançar a santidade e agradar a Deus na Igreja, você invalida a santidade dessas pessoas citadas, que eram TODAS CATÓLICAS e seguiam a doutrina católica.
Sim, não é a obediência á Igreja Católica que nos torna santos, mas as heresias protestantes muito menos! Já disse: não é deixando a Igreja Católica que estarei combatendo a Satanás, e sim abraçando a Igreja que, claramente, é a que o Dragão busca destruir desde o início. Os protestantes nem são perseguidos por Satanás, apenas são usadas com livre consentimento de seus fiéis para contribuírem na luta contra a Igreja Una, por abraçarem a cegueira de Lutero, como se ele estivesse sentado encima da Justiça da Palavra de Deus.
São os católicos que o Diabo persegue, não os protestantes. Estes últimos prosperam (sob o aspecto mundano) a olhos vistos, financiados largamente pelo dinheiro maçônico. Ainda quer que eu mostre qual é a Babilônia?
Satanás se infiltrou na Igreja Católica desde o início. Semeou divisões, espalhou heresias, inflamou crimes dentro do Vaticano através da colocação de Papas infames, colocou os Templários no Poder. Espalhou a bruxaria, colocou a opinião da Europa contra a Igreja quando essa tentou extirpar a bruxaria, onde houveram excessos de alguns inquisidores celerados e retardados, sob inspiração satânica. Treinou Lutero dentro da Rosa-cruz (como foi feito com Adam Weishaupt) para dividir a Igreja, ressuscitou os Templários sob o nome de Jesuítas, que dominaram o Vaticano de um lado, bem como ergueram os pilares da Maçonaria na Inglaterra e no Mundo de outro lado. Depois de a Igreja Católica (a que conserva o mandato de Pedro, como Jesus instituiu) ter sobrevivido, pra ira dos diabólicos infiltrados, os Maçons começaram seu trabalho, junto com seus escravos protestantes, sionistas e muçulmanos, a instilar seu veneno ao mundo inteiro pra destruir as bases do povo da Igreja: Tradição, Família e Propriedade. Foram eles que elegem Papas, desde então, que só fazem envergonhar a Igreja e permitir o modernismo, estimulam os excessos de devocionismos a Maria pra restaurar seu culto pagão à Grande Mãe, e não para honrar a Mãe de Deus. Fizeram alianças com o Nazismo e Fascismo para macular a imagem de nosso povo e fazer com que o Mundo desejasse nos eliminar.
Ou seja: quem são perseguidos por Satanás? Vocês ou os católicos? Ora, me poupe! Nós sobrevivemos pela promessa de Cristo de que “as portas do Inferno não prevaleceriam” contra a Igreja (Católica, a única). Os protestantes, no máximo, são filhos rebeldes, sim! A Bíblia que vocês usam, quem a compilou? Um católico! Os dogmas de Fé, de quem vocês herdaram? Da Igreja Romana, estabelecidos em Niceia e Trento. Os protestantes são apenas católicos “hereges” (do grego, hairetikós = aquele que escolhe, que seleciona). Ou seja, o que Lutero fez foi escolher quais livros seus seguidores poderiam ler. Você participou disto? Ninguém, somente ele! Podemos citar a exclusão arbitrária [por Lutero] dos livros dos Macabeus, simplesmente, para não dar a conhecer aos seus seguidores a doutrina da oração intercessória pelos falecidos e a crença na existência do Purgatório.
Os pentecostais tomam a Bíblia como única referência, ou seja, eles não tem uma Tradição de transmissão de 2.000 anos como nós temos. Há falhas na transmissão? Há sim, creio eu! Mas ainda assim é uma Tradição sob a proteção do Consolador, prometido por Cristo. Seguimos a Bíblia sim, mas sob a interpretação dos sucessores de Pedro, já que Jesus arbitrou a Pedro e seus sucessores (ou seja, aos quais ele investisse) a ligação e o desligamento das coisas enter o Céu e a Terra. Há uma Tradição viva, que se move com o Povo, nesses dois mil anos. Os pentecostais, quando se atrelam apenas à Bíblia sem a transmissão (eles vieram a menos de 200 anos), ficam engessados no Tempo de Jesus, sem ter uma linhagem de transmissão, cada um querendo interpretar a Bíblia de seu jeito. Aí fica fácil enganar-se pela Vaidade, pela sedução, pelo poder, sem seguir uma referência de Unidade (como nós aos bispos e ao Papa), digladiando-se, dividindo-se e destruindo-se uns aos outros. Tudo por influência das ideias de Satanás.
Se os bispos e Papas tiverem pecado, isso não quer dizer que falhem em transmitir as Verdades de Fé, pois a cathedra de Pedro não é dos Papas, mas do Espírito Santo que conduz a Igreja. Eles são homens pecadores, mas como Papas se tornam os pastores do Povo. Se não são perfeitos, ainda assim são as referências de Unidade que temos, assim como os apóstolos que discutiam entre si tinham a Pedro como dando a última palavra.
Continuo católico, embora discorde de várias coisas. Prefiro continuar na promessa do que procurar a Verdade por mim mesmo, ou achar que o Espírito Santo vai iluminar-me apenas pelo fato de eu perseguir a “verdade”, a minha verdade…
Para terminar: para você saber que a Igreja já nasceu Católica sim, assista ao vídeo a seguir. Espalhe para os seus orgulhosos colegas maledicentes:
Rogo ao Espírito Santo para que me envie uma alma piedosa que possa me esclarecer fatos que ainda me enevoam a Fé. Porém, tendo em vista a perseguição externa sofrida pela Igreja Católica, os alertas de Nosso Senhor e a clara campanha conspiratória empreendida a partir de dentro dos Templos Católicos contra a Promessa de Cristo (citada no início deste artigo), só posso chegar à conclusão de que a mesma Igreja está de pé pelo Espírito Santo e que, portanto, a Igreja Católica é a única Igreja Noiva de Cristo.
Esclareço, como já fiz em algumas Notas, que ainda há artigos que contradizem a doutrina católica neste e em outros blogues meus. No entanto, peço para verificarem as datas e verem que fazem parte de uma linha cronológica de pensamento que deixo exposta propositalmente. As pessoas, assim, poderão, pelo menos por enquanto, analisar por onde podem passar os pensamentos de uma pessoa que se afasta da Igreja e que, num segundo momento, atendem ao apelo da graça de Deus, sempre presente na vida dos filhos do Pai, pleno de Misericórdia. Essa graça já não é possível aos Anjos Rebeldes; por isso, tanto odeiam a Deus e a nós, seus filhos amados!
Para deixar de ter dúvidas, necessário é RENUNCIAR a todas as outras fontes que não seja a Bíblia e no seu caso, as encíclicas, caso contrário, ficará maluco.
A fé deve ser cega. Seguir, sem questionar. Buscar na Bíblia as verdades desejadas. Se não esta escrito lá e nem acolá que Jesus e Maria se casaram, esquece.
Não sigo o catolicismo, por uma porção de pequenos detalhes contraditórios. Por exemplo: Maria e os irmãos de Jesus, não eram seus seguidores. Verifique em MC. 3:20-35 e verá que Jesus estava no meio de seu ministério, expulsando demônios e curando os enfermos quando alguém bateu na porta de Maria contando o fato e ela disse: Ele deve estar fora de sí, deve estar louco. Maria desconhecia o ministério de Jesus.
Num outro versículo, LC.11:27-28, No meio de uma multidão, uma mulher poderia alí, ter dado início a um culto de adoração a Maria ao dizer: Bendita aquela que te amamentou. Jesus interrompeu na mesma hora dizendo, mais bendito é aquele que obedece a Deus e o segue.
A ignorância de Maria quanto a missão de Jesus é gritante quando ele, desaparecido por 3 dias, encontrava-se no meio dos doutores e Maria e José reclamam com ele que diz: Porque me procurais? Não sabes que devo cuidar das coisas de meu pai? E a Bíblia diz: Não entenderam nada. Não sabia do que falava. LC.2: 49-50
Um outro versículo que prova que a família de Jesus ainda não era seus seguidores, MT.12:46-50 eles quiseram falar com Jesus, dizendo ser sua mãe e irmãos e Jesus não os atendeu, dizendo: Minha mãe e meus irmãos são esses que aqui estão e me ouvem.
Eu avisei que não sou apologeta, mas me senti provocada como por uma criança. Provocada e agredida.
Eu avisei a você: quer ser católico, RENUNCIE aos outros ensinamentos. Maria aparece muito pouco e em nenhum momento nos foi apresentada comno intercessora. A palavra diz que o único intercessor entre Deus e o homem é Jesus.
Porque não se dedica a buscar Jesus, ter com ele uma experiência de conversão para depois fazer sua defesa da fé?
A Palavra diz que Jesus é o único Caminho para nós irmos até o pai. Você esta confuso e vai ficar mais ainda se ao inves de ter um Encontro com Deus ficar agora agredido aos que possuem uma fé contrária a sua. Eu evitei de entrar nesse confronto com você. Além de infantil não se chega a lugar nenhum. Você é muito brigão. Não respeita a opinião dos outros e se tivéssemos na Idade Média já teria mandado alguém me buscar e colocar-me na fogueira.
Sugiro que entre em recesso; jejum e oração. Estude e pesquise a Palavra. Ela purifica e liberta dos falsos conceitos, não dá para conciliar.
Desculpa mas você me provocou.
Ora, não estou confuso, e malucos são vocês que tomam como sua própria base de Fé um livro com o qual nenhum de vocês ou de seus líderes espirituais manteve qualquer contato direto. Pergunto a você: que autoridade têm os protestantes para versar sobre a Bíblia, se eles apareceram no planeta há menos de 500 anos?? Não transmitiram-na! Fora os judeus (com o AT) e a Igreja Católica (com o NT), nenhuma outra corrente de pensamento ou religiosa tem qualquer autoridade para se pronunciar sobre a Tradição evangélica e seus pormenores.
Repito: se vocês têm Bíblia e sabem quem foi Jesus, agradeçam à Santa Igreja! Sem ela, vocês mesmos não existiriam. Seriam como uma ideia sem fundamento, um sonho não realizado que ninguém saberia de onde surgiu!
Sobre Maria e nosso Credo:
Você diz que se eu não tomar a Bíblia como única referência (esquecendo os ensinos dos Apóstolos, que pouco ou nada valem pra você), ficaria eu maluco ao me enredar entre encíclicas e Concílios, etc. Primeiro: nós, católicos, temos um começo, um início em Pedro e Paulo, e continuamos através dos séculos sendo iluminados pelo Espírito Santo, apesar dos assaltos do Diabo. O que vocês conhecem de Tradição apostólica? O que vocês sabem de pregar o Evangelho aos quatro cantos da Terra? Quase nada, ou simplesmente fecham os olhos para o fato de que a Igreja é viva, não terminou num livro em Apocalipse. Vocês, protestantes (falo aqui de todos reacionários hereges), são apenas uma veia de renegados que não se conforma com o fato de serem um fruto deformado de uma conspiração. Todo o fervor de cada um de vocês se estraga quando se norteiam pelo veneno separatista de Lutero.
Vejamos o seguinte: vou ficar maluco então, eu e todos os santos que obedeceram à Igreja desde sempre, todos os teólogos que estudaram mais que vocês, pobres crianças imaturas da História.
Falemos a Santo Tomás de Aquino, por exemplo, que ele era louco, que seus estudos por décadas e seus livros não valiam de nada, porque ele levava todos os concílios em consideração e via a Aristóteles e Platão reconciliados na história da Igreja.
Digamos à Santa Teresa d’Ávila que sua devoção a Maria e ao Menino Jesus era pura idolatria, que seus êxtases místicos eram obras do demônio, que suas virtudes nasceram de um acesso de loucura, que seu gênio argumentativo era, mais uma vez, a voz de Satanás falando por ela.
Digamos a São Francisco de Assis que, apesar das divergências, sua opção em se manter, devotamente, obediente à Igreja era apenas medo de ser morto. Que o “Irmão Sol e a Irmã Lua”, uma de suas célebres orações, eram nada mais que adoração a ídolos da Natureza, herança do paganismo de Roma. E mais: seu rigor monástico deveria ser, para todos os protestantes “liberais”, um ataque covarde aos instintos naturais humanos.
Enfim: digamos a Santo Agostinho, Santo Ambrósio, São Clemente, Santo Inácio de Antioquia, São Policarpo, Santa Rita de Cássia, etc., ufa!, que todos eram loucos, pois não se esqueceram que a Igreja de Cristo é iluminada pelo Espírito Santo, busca a Cristo e estimula que O imitemos, mas é conduzida pelos Apóstolos, dos quais o primeiro Guia fora Pedro e que deveria investir a todos os seus sucessores. O mandato de Pedro não acaba com seu martírio, já que a ele foram entregues as chaves do Reino dos Céus (leia “seu” Evangelho, dessas coisas vocês passam pro cima!). O ensino dos Apóstolos, que investiram seus sucessores desde o início e investirão até o Fim dos Tempos, conduzirá a Igreja sempre em consonância com o Ministério de Cristo.
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Quanto a Maria, não vou nem discutir os versículos que você citou, porque você os colocou, de forma descontextualizada e isolada, para tentar mostrar aquilo que o desvairio protestante tenta justificar. E não adianta dizer que não é protestante e que está afastada, pois se você repete o que eles dizem, você é uma deles. E mais: não tem coragem de admitir que é uma protestante. Aliás, você poderia ser vista como uma “protestante de protestante”, dizendo-se separada do mesmo grupo, mas usando de sua pobre retórica sem contexto, fora da órbita, numa autêntica papagaiada (com a diferença de que repete sem saber por que, mas estando consciente ao que pretende).
Quando disseram a Jesus que “bendito era o ventre que o amamentou”, e ele refutou, o que ele rejeitara fora o falso elogio, dissimulado entre palavras bonitas. Em momento nenhum ele rejeita sua mãe ou a torna menos bem-aventurada. Maria não estava presente nas bodas de Caná? Maria, não estava presente no ato principal do Ministério de Jesus, seu Sacrifício na Cruz? Não é Maria que chora ao ver o filho carregando a Cruz? Não é Maria que aceita carregar em seu ventre o Salvador do mundo, para que você e todos os protestantes, ávidos de retórica barata e invejosa, estejam sapateando sobre os dois mil anos de Ministério da Igreja?
Como poderia Maria ignorar a missão de Jesus, se ela “meditava” nas coisas que Jesus operava (já leu os “sinais” no Evangelho de João? Sua “bíblia” o contém?)? Como poderia Maria estar indiferente, depois de ter declamado, em êxtase santo, o Magnificat (Lucas cap.1)? Como poderia Maria saber onde estava Jesus, se este tinha se evadido para o Templo sem que ela soubesse? Ela não entendeu quando Jesus respondeu a ela? Parece que ela entendeu sim, pois “ela meditava todas essas coisas em seu Coração”. Qual mãe judia se esqueceria se um sumo-sacerdote (Simeão) dissesse a ela que ela tem nos braços o Messias predito pelos profetas?
Meu Deus, que argumentos pobres os seus! Falhos, desconexos e facilmente refutáveis nos mesmos Evangelhos em que se pretendem apoiar!
Vocês, racionais protestantes, não explicam tudo? Expliquem como tudo isso pode ser ignorado pelo povo crente (crente e católico) sem prejuízo da verdade! Expliquem como isso não passaria à cegueira e à negação à Graça, típica de Anjos rebeldes!
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Lembre-se de uma coisa que direi aqui, sempre: Nenhum protestante é crente fora da única Igreja Apostólica. Vocês não detêm a chave da Tradição, não transmitiram a Palavra nem a preservaram do engessamento. Muito mais, contribuíram para sua má interpretação, se é que na Igreja Romana conspiradores já não o fizessem bem (como Lutero e os jesuítas disfarçados). Protestantes são cristãos sem ligação com Cristo, senão pela sombra deformada que Lutero formou d’Ele. Não estão ligados à veia vivificante de Tradição pelos dois mil anos que nos precederam, mas petrificados na Palavra morta, seca e sem sentido quando não é aceita da parte dos Apóstolos de Cristo, legitimamente investidos.
Estamos aí, ficaremos todos malucos, eu, os padres, o Papa e os santos que obedeceram à Palavra de Deus e o Mandato Apostólico genuíno. Com certeza, vocês, protestantes são os únicos seres racionais do planeta!
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Você disse que não queria entrar nesse confronto comigo, mas sabe agredir covardemente os católicos (sem que você saiba que eu era católico) com e-mails infames, fazendo apologia à pedofilia na Igreja. E desde quando um padre ou pastor precisa ser celibatário para ser imoral? Você esquece de responder a essas perguntas…
Na verdade, sou eu quem está se defendendo, e justificando à minha Fé, já que, por eu ter a decência de não publicar cópias de suas infâmias (enviadas por e-mail), fui atacado primeiro em minha Fé! São intolerantes e hediondos e reclamam quando levam “chumbo”?
Mano Ebrael:
louvo todas as pessoas que não poupam esforços para alcançar a meta escolhida. Quando se fala em religião, política ou futebol, eu me calo. Fui criada num meio multireligioso. Parentes próximos católicos, protestantes, batistas, kardecistas, umbandistas. Para que entendêssemos bem uns com os outros, procuramos nos firmar em nossos denominadores comuns, que facilmente encontramos nos ensinamentos de nossas religiões e, não, nas doutrinas. Optamos todos por cada qual continuar na religião em que se encontrava, porém, prestigiando somente os ensinamentos que eram comuns. Foi um belo passo, que conseguiu manter nossa grande família unida, apesar das opções religiosas diferentes. Esse foi o exemplo que tive dos familiares, razão pela qual optei por respeitar todas as religiões, mas, sem qualquer opção religiosa, apenas seguindo os ensinamentos comuns, que resume na afinidade entre todas, o que de pronto teve a aprovação de meus pais. E esse caminho foi o escolhido também por meus irmãos.
Interessante que conheci outras famílias em minha adolescência cujos integrantes tinham opções religiosas diferentes, mas, que optarem em seguir à risca às doutrinas respectivas, ao invés de priorizar os ensinamentos. Essas famílias não conseguiram se manter unidas.
Tudo indica que o salutar é a união e tudo que a contemple. Abraço elevado e parabéns pelas grandes pesquisas que faz!
Oi Nágea!
Devemos respeitar as pessoas, evitar de lhe atacarmos os Credos. Mas, se perguntados se concordamos com seus credos, não podemos nos eximir de dar nossa resposta de Fé, baseada na sinceridade de nossas crenças.
Tolerância, sim! Ficar encima do muro, nunca!
Um abraço!
Retorno após você ter feito profunda pesquisa e poder responder:
1- Quando foi inaugurada a IGREJA PRIMITIVA? (LIVRO DE ATOS)
2- De onde surgiu a IGREJA CATÓLICA? (Império Romano)
Importante: Qual a diferença entre um Cristão Religioso, Denominacional, do Cristão que teve uma experiência mística com Deus?
As igrejas estão cheias de Joio e Trigo misturados. Só no tempo da colheita poderemos reconhecê-los.
Colo, abaixo A VERDADE SOBRE COMO SURGIU A IGREJA CATÓLICA. O importante, não é a Igreja, que Jesus nunca pediu que fossem construidas, pois devemos adorá-lo em espírito e verdade. Igrejas fazem parte desse sistema Malígno. É um mal necessário.
Com relação a Mateus 1:25, é o que esta alí; Maria não teve relações ATÉ, que desse a luz o seu filho primogênito. Ela não permaneceu virgem, como querem os católicos.
Veja agora sobre como surgiu a Igreja Católica e consulte o livro de Atos 2 que fala como surgiu a VERDADEIRA IGREJA DE CRISTO, a igreja PRIMITIVA.
Pelos primeiros 280 anos da história cristã, o Cristianismo foi banido pelo Império Romano, e os cristãos foram terrivelmente perseguidos. Isto mudou depois da “conversão” do Imperador Romano Constantino. Constantino “legalizou” o Cristianismo pelo Edito de Milão, em 313 d.C. Mais tarde, em 325 d.C., Constantino conclamou o Concílio de Nicéia, em uma tentativa de unificar o Cristianismo. Constantino imaginou o Cristianismo como uma religião que poderia unir o Império Romano, que naquela altura começava a se fragmentar e a se dividir. Mesmo que isto aparente ser um desenvolvimento positivo para a igreja cristã, os resultados foram tudo, menos positivos. Logo Constantino se recusou a abraçar de forma completa a fé cristã, mas continuou com muitos de seus credos pagãos e práticas. Então, a igreja cristã que Constantino promoveu foi uma mistura de verdadeiro Cristianismo e paganismo romano.
Constantino achou que, com o Império Romano sendo tão grande, vasto e diverso, nem todos concordariam em abandonar seus credos religiosos e abraçar o Cristianismo. Então, Constantino permitiu, e mesmo promoveu a “cristianização” de crenças pagãs. Crenças completamente pagãs e totalmente não-bíblicas ganharam nova identidade “cristã”. Seguem-se alguns claros exemplos disso:
(1) O Culto a Ísis, deusa-mãe do Egito e esta religião, foram absorvidas no Cristianismo, substituindo-se Ísis por Maria. Muitos dos títulos que eram usados para Ísis, como “Rainha dos céus”, “Mãe de Deus” e “theotokos” (a que carregou a Deus) foram ligados a Maria. A Maria foi dado um papel exaltado na fé cristã, muito além do que a Bíblia a ela atribui, com o fim de atrair os adoradores de Ísis para uma fé que, de outra forma, não abraçariam. Na verdade, muitos templos a Ísis foram convertidos em templos dedicados a Maria. A primeira indicação clara da Mariologia Católica ocorre nos escritos de Origen, que viveu em Alexandria, Egito, que por acaso era o lugar principal da adoração a Ísis.
(2) O Mitraísmo foi uma religião no Império Romano do 1º ao 5º século d.C. Foi muito popular entre os romanos, em particular entre os soldados romanos, e foi possivelmente a religião de vários imperadores romanos. Mesmo que jamais tenha sido dado ao Mitraísmo um status “oficial” no Império Romano, foi de fato religião oficial até que Constantino e imperadores romanos que o sucederam substituíram o Mitraísmo pelo Cristianismo. Uma das principais características do Mitraísmo era a refeição sacrificial, que envolvia comer a carne e beber o sangue de um touro. Mitras, o deus do Mitraismo, estava “presente” na carne e no sangue do touro, e quando consumido, concedia salvação àqueles que tomavam parte da refeição sacrificial (teofagia, comer o próprio deus). O Mitraísmo também possuía sete “sacramentos”, o que faz com que as semelhanças entre o Mitraísmo e o Catolicismo Romano sejam tão numerosas que não as podemos ignorar. Constantino e seus sucessores encontraram um substituto fácil para a refeição sacrificial do Mitraísmo no conceito da Ceia do Senhor/Comunhão Cristã. Infelizmente, alguns cristãos primitivos já haviam ligado o misticismo à Ceia do Senhor, rejeitando o conceito bíblico de uma simples e adorativa rememoração da morte e sangue derramado de Cristo. A romanização da Ceia do Senhor completou a transição para a consumação sacrificial de Jesus Cristo, agora conhecida como a Missa Católica/Eucaristia.
(3) A maioria dos imperadores romanos (e cidadãos) era henoteísta. Um henoteísta é alguém que crê na existência de muitos deuses, mas dá atenção especial a um deus em particular, ou considera um deus em particular como supremo e acima dos outros deuses. Por exemplo, o deus romano Júpiter era supremo acima do panteão romano de deuses. Os marinheiros romanos eram freqüentemente adoradores de Netuno, o deus dos oceanos. Quando a Igreja Católica absorveu o paganismo romano, ela simplesmente substituiu o panteão de deuses pelos santos. Assim como no panteão romano de deuses havia um deus do amor, um deus da paz, um deus da guerra, um deus da força, um deus da sabedoria, etc, da mesma forma, na Igreja Católica havia um santo “responsável” por cada uma destas coisas, e muitas outras categorias. Assim como muitas cidades romanas tinham um deus específico para ela, também a Igreja Católica providenciou “santos padroeiros” para as cidades.
(4) A supremacia do bispo romano (o papado) foi criada com o apoio de imperadores romanos. Com a cidade de Roma sendo o centro do governo para o Império Romano, e com os imperadores romanos vivendo em Roma, a cidade de Roma alcançou proeminência em todos os aspectos da vida. Constantino e seus sucessores deram apoio ao bispo de Roma como governante supremo da Igreja. Logicamente é o melhor para a unidade do Império Romano que o governo e estado religioso sejam centralizados no mesmo lugar. Mesmo a maioria de outros bispos (e cristãos) resistindo à idéia da supremacia do bispo romano, o bispo romano ascendeu à supremacia, por causa do poder e influência dos imperadores romanos. Quando houve a queda do Império Romano, os papas tomaram para si o título que anteriormente pertencia aos imperadores romanos – Máximo Pontífice.
Sim, eu pesquiso, e muito. Mas, ao contrário de você, sou imparcial na procura e verificação de fontes. Não verifico apenas fontes eclesiásticas, mas também historiográficas. Por curiosidade, você poderia fazer o favor de publicar a fonte dessas suas “pesquisas”?
Comecemos, então!
A Igreja, dê a ela o nome que quiser (primitiva, moderna, protestante, aceitante), começou com o Ministério de Jesus, seguido dos Apóstolos legitimamente investidos por Jesus. Sem Jesus e sem os Apóstolos, não haveria Igreja, e sem Pedro não haveria unidade. Ela recebeu o Espírito Santo no Pentecostes, após a subida de Jesus ao Céu. Logo após, Pedro e Paulo pela Ásia e Europa, Tiago em Jerusalém e os outros apóstolos e discípulos iniciaram a pregação em consonância com as definições de Pedro.
Você coloca a segunda questão com a pretensão de quem pensa ter a resposta. Para pesquisas, você realmente é parcial demais, pesquisando apenas as fontes que corroborem com o que você defende. Novamente, te peço: coloque as fontes do que você defende aqui. Te contaram a história de que a Igreja Católica começou com Constantino, mas você esqueceu de ir beber na fonte dos Padres da Igreja para saber se isso era verídico. Com certeza, você não leu os Padres daquela época, nem o que escreviam, mas apenas os livros escritos há alguns anos por mentes que estão há dois mil anos de distância dos fatos. Você diz que o Mundo jaz no Maligno, e você continua bebendo dos mesmos livros escritos pela mídia ateísta, pensando estar combatendo o Pai da Mentira.
Eis o que você não pesquisa:
Santo Inácio de Antioquia, contemporâneo dos Doze, que viveu entre 70 a 107 d.C., já cita uma dos pilares basilares da Igreja Católica em uma de suas Epístolas aos cristãos da Ásia Menor: “Onde comparecer o Bispo, aí esteja a multidão, do mesmo modo que, onde estiver Jesus Cristo, aí está a IGREJA CATÓLICA” (Epístola aos Esmirnenses 8, 2).
Nota: esse e outros escritos dos discípulos dos Apóstolos (que foram escritos aos milhares) por todo o Império Romano só não estão no cânon da única Bíblia porque a regra para a compilação do cânon era que deveria conter apenas escritos e cartas com ensinamentos comprovadamente escritos ou inspirados pelos Apóstolos ou discípulos diretos dos Apóstolos. Inácio de Antioquia não tinha contato consistente e constante com os Apóstolos (com exceção de Filêmon).
Outro discípulo e mártir cristão que cita, antes mesmo do fim do século de Cristo, que cita que a Igreja é Una, Santa e Católica é São Policarpo, atirado às feras e que é reconhecido inclusive em cursos de teologia em seminários protestantes: A Igreja de Deus que peregrina em Esmirna à Igreja de Deus que peregrina em Filomélio e a todas as paróquias da IGREJA SANTA E CATÓLICA em todo o mundo”.
No século II, hereges perguntavam a São Clemente de Alexandria (reconhecido por protestantes com um dos Padres da Igreja): “como se pode crer, se há tanta divergência de heresias, e assim a própria verdade nos distrai e fatiga, pois outros estabelecem outros dogmas?”. Ao que São Clemente responde: “Não só pela essência, mas também pela opinião, pelo princípio pela excelência, só há uma Igreja antiga e é a IGREJA CATÓLICA. Das heresias, umas se chamam pelo nome de um homem, como as que são chamadas por Valentino, Marcião e Basílides; outras, pelo lugar donde vieram, como os Peráticos; outras do povo, como a heresia dos Frígios; outras, de alguma operação, como os Encratistas; outras, de seus próprios ensino, como os Docetas e Hematistas”. (Stromata 1.7. c. 15).
São Cipriano, em 249, ANTES MESMO DE CONSTANTINO NASCER E DO CONSELHO DE NICEIA,, testemunhava “Estar em comunhão com o Papa é estar em comunhão com a Igreja Católica.” (Epíst. 55, 1. Hartel, 614); “E não há para os fiéis outra casa senão a Igreja Católica.” (Sobre a unidade da Igreja, cap. 4); “Roma é a matriz e o trono da Igreja Católica.” (Epist. 48, n.3, Hartel, 607).
***
Você ainda teria coragem de afirmar, sem estar fundamentada em documento algum, que a Igreja Católica começou com Constantino?? Francamente! O que Constantino fez foi reconhecer a liderança do Bispo de Roma sobre toda a Cristandade, que já era quase unânime, não fosse a insurgência de Arianistas, Pelagianos e Marcionitas, hereges perigosos. Arianistas, por exemplo, diziam que Jesus homem e Cristo divino não eram a mesmíssima pessoa, que o Verbo não encarnou de verdade, mas que apenas irradiou sua Graça sobre Jesus de carne e ossos.
Constantino queria assegurar que não haveria uma revolta cristã em grande escala, já que não havia muito tempo, o Cristianismo tinha sido declarado (por Teodósio, em 311) como uma religião permitida. Aí forjou sua conversão para poder dizer algo mais ou menos assim: “o Imperador está com o Bispo de Roma! Ninguém deve se atrever a lhe desafiar!” Mas, ele só disse isso porque sabia que o Bispo de Roma detinha um ascendência doutrinal e organizacional quase onipresente sobre as dioceses, além de muito homogênea, capaz de convencer mais com suas homilias do que as tropas, que já custavam muito caro ao Império falido.
A primazia do Bispo de Roma é, e sempre foi, muito anterior a Constantino. Já muitos papas e bispos tinham sido martirizados pelo Império, e muito antes do século III, a Catolicidade da Igreja fica evidente. Me traga fontes nas quais você pode “tentar” fundamentar o que você afirma. Palavras não fundamentadas, de uma pessoa que está há quase dois mil anos de distância dos fatos, é falácia, pra dizer o mínimo.
Como pesquisadora , claro que investigo diversas fontes. Reafirmo que não defendo igrejas e sim a fé em Jesus. No seu caso, você defende cegamente a Igreja, sem levar em conta as verdades históricas, como você diz. Citar documentos da Igreja é DORMIR COM O INIMIGO, pois eles malocaram toda a verdade. Você conhece os desmandos da SANTA INQUISIÇÃO?
Uma coisa que Jesus não deu aos discípulos, foi hierarquia. Não existe um versículo bíblico que aponte isso. Pedro era um homem casado e segundo a Igreja católica não poderia exercer nenhum cargo. Mas na igreja primitiva, onde não havia hierarquia nem liderança, a não ser a do Espírito Santo, após a morte de Judas TODOS os discipulos decidiram por Matias para substituí-lo. Veja em Atos 1:23-26
Me aponte, se puder, onde esta que Pedro era lider do grupo. Levou até bronca de Paulo por ser um dissimulado.Esta escrito em Gálatas 2: 11-16
“Quando,porém, Pedro chegou a Antioquia, eu o enfrentei cara a cara, por causa de sua atitude reprovável.”
“Contudo, assim que percebi que não estavam se portando de acordo com a VERDADE do Ebvangelho, repreendi a PEDRO, DIANTE DE TODOS: “Se tu, judeu, vives com os gentios, e não conforme a tradição judaica, porque obrigas os gentios a viver como judeus?”
Percebeu que não existe liderança e Pedro, apesar de ter sido o primeiro a pregar a Palavra pelo poder do Espírito Santo, continuava o mesmo atrapalhado de sempre?
Quando você estiver versado nas Escrituras, podemos voltar a conversar. Em se tratando de Documentos e versões do Catolicismo, conheço muito pouco.
TRADIÇÃO? Que eu saiba é a transmissão de práticas ou de valôres que passam de geração a geração. É um conjunto de crenças de um povo ou um grupo.
Temos a TRADIÇÃO DA MÁFIA, da UMBANDA, do malcaratismo dos políticos brasileiros, e a má educação de nosso povo. Isso é reconhecido mundialmente. Por tradição roubamos e mentimos, ao contrário das Tradições do Povo Japonês, por exemplo, mais elevadas.
TRADIÇÃO CATÓLICA não a isenta de erros, crimes e manipulações. ESTUDE a PALAVRA. Conheça cada versículo. Para isso vai precisar de uma Bíblia que tenha CONCORDÂCIA que são versículos por temas de GÊnesis a Apocalipse, pois a Bíblia se revela a sí mesmo, quando unimos os elos escriturísticos.
Dou por encerrada nossa conversa, pois não levará a lugar nenhum.
Ah sim, só porque Pedro era casado, ele não deixou tudo para trás pelo Evangelho, como Jesus mandou? Onde fala-se da mulher de Pedro o acompanhando nas viagens missionárias, aquelas mencionadas pelo próprio Paulo? Onde estava a mulher de Pedro quando ele fora crucificado de cabeça para baixo? Verdade histórica? Eu consulto, sim, todas as fontes. E se eu consulto as fontes da Igreja, aquelas atestadas pela própria Historiografia como autênticas daquele tempo, você nenhuma fonte tem!
O mandato de Pedro está mais do que esclarecido, provado, pela semântica, pela história da Igreja (primitiva), pelos testemunhos dos Apóstolos e do próprio Paulo, embora esse tivesse contradições teológicas com Pedro. Isso é problema? Sim, problema para os protestantes que defenderiam qualquer tese que contradissesse Pedro, só para tentar invalidar seu mandato! Mas, quem é que teve a honra de ser crucificado de cabeça para baixo, por amor ao Cristo? Pedro ou Paulo? Paulo também ganhou a coroa dos mártires na mesma cidade que você cita como matadora de cristãos! Vocês o renegam (a Pedro) por puro ódio ao Catolicismo, cegos pela heresia e pela inveja!
Engraçado é que as fontes católicas que citei são reconhecidas, inclusive, pelos seminários protestantes e não-católicos, não são? Todos os cursos de Teologia Protestante, em seus módulos de Patrística, citam-nas! Já vi você citar Santo Agostinho em um de seus e-mails. São Clemente, São Policarpo (mártir) e Santo Inácio de Antioquia são reconhecidamente fontes daquela época. Eram católicos, e por isso não podem ser fiáveis? Onde estão as fontes protestantes? Ah tá, estão 1300 anos depois, não é? Que pena!! O protestantismo não havia sido “inventado” ainda…
Para você, deve ser conveniente se declarar sem denominação, para assim achar que não será ligada a eles. Pelos frutos, conhece-se a Árvore! Você fala como protestante, é protestante, porém sem estar em alguma “agremiação”. Seu discurso é todo protestante e luterano, mas faz como Pedro quando pecou por covardia, justo aquele que você difama como não tendo o primado. Pedro sempre foi à frente dos Doze, mesmo com Jesus ainda entre nós! Ele respondia a Jesus nas principais horas em que precisava-se de responsabilidade. Ele foi o único que respondeu a Jesus quando este ordenou: “Apascenta minha ovelhas!”. (João 21:17). Como você explica este versículo? Será que Jesus teria voltado atrás depois?
A disputa teológica quanto ao ensino do Evangelho aos pagãos fora vencida pelos que apoiavam a Paulo, porém nem Tiago deixou de ser líder em Jerusalém nem Pedro deixou de ter seu mandato reconhecido, pois está nas Escrituras que foi Pedro que deu a última palavra, embora contrariado. Isto era sinal de que a Igreja esteve em Unidade, mesmo nas primeiras e quentes disputas de ideias. Ideias não devem tornar os cristãos inimigos, com exceção daqueles que não têm humildade para reconhecer os dignitários reais. O próprio Pedro reconheceu que Paulo tinha razão em sua posição, algum tempo depois (2 Pedro 3:16), mas é evidente que, se os dois ensinaram na mesma época na Itália e morreram na mesma época em Roma, eles já estavam reconciliados. O que não se pode esquecer é que Paulo saiu de Antioquia, quando da ocorrência da contenda com Pedro, como persona non grata, já que os cristãos de Antioquia eram, em sua maioria, judeus convertidos. Nem por isso a Igreja Católica deixou de ser Una, e um só Pastor, investido pelo Cristo, continuamos a ter.
A Inquisição, em parte, foi sim mancha na História da Igreja. A Igreja não é toda feita por santos. Somos todos, desde os Papas até o sacristão, pecadores. Ela é Santa e Meretriz. Pecadora que olha para o Céu e depende, exclusivamente, da Graça do Espírito Santo. `Para você, com certeza, a Igreja cometeu aqueles excessos, metida que estava na histeria dos nobres e fanáticos que reclamavam das bruxas como responsáveis pela Peste, por pura ira e brutalidade. Mas, se inocentes haviam entre os condenados, haviam muitos hereges entre os inocentes. Hereges como cátaros, que pregavam, orgulhosamente, que Satanás era igual em Poder a Deus Criador. Sim, inquisições contra movimentos gnósticos como do frei cisterciense banido e preso, Joaquim de Fiore, que pregava o tempo em três idades, como assim falavam os gnósticos maniqueístas.
A Inquisição, sim, foi uma mancha que já fora admitida pelos últimos papas, e daí? Seria impossível de a Igreja de Cristo cometer excessos, de pecar contra a Consciência e Justiça?? Pedimos perdão ao mundo. Se vocês nos apontam publicamente e não são capazes de perdoar, o fazem não por nossa culpa, mas por ódio igualmente satânico, como o que insuflou todos esses erros na Igreja.
O PROTESTANTISMO E SUAS DÚVIDAS INFERNAIS
Chama a atenção de qualquer pessoa a aversão que grande parte dos protestantes nutre pela Igreja Católica.
Sabemos que bons e maus tem seguidores ou simpatizantes por todos os lados. As ideias mais inaceitáveis encontram adeptos e defensores em todo o canto.
Por exemplo, nota-se em tempos de eleições todo o tipo de idéia ou ideologia. As propostas mais abomináveis são aceitas ao menos por pequena parte do eleitorado.
Dependendo do cargo que se pretende e da quantidade de votos necessários para eleição de determinado candidato, pode-se colocar no poder alguém com ideias contestadas as vezes por milhões de pessoas a partir de meros 50.000 votos ou até menos.
No entanto, contrariando a tendência natural do ser humano pela pluralidade, quando o assunto é a Igreja Católica apenas com algumas raras exceções, percebemos nitidamente a aversão e por vezes até ódio por parte dos irmãos protestantes.
Como explicar isto ? Todos são maus no catolicismo ? Não há e nunca houve um sacerdote justo ou um papa honesto ?
Dizem até mesmo que nós católicos não somos cristãos. Não há uma só doutrina ou dogma católicos que não estejam certos ?
Ora, se a máxima protestante estivesse correta de que placa de igreja não salva ninguém, também estaria correta a afirmação de que placa de igreja não condena ninguém.
Então por que tão grande hostilidade se é o protestante quem diz que placa de igreja nada garante e consequentemente assume que esta mesma placa nada condena ?
Por anos procuramos explicações para esta aversão. No presente texto não desejamos dar explicações sobrenaturais, bíblicas ou teológicas. Nos parece que seria muita pretensão. Procuramos observar os aspectos racional e cotidiano.
O protestante vive uma angústia infernal. E por que ?
O protestante estabeleceu para si próprio o princípio Sola Scriptura. Tudo tem ser explicado pela Bíblia.
Entretanto, o protestante admite e com razão que a Bíblia é a palavra infalível de DEUS. Sendo assim, uma vez que a palavra de DEUS é infalível, não se pode admitir que duas pessoas interpretem de modos diferentes o mesmo texto bíblico.
É exatamente este um dos telhados de vidro do protestantismo. Não há protestante que concorde com outro protestante integralmente em matéria de fé e doutrina. E todo se dizem certos. E todos dizem que foram inspirados pelo Espírito Santo.
Sinceramente, acreditamos que muitos protestantes abraçaram o protestantismo por boa-fé e estes mesmos agem com sinceridade diante de DEUS. Para estes, é evidente que uma angústia pertubadora lhes assalta a todo o momento.
No caso das seitas e de seus falsos pregadores não se deve falar em angústia ou receios, já que para estes o evangelho e Jesus são apenas meios de se ganhar dinheiro. Eles mesmo não acreditam no que pregam.
Estamos falando para os protestantes sérios e comprometidos com o cristianismo e que por questão de justiça me vejo forçado a dizer que repudiam e contestam as inovações e modismos introduzidos pelos falsos mestres.
Um bom número de protestantes se posiciona de forma firme contra as novidades e blasfêmias introduzidas no meio cristão pelos inúmeros falsos profetas que andam por aí.
Pois bem. Se um e outro protestante não concordam em matéria de fé e doutrina, é certo que pelo menos um deles está errado. E quem está errado, portanto, fazendo diferente do que ensina a Bíblia que é a palavra de DEUS infalível, por certo estaria praticando heresia perante o outro protestante.
Não por acaso, não há protestante que não tenha sido acusado de heresia por outro protestante e não há protestante que não acuse outros de heresias.
Surge então a agonia infernal que assola cada protestante. Nem todos estão interpretando corretamente.
Como resolver o problema ? Se é certo que Jesus só tem uma opinião firme e verdadeira para cada tema e se é certo que ele não muda jamais, como conciliar doutrinas tão divergentes entre si de modo que todos os protestantes sintam-se seguros quanto a salvação ?
Duas situações dão ao protestante a falsa segurança de que sua eventual heresia não lhe condenará ao inferno.
1º situação
A primeira é a salvação garantida. Quem aceita Jesus está salvo e já não importa o tipo de cristianismo ou o Jesus no qual se acredita. Levantou o dedo e fez o favor de “aceitar” Jesus já está salvo. E a maioria diz ainda que salvação garantida não pode ser perdida.
Ou seja, assim como Lutero que disse que o homem deveria pecar o máximo possível que ainda assim seria salvo pela fé, o protestante acredita que tendo “aceitado” Jesus suas eventuais heresias não serão levadas em conta e neste caso a salvação obtida a partir do “aceita Jesus” é algo que não pode ser perdido ainda que posteriormente ele se torne um herege formal.
Será ? Surge então um problema com esta teoria. Se estão todos salvos e salvação não pode ser perdida, podemos afirmar que pastores, pregações, leitura bíblica, dízimos, DVDs, CDs, música Gospel e mesmo igrejas protestantes são irrelevantes.
Se todos estão salvos, por que fazer cultos para quem já está salvo e sendo que tal salvação nem mesmo pode ser perdida ?
Por que pagar dízimos ? Por que leitura eficiente da Bíblia ? Por que pregações ? Se todos estão salvos e salvação não pode ser perdida, nem mesmo igrejas protestantes são necessárias. É tudo perda de tempo.
Por que cultos e pregações para pessoas que já estão salvas e pessoas que teoricamente não precisam de pastores ou igrejas já que contam com a “assistência” do Espírito Santo na leitura bíblica de modo que podem interpretar a Bíblia e podem conhecer a sã doutrina e a vontade de DEUS ? O protestante não explica e pouco lhe importa que a doutrina da salvação garantida não faça sentido algum.
Para resolver esta nova angústia, pois qualquer pessoa de bom senso pode concluir que a salvação não é algo automático e imutável, mas depende de nossas ações e perseverança, uma outra situação de certo modo recobra a “paz” do protestante quanto a salvação.
2º situação
O outro critério usado pelo protestantismo para trazer segurança aos seus filhos quanto a salvação foi nutrir aversão pela Igreja Católica.
Simples. Combate-se um inimigo imaginário e que deve ser enfrentado por todos. Este suposto inimigo seria o maior herege de todos. Culpado por tudo. Já tem gente culpando a Igreja Católica pelas atuais divisões das divisões no protestantismo.
Assim, quando o Senhor lhes cobrar as doutrinas estranhas ao evangelho por eles pregadas, haverão de dizer que combateram os maiores hereges ou o maior fabricantes de heresias que já existiu.
As doutrinas protestantes alimentam-se basicamente do anti catolicismo. Os regimes totalitários utilizam-se deste expediente, criando inimigos imaginários que devem ser combatidos e que servem como cortinas de fumaça para que ninguém tenha que enfrentar os seus próprios desmandos e graves equívocos.
Uns elegem os Estados Unidos da América como inimigo. No passado outros elegeram a extinta União Soviética. Outros elegem a imprensa, uns acusam os empresários ou governos e muitos outros elegem o papa ou a Igreja Católica como principais inimigos.
Seria natural que muitos protestantes chamassem católicos de irmãos em Cristo quando entre eles várias afinidades são evidenciadas. Seria natural que protestantes defendessem católicos quando estes se destacam por iniciativas ou ações. Seria lícito esperarmos apoio para eventuais discursos de sacerdotes em defesa de princípios cristãos ou defesa da fé.
Nada disto ocorre. Se o papa confessa Jesus Cristo como Senhor, lá vem uma crítica por causa de um pronome ou uma vírgula usada pelo papa. Se temos procissão somos idólatras. Se batemos palmas não temos respeito. Se não batemos palmas somos frios. Se tem celibato, deveríamos casar. E assim por diante.
Mesmo nas críticas, um grupo de protestantes acusa a igreja de ter modificado a doutrina. Então vem outro grupo e acusa a Igreja Católica de ser dogmática, arcaica e que nunca se moderniza.
Escândalos ou erros de sacerdotes católicos 500 anos atrás causam maior indignação aos protestantes do que um erro de um deles no presente.
Isto é estranho. O protestante nos aponta o dedo e nos diz que somos ímpios. Ora, se somos ímpios, seria mais natural que pecássemos. E sendo eles o “Povo de DEUS”, não seria natural que fossem mais intolerantes com seus próprios erros ?
Mas não é assim que funciona. Um católico 600 anos atrás que tenha cometido crimes é lembrado rotineiramente e todos os católicos atuais parecem ter que pagar pela infâmia ou escândalo causado séculos atrás.
Entretanto, quando o protestante se depara com escândalos e desmandos em seu próprio meio, muitos não só se ocupam de defender o indefensável, mas outros tantos tornam aqueles abusos com total descaso.
Mais estranho ainda é o fato de que na Igreja Católica nunca se defendeu que não há pecadores entre nós. Pelo contrário. O que é dito e ensinado é que a inerrância da Igreja refere-se as questões de fé, moral e doutrina. Nunca foi dito que filhos da Igreja estão imunes ao pecado.
Quanto aos escândalos, o próprio Jesus nos adverte que cuidaria daqueles através dos quais os escândalos foram introduzidos. Na prática ele está nos dizendo que sempre se encarregaria de purificar sua igreja. Quem torna Lutero “indispensável” em verdade não creu na promessa de Jesus.
O fato é que não compreendendo a diferença entre infalibilidade e “impecabilidade” os protestantes criaram igrejas que supostamente não teriam pecadores.
Evidente que tal situação não foi possível. E eles já descobriram isto. Lutero não demorou a concluir.
Falta coragem apenas de assumir que além de edificar igrejas com pecadores, agora os protestantes já não contam com o dom da infalibilidade que é reservado exclusivamente a Igreja Católica.
Não por acaso, as heresias vistas em larga escala no meio cristão são patrocinadas exclusivamente pelo protestantismo.
Unção da galinha, unção do cachorro, unção do zoológico, unção do chifre, unção da meia, unção do helicóptero, unção da vaca, batismo em parque de diversões, teologia da prosperidade, pregação pelo aborto, pregação pelo divórcio, unção do riso, regressão ao útero materno, unção da vassoura, transferência de unção, descarrego, fogueiras santas, desafios financeiros e tantas outras que demandariam um texto ainda maior. Já tem gente até dizendo que ajudar os pobres desvia recursos da “igreja”. Que horror !!!
Ora, Jesus disse que devemos temer mais aqueles que matam a alma do que aqueles que matam o corpo. Em outras palavras, as heresias podem ser mais nocivas do que os erros comuns a todos os homens.
Que angústia infernal vive o protestante ! Sua auto suficiência não lhe permitem retroceder. Desesperadamente, precisam constituir um inimigo maior e supostamente mais herege. E para não ter surpresas, nada melhor do que um conceito que “garante” salvação. Por via das dúvidas, melhor ainda é fazer desta salvação um tesouro que não pode ser perdido e independente do cristianismo que se pratica ou do Jesus que cada um segue.
Dois protestantes e um católico estão conversando. O primeiro protestante se diz favorável ao aborto. O segundo se diz contrário. O católico que participa da conversa concorda com este segundo protestante que é contrário ao aborto.
Qual a dupla entre os três que citei que se auto denomina como “irmãos” em Cristo ?
Resposta: Os dois protestantes, ainda que absurdamente divergentes entre si e ainda que um deles se afine em termos de doutrina mais com o católico do que com o outro protestante.
O comprometido protestante não compreende que ele vive um ciclo vicioso. Se defende a livre interpretação da Bíblia, terá que conviver com os maus que se utilizam da Palavra de DEUS para proveito próprio.
Pensa este protestante que o meio de evitar as heresias e deformações seja o estudo bíblico mais aprofundado. Tem gente clamando por um vigoroso e generalizado estudo bíblico no meio protestante como forma de combater as heresias. Engana-se este protestante de boa-fé.
Quanto mais estudo e teologia sem o alicerce de um magistério confiável, mais e mais surgirão novos pseudos mestres e “sábios” que eventualmente condenarão até mesmo os bons professores e estes mesmos fundarão novas seitas que produzirão novos “estudiosos” que, seguindo os passos dos primeiros também se dividirão e introduzirão novas heresias.
Todo aquele que estuda a Bíblia fora da orientação das autoridades legítimas constituídas pelo Senhor Jesus acaba pensando saber mais do que os outros. Quanto mais “sábio”, mais se pretende ensinar e menos se pretende aprender.
O genial e santíssimo São Thomás de Aquino, Doutor da Igreja disse e o disse bem: “Espero nunca ter ensinado nenhuma verdade que não tenha aprendido de Vós. Se, por ignorância, fiz o contrário, revogo tudo e submeto todos meus escritos ao julgamento da Santa Igreja Romana”
Em contraste com a humildade do sábio católico e santo doutor, disse Martinho Lutero pai de todas as seitas: “Quem não crê como eu está destinado ao inferno. O meu juízo e o juízo de DEUS são a mesma coisa.”
E tem gente preferindo dar ouvidos a Martinho Lutero.
A Igreja é coluna e sustentáculo da verdade. O texto bíblico lhe confirma a autoridade sobre as Escrituras. Afinal de contas não foi a Igreja constituída pela Bíblia, mas a Bíblia produzida pela Igreja.
Não por acaso o texto bíblico recomenda que toda Escritura é útil para o aprendizado. Em outras palavras, útil significa auxílio.
Confundir utilidade com suficiência é confirmar que todo e qualquer homem pode livremente interpretar a Bíblia e assim não há como condenar heresia alheia se não há antes um magistério confiável que defina o que é heresia.
Ao invés de atender a determinação bíblica de que a fé vem pelo ouvir, a fé do protestante acaba vindo pela sua própria leitura privada da Bíblia.
Quem é o ser humano que deseja ouvir e aprender de outro aquilo que ele julga que pode entender por si próprio ?
Assim, a fé do protestante em Jesus é a fé que cada um entendeu sobre Jesus através de sua leitura bíblica particular.
Se por vezes homens mais preparados e estudiosos conseguem aproximar-se da doutrina do Jesus verdadeiro, muitos outros acabam “crendo” em um Jesus que não existe, mas fabricado a partir de conclusões decorrentes da leitura particular de cada um.
E este Jesus que se opõe ao Jesus da Bíblia, mas que cada um entendeu a partir de sua própria leitura particular da Bíblia, é que será ensinado aos homens que não conhecem o evangelho e no Brasil particularmente será ensinado aos católicos que não conhecem a fé que dizem praticar.
Ora, a contradição já se inicia na própria pregação de um protestante para qualquer homem ou mulher. Como pretende o protestante convencer quem quer que seja, se antes mesmo de qualquer coisa quem lhe ouve deve crer que DEUS não constituiu a Igreja como coluna e sustentáculo da verdade e nem concedeu a homem algum o dom da infalibilidade ?
Não por acaso e porque cada qual tem o seu Jesus particular, quem prega teologia da prosperidade condena quem não a pratica e ainda rotula de trouxas seus opositores. Por outro lado, aqueles que abominam a dita teologia condenam aqueles que a ensinam, mas não deixam de considerar os primeiros como “irmãos em Cristo.”
A angústia infernal protestante se dá ainda em última análise a partir do princípio criado pelo protestantismo e para o qual cada protestante está obrigado. O próprio Sola Scriptura “Só a Bíblia”.
Ora, somos julgados pelos critérios que estabelecemos para os outros. Se somos misericordiosos, havemos de alcançar misericórdia de DEUS. Mas se somos rígidos, inflexíveis e intolerantes, estamos sujeitos ao julgamento de DEUS na mesma medida.
Quem se obrigou ao “Só a Bíblia” ? Não fomos nós católicos. Não somos seguidores de Lutero. Escutamos a Igreja.
O “Só a Bíblia” é um critério protestante, criado por protestantes e para protestantes.
Curiosamente, nossos dogmas, costumes de fé e doutrinas são cobradas pelos protestantes a partir do critério que deveria valer para eles.
E eles próprios não se dão conta de que o “Só a Bíblia” lhes condena, porquanto não havendo concordância no que se refere às questões de fé e doutrina, é óbvio que muitos estão saindo da Bíblia que deveria ser seguida por todos e pela qual todos, sem exceção, estão obrigados.
Quem cobra “Só a Bíblia” e nada além dela e concorda que a Bíblia é a palavra infalível de DEUS, obrigou-se ao princípio que pretende impor aos demais.
Quem é o protestante que gritando “Só a Bíblia” poderá desculpar-se por doutrina anti bíblica que tenha pregado ?
Quem é o protestante que gritando “Só a Bíblia” e dizendo-se inspirado pelo Espírito Santo em sua leitura bíblica poderá dizer que não entendeu o que leu ?
Como é seguro ser católico né ? Se fosse possível que a Igreja Católica cometesse erros em matéria de fé e doutrina, ainda assim poderíamos dizer a Jesus que fizemos o que estava na Bíblia e assim não interpretamos porque a Bíblia, segundo Pedro, proíbe a interpretação particular. E poderíamos dizer que acreditamos na Bíblia porque a Igreja Católica nos disse que era para crer.
E também poderemos dizer a Jesus que não confiamos na nossa leitura bíblica, porquanto a mesma Bíblia em Timóteo nos ensina que a Igreja é coluna e sustentáculo da verdade. Podemos dizer que deixamos exclusivamente para a Igreja a tarefa de interpretar corretamente as escrituras.
E poderemos finalmente dizer que escutamos o conselho de São Paulo e guardamos as tradições que nos foram transmitidas por escrito ou não. E podemos dizer que aprendemos estas tradições com a Igreja.
Podemos até dizer que confiamos em Pedro por causa das palavras de Jesus para que ele apascentasse as ovelhas e confirmasse seus irmãos na fé.
Se fosse possível erros na doutrina católica, nós católicos ainda poderíamos culpar a Igreja, São Paulo ou o Papa,
Quem sabe poderíamos ouvir: “Pai, perdoe aos católicos. Eles são leigos e não sabiam o que estavam fazendo.”
Ora, alguém perguntou a Jesus se ele era o filho de DEUS. Ele disse: “Tu o dissestes.” São nossos irmãos separados que dão testemunho de nós quando nos chamam de seguidores de papas ou quando nos dizem que nós CATÓLICOS não devemos considerar placa de igreja ou que o nome Igreja Católica não está na Bíblia.
São eles que dão testemunho que somos ensinados pela Igreja e mantemos fidelidade a Pedro.
E o protestante que tudo sabe a partir de sua própria leitura bíblica “inspirada” pelo Espírito Santo e que está obrigado ao critério “Só a Bíblia” ?
Diante da angústia infernal a qual cada protestantes está sujeito a partir das escolhas que fez, nada melhor para lhe trazer uma falsa segurança do que acreditar na salvação garantida a partir do “aceita” Jesus e a eleição de um inimigo comum e “destrutivo” que deve ser vencido e que seria um herege ainda maior do que qualquer protestante.
Nós católicos devemos dar graças ao Senhor pelo seu imenso amor. Conhecendo nossas fraquezas, nossas imperfeições, mazelas, soberba, arrogância, não nos abandonou a nossa própria sorte e aos nossos julgamentos parciais e completa ignorância, mas deu-nos como mãe e mestra por excelência a igreja inerrante que tudo nos ensina e que é o caminho seguro para nossa santificação rumo a pátria celeste.
Já não somos nós que devemos descobrir por conta própria e a partir de nossa leitura bíblica privada a igreja que devemos integrar, as doutrinas que devemos seguir e repudiar, e, nem mesmo precisamos decidir quem é ou não herege ou quem vai ou não para o céu.
O Cristo nos salva. A Igreja nos ensina. O espírito nos santifica. E o Pai julga todas as coisas.
E ainda ganhamos Maria como caminho mais reto e seguro para Cristo. Façamos como João e levemos Maria para a casa.
E ainda temos os exemplos de nossos santos que dão testemunho do poder do DEUS vivo que é capaz de transformar toda e qualquer criatura humana.
Negar que seja possível alguém tornar-se santo é duvidar que o autor de toda a santidade possa produzir obras perfeitas. Ele mesmo diz: “Sem mim nada podeis fazer.” Quem é santo, só pode se-lo por causa de Jesus Cristo.
Que amor sem medidas do Altíssimo DEUS pela humanidade !
Infelizmente, o protestante está amarrado ao critério que criou para si próprio. Nada melhor do que impor aos católicos o “Leia Bíblia” para se auto convencer que existem outros interpretando de forma ainda mais equivocada do que ele próprio.
Repudiamos ofensas contra a honra e dignidade das pessoas. Somos favoráveis ao amplo debate religioso e a liberdade de escolha de crenças e fé que pareçam mais adequados a cada homem ou mulher. Defendemos a liberdade religiosa e condenamos qualquer tipo de perseguição ou preconceito contra crença ou religião de quem quer que seja. Limitamos o debate às questões de fé e doutrina tão e somente.
A paz do Senhor esteja convosco.
Autor: V.De Carvalho com a colaboração de B.Carvalho/Dani Silva e A.Silva – Livre divulgação mencionando-se o autor
Boa noite, Sergio!
Grande contribuição a sua, citando esse autor! Obrigado! Vou tentar responder, de forma mais concisa e direta, aos inúmeros questionamentos propostos, ok?
É uma das táticas preferidas do Demônio: o ESCÂNDALO! O ser humano é tão reativo que basta algo que lhe cause medo (como se fosse um Transtorno Obsessivo Compulsivo, como mania de limpeza) para que condene todo o conteúdo pelo rótulo sobre o qual alguém tenha lançado água de vala! Não fora essa a tática de Satanás para com Jó? Satanás, em meio à “sede” de Deus, lançou uma porção de lodo sobre a “Coca-Cola” para ver se Jó, mesmo com sede, a rejeitaria. Vendo que Jó ainda assim a tomava, tentou sujá-la de outras formas, impedindo que ele a tomasse… Jó, no entanto, mesmo vendo a garrafa suja de diferentes formas, ia lá, limpava a garrafa, abria-a cuidadosamente, e continuava a matar sua sede!
Se analisarmos o trecho “nenhuma placa de Igreja salva, nem condena”, constataremos, intacto, o ovo de serpente que vemos em todos os outros inimigos do Cristianismo: o RELATIVISMO. A “liberdade” de interpretação em relação à Bíblia, dada a cada mortal, o transforma coveiro de si mesmo. Cava a cova de sua sepultura como bem o apraz, enquanto aprisiona aqueles que ousam seguir uma ortodoxia anterior ao nascimento dele mesmo como suposto “iluminado” pelo Espírito Santo. Assim, podendo ele interpretar do jeito que quer algo que é muito mais antigo que muitos de seus antepassados, poderá errar do jeito que for que isso não seria-lhe imputado como condenação, e outros seguirem uma ortodoxia que nenhum seria salvo senão segundo a doutrina pessoal de cada um dos “livres” pensadores bíblicos. Vale tudo e nada vale, esse é o jogo RELATIVISTA!
Essa é a angústia do conflito entre a Razão e o ovo de serpente do fanatismo no coração do homem: o apego a um argumento com forte apelo inconsciente, misturando aversões à “sujeira” moral de alguns filhos da Igreja (na verdade, endemoninhados), sensacionalismos crassos, superstições antigas, e uma regra tão ou mais férrea a uma interpretaçao equivocada da Palavra de Deus, tal qual sofriam os judeus. São tão obstinados quanto esses últimos em sua mania de transformar Deus em portador de suas próprias convicções errôneas e profanas. Aliás, quando Jesus se refere àqueles da “Sinagoga de Satanás”, fala também destes possuídos pelas mesmas ideias disseminadas por estes antissemitas ashkenazim, que nem semitas são e se propalam como tais para se venderem como cordeiros, sendo, na verdade, seus lobos.
Aqui vemos um herege pesando outro herege com base em uma heresia. Onde está a referência da Verdade? Ou estão delirando, ou fundaram uma nova religião cristianóide!
Tentar construir sua própria escada para o Céu equivale a erigir uma “Torre de Babel”. Ninguém se entende, cada um faz por si, uma religião self-service. Quando Deus a derruba, o faz de uma só vez e tudo cai como num castelo de cartas que não se sustenta na Verdade. Tanto é que, se a Mãe Igreja caísse, todo o Protestantismo ruiria e desapareceria magicamente, pois a única função lógica do mesmo é combater a Igreja Una.
Se fossem tão “ortodoxos” assim, atentariam para o que Jesus asseverou: “Nem todo o que diz ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos Céus, mas sim aquele que faz a Vontade de meu Pai que está no Céu” (Mateus 7:21). E ainda eles desprezam as obras como essenciais para herdarmos o Coroa do Céu? Ora essa!
Marcos 9:42 – “E qualquer que escandalizar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma grande mó de atafona(pedra de moer) e que fosse lançado no mar.”
Por fim, chegamos ao ponto alto do que tenho por histeria coletiva protestante a qual, para continuarem contrariando o que seus olhos insistem em fazê-los enxergar (o que, a certo tempo, deixará de acontecer, pela cegueira definitiva), precisam desesperadamente sustentar, pois por si só a heresia não permanece, necessitando da retroalimentação das almas dos impenitentes, empedernidos, orgulhosos e cegos. “Cego guiando outro cego, ambos cairão na mesma cova”. Essa retroalimentação constante daquilo que é falso e não se baseia na Verdade, cuja raiz é seca, isso sim é idolatria: adoração permanente de algo que não possui Vida, pois Jesus é o “Caminho, a Verdade e a Vida”, sendo Vida e Verdade interdependentes.
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Agradeço a ilustre visita e o convido para assinar os posts futuros do blog via email, na barra lateral do mesmo. Um abraço em Cristo e boa semana!