Bem, são tão numerosas as aberrações jurídicas e morais nessa tão antidemocrática democracia (a antítese é plenamente válida, nesse caso), que fico tonto numa tentativa de abater moscas varejeiras que se proliferam como pragas. Criminalizam a opinião de pessoas que defendem, heroicamente, seus princípios (com direito fundamentado na Constituição) e fazem ascender ao pedestal dos ídolos os mais venais bandidos e larápios desta nação.
A população, em sua grande maioria, já é composta de uma massa informe e indistinta de paspalhos e abobalhados. Mas, mesmo aqueles que se esforçam para manter a coerência são colocados a rodopiarem nesse carrossel de sandices em que se tornou a vida pública nacional. Ainda assim, num resfolegar hercúleo, prosseguimos em nossa tarefa de escancarar as obras das Trevas políticas (invocando o Príncipe, de Maquiavel) em nossa internet ainda livre de censuras (isso, já são favas contadas).
Eu já havia denunciado, no fim da semana anterior, um exemplo de deboche com que a militância gayzista trata a Fé daqueles lhes são críticos, em que ativistas desavergonhados zombam da Cruz, símbolo maior da Fé Cristã, em plena Sexta-Feira Santa. Abaixo, um dos incendiários mais fervorosos da causa Gayzista (que não é a mesma coisa que a defesa da cidadania dos gays, diga-se), Luiz Mott, autor de pérolas como Meu moleque ideal (que ele, covardemente, retirou de seu blog) e influente (??) organizador de manifestações contra religiosos, desferiu mais um tiro incoerente em seu perfil no Twitter, com seu dedo podre, disseminando este artigo implicitamente cristofóbico, como consta no print de imagem para comprovar sua postagem, se ele deletasse a mesma:


