Cristofobia, intolerância islâmica e adulação petista


Há algum tempo que – entre tantos outros fatos escandalosos – choca-me a adulação que o governo petista presta aos regimes totalitários do mundo. Não é apenas adulação a governantes esquerdistas nem somente apoio aos grupos narcotraficantes (FARCs) da América Latina o que nos escandaliza, senão também aos terroristas islâmicos do Oriente Médio. No evento da posse do venezuelano Nicolas Maduro (acompanhado da sombra de Chaves, seu “pajarito”), eleito sob sérias denúncias de fraude, estavam presentes os presidentes esquerdistas dos principais países das Américas, incluindo o “Dilmão” (a castrista tupiniquim, Dilma Roussef). Entre eles também estava (ninguém esteja surpreso) o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, saudado pela multidão como um dos heróis da resistência antiimperialista atual.

Lula e o iraniano atômico Mahmoud Ahmadinejad: democratas?

Lula e o iraniano atômico Mahmoud Ahmadinejad: democratas?

É revoltante como presidentes de países ditos democráticos ainda se prestam ao papel desavergonhado de respaldar regimes em que o vocábulo democracia é tido como algo ofensivo e símbolo de degradação própria do Ocidente. Como flertar com governantes que prometem guerra à civilização Ocidental e que prometem reduzir o Mundo a um feudo planetário do Islã.

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Místicas Memórias do Cristianismo


Sabem daquelas imagens que nos transmitem “odor” de santidade tão logo as contemplemos? Tais imagens podem ser de pessoas exemplares por suas vidas na Terra, de olhares significativos ou de locais que, a cada um de uma forma particular, nos “arrojam” à transcendência desse mundo concreto. Quanto aos locais físicos, não falo aqui daqueles que são obras da Natureza, mas dos que são construídos por seres humanos, obviamente, inspirados por Deus.

http://portugues.torange.biz/photo/4/13/Igreja-de-madeira-na-R%2525C3%2525BAssia-1260181172_40.jpg

Nesta postagem, apresentarei algumas fotos de igrejas da época primitiva (no sentido cronológico) do Cristianismo. São templos simples, de pedra bruta ou não, situados em locais significativos para nossa Fé cristã. Continuar lendo

Filme: Requiem for a Dream (Requiem para um Sonho)


Eu ainda quero ver esse filme, me parece uma história surreal que se parece muito com as Noites Negras pelas quais passamos todos nós, em alguns momentos de nossas vidas. Descreve uma espiral ascendente-descendente de eventos resultantes de escolhas, uma sucessão emocionante de causas e efeitos trágicos, porém redentores das almas.

AVISO: NÃO RECOMENDO A MENORES DE 16 ANOS.

Jesus dizia:

“Não temais aqueles (ou aquelas coisas) que podem matar a carne, porém que não podem matar o Espírito”.

“O Espírito é forte, mas a carne é fraca!”

“Onde estiver teu Coração, aí também estará teu Tesouro [e não importa se agradável ou doloroso, porém que nos traz riqueza espiritual].”

Abaixo, um vídeo remix da trilha sonora da releitura da obra de 1978, que foi regravada em 2000. Eu a uso, e a recomendo a todos, para relaxar. A trilha sonora, em sua versão original, é de autoria de Mozart.   Continuar lendo

O Mistério de “Avôhai”


O assunto desse domingo, sem mais ninguém pra pegar no pé, é sobre uma de minhas dúvidas antigas. Dúvida cabalística, pra variar! Esse vosso blogueiro meio doido, meio infantil, este que vos fala, alquimista desastrado e manipulador de teorias mal buriladas, resolveu fazer marcação cerrada ao Zé Ramalho. Mas, por quê ao Zé Ramalho?

Apesar de eu achá-lo meio estúpido ao tratar com pessoas curiosas e que discordam de suas maluquices e que querem rivalizar-lhe em loucuras, realmente ele têm um gênio artístico incrível para tornar as coisas mais simples em enigmas arcanos indecifráveis. Às vezes, beira à verborragia mais crassa, uma versão mais estilizada do fenômeno do “encher linguiça”.

Essa semana, ao reler alguns livros eletrônicos, reencontrei o livro A Chave dos Grandes Mistérios, do ocultista do séc. XIX Eliphas Levi. Me recordo que, por curiosidade, parei na página 197 (da versão digital) do livro, e daí não passei. E por quê?

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Loucos e Santos (Oscar Wilde)


Oscar Wilde (1854 - 1900)

Loucos e Santos

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam … Continuar lendo

Pedras queimadas


PEDRAS QUEIMADAS (*)

DOCE ELEGIA DE AMOR
OU AMOR EM PANDEMIA?
RETRATA A ALERGIA À DOR
DE FICAR PRA SIMPLES TIA?

SINCRONIA DE SABORES,
NO POR-E-NASCE, SENTIA,
FICA À MERCÊ DE CORES
DO SOL QUE SÓ ARDIA.

NUM DUETO, EXTINTORES
DE ALMAS, CANTANDO, VIA
ZÉ, ELBA E UMA COTOVIA.

SE FOSSE COMO TENORES,
QUE POETIZAM OS AMORES,
EU O FARIA À LUZ DO DIA.

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(*) Soneto composto a partir da música “Chão de Giz”, de Zé Ramalho.