O que é o Gayzismo?


Obviamente, um artigo que trate do Gayzismo, essa vertente do Movimento Revolucionário, precisaria também abordar aspectos secundários, tamanha é a gama de assuntos correlatos. No entanto, tendo em vista a escassez de publicações genéricas acerca do assunto, resolvi elaborar, via estrutura de tópicos, um artigo esclarecedor e o mais possível abrangente.

Entretanto, devo agradecer a todos os escritores e blogueiros honestos que, via de regra, escreveram de forma particularizada sobre o Gayzismo acerca de suas mais variadas formas de manifestação. Literalmente, mãos à Obra!

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Amor ou Posse?


O nosso «amor pelo próximo» não será o desejo imperioso de uma nova propriedade? E não sucede o mesmo com o nosso amor pela ciênica, pela verdade? E, mais geralmente, com todos os desejos de novidade? Cansamo-nos pouco a pouco do antigo, do que possuímos com certeza, temos ainda necessidade de estender as mãos; mesmo a mais bela paisagem, quando vivemos diante dela mais de três meses, deixa de nos poder agradar, qualquer margem distante nos atrai mais: geralmente uma posse reduz-se com o uso. O prazer que tiramos a nós próprios procura manter-se, transformando sempre qualquer nova coisa em nós próprios; é precisamente a isso que se chama possuir.

Cansar-se de uma posse é cansar-se de si próprio. (Pode-se também sofrer com o excesso; à necessidade de deitar fora, pode assim atribuir-se o nome lisonjeiro de «amor). Quando vemos sofrer uma pessoa aproveitamos de bom grado essa ocasião que se oferece de nos apoderarmos dela; é o que faz o homem caridoso, o indivíduo complacente; chama também «amor» a este desejo de uma nova posse que despertou na sua alma e tem prazer nisso como diante do apelo de uma nova conquista. Mas é o amor de sexo para sexo que se revela mais nitidamente como um desejo de posse: aquele que ama quer ser possuidor exclusivo da pessoa que deseja, quer ter um poder absoluto tanto sobre a sua alma como sobre o seu corpo, quer ser amado unicamente, instalar-se e reinar na outra alma como o mais alto e o mais desejável.

Friedrich Nietzsche, in ‘A Gaia Ciência’

A crueldade do sistema de castas na Índia


Alguns murmuradores poderão dizer que, com esse artigo, estou tentando me aproveitar da visibilidade de uma novela. Não nego que a novela Caminho das Índias trouxe ao conhecimento do grande público elementos de uma cultura um pouco distante. E trouxe questionamentos e polêmicas, principalmente. Uma delas é a relacionada ao sistema de castas da Índia.

O sistema de castas é um mecanismo de estratificação social dos membros da sociedade hindu. É baseado na crença milenar hinduísta de que as pessoas nascem com destino e posição determinadas na sociedade. Nas castas nascem e nelas devem permanecer, para que se cumpra o dharma (a Justiça) e se apague o karma, ou os “nós” que o prendem na Roda de Samsara (encarnações no plano físico). Então, não há possibilidade de progresso e ascensão social por esforços próprios. É tirada a esperança aos miseráveis e desfavorecidos, como também a possibilidade aos mais ricos de ajudarem aos mais pobres também, por sofrerem intimidação de suas castas e ameaça de expulsão, o que equivale à exclusão da sociedade.

Estima-se que as castas tenham surgido com a invasão dos Árias à Índia. Os árias eram tribos indo-européias que conquistaram a Índia há alguns milhares de anos. O sistema de castas, propriamente dito, teria surgido por volta de 850 a.C., e as primeiras  referências documentais datam do  período entre 600 a.C. e 250 a.C. Se apresentou como uma forma de segregar os invasores árias (de pele branca, indou-europeus) dos nativos indianos, chamados de dasas (ou escravos, de pele escura). Poderia mesmo comparar o sistema de castas hindu ao de um apartheid, mas com muito mais poder, pois se fundamenta em tradições religiosas antiquíssimas, milenares. E todos sabem como o povo hindu é religioso e tradicional. Se trocarmos em miúdos, até na Índia os europeus mandam, e há muito mais tempo…

As castas são tidas como criadas de partes do corpo de Brahma, o deus supremo do hinduísmo. Temos no alto da hierarquia os Brâmanes (sacerdotes, religiosos e sábios), que representam a boca de Brahma. Originados dos braços, termos os Shátrias (governantes, dignitários e militares). As pernas de Brahma teriam gerado os Vaysias (comerciantes e artesãos), e dos pés teriam saído os Sudras (agricultores e servidores pobres). E da poeira sob os pés de Brahma, começaram a existir (subsistir seria o certo) os Dalits (os “intocáveis”), que era a parte da criação de Brahma que é subestimada como nem sendo humana.

Apesar de todas as manifestações de órgãos humanitários, ao longo da história recente, tendo como ícone pelo fim da discriminação de castas o grande Mahatma Ghandi, o povo, inclusive os marginalizados Dalits, são muito apegados às suas tradições religiosas, mesmo que tais tradições tenham sido trazidas por povos não-indianos. Preferem se resignar aos maus tratos de toda a sociedade do que correr o risco de, por exemplo, reencarnarem em uma árvore ou animal. Nem mesmo com a Constituição de 1947, logo após a independência da Grã-Bretanha, houve significativo avanço nos direitos dos Dalits excluídos da Índia. Muito pelo contrário: a resistência manifestada pelo povo em defesa das tradições, tão excessivamente rígida, criou um clima de maior tensão ainda contra os Dalits.

As escrituras védicas (livros sagrados dos hindus) contém os preceitos básicos para os membros de cada casta. O membro de uma casta já nasce sabendo o que pode comer, o que pode vestir, qual profissão pode seguir e com quem pode se casar. Não há como escapar às rédeas das castas. A filha de um comerciante que se atreva a desdenhar o noivo que lhe foi destinado (muitas vezes, desde a infância) pode ser expulsa de sua casta, o que equivale a se tornar uma dalit.

E como vivem os dalits??

Segundo a tradição hinduísta, os dalits são a sujeira da sociedade, impuros por natureza (talvez uma segregação velada pela cor da pele dos escravos). Eles são a escória segundo a religião. Até mesmo os próprios dalits nutrem essa crença e toleram os ultrajes e crimes cometidos em nome da tradição. Segundo eles, a esperança é de que, suportando os ultrajes e impropérios contra eles, pacientemente, poderão, numa próxima encarnação, merecer nascer numa casta mais elevada.

Os dalits não podem comer o mesmo tipo de alimento dos membros de outras castas, e devem se alimentar em louças quebradas. Suas vestes são as herdadas dos cadáveres ou de outros dalits.

Não podem beber água da mesma fonte ou corrente dos outros, pois poderiam poluí-la. Só podem se casar com dalits, obviamente. Não podem tocar em ninguém de outra casta, nem mesmo a sua sombra pode “tocar” a sombra de outra pessoa.

Não devem estudar. Não podem entrar em lugar algum onde esteja um membro de outra casta nem em templos onde haja um religioso (brâmane). Na prática, isso os impede de praticar a fé, pois sempre, em todos os templos, há um religioso em serviço.

Como profissão, lhes são reservados os serviços considerados impuros, indignos e degradantes: lida com cadáveres (humanos e animais), limpeza de fossas e esgotos, varredura de ruas e acessos exteriores, coleta de lixo de todos os tipos. Resumindo: são tratados como lixo e devem ser mantidos em lugares próprios para o lixo, para o que é descartável, sujo e imundo. Vivem nas fossas e esgotos, pois são considerados a merda da sociedade, para os quais um “puro” não deve olhar, dos quais deve-se manter distância, em local seguro, dos quais precisam se esconder.

Vários crimes são praticados e tolerados pelas autoridades, em nome dos costumes. Mulheres dalits são estupradas e depois queimadas vivas, por serem elas tidas por culpadas do próprio estupro. Em casos de calamidades públicas, como nas enchentes das monções, que anualmente castigam a Índia, os dalits não recebem qualquer ajuda, e isso é encorajado pela população. Hipocritamente, dizem que isso é por caridade, para que morram e tenham seus sofrimentos, ou karma, abreviados.

Este é um depoimento de um cidadão indiano ao National Geographic:

“Girdharilal Maurya acumula pecados. Tem um mau karma: por que outra razão teria nascido numa casta intocável se não fosse para pagar pelas vidas passadas? Reparem, ele é um curtidor de peles: segundo o direito hindu, os trabalhadores dos curtumes tornam-se impuros, e as outras pessoas devem evitá-los e ultrajá-los. A sua indecorosa prosperidade é um pecado. Quem este intocável pensa que é para comprar um pequeno lote de terreno nos arredores da aldeia? Ainda por cima, atreveu-se a reclamar junto da polícia e das outras autoridades, exigindo servir-se do novo poço. Teve o que merecem os intocáveis: uma noite, quando Girdharilal saiu da cidade, 8 homens da casta superior ‘rajput’ foram à sua casa, derrubaram as vedações, roubaram o trator, espancaram a mulher e a filha e queimaram a casa.”

Em outro caso, recentemente, em junho de 2006, um repórter da revista Capricho publicou uma entrevista com um intocável. O entrevistado revelou que seu irmão, por ter invadido o quintal de um vizinho de casta Vaysia, foi castigado, sendo amarrado a uma árvore junto com seu pai: depois de uma tremenda surra, toda sua família foi obrigada a assistir as punições, enquanto o jovem era lentamente devorado por formigas selvagens.


Na prática, o Governo indiano se recusa a apurar e punir casos corriqueiros como esses, pois, como mostra um censo, 80% da população ainda apóia e pratica os preceitos para as castas, inclusive os dalits. Com a condescendência dos próprios dalits, fica difícil haver qualquer mudança. Afinal, essa maioria constitui o contingente que vota. E sabem como são os políticos, não sabem?? Apenas de olho nos votos, e não no poder transformador que têm em mãos, capazes de legislarem que são para o bem-estar do povo.

Falamos apenas das principais castas, mas estima-se que haja em torno de 6.400 castas, entre grupos rurais e regionais, cada qual com suas regras e rigores.

E nós, hem?! E nós, e eu também, que ponho o dedo na ferida do fanatismo cristão, muitas vezes, tenho que admitir que o fanatismo cultural hindu, incrustado por idéias discriminatórias, até nas camadas mais empobrecidas, todas cristalizadas na mente de toda uma sociedade por milhares de anos, é uma barbárie, um sofrimento coletivo. Imagino a quantidade de gente nas castas que gostaria de se solidarizar e interagir com gente de outras castas e ajudar o povo dalit e não o faz pelos rigores das tradições, pela intimidação dos senhores de casta. Quanta gente gostaria de se libertar de tais crenças recalcadas e retrógradas, mas não o conseguem, pela força que as idéias religiosas exercem sobre suas mentes!!

Reflitamos então!! Nada de inflexibilidade!! Nada de intolerância!! Devemos praticar a solidariedade e olhar no rosto do próximo sempre como nosso igual.

Namastê!!

O Divino em mim saúda o Divino em você!!

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Leia mais:


http://artedartes.blogspot.com/2008/01/sistema-de-

castas.html


http://www.esoterikha.com/grandes-misterios/triangulo-das-bermudas/invasao-arias.php


Porque Jesus não se tornou Rei dos Judeus??


Antes de começar a dissertar sobre o assunto do título, tenho que fazer uma breve introdução de matérias que serão abordadas.

Quadrados Mágicos - conhecidos pelos matemáticos como matrizes do tipo n x n, de n linhas e n colunas. Conta com a peculiaridade de obtermos sempre a mesma soma dos elementos em qualquer coluna, linha ou diagonal.

Exemplo de Quadrado Mágico, também chamdo de khamea, do tipo 3 x 3.

Exemplo de Quadrado Mágico, também chamdo de khamea, do tipo 3 x 3.

No exemplo acima, temos uma matriz 3 x 3, em que em qualquer coluna, linha ou diagonal, a soma dos elementos será sempre a mesma, nesse caso 15. E como sabemos que sempre dará 15?? Distribuindo os algarismos de 1 a 9. Somando rodos os elementos, de 1 a 9, e dividindo pelo número de seções (colunas ou Linhas, nesse caso 3). Logo, 45 dividido por 3, temos 15.

Para descobrirmos a soma dos elementos (também chamada de número planetário) de uma coluna ou linha de matriz n x n, em que n é o número de seções (colunas ou linhas), segue a fórmula:

S= (n + n³) / 2

Por que falar de quadrados mágicos aqui?? Vou explicar…

Ontem tive um sonho estranho, desses que você sabe exatamente que não nasceram de suas idéias simplesmente… Posso falar apenas da matéria em si, mas não dos eventos do sonho, por motivos pessoais.

Lendo um post interessante em um blog ontem, acabei adormecendo, meditando sobre o assunto. E tinha a ver com as correlações místicas e cabalísticas dos khameas, ou quadrados mágicos para os antigos. Mas o que obtive de conclusões no sonho não tinha visto no post do tal blog. Foi algo novo. Poderá até parecer maluquice para alguns que lerem o post, mas…

A maioria dos graus ligados à Rosacruz ou aos gnósticos trabalha com graus baseados nas Emanações da Árvore da Vida. Esta estrutura foi desenvolvida inicialmente nos Templos de Toth/Hermes, mas contava apenas com sete graus, baseados nos Planetas Alquímicos (Lunae, Mercure, Veneris, Martis, Jovis, Saturni e Solis), sendo Solis o mais avançado. Cada grau possuía um Kamea (Quadrado Mágico) correspondente. Mais tarde os Pitagóricos finalizariam a estrutura para conter 10 esferas numeradas, como conhecemos hoje em dia.

Como os Khameas só são possíveis a partir do 3, então estabeleceu-se uma correlação numérico-cabalística entre números e planetas (arquétipos). Assim:

Saturno = 3;  Júpiter = 4; Marte= 5;  Sol= 6; Vênus= 7;  Mercúrio= 8; Lua= 9.

E onde Jesus entra no sonho, digo, na história??

Como todos sabem, o arquétipo astrológico ligado ao domínio, ao juízo, ao Rei é Júpiter. E o número de Júpiter é 4. Numa matriz quadrada mágica 4 x 4, obtemos o número planetário pela fórmula citada acima:

S = (4 + 4³) / 2= (4 + 64) / 2= 68 / 2= 34.

Esse é o número do Rei numa manifestação particular, enquanto homem perfeito, realizado. Daí, me lembrei, no sonho, do 33, que também é um número cabalístico. Mesmo que Jesus não tivesse morrido aos 33 anos, esse era um símbolo atribuído a ele, significando algo transcendente, pois que os números estão pelo menos um grau acima das palavras compostas, em termos de sublimidade. Ele morreu aos 33 anos. Fez de tudo, foi quase coroado. Era Rei de berço, pela sua linhagem davídica, mas não foi coroado. Ele foi 33, e não chegou ao 34. Quase chegou, quase!!

Nas Tradições esotéricas e cabalísticas ocidentais, há quase uma unanimidade em atribuir a figura de Jesus à esfera 6 (Tiphereth, a Beleza) da Árvore da Vida. Ela é representada pelo Sol. O Sol, mais do que ser Rei apenas, traz a Luz. Está entre 12 constelações zodiacais, assim como Jesus estava entre 12 discípulos. Sem contar que todos os mitos solares das tradições anteriores a Cristo no mundo, se referem a deuses sacrificados e abnegados, que dão a vida pelos seus seguidores e pela humanidade.

Mas o que mais me intriga é o seguinte: não tenho qualquer dúvida que Jesus está ligado ao Arquétipo Solar, mas ao executar os cálculos do quadrado mágico com n=6 (Sol), matriz 6 x6, obtemos a seguinte figura:

Khamea (quadrado mágico) do Sol, matriz 6 x 6.

Khamea (quadrado mágico) do Sol, matriz 6 x 6.

Conclusões:

Calculando o número planetário dessa matriz, temos S= (6 + 6³) / 2= (6 + 216) / 2= 222 / 2= 111. Mas, e se somarmos todos os elementos da matriz?? Cada coluna ou linha soma 111. Logo se multiplicarmos por 6, temos… 666!!!

Não digo que Jesus tenha sido a Besta, mas que se alguém, no futuro, querer se comparar a Ele, declarar ser Ele, será alguém de 666, do Sol, que agrupará não 12 apóstolos, ou 12 constelações. Será alguém pacífico, cativante, que atrai seguidores e tem forte carisma. Será a imitação perfeita do Logos Iluminador. Será um Illuminatus, alguém já com os graus de Adepto, com domínio da Mente e dos 4 elementos. E quando um Adepto é do lado “negro da Força”, elé é mau mesmo!! Talvez seja o messias judaico, a reunir as 12 tribos de Israel a lutar contra o mundo…

Mas Jesus também era regido pelo 666, número de homem. E, logo se o tal Anticristo vir, e for um homem, será a antítese de Jesus, mas com o mesmo grau de adiantamento, ou pelo menos, em teoria, com as mesmas prerrogativas, representadas pelo 666, o Sol Invictus

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Referências:
http://ateuspontocom.blogspot.com/2009/05/quem-tem-medo-dos-illuminati.html

Kazantzakis e Deus


Durante toda a sua vida, o autor grego Nikos Kazantzakis (Zorba, A Ultima Tentação de Cristo) foi um homem absolutamente coerente. Embora abordasse temas religiosos em muitos de seus livros – como uma excelente biografia de São Francisco de Assis – sempre considerou a si mesmo como um ateu convicto. Pois é deste ateu convicto, uma das mais belas definições de Deus que eu conheço:

Nos olhamos com perplexidade a parte mais alta da espiral de força que governa o Universo. E a chamamos de Deus. Poderíamos dar qualquer outro nome: Abismo, Mistério, Escuridão Absoluta, Luz Total, Matéria, Espírito, Suprema Esperança, Supremo Desespero, Silêncio. Mas nós a chamamos de Deus, porque só este nome – por razões misteriosas – é capaz de sacudir com vigor o nosso coração. E, não resta dúvida, esta sacudida é absolutamente indispensável para permitir o contacto com as emoções básicas do ser humano, que sempre estão além de qualquer explicação ou lógica.

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Fonte:
http://www.warriorofthelight.com/port/index.html
 – Ed. 199.

M de Mulher, de Mães do Mundo.


Esta noite estava pensando, e uma foto não saía da minha cabeça. Incrível como, realmente. algumas imagens têm o poder de falar mais do que todos os discursos do mundo!! A imagem da qual falo é aquela que achei para ilustrar os dogmas desumanos e machistas de certas religiões acerca do adultério feminino e sua respctiva punição. Consta do meu post anterior, Imagens literais, dogmas que falam por si , aquela em que a infeliz mulher é executada publicamente pelo Taliban, no Afeganistão, acusada de adultério.

Em homenagem a todas as mulheres, e a inspiração das Musas me auxilia, resolvi postar uma poesia esta noite e  imagens que denunciam as crueldades desumanas sofridas por essas mulheres, que por nada são justificáveis, assim como exaltar a beleza contida nos olhos dasMães do Mundo“.

Mulher, Mãe do Mundo

O tempo passa velozmente
e a mente quente prepara
o gesto simples e carinhoso
que a mulher possui.

Olhar do Mundo

Em qualquer momento,
num ou noutro pensamento,
sua beleza reluz, conduz e traduz
o real significado da vida.

mae iraniana

Dela, vem os frutos tidos,
que, amadurecidos, a esquecem.

Dela, vem a compreensão
quando por ela chamamos.

Dela, vem todo o amor
sem cobrança, sem dor.

Dela, vem a saudade
quando a perdemos.

Dela, ela sabe de tudo
e só nós é que não sabemos…

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Fonte da Poesia:
http://www.pucrs.br/mj/poema-mulher-53.php