ATEA: Ateus e agnósticos ultrajam católicos

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Em colaboração com um amigo do Facebook que me marcou em uma de suas postagens, venho hoje ao blog para denunciar mais uma das já não surpreendentes agressões laicistas de setores ateus e neoateus, protegidos por organizações anticatólicas, contra símbolos da Igreja e a pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. Trata-se de integrantes mentalmente desnutridos, sem vergonha na cara, de uma página de ateus, a ATEA.

Militam em nome de um laicismo estatal, mas esquecem que o Laicismo não equivale ao Ateísmo, mas à neutralidade do Estado em relação às opções de crença ou não-crença dos cidadãos. Mais: ainda que o Ateísmo não possa ser enquadrado como um credo, nem mesmo antirreligioso, ele nasceu (com o Positivismo iluminista, de inspiração maçônica) de uma relação de oposição às crenças teístas. Portanto, antes de mais nada, ateus e agnósticos precisam ser honestos consigo mesmos e admitirem que o Ateísmo tem sim relação com as religiões. Como veremos abaixo, eles mantém um posicionamento agressivo em relação a elas e incitador de ódio anticristão, já conhecido como Cristofobia.

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Fundamentalmente, Maçonaria e Judaísmo coincidem

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“Todo o espírito da Maçonaria é o mesmo do judaísmo, em suas crenças mais elementares, suas idéias, sua linguagem e principalmente em sua organização. A esperança que ilumina e suporta a Maçonaria é a mesma que ilumina e suporta Israel. Seu remate será esta maravilhosa casa de pregaria, da qual Jerusalém será o centro triunfante e símbolo”.

(“La Verite Israelite”, periódico judaico, de 1861, pg. 64)

A Ideologia do Gênero e os atentados contra a Família

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Artigo escrito pelo Prof. Hermes Rodrigues Nery [1]. Recebido por e-mail.

Título original do artigo: “Ideologia de gênero deve ser combatida, pois visa destruir a família”.

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A ideologia de gênero tornou-se uma ferramenta política e “um conceito-chave da reengenharia social anti-cristã para subverter o conceito de família”, como afirma o monsenhor Juan Cláudio Sanahuja. E mais, ele explica que “a ONU adota a perspectiva  de gênero no começo dos anos 90. Assim nos apresenta e quer impor-nos uma visão anti-natural de sexualidade de pronta-entrega, a serviço do prazer”.  E para isso surtir efeito, a médio prazo, faz-se necessário difundir nas escolas a ideologia de gênero, para quebrar as resistências contra a cultura que quer se impor. A educação sexual então está imbuída fortemente desta ideologia contrária à família, com uma visão reducionista da dimensão da pessoa humana. O fato é que existem somente duas identidades sexuais, daí a realidade humana na distinção “homem e mulher”. Institucionalizar uma outra situação fora desta realidade, verdadeiramente humana, é desconhecer com profundidade a essência e a natureza da pessoa humana, e mais ainda: agravar os fatores da violência contra o ser humano, em todos os aspectos. É despersonalizar o ser humano, deixando-o frágil e vulnerável a toda e qualquer violência.

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Despopulação é a grande obsessão da ONU atualmente

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 Reduzir a população mundial a níveis mínimos é um dos grandes objetivos das políticas de “saúde”, “educação” e de “direitos humanos” hoje em carga através da ONU, governos em conluio com esta, organismos nacionais, supranacionais, fundações, bancos privados, empresas farmacêuticas e mídia global-sionista. Vários são os pretextos fajutos que são usados para levar a cabo essas medidas, e são inúmeras as formas com que lidam com o assunto. Por vezes, com voz suave da insídia melodramática em favor das “pobres” abortistas feministas, ou então através de discurso ameaçador e chantagista de alguns de seus próceres.

Para os “defensores dos Direitos Humanos”, muitos são os motivos para advogarem o “planejamento familiar” por via das esterilizações em massa e do aborto sistemático: ora dizem que a população crescente levará o sistema energético e a provisão de recursos naturais a um colapso, ora que são crianças e adultos em demasia a passar fome, ou então que os países não são mais capazes de alocar e organizar espaços para novas cidades e que as mesmas, em todo o Mundo, irão explodir. Sobre esses e outros itens, voltaremos a falar mais abaixo.

Que tal começarmos por saber quando surgiram as primeiras teorias sobre a suposta necessidade de diminuição da população mundial (também conhecida como despopulação, ou depopulation em inglês)?

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