Imagine um lugar onde as pessoas são tratadas como gado, tendo sua ração determinada periodicamente, vacinados, confinados, sem liberdade para sair de seu pasto, sem autonomia para reclamar de nada, alienadas e levadas a obedecer seu dono (presidente, ditador, etc.) em tudo, depender eternamente de seu celeiro de arroz… Imaginou?? Esse pasto pode ser chamado também de Coréia do Norte.
Aquele país mostra, como outros já mostraram, os resquícios do que uma ideologia brutal e animalizadora, a que chamaram socialismo-comunismo, ou marxismo-leninismo, pode fazer a uma população inicialmente classificada como humana.
Imagine agora que esse fazendeiro maluco, armado até os dentes com ogivas nucleares, queira se utilizar do seu gado, que jaz faminto no pasto, exposto e humilhado, marcado a ferro, para estender sua maluquice e agredir alucinadamente seus vizinhos inimigos.
Imaginou?? Esse fazendeiro-besta é catalogado como Kim Yong-Nam, secundado por seu capataz-mor (que é quem realmente manda), Kim Jong-Il.
Kim Jong-Il,
o Chico Science coreano, primeiro-ministro e verdadeiro manda-chuva.
Ao preço da fome de seu povo e do sacrifício das infra-estruturas básicas do país, desprezando solenemente as metas de bem-estar social mundiais e indo na contra-mão dos desejos de paz dos povos, essas Bestas humanas vêm construindo, a passos largos, um imenso arsenal atômico. Acham, num acesso esquizofrênico, que serão atacados a qualquer momento pelas potências ocidentais.
Mal sabem eles que bastaria um peido do arsenal americano para pulverizar o território norte-coreano. E é isso que o mundo inteiro está querendo evitar: que junto com os fazendeiros-bestas da Coréia do Norte, todo o gado inocente seja exterminado!! Sim, porque das promessas americanas e israelenses de ataques com precisão cirúrgica nós já conhecemos muito bem…
Tensão e ameaça de Guerra Nuclear
Nos últimos dias, ignorando todos os apelos internacionais, a Coréia do Norte religou seus reatores nucleares e fez testes com mísseis de médio e longo alcance. Dizendo-se prontos para responder a qualquer ataque externo (com mísseis nucleares), os dirigentes coreanos fazem pose com seu exército de soldados esqueléticos (pela subnutrição) pelas ruas do país, com os tais mísseis.

Desfile militar na Coréia do Norte –>>

Respondam: pela espessura das pernas e pelos rostos encovados, há quanto tempo acham que eles não comem nada?? Aguentariam quanto tempo em batalha??

A China, único país com influência efetiva sobre o governo norte-coreano, tenta acalmar os ânimos no cenário internacional, e controlar os ímpetos de guerra das bestas-presidentes. Mas está difícil!!

Deus nos salve da guerra nuclear e tenha piedade daquela população sofrida e aprisionada em seu próprio país!!

Situação Humanitária na Coréia do Norte

A situação humanitária, embora os dados do governo norte-coreano sejam manipulados e escassos, é deplorável. Estima-se que milhares (não se sabe se dezenas ou centenas de) de pessoas morram anualmente de fome ou subnutrição, e de suas doenças intercorrentes. A China fornece cerca de 80% da energia e 20% dos alimentos consumidos no país. Digo, consumidos, o que não quer dizer o correspondente às necessidades da população. O grosso do dinheiro fica nas mãos dos burocratas e também é destinado aos gastos militares e manutenção de usinas atômicas, assim como às indústrias pesadas ligadas aos setores estratégicos (leia-se armamentista e militar).

Como economia de estilo soviético, era para se orgulharem de seu nível educacional, de saúde e de alimentação, que deveriam ser garantidos em patamares seguros. E isso não acontece!! Justamente do que não deveriam se gabar, das armas de destruição, é do que fazem festa.


Crianças comendo o que podem. E pelo jeito, ali só tem arroz… Agora que as bestas–presidente recusaram a ajuda alimentar americana, elas podem vir a morrer de fome.

Na verdade, só pessoas muito próximas da cúpula comunista e do presidente é que fazem festa. Diria mesmo que somente os chefões da Coréia é que já vira alguma vez caviar e champagne francês. O resto vive em penúria, em diversos níveis de necessidades, a esmagadora maioria da população em miséria absoluta, recebendo seu salário em arroz, sal e outras miudezas baratas. E como as colheitas têm sofrido reveses anuais com as constantes inundações, o “salário” do trabalhador também diminuiu.

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Referência: http://www.portalmaratimba.com/noticias/news.php?codnot=235003

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