Bom dia a todos!!

De repente, acordei com uma idéia na cabeça. Baseado no costume da amiga Syssim de postar clipes de sua preferência e no meu gosto de dissertar sobre temas humanos e da Natureza, resolvi criar uma seção semanal, as Conversas Cantadas. Consistirão em temas dissertados, com um clipe ao fundo, tendo entre si uma relação quase intuitiva, nem sempre direta. Muitas vezes, as músicas nos ajudam a refletir melhor, digerir melhor, os temas. Pelos menos, ajudam a sublimá-los.

Os artigos desta sessão irão ao ar todas as quartas-feiras e domingos. Essa é apenas uma idéia, e todos podem beber da mesma fonte em seus espaços, blogs e sites, se gostarem. Sei que essa não deve ser uma iniciativa propriamente nova, mas…

Como tema da primeira postagem, escolhi falar sobre a dificuldade que os seres humanos têm de se entregarem em suas relações.

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Entrega

Notadamente, a Natureza, pelo menos aparentemente, criou o homem para enfrentar a tudo e todos, para defender sua gente. As mulheres, com sua sensibilidade e arte, cuidariam e pensariam o progresso e crescimento da prole dentro das sociedades. Mas, num mundo onde as características físicas sempre determinavam a sobrevivência do povo, as mulheres. pouco a pouco, tiveram sua importância e poder (pelo menos aparentemente) reprimidos.

Por isso, o homem ficava sempre com um pé atrás em tudo. E a mulher não tinha necessidade desse medo, pois tinha o brutamontes à sua frente. O homem não tinha que ter sentimentos. Apenas tinha que fazer os outros sentirem, nem que fosse somente dor ou medo. Às mulheres, cabia mostrar que os brutamontes sabiam fazê-las sentir dor e medo.

Mas isso mudou. Os homens não precisam mais matar um leão por dia. Seriam presos por isso. Basta não perder a cabeça e evitar de matar o chefe. Basta querer crescer e não deixar o brutamontes vizinho lhe tirar o espaço (às vezes, tomam-lhe até a mulher!!).

Hoje, as mulheres e homens reconhecem suas metades positiva e negativa, masculina e feminina. Reconhecem que podem reagir tão agressivamente quanto pacificamente, sentir e fazer-se sentir, ter prazer e dar prazer. Estamos entrando na Era de Aquário. Todo o preconceito deve ser extinto e substituído pela liberdade de consciência. Amemos e seremos amados. Doemos Amor e desejemos, também o Amor. Nos demos respeito e exijamos, igualmente, respeito

Nos entreguemos para que sejamos todos um, almas em uma só carne, toda a humanidade como um só corpo humano, e todo o planeta num só organismo vivo.

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