I

Hora Morta, já beira meia-noite,
Hora viva, de nosso Nascimento;
Hora do Tempo, Tempo é um açoite
Que toma pra si um fixo assento.

Tempo do Tempo, que sôfrego
Mata e faz a tudo renascer.
No raiar da alvorada, a vencer
A Noite, o teu Sol se iça, trôpego.
II

Aos amigos, oferecemos poesia!!
Aos inimigos, a quem não se fia
A Justiça, que é a Vida ensinando
Pela Dor, a qual não se tem amando!!

O Mundo, a primeira Casa Grande,
Reflete-se em miniatura em nosso interior
De nossa alma que, quando se expande,
Nos diz: “Não é banal cada verso de Amor”.

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– Composto em forma de comentários no blog da amiga angolana Lili Laranjo

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