PEDRAS QUEIMADAS (*)

DOCE ELEGIA DE AMOR
OU AMOR EM PANDEMIA?
RETRATA A ALERGIA À DOR
DE FICAR PRA SIMPLES TIA?

SINCRONIA DE SABORES,
NO POR-E-NASCE, SENTIA,
FICA À MERCÊ DE CORES
DO SOL QUE SÓ ARDIA.

NUM DUETO, EXTINTORES
DE ALMAS, CANTANDO, VIA
ZÉ, ELBA E UMA COTOVIA.

SE FOSSE COMO TENORES,
QUE POETIZAM OS AMORES,
EU O FARIA À LUZ DO DIA.

*******

(*) Soneto composto a partir da música “Chão de Giz”, de Zé Ramalho.

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3 comentários em “Pedras queimadas

    1. Gosto de sublimar emoções assim, tendo em perspectiva as emoções de outras pessoas.
      Obrigado pela presença! Teu blog também sempre me traz boas coisas pra pensar, assuntos polêmicos e variedades!

      Abçs!

      Curtir

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