Pedras queimadas


PEDRAS QUEIMADAS (*)

DOCE ELEGIA DE AMOR
OU AMOR EM PANDEMIA?
RETRATA A ALERGIA À DOR
DE FICAR PRA SIMPLES TIA?

SINCRONIA DE SABORES,
NO POR-E-NASCE, SENTIA,
FICA À MERCÊ DE CORES
DO SOL QUE SÓ ARDIA.

NUM DUETO, EXTINTORES
DE ALMAS, CANTANDO, VIA
ZÉ, ELBA E UMA COTOVIA.

SE FOSSE COMO TENORES,
QUE POETIZAM OS AMORES,
EU O FARIA À LUZ DO DIA.

*******

(*) Soneto composto a partir da música “Chão de Giz”, de Zé Ramalho.

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3 thoughts on “Pedras queimadas

  1. Ebrael:
    “Num dueto, extintores.. de alma”… nossa, voei nos sentidos dessas palavras!

    As vezes precisamos colocar em evidencia, à luz do dia e da sapiencia, os sentimentos.

    Beijos

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  2. Olá Ebrael:

    Estou aprendendo a curtir uma boa poesia a partir de seu blog.

    O Zé e a Elba são dois grandes talentos que promovem grandes obras e merecem essa homenagem.

    Parabéns pela poesia.

    ABS

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    1. Gosto de sublimar emoções assim, tendo em perspectiva as emoções de outras pessoas.
      Obrigado pela presença! Teu blog também sempre me traz boas coisas pra pensar, assuntos polêmicos e variedades!

      Abçs!

      Curtir

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