Quem me conhece, sabe: não sou contra os gays nem homossexuais, mas contra o homossexualismo como opção de gênero. Esse é meu posicionamento, e ninguém (ninguém mesmo!) poderá pretender me tirar o direito de expressão de minhas ideologias. Se me criticam por ainda abraçar o Catolicismo e o execram como tosco e falido, não tendo ninguém que me garanta o direito à proteção de crença, por que me processariam por meu posicionamento anti-homossexualista??

Ninguém me impedirá de dizer o que penso em relação ao homossexualismo. Cada um é livre pra adotar, conforme sua Consciência e escolha, a opção de vida que quiser e de livremente se posicionar em relação a todas as opções. Se os gays podem manifestar-se quanto às suas práticas, nós, heterossexuais, também podemos. Ou será que não mais?

Ditadura Gay a caminho!
Ditadura Gay a caminho!

Vivemos um avanço do populismo-comunismo no Brasil que não quer contemplar a convivência pacífica entre as preferências políticas, sociais, sexuais ou religiosas. Os comunistas (principalmente do PT, que não têm moral alguma em sua maioria) querem passar como um rolo compressor, pura e simplesmente, sobre as bases sociais que cimentaram nossa sociedade, e extirpá-las de uma vez por todas! Se houveram excessos na história, cabe a TODOS negociar os termos de uma justa equalização nas relações sociais.  

Uma sociedade livre e justa não se faz à base de revanchismos e radicalismos. A sociedade é laica, mas a maior parte dela professa uma religião, e não se pode, impunemente, desprezar aqueles que decidiram nortear suas vidas por suas crenças e expressá-las dentro de seus círculos, a pretexto de proteger um estrato social marginalizado. Sim, a pretexto de proteger, pois que privilegiar seria ilegal (ou imoral), certo?

É inegável que todo cidadão brasileiro deve ter seus direitos civis garantidos pela Justiça. Tanto heterossexuais como gays, declarados ou não, devem ter os mesmos direitos civis resguardados. Gays devem poder casar-se sob o regime legal, ter direito à herança, à adoção de crianças (sob os mesmos rígidos critérios adotados aos casais heterossexuais), e todas as prerrogativas que nos fazem IGUAIS perante a Lei.

A abrangência do Estatuto da Diversidade Sexual deve contemplar o pleito de direitos legais e de assistência.  Considero o texto do projeto de lei de iniciativa popular, enviado ao Congresso recentemente por representantes da comunidade LGBT, falho em alguns pontos, inconstitucional em outros. No geral, é radical e segregacionista, na contramão daquilo que pretende promover. Em alguns trechos, é vago com relação a matérias de cunho amplo e complexo, talvez propositalmente, para facilitar emendas ainda mais escabrosas  logo à frente durante os embates no Congresso. Vejamos alguns pontos que considerei descabidos: 

“Art. 31 – O filho não pode ser discriminado pela família ao revelar sua orientação sexual ou identidade de gênero.”

Se for para continuar a tratar o jovem como qualquer um dos outros filhos heterossexuais, sem fazer distinção de desprezo pela opção sexual, tudo bem, eu concordo. Serviria, sim, para inibir violência física e psicológica, o que considero abominável. Mas, se os pais tiverem um posicionamento contra essa opção, eles não poderão mencioná-la, nem mesmo em casa? Ora, o lar é o asilo inviolável do cidadão, e pais heterossexuais não podem ser proibidos de ministrar a educação segundo os valores que consideram adequados.

***

“Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”.”

A comunidade LGBT defende esse ponto pra prevenir crianças adotadas por casais gays de constrangimentos quanto à sua filiação. Esse dispositivo deve ser aplicado a documentos de crianças adotadas por casais homossexuais e demais documentos de gays jovens e adultos que assim preferirem. Entretanto, os filhos de casais heterossexuais devem ter o direito de ter, em seus documentos de nascimento e similares, o qualificativo de gênero (pai e mãe) escolhidos por seus pais heterossexuais, assim como os tutores gays poderiam optar pelo termo genérico “filiação”. Essa opção deve ser facultativa, pois, definitivamente, diversidade sexual NÃO É igualdade sexual. Não deve ser empurrada, goela abaixo, aos heterossexuais que queiram manter os termos “pai” e “mãe” em seus documentos, que definem a família humana de acordo como a Natureza a constituiu.

***

“Art. 37 – Havendo indicação terapêutica por equipe médica e multidisciplinar de hormonoterapia e de procedimentos complementares não-cirúrgicos, a adequação à identidade de gênero poderá iniciar-se a partir dos 14 anos de idade.”

Isso é um absurdo! Como podem pretender facultar a um adolescente de 14 anos que, segundo a Lei brasileira, não é emancipado, se submeter a tratamentos quimioterápicos (por hormônios) e psicológicos, à revelia da determinação dos pais?? Isso significa retirar dos pais o poder legal de orientar a educação, bem como de arbitrar sobre o bem-estar e saúde dos filhos! Adolescentes são seres com personalidade ainda em formação, sujeita que é a modificações conforme a idade, e não podem decidir sobre procedimentos de saúde invasivos como esses.

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“Art. 73 – A administração pública assegurará igualdade de oportunidades no mercado de trabalho a travestis e transexuais, transgêneros e intersexuais, atentando ao princípio da proporcionalidade.” [O grifo é meu]

O trecho em grifo significa o quê? Mais cotas? Vão querer separar vagas seletivas em concursos públicos para homossexuais, como se quisessem igualar os gays aos deficientes?? Com os deficientes, a reserva de vagas seletivas é louvável, pois eles realmente têm dificuldades de locomoção e de exercer função produtiva adequada. Porém, os gays não têm dificuldades de locomoção nem  deficiências mentais ou físicas que os impeçam de trabalhar numa repartição qualquer. Isso não é inclusão, é privilégio ilegal!

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Liberdade de Expressão x Mordaça Gay
Liberdade de Expressão x Mordaça Gay

Esse é um projeto de Lei que deve incidir sobre assuntos regulamentados pela Constituição e Códigos Legais, e não coagir um grupo religioso ou social, por exemplo, a abdicar de suas crenças, sejam consideradas pelos gays como preconceituosas ou não, dentro de seus círculos sociais, para contemplar um homossexual dentro desse mesmo círculo. Assim, esse Estatuto jamais poderia obrigar um padre a realizar um casamento de gays na Igreja, diante do altar, pois isso é diametralmente contra a Tradição da Igreja, nesse caso.

O homossexualismo não está de acordo com a Natureza, e nunca contribuirá com a perpetuação da espécie humana, segundo o tripé biológico pai-mãe-filhos. Parece maquiavélico isso? Mas, é a dura verdade! A família formada por homem e mulher é o modelo criado por Deus e que está na raiz de nossa espécie. O papel social e o direito à autodeterminação de qualquer ser humano devem ser resguardados. Mas, estou convicto de que, mesmo que os gays não considerem a geração biológica essencial, a mesma é para a perpetuação da espécie humana.

Poderão ter filhos (por inseminação artificial ou adoção) fora de suas uniões, mas nunca se realizarão num filho gerado de suas entranhas pelos dois, em sua união. Podem desdenhar esse fato, dar de ombros para isso. Mas, no fundo, todos sabem que isso mexe com nosso interior. Essa realização é o eixo em torno do qual giram todas as famílias humanas, e o homossexualismo não contempla esse eixo, causando, no futuro, imensos sofrimentos e decepções.

Dentro da esfera de sua Liberdade de Expressão e de Consciência, um cristão nunca poderá ser forçado a se calar, no caso de ser de opinião contrária ao homossexualismo. Afinal, eles (os gays) também são obrigados a tolerar a diversidade, não só de opções de gênero, mas de crenças também. Devem, também, beber daquilo que querem que todos bebamos!

O Estatuto, como um legítimo instrumento legal de defesa de direitos civis. Sabemos, também, que há, ainda, alguma discriminação no mercado de trabalho e em outras esferas sociais. Mas, este texto deve deixar, um pouco, o tom “cotista” de seus idealizadores, e aceitar, sim, quando os heterossexuais lhes sejam contrários e críticos. Eles não nos criticam? Pois então, que nos deixem criticá-los também. Não condicionaremos o respeito a seus direitos civis às suas opções de gênero, mas que não queiram calar nossas bocas quando nos posicionarmos de forma crítica a eles, ao seu comportamento ou lhes obstemos a aceitação em grupos não sujeitos à regulamentação da Lei (como os círculos religiosos).

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Referências:

22 comentários em “Crítica ao Estatuto da Diversidade Sexual

  1. Meu caro Ebrael

    Os direitos do cidadão são inalienáveis e o princípio da reciprocidade não prevê parcialidade de instrução. Crítica de um lado, posicionamento obrigatário de mesmo teor do outro.

    Na qualidade de heterossexual, me arrogo o mesmo direito do homossexual. Se posso ser criticado, dou o troco com peso de legítima defesa. Nem mais nem menos. Sempre respeitando as opções comportamentais diferentes.

    O direito pleno do uso do corpo no sentido da preservação natural da humanidade não pode ser suplantado por leis cruéis cujo critério provoque danos morais pontuais, muito menos na moralidade das famílias no futuro, a exemplo de Sodoma e Gomorra, bíblicos.

    Também não acredito que a genética original tenha hereditado silenciosamente o direito da carona nas famílias alheias no sentido delas procriarem para que aqueles que optaram por diversidades outras, possam se locupletar nas crias ingeradas.

    Justamente aqueles que – específicamente – criticam a heterossexualidade humana como meio e fim de reprodução, não teriam o direito da adoção, tampouco escrever nas certidões de nascimento, filiação sem gênero paterno-materno.

    Haverá certamente mais adiante um novo conflito moral entre os filhos de pais e mães biológicos, e os filhos sem paternidade definida. Preconceito, intolerância, afastamentos, já são previsíveis.

    Portar inerentes distúrbios hormonais ou de forma, quando não revela incapacidade física ou mental, não distingue o indivíduo como um diferente que necessita de privilégios especiais ou sociais.

    A sociedade tem discernimento para entender as diversidades. Cabe inicialmente aos pais cuidar para evitar preconceitos a partir do próprio lar;

    Ao governo cabe educar o povo para desmistificar os conflitos de raças, credo e comportamento, e não criar cotas objeto de atrito desde a escola até as instituições trabalhistas.

    Cotas interferem na normalidade da estima do “agraciado”. Para baixo.

    Concordo com você no seu arrazoado.

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    1. Luiz, hoje tenho a nítida certeza de que o PT avança, carregando a fome do povo como penhor e o próprio povo como refém, para chantagear a sociedade em prol de seus ideais antinaturais. Com certeza, como você citou apropriadamente, se Sodoma e Gomorra fossem repúblicas, seus presidentes seriam petistas.

      Quando digo que os gays têm direito a determinar os termos constantes dos documentos de seus tutelados, o faço por considerar a hipótese de a Justiça julgar o par de gays capaz de gerir a criação de crianças. Pois, a partir daí, a educação e costumes vigentes na educação da criança passa à responsabilidade dos ditos tutores, da mesma forma que não admitiria que nem mesmo parentes meus ingerissem na educação dos meus filhos.

      Também destaco o que você falou sobre a Genética não ter contemplado a adoção de crianças para facilitar os gays na vivência de seus afetos. Respeito os sentimentos de todos, bem como suas inclinações sexuais, pois não sou santo. Mas, nem é questão de concordar ou discordar. Não sou eu que sou radical; radical é a Natureza, e ela não perdoa a esterilidade com fins vãos (que não os de sacrifício pela espécie, mas por fruição da carne).

      Deus tenha piedade da humanidade, e que a Luz de Cristo infunda em todos nós a Justa Medida!

      Um abraço!

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  2. Não faz muito tempo a Europa cristã duvidava se os negros tinham alma. Duvidava se os ameríndios tinham alma(discussões acaloradíssimas na universidade de Salamanca). Os invasores europeus no novo mundo que dizimassem mais nativos, tinham a benção dos padres e pastores. Meu caro a história humana só é escrita pelos vencedores! Quem se importa com os perdedores? Essa discussão só veio à baila porque alguém começa a perder não é mesmo? O estado é laico e assim deve permanecer, apesar de todos os defeitos. É o que nós temos.
    Reflita um pouco mais: a mordaça está na boca de quem mesmo?

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    1. Bem, eu já refleti o bastante, mas sei que virão ainda mais coisas acerca das quais todos deverão refletir, inclusive eu e você.

      O Estado é laico, mas garante a liberdade de expressão religiosa a todos, não só às “vítimas”. Esse não é um Estado cuja Justiça é reparadora, mas que é Justa e igualitária. Se dessa religião professo aquilo que vai contra interesses de outrem, não posso fazer nada. Nem os gays, nem os índios foram vítimas minhas. Portanto, não admito ser penalizado por seus “vingadores”.

      A HIstória, a que você fala, é feita pelos vencedores sim, infelizmente, e raramente por gente de bem. Pelo jeito, os vingadores das tais vítimas, no íntimo, desejam ser como seus antigos carrascos. Serão eles melhores do que aqueles de quem sofreram opressão? Criticam-lhe os abusos, e se permitem ser como eles?

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  3. Ebrael, tudo que vai contra a Natureza não faz bem a ninguém. O que os governos no mundo inteiro precisam e necessitam é de conhecer as Leis Naturais, para que parem de pensar como animais Racionais e passem a raciocinar como verdadeiros Aparelhos Racionais. Estamos vivendo uma fase linda na Terra, não dá mais para perder tempo com fragmentações. Todos nós precisamos focar no essencial e não mais no temporal. Os seres humanos, em maioria esmagadora, ainda não sabem quem é a Natureza, mas, muita gente no mundo já está sendo despertada por ELA. Essas já estão completamente desfocadas das diferenças, ocupadas que estão com sua ligação na essência vital, uma só em toda a Natureza. Recomendo a todos que aqui chegarem, que não deixem de assistir o vídeo do link a seguir. Entenderão o porquê do meu comentário. Meu abraço, Ebrael, com a elevada consideração de sempre. Gratíssima!

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  4. E não faz muito tempo que a Igreja Caótica acobertava os pedófilos á opção sexual nada tem a ver com religião, tem mais a ver com escolhas com vontade de ser mulher ou ser homem. Na própria natureza vemos os animais fazerem isso. O que nos faz pensar que somos superiores á qualquer tipo de vida seja de uma planta ou verme ou germe ou bactéria? Não vejo vítimas na sociedade vejo pessoas criando e disseminando idéias podres e hipócritas! Os que fazem a escolha diferente da minha ou da sua sempre existiram basta ler um pouco de História e Biologia .

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    1. Acho mais hipocrisia criar cotas para homossexuais, seja em universidades ou serviço público, por terem sido vitimados pelo preconceito. Extinga-se o preconceito, criminalize as agressões e segregações e dê-lhes plenos direitos civis, e pronto! O resto eles devem conseguir por si próprios, já que não são incapazes e inferiores a ninguém!

      Ainda que certas ideias te pareçam podres, ainda assim você deve respeitar o direito de outros de expressá-las, desde que não firam sua dignidade como cidadão. Conceitos são coisas de terreno subjetivo, e não é passível de julgamento, pois iria contra a Liberdade de Consciência. Se o que eu disse ferir os “sentimentos” de alguma parcela dos gays, lamento! Eles (e você) tacam o pau em quem preconiza ideais cristãos e não impetraria processo contra vocês, já que, como eu digo… “cada cabeça, uma sentença”.

      Outra coisa: você argumentou sobre o homossexualismo, dizendo ser essa prática natural dos animais. Mas, não somos irracionais, eles são. Seguem, unicamente, quaisquer inclinações que lhe incendeie a mônada virgem (sem consciência de bem e mal). Mas, desde sempre, nossa função na natureza foi de ser a imagem e semelhança do Criador. Ora, os animais não são imagem e semelhança do Criador, apenas foram criados de sua substância, sem o poder de criar por si mesmos.

      Tendo sido criados à imagem e semelhança de Deus (dê-lhe o nome que bem quiseres), não somos obrigados a ser como animais, unicamente, por eles não conterem a maldade. Eles se deixam moldar pelo ambiente, nós podemos modificá-lo. Eles se deixam levar pelas necessidades do momento, nós as podemos controlar. Nós podemos decidir, eles simplesmente obedecem a uma Lei inconsciente da espécie. Não é porque a espécie humana tá se bestializando, em todos os sentidos, que vou compactuar com isso e me tornar como um animal. Se fosse omisso, me deixaria levar pela corrente da Alma do Mundo (doentia) e me tornaria tão inconsciente como todos que nela submergem.

      Como eu disse no artigo, eu não nego nenhum direito civil aos gays, contanto que não queiram me privar dos meus (principalmente, o direito de livre manifestação, tão ardorosamente defendido no Estatuto). Podem formar família, contanto que não me forcem a adequar a minha família ao modelo deles, nem muito menos me tirem o direito de orientar meu filho do jeito que eu achar mais adequado. O Estado, apoiando gays ou não, não deve, não pode, e não vai ingerir indevidamente na educação que ministro na minha família.

      Podem fazer a escolha que quiserem, contanto que não nos forcem a concordar com a escolha deles. Pela Lei, devemos todos tolerar as escolhas alheias que sejam diversas das nossas, mas não somos obrigados a endossá-las. É isso que querem, além de pleitearem privilégios indevidos (como as cotas). Não endossamos, seja por Consciência ou não. Não esqueça: o que é bom pra você pode não ser pra mim, e vice-versa. Aceite este fato, assim como eu reconheço a legitimidade do pleito civil (por direitos amparados pela Lei) de todos os cidadãos, como os gays são igualmente a todos os outros estratos sociais.

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      1. Deus imagem e semelhança de quem? Da sua? Ou e de toda á criação? Você fala de direitos e me parece um pouco torto em suas inúmeras palavras de dúbio sentido. Sim, dúbio pois de uma forma ou de outra você tenta implantar suas convicções caóticas ou católicas (me confundir) Quanto as referidas cotas concordo finalmente com você. Acho que é um retrocesso mental dos criadores de preconceitos.
        Afff você gosta de provocar!

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      2. Deus fez homem e mulher, não existe o terceiro sexo, e sim uma opção de não vivenciar o sexo conforme o que a Natureza conferiu a cada um como função. Sim, concordo com você: a Criação inteira é segundo à imagem tríplice do Criador e não segundo a rebeldia de pessoas que, de forma ilusória, tentam se isentar do processo natural da Criação.

        O Universo inteiro é criado (somente) pela interação de opostos, com um terceiro meio-termo como resultado dessa interação. Luz, Treva, penumbra; certo, errado, indiferente; Corajoso, Covarde e Prudente. Note que até os átomos, células universais, são compostos de elementos opostos (próton, elétron, com o nêutron de carga nula). Porém, SOMENTE pela interação (enlace, a paixão primordial) dos opostos positivo-negativo, ativo-passivo, masculino-feminino é que tudo se cria. Os elementos neutros são neutros, eles são cargas nulas, substratos das atividades de interação dos opostos, não são a “terceira opção”. Um elétron nunca se tornará um próton, ou vice-versa. As Trevas se iluminam pela Luz, que assim tem serventia, mas a Luz é própria do Fogo, e as Trevas constituem os espaços vazios. Nunca Luz será Treva, ou vice-versa. O que é criado pelo enlace de um próton com outro próton, unicamente?? NADA, absolutamente NADA! O que pode surgir da união dois fachos de Luz se não houver trevas para iluminar? NADA, além da Luz naturalmente inócua – sem a função NATURAL de iluminar!

        Essa é a Criação, a qual você equivocadamente citou como base de um argumento de essência contraditória! Aliás, por ser taróloga, imaginava que você já tivesse estudado, em Ciências Arcanas, a IMPRESCINDIBILIDADE e PREEMINÊNCIA da interação dos opostos para a continuação da Criação Divina.

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      3. Não há cotas para homossexuais!!!! Cada o comentário que eu tinha publicado sobre isso aqui? Acho que o dono desse blog achou mais conveniente não publicá-lo!!
        Então falo de novo!! Leia direito e interprete corretamente o texto da diversidade sexual.

        Ele menciona reserve de vagas em serviço PÚBLICO pata transgêneros, travestis e intersexuais. Não vou definir o que significa cada um (pata isso existe o google. Quem tiver curiosidade que procure), o que quero deixar claro é que as pessoas confundem identidade de gênero com identidade sexual. São duas coisas bem diferentes. Transgêneros são pessoas que mudaram de sexo. Nasceram com um sexo biológico mas se sentem pertencente a outro sexo. Os homossexuais nascem homens ou mulheres e sentem desejo afetivo e sexual por pessoas do mesmo sexo. Isso não quer dizer que eles querem mudar de sexo.

        Resumindo: o estatuto da diversaidade sexual fala em reserva de vagas para serviço público para trangêneros, travestis e intersexuais, não fala de homossexuais (que como eu disse, é diferente dessas outras designações). Os homossexuais não terão cota. Isso é MENTIRA de gente ignorante e que não tem o mínimo de cuidado em pesquisar um assunto antes de sair disseminando preconceitos.

        Pré-conceito é justamente vc estabelecer um conceito sem conhecimento de causa. Afirmarem que os homossexuais terão cota é um baita preconceito, pois afirmam algo sem conhecimento dos fatos.

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      4. Bem, já que você insiste em passar vergonha, aprovei seu comentário.

        É óbvio que sei o que você disse. Seria trágico se não fosse cômico :D. Ipsis litteris:

        “Não há cotas para homossexuais!!!! (…) Ele menciona reserve de vagas em serviço PÚBLICO pata transgêneros, travestis e intersexuais. Não vou definir o que significa cada um (pata isso existe o google. Quem tiver c”uriosidade que procure), o que quero deixar claro é que as pessoas confundem identidade de gênero com identidade sexual.”

        Você troca o empanado, mas a franga é a mesma! Acaso, travestis, transexuais e transgêneros não são pessoas que transam com pessoas do mesmo sexo? Geneticamente falando, são pessoas que fornicam com outras do mesmo sexo. Ponto!! Não há falácia que mude isso!

        Sou contra regime de cotas de qualquer espécie e para quem quer que seja, salvo para deficientes físicos ou neurossensoriais (visuais, mentais, auditivos e mudos), esses sim com dificuldades reais de encontrarem ocupação. Travestis são travestis por opção, já que, como você mesma disse, homossexuais são tão capazes, intelectualmente, como quaisquer heterossexuais ou assexuados. Transexuais ou travestis o são por opção. Ninguém tem de ser discriminado ou privilegiado por sua opção. Ou vai dizer que travestis se vestem de mulher por que são forçados??

        Prostituição é ocupação indigna, e “valorizar” a mesma é uma faca de dois gumes: ultraja quem se esforça para se dignificar no trabalho honesto (sem contribuir com a destruição de famílias) e estimula a prostituição de homossexuais já com problemas financeiros e metidos com drogas.

        E mais: antes de voltar aqui para desaforar quem quer que seja, pense duas vezes. Se vier para levantar a crista, sua crista será cortada inteira antes que tenha chance de cacarejar!

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  5. Não existia terceiro sexo, hoje existe! Não sei porque vocês não debatem sobre a humanidade que é suja, PODRE e cheia de preconceitos consigo mesmo. A HUMANIDADE E TÃO SUJA, TÃO LIMITADA, APRESSÃO A CHEGADA DO FIM DOS TEMPOS, e vocês ai debatendo sobre a pequena população gay? CRESÇAM E PAREM DE SE LIMITAR!

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    1. Quem decretou que existe o terceiro sexo?? Você?? Sexo é biológico, opção de identidade de gênero, opção sexual, e lá vai cacetada, são outras coisas! Se não existe ordem cromossômica que defina o corpo como diferente de XX ou XY, então não há um terceiro sexo.

      Pra seu governo, não me preocupo exatamente com o crescimento da pequena população gay. Apesar de serem minoria, os gays não são raros. Me preocupo mesmo é o uso político que o PT, junto com os comunistas, está fazendo do Movimento para causar conflito popular no Brasil, com fins a calar a boca desse ou daquele grupo.

      Primeiro, quiseram aprovar a Lei do Aborto, e se deram mal, a população rejeitou maciçamente. O que eles queriam?? Poderiam calar a boca da Igreja, já que o assassinato de crianças estaria sendo legalizado. Agora, querem calar a boca da Igreja, criminalizando seus credos, buscando queimar a Bíblia ao classificá-la como homofóbica.

      Acorda, não somos homofóbicos, não combatemos os gays. Ser contra sua prática sexual não significa excluir eles da sociedade, já que eles já são amparados pela Lei como cidadãos iguais a todos. Somos contra o uso político de seu Movimento para empurrar Leis de censura à sociedade.

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  6. Em um comentário tu falas em não existir um terceiro sexo, mas, sim, haver “uma opção de não vivenciar o sexo conforme o que a Natureza conferiu a cada um como função” (o que, para ti, é um comportamento a ser criticado e até combatido). Outro argumento teu é que o homossexualismo vai contra a perpetuação da espécie (o que, de novo, é um problema a ser criticado e combatido).

    Fiquei me perguntando, como alguém com um vocabulário tão requintado e um palavrório quase convincente poderia pecar em um raciocínio tão primário: o celibato, um dos pilares do catolicismo, não seria também “uma opção de não vivenciar o sexo conforme o que a Natureza conferiu a cada um como função”; o celibato também não vai contra a perpetuação da espécie?

    Antes de tudo celibato é também uma opção (ou não opção) sexual, que – vamos combinar – também é diversa. Como, então, os católicos se acham no direito de ser contra qualquer outra diversidade sexual, se seus mais importantes representantes também optam pelo diferente e pelo tão ameaçador “contra a mãe natureza”?

    Garanto que contra essa diversidade sexual você -e quem compartilha de suas opiniões- foi doutrinado a ficar bem quietinho.

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    1. O celibato não é um comportamento ou opção sexual, mas social. O sujeito não deixa de ser heterossexual ou homossexual para ser padre. Ao contrário: para ser padre, tem que ser muito homem para abster-se de sexo em sacrifício vivo por Cristo, por amor mais a Cristo do que a seus desejos. Os vãos desejos da carne não têm mais importância ao sacerdote do que a pregação do Evangelho, que é herança perene da Igreja. Portanto, o sacerdote prefere mais contribuir com algo que tem continuidade histórica, em prol da sociedade como um todo, em prol da caridade (sim, a Igreja é a maior instituição de caridade do mundo), do que ceder aos seus próprios desejos pessoais.

      O celibato não é apenas uma renúncia ao sexo; é renúncia às muitas profissões mundanas que não tem a ver com o Evangelho, renúncia aos vicios, à sua própria descendência para ser pai espiritual de muitas outras crianças que não são suas, mas de Deus. É chamado a ser exemplo de cumprimento do mandato de Jesus: “sede perfeitos como vosso Pai que está no Céu é perfeito!”

      Perfeição, nesse caso, para você, é estar sujeito às necessidades de sexo de toda uma vida? É estar exposto a toda uma gama de pressões sociais, de ocasiões de pecado, corrupção, vícios? Não, com certeza, não. E se vocês consideram que as virtudes dos santos, que se exercitavam na continência ou na castidade, de corpo e alma, são desprezíveis, nós as valorizamos e muito.

      Ora, o que incomoda bastante é a tendência que os homossexuais têm de analisar tudo sob o prisma da sexualidade. Sim, a impressão que passa é essa, como se tudo que tente limitar a sexualidade é que fosse realmente pecado, que o celibato não significasse nada mais do que uma negação do sexo. Mas, não é só isso! Na verdade, há muito mais fatores implicados. A castidade, a virgindade, a continência são apenas algumas das virtudes que o sacerdote deve exercitar.

      Nós, católicos, temos tanto direito de sermos contra qualquer coisa que quisermos quanto vocês o tem. Se eu fosse seguir seu discurso fascista, poderia te perguntar com que direito vocês se posicionam contra o celibato, que é doutrina interna da Igreja, não é socialmente imposta a ninguém. Vocês não podem cobrar nada de nós se vocês mesmos não são católicos. Então, metam-se com as regras de seu grupo, mas não estendam suas visões e regras a mais ninguém. Só isso explica o fato de você vir me criticar por eu exercer meu direito à crítica. Já viram aquela expressão usada na “revolução sexual”? É PROIBIDO PROIBIR! Pois então, não proibimos ninguém de nada, em absoluto. Mas, advertimos as pessoas sobre aquilo que não é adequado, e queremos ver quem vai vir a calar as nossas bocas!

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      1. 1º A minha crítica foi à sua incoerência de condenar apenas um tipo de diversidade.

        2º Tentei ilustrar – com o exemplo do celibato – que as pessoas são diferentes, fazem escolhas diferentes, por motivos diferentes. O celibato é uma delas. Todo esse blábláblá de virtuosidade da escolha pelo celibato não faz a menor diferença, afinal, os fins não justificam os meios.

        3º Sou casada como manda a santa igreja católica, então, acho que até tu podes perceber que enxergar o celibato como ligado a sexualidade não é coisa de homossexual, mas coisa de pessoas sem as vendas que tapam os olhos de alguns católicos. Como tu mesmo disseste, apeanas analisei o celibato como alguém que o vê de fora – ou seja – sem os dogmas doutrinários dos fervorosos, simplificando-o da mesma forma como tu simplificas a homossexualidade. Afinal, tu só a relaciona com sexo e pecado, ou essa é a impressão que passa.

        4º Se tu fosses menos combativo e relesse meu comentário, veria que em momento algum argumentei contra o celibato, apenas o comparei à opção sexual de relacionar-se com alguém do mesmo sexo.

        5º Se eu não posso falar nada do celibato, porque – segunda tua rasa conclusão – não faço parte do teu grupo, por que tu podes falar do homessexualismo, se não faz parte do grupo deles?

        6º Tu não tens poder para proibir nada (ainda bem), por isso te limitas à critica. Uma crítica baseada no que é “adequado” segundo apenas um prisma, um prisma que dita o que é adequado e condena todos os outros, um prisma que não se atualiza, um prisma que não evolui com a sociedade.

        7º Não sei por que tu me chamas de fascista – aliás, sei! olha a combatividade aí de novo -, visto que em nenhum momento aludi ao tolhimento do teu direito à crítica. No entanto, compreendo que essa tua estratégia falaciosa de bradar “fascista”, “gayzista”, quando alguém aponta a fragilidade dos teus argumentos: é muito mais fácil desviar a atenção quando não se tem algo plausível a dizer.

        Por fim, se tu defendes ferrenhamente o teu direito à crítica, terás que saber também lidar com ela. Afinal, se tu tens o direito, eu também tenho e estou aqui apenas fazendo isso… Exercendo meu direito de criticar tua estreita opinião.

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      2. A minha abordagem é simples:

        Todos têm direito a emitir crítica. Esse direito é inalienável! Nenhum católico ou cristão se incomodaria em receber críticas se nosso direito de nos posicionarmos pela Consciência não estivesse sendo cerceado, baseando-se nossos caluniadores num tal “discurso de ódio” que não existe por parte da Igreja. E repare que recebemos todos os dias, da mídia, dos livros de história manipulados, dos jornais, dos gayzistas, críticas suficientes para, a exemplo dos gayzistas, acusar a todos por discurso de ódio “cristofóbico”, já que 105 mil cristãos, só em 2012, foram assassinados no mundo por perseguição “cristofóbica”.

        Lembre bem que Hitler foi eleito prometendo liberdade de expressão, porém pregando o contrário. A liberdade só valia para alguns, enquanto todos que lhes contrariassem o discurso eram calados pela intimidação, além de usar o aparato legal para proscrever os que se levantassem contra seus atos de exceção.

        Tua mais estreita opinião diz que sou portador de um tipo de crítica que não evolui com a sociedade. Mas, se vemos que a sociedade se degrada moralmente, por que haveríamos de evoluir para a degradação com ela? Por que deveríamos abrir mão dos valores que nos mantiveram unidos (a nós, cristãos) em favor de ideias de movimentos que surgiram há não mais que 40 anos? Por que deveríamos reinterpretar nossas crenças, nossos pilares, em nome de uma “paz sem voz”, leniente e conivente com a ditadura modernista que a todos engole, a todos manipula?

        Será que você não vê a que passos largos se degrada a sociedade, essa mesma que prega “modernos” valores, que prega a distorção de tradições em nome da “unidade na diversidade”?? Ora, a expressão “unidade na diversidade”, advinda dos movimentos interreligiosos e sociais que pregam a integração indiscriminada de todas as condutas, é contraditória em si mesma. Como pode haver unidade entre grupos diversos? No máximo, pode haver tolerância sem sujeição, harmonia sem dissolução, diálogo sem absorção. Seria prudente a uma comunidade mundial de fiéis que é guiada de forma segura, ora entre erros ora acertos, por uma Tradição de dois mil anos, que renuncie à sua ortodoxia por uma unidade a valores tirânicos e totalitários?? Não pode haver a unidade de correntes diversas sem a pulverização prévia dos valores dos quais divergem. Por isso, não nos renderemos a um arrefecimento de nossas crenças nem refugaremos em nosso direito de proclamá-las, já que não combatemos pessoas especificamente, mas algumas de suas práticas deletérias.

        Sobre o celibato: celibato é castidade em sacrifício pela Igreja e seus fiéis. Isso vale para heterossexuais ou homossexuais. A Igreja não repreende homossexuais por serem homossexuais, mas por violarem a castidade inerente à Consagração dos votos e causar escândalo pelo fato de o homossexualismo ser contra as Leis Divinas reveladas em nosso Livro Sagrado de Fé. Sim, há vários exemplos de padres gays que, no entanto, até onde se sabe, mantém a castidade. Ser homossexual não é pecado; pecado é violar a castidade e praticar o homossexualismo. Ser homossexual não implica, necessariamente, a obrigatoriedade de praticar o homossexualismo. Isso só vale para aquele leva sua vida apenas pelo impulso sexual.

        Não faço parte do “grupo” dos homossexuais justamente por, além de ser heterossexual por impulso, respeitar a Natureza como ela nos fez, respeitar a função para a qual ela nos fez. Um juiz pode não ser criminoso; no entanto, proclama o que é certo e o que é errado, e exorta ao cumprimento do que é justo é certo, segundo a Lei de cada país. Deus, Juiz dos Juizes, declarando o que é adequado SEGUNDO A NATUREZA, não deveria ser ouvido por seus fiéis e ter sua Palavra proclamada? Ora, se somos fiéis, como nos calaremos e nos isentaremos desse dever? Não precisamos ter experiência para falar contra algo, porque a favor de uma evidência não precisamos de mais argumentos.

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  7. Ebrael, parabéns pelas suas considerações e esforço em defender os valores cristãos. A preocupação exagerada em fazer valer os seus direitos está fazendo com que os arautos da diversidade sexual sejam injustos. Não admitem qualquer constrangimento a quem exerce seu direito à opção sexual, mas fazem críticas descabidas a quem exerce o legítimo direito à liberdade de crença. Não me cabe criticar ninguém que opte pela mudança da identidade sexual ou estabelece relações homoafetivas. O que é injusto é obrigar a família e a sociedade a concordar e até apoia essas escolhas. Mais do que isso, essa ideologia de gênero que se alastra pelo mundo interfere no dia a dia das pessoas comuns, nas escolas, na publicidade de artigos infantis, no mercado de trabalho, na saúde pública e privada, nas relações comerciais, na estrutura familiar… O estatuto da diversidade sexual prega a “igualdade de oportunidade” mas o que se vê é a imposição de privilégios e tratamentos especiais. Alguns exemplos:
    1. Quando se dá direito à livre orientação sexual; qual a abrangência disso? Ser pedófilo é exercer a livre orientação sexual?
    2. Quando se diz que “é indevida a ingerência familiar para coibir alguém de viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais”; não há conflito com o dever parental de “sustento, guarda e educação dos filhos menores” previsto no art. 22 da Lei 8.069/90 (ECA)?
    3. Quando se diz que “é proibida qualquer restrição à aquisição ou à locação de imóvel em
    decorrência da orientação sexual ou identidade do adquirente ou locatário”, não se abre a possibilidade qualquer um alegar que foi prejudicado em virtude da sua orientação sexual? Hoje o cidadão comum pode se considerar prejudicado porque o locador desistiu de lhe alugar o imóvel? Por que agora se interferir nessa relação comercial particular?
    4. Quando se diz que “os agentes financeiros públicos ou privados devem assegurar acesso às entidades familiares homoafetivas para a aquisição da casa própria” não se estabelece privilégios para uns e se desconsidera tantas famílias que buscam realizar o sonho da moradia própria?
    5. Quando se diz que “os meios de comunicação não podem fazer qualquer referência de
    caráter preconceituoso ou discriminatório em face da orientação sexual ou identidade de gênero”, não corremos o risco de cair na subjetividade do que é preconceituoso, como por exemplo, punir uma empresa de brinquedos que anuncia “bonecas para meninas”, a exemplo da empresa sueca Top Toy que recebeu orientação estatal para publicar no seu catálogo publicitário imagens de meninas com brinquedos de armas, bem como meninos com bonecas para não ser acusada de “discriminação de gênero“?
    6. Quando se diz que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo proibida
    qualquer prática que obrigue o indivíduo a renunciar ou negar sua identidade sexual”, não se pode obrigar a mudanças nas ideologias cristãs e até nas escrituras, a exemplo de Lv 18,22: “não te deitarás com um homem, como se fosse mulher: isso é uma abominação”; Romanos 1, 26-27: “Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario” ou Coríntios 6-9b-10: “Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus”. Vamos considerar a Bíblia preconceituosa e vamos punir as doutrinas cristãs que a seguem? E as doutrinas mais conservadoras, que utilizam a Torá e o Alcorão como fundamento da crença, serão acusadas de homofóbicas? Será considerado preconceito negar a Eucaristia ou absolvição sacramental a pessoa que viva uma relação homoafetiva e, como qualquer católico heterosexual, esteja em situação de pecado contra a castidade e, portanto, não possa comungar?
    7. Quando se diz que “Transexuais, travestis, transgêneros e intersexuais têm direito à livre expressão de sua identidade de gênero” não estamos cedendo espaço para interpretações que podem ferir os usos e costumes?
    8. Quando se diz que “é garantida a realização dos procedimentos de hormonoterapia e transgenitalização particular ou pelo Sistema Único de Saúde – SUS”, não se concede uma importância maior à terapêutica sexual em detrimento do atendimento aos portadores de patologias que não recebem p tratamento e a assistência adequada pela saúde pública?
    9. Quando se diz que “havendo indicação terapêutica por equipe médica e multidisciplinar de hormonoterapia e de procedimentos complementares não-cirúrgicos, a
    adequação à identidade de gênero poderá iniciar-se a partir dos 14 anos de
    idade” não nos colocamos diante de um paradoxo entre a maioridade da responsabilidade penal, aos 18 anos, e a maioridade da responsabilidade sexual, aos 14 anos? Será que quem pode compreender e decidir por sua identidade sexual não está igualmente apto a responder por atos criminosos que venha a praticar?
    10. Quando se diz que “o alistamento militar de transexuais, travestis e intersexuais ocorrerá em data especial e de forma reservada, mediante simples requerimento
    encaminhado à Junta do Serviço Militar” não se cria um procedimento discriminatório, haja vista que se pretende o tratamento igualitário, em todas as circunstâncias?
    11. Por que se “proibir o oferecimento de tratamento de reversão da orientação
    sexual ou identidade de gênero, bem como fazer promessas de cura”? O que há de errado em “oferecer” algo que pode ser ou não aceito? Não estamos criando uma espécie de censura?
    12. Por que se colocar como um dever do professor “abordar as questões de
    gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual, visando superar toda
    forma de discriminação, fazendo uso de material didático e metodologias que
    proponham a eliminação da homofobia e do preconceito”? Uma coisa é o esclarecimento outra é a perda do referencial de gênero. A mudança da identidade sexual deve ser algo natural, em função da constituição física e psíquica de cada um. Outra coisa é mostrar que a mudança da identidade sexual é natural, como obter uma carteira de habilitação ou passaporte. Penso que não podemos relativizar a mudança da identidade sexual, a ponto de perdermos o referencial de gênero, como se fôssemos assexuados, afinal 99,99% dos bebês nascem com características físicas masculinas ou femininas. A mudança da identidade sexual é uma opção, uma exceção, que não pode ser banalizada. Além disso, quando se diz que “os estabelecimentos de ensino devem adotar materiais didáticos que não reforcem a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero” corremos o risco de censuras e restrições a contos infantis e obras literárias que tragam personagens com identidade sexual tradicional. Por exemplo, na Suécia, a fabricante de brinquedos Top Toy foi orientada a retirar de seu catálogo as fantasias de super-heroi para meninos e de princesa para meninas. Já a escola sueca Egalia, de ensino pré-fundamental, deixou de identificar os alunos como “meninos” ou “meninas”, passando a tratá-los simplesmente como “crianças”.
    13. Quando se diz que “ao programarem atividades escolares referentes a datas
    comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações
    familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de
    famílias homoafetivas” estamos acabando com as tradicionais comemorações do dia das mães e dos pais, principalmente. Além disso, aqueles tradicionais “presentes” que os alunos preparam para o pai ou a mãe deverão ser tratados sob a ótica da diversidade sexual. Na verdade, parece que estamos tentando acabar com a figura da “mãe” ou do “pai”, que na sociedade moderna já receberam modificações em seus papéis tradicionais. Aos poucos não teremos mais essas datas comemorativas que possam gerar constrangimentos. É justo que essa tradição seja extinta em prol da “igualdade de oportunidades” da ideologia de gênero?
    14. Quando se diz que “os Estados, o Distrito Federal e os Municípios devem criar centros de atendimento especializado para assegurar atenção à homossexuais, lésbicas, bissexuais, transexuais, travestis e intersexuais em situação de violência, de modo a garantir sua integridade física, psíquica, social e jurídica” não estamos oferecendo tratamento distinto, haja vista que nem todos que vivem situação de violência possuem acesso a centros de atendimento especializado?

    Essas são algumas questões que precisamos refletir. O conceito do respeito à diversidade sexual e a igualdade de oportunidade é positivo. Deus ama a todos indistintamente. A questão é que para se defender a igualdade, acabamos criando desigualdades e os outros passam a ter que se adaptar, como no caso do novo modelo familiar que, após milhares de anos, está se querendo implementar. Antes, no caso da descriminalização do aborto e na aceitação da união estável homoafetiva, a sociedade não se via afetada diretamente; agora querem interferir em nossos lares, escolas, escritórios, consultórios, hospitais, banheiros públicos e em qualquer lugar sujeito ao dispositivo legal que está em aprovação no Congresso.

    Que Deus nos ajude e Jesus volte logo!

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    1. Caro Spencer, sua visão é da maioria dos que conseguem ainda mover seus neurônios da pequena lagoa de bom senso, em meio ao deserto de imbecilidade em metástase geral.

      Sua pergunta número 1 tem uma resposta quase óbvia, com a clara cooperação entre pedófilos clandestinos (não mais tão clandestinos, vide Holanda e Canadá) e os ativistas gayzistas mundo afora. É óbvio que esse Estatuto é apenas o prelúdio para que todas as outras condutas sexuais bizarras e desordenadas fiquem imunes à crítica no futuro. Autêntica mordaça Gayzista, numa série de golpes jurídicos com a complacência de magistrados viciados ideologicamente. E isso vem da ONU, isso é o que é pior!

      Quer ver como a pedofilia vai ser descriminalizada, num futuro próximo, no Brasil e no mundo? Leia isso! Logo, terão os mesmos direitos de todos os cidadãos, e vão fazer o mesmo teatrinho coitadistas que esses gayzistas fascistas estão fazendo hoje.

      De qualquer maneira, obrigado por esse apoio que é muito importante em meio a tantas pressões de correntes perversas! Volte sempre e compartilhe o blog com seus amigos!

      Que a Paz de Cristo nos una em Fé, Esperança e Caridade! 😀

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