Liberdade de expressão apenas para os Gayzistas!

Obviamente, um artigo que trate do Gayzismo, essa vertente do Movimento Revolucionário, precisaria também abordar aspectos secundários, tamanha é a gama de assuntos correlatos. No entanto, tendo em vista a escassez de publicações genéricas acerca do assunto, resolvi elaborar, via estrutura de tópicos, um artigo esclarecedor e o mais possível abrangente.

Entretanto, devo agradecer a todos os escritores e blogueiros honestos que, via de regra, escreveram de forma particularizada sobre o Gayzismo acerca de suas mais variadas formas de manifestação. Literalmente, mãos à Obra!

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Alternativamente, ofereço dois vídeos produzidos por mim para facilitar a divulgação do artigo e o conhecimento dos tópicos de uma forma mais agradável e informal, senão intuitiva, àqueles que preferem também visualizar diretamente imagens além de ler sobre este assunto ainda pouco explorado como também estigmatizado pela mídia monopolizada por grandes grupos mal intencionados.

Seguem abaixo, livres para compartilhamento nas redes sociais, mantidas as mesmas recomendações para que sejam citadas as fontes deste blog e as referências deste autor:

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Tópicos deste artigo:

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Conceitos

Gayzismo é um movimento internacional, de cunho revolucionário, que visa tornar aceitáveis, e depois transformar em modelos de conduta geral, todas as práticas sexuais (homossexualismo, pedofilia, bestialidade, etc.) e morais tidas como abomináveis e desordenadas pela Cultura Cristã ocidental. Prega a “libertação” da consciência individual de todos os “preconceitos” sexuais e religiosos, alicerçando a relativização moral e contribuindo (associados a outros “braços” do Marxismo Cultural) para o rompimento de qualquer ortodoxia religiosa ou filosófica que combata suas premissas.

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Por que é considerado revolucionário?

Porque é sectarista, buscando dividir setores da sociedade que lhes são opostos, por meio de conflitos de opiniões, ao invés de promover um diálogo franco e imparcial com os diversos grupos sociais. Não leva em conta os costumes sociais como inerentes à cultura da mesma sociedade, mas os considera como constructos sociais impostos pela religião e contrários à natureza humana. Na verdade, na iminência deste artigo, veremos que não há outros constructos sociais e teorias falsificadas neste contexto senão as mesmas propostas e teses deste movimento, tais como a equiparação da família tradicional à convivência em comum de dois homossexuais, a “epidemia” de homofobia na sociedade, a legitimidade do direito feminino ao aborto, a identidade de gênero estando acima da evidência natural dos sexos, etc.

Portanto, os meios que usa para atingir seus fins são, tão-somente, burlar a capacidade de julgamento moral da sociedade, seja por propaganda maciça do homossexualismo e bizarrices derivadas na mídia, seja por manipulação de dados e apelos sentimentalistas, seja por instrumentalização do poder político para a aprovação de leis de privilégios para sua militância, em detrimento da opinião geral da sociedade ao chantageá-la com palavras ambíguas, como a superestimada homofobia. Não atentam seus militantes (ou não o querem) que o desejo homossexual é o mais homofóbico de todos os impulsos.

Também evidencia sua natureza revolucionaria por pretender substituir os valores sociais vigentes, tidos como opressivos, por outros, pretensamente de aceitação geral (senão segundo a anuência), concebidos para uma “salvação” da sociedade e preservação de direitos de minorias. Porém, como é facilmente constatado, seus representantes não admitem o julgamento moral e histórico de seus princípios, ignorando que as “revoluções”, em sua maioria, geraram mais conflitos, guerras, truculência e tiranias em pouco tempo do que jamais regimes conservadores ao longo de séculos. A falta de bom senso, portanto, é superada ao longe por um fanatismo delirante e grotesco.

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Origens e sua derivação do Marxismo Cultural

Para os teóricos marxistas, havia apenas dois modos de instaurar o socialismo: pela revolução popular armada ou pela infiltração cultural. Quando uma não funcionasse para seus fins últimos – a saber, a ditadura do proletariado -, a outra deveria ser adotada como solução (antítese). A alternância entre essas duas posturas deveria ser exaustivamente aplicada até que a sociedade preferisse uma à outra, não percebendo se tratarem da mesmíssma coisa (método inspirado em Hegel).

Para a instauração do Socialismo, dois objetivos deveriam ser atingidos: o fim da instituição familiar tradicional (pilar da propriedade privada e das leis de sucessão) e homogeneização da opinião geral, através da quebra de padrões morais que funcionam como fiscalizadores das ações do Estado. Em suma: a aniquilação do conservadorismo como corrente de pensamento e política. Se a sociedade pudesse continuar existindo de forma organizada sem se basear em pilares morais sólidos, tudo de mais chocante e deletério seria mais facilmente aceito, fosse por coerção das armas ou por coerção legal.

É patente a estreita ligação, seja por via ideológica ou por patrocínio direto, entre os movimentos gayzistas e os partidos esquerdistas. No Brasil mesmo, os partidos esquerdistas, arvorando-se em “defensores dos oprimidos”, sempre defenderam, e hoje o fazem de forma mais ostensiva e agressiva, a agenda gayzista. Entre esses partidos, podemos destacar o PT, PC do B, PSOL, PSTU e o nanico PPL.

Não podemos nos iludir, pensando que o socialismo deixou de existir com o fim da URSS. Em essência, o Socialismo não representa Estados nacionais, muito pelo contrário. Apenas os instrumentaliza para seus fins – a saber -, instaurar, através de partidos esquerdistas, populistas e infiltrados em governos capitalistas, uma ditadura global totalitária brutal e impiedosa. Portanto, o Socialismo está acima de qualquer sentimento nacionalista, desprezando o patriotismo como demonstração “elitista”, colocando a ideologia esquerdista e ateísta acima de tudo, já que para seus seguidores, não há direito a uma moral pessoal além daquela da coletividade, nem mesmo religião acima daquela em defesa do Estado socialista. Em suma: com a dissolução da URSS, o Socialismo apenas metamorfoseou-se, preferindo a agenda do Estado de Bem-Estar Social (em inglês, welfare-state) como linha de conduta política para arregimentação das massas.

Grande prova das origens dos movimentos gayzistas no seio das clássicas referências socialistas(além do feminismo radical, neoateísmo e outras correntes libertárias), encontramos no Decálogo de Lênin:

1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;
3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;
6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;
7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;
10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa da Revolução;

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Antonio Gramsci, teórico comunista italiano do século XX.

A metodologia de Antonio Gramsci

Foi pensador e político italiano, de origem humilde, fundador do Partido Comunista Italiano. Nasceu na Sardenha em 1891, estudou em Turim, foi preso pelo regime de Mussolini e, da prisão, escreveu os famosos Cadernos do Cárcere, publicados postumamente entre 1948 e 1951. Faleceu no hospital da cadeia de Roma, em 1937.

Gramsci sustentava que nenhuma ideologia poderia impor-se pela força. Toda revolução violenta gera, como resposta imediata, uma contra-revolução que debilita e até pode superar a força da primeira. Toda mudança exige uma mentalização prévia que adube a terra onde a mudança deve florescer. O ideal marxista não escapava a essa regra. Por isso, Gramsci desenhou sua estratégia do seguinte modo:

Para impor uma mudança ideológica era necessário começar por conseguir a modificação do modo de pensar da sociedade civil (povo ou habitantes de um determinado país) através de pequenas mudanças realizadas ao longo do tempo no campo da cultura. Havia que construir um NOVO PENSAMENTO. Criar o que ele chamava o SENSO COMUM do povo, entendido como o modo comum de pensar do povo que historicamente prevalece entre os membros da sociedade. Havia que conseguir que a sociedade civil alcançasse um novo modo de “ver a vida e seus valores”. Para Gramsci, isto era mais importante e prioritário que alcançar o domínio da sociedade política (conjunto de organismos que exercem o poder nos campos jurídico, político e militar).

Para conseguir que a sociedade civil (o povo soberano, a opinião publica) chegasse a ter um modo comum de sentir e pensar (sentido comum) desejado pelos revolucionários, era necessário apropriar-se dos ORGANISMOS E INSTITUIÇÕES onde se desenvolvem os valores e parâmetros culturais: MEIOS DE COMUNICAÇÃO, UNIVERSIDADES, ESCOLAS E MEIO ARTÍSTICO. Para ali haviam que apontar, com paciência, com o passar do tempo, educando as novas gerações desde sua infância. (Ex: A China de Mao Tsé-Tung; a Cuba de Fidel Castro).

Depois de cumprido este processo ao longo dos anos, a consecução do poder político cairia por seu próprio peso, sem revoluções armadas, sem resistências nem contra-revoluções, sem necessidade de impor a NOVA ORDEM pela força, já que a mesma teria consenso geral.

O mesmo Gramsci havia dito que, para que o processo tivesse integral êxito, dois obstáculos haveriam de ser superados: A IGREJA CATÓLICA E A FAMÍLIA.

Na visão gramsciana, a Igreja Católica foi a única instituição na história a conseguir unir em torno de si, e de suas crenças, tantos povos de diferentes etnias e línguas, além de formar uma sociedade toda, e mantê-la estável, nao obstante a notória divisão de classes. O Marxismo exigia a emergência de uma fruição material já, uma igualdade imediata, enquanto a Igreja explicava (e convencia) o sentido da Vida como uma jornada ao destino final após a morte, para o qual convergiam aqueles que respeitassem os princípios morais estabelecidos que, bem ou mal, garantiam uma certa segurança social.

A Família deveria ser redefinida para ajuntar todos os indivíduos numa mesma classe, com iguais direitos e caracaterísticas sociais, não importando quais fossem seus comportamentos. A mesma impedia a expropriação dos bens privados em favor do Estado socialista, pois estava assentada no princípio de sucessão hereditária, à moda dinástica. Era preciso que a perenidade da Família fosse rompida pela degradação de costumes e da descontinuidade da procriação, que geraria herdeiros, impedindo o confisco legal das propriedades.

Portanto, para os marxistas atuais, à luz do que Gramsci pregou, é imperativo DESMORALIZAR A IGREJA e DESTRUIR O MODELO FAMILIAR TRADICIONAL. A Igreja deveria sofrer ataques em massa da mídia, com a conivência dos aparatos de proteção do Direito, sofrer pressões e chantagens para revelação das impiedades cometidas por alguns de seus membros, não importando se a mesma fosse a maior instituição de Caridade em atividade no Mundo. A Família deveria ser apresentada, a partir de então, como uma instituição do passado, já superada, incapaz de educar. Retirando os filhos precocemente da influência de seus pais, mediante a educação massiva na “nova cultura”, reduzindo a autonomia dos mesmos na educação. (Experiência das granjas coletivas ou educação à distância). A intervenção na educação dos aspectos fundamentais de sua vida, desde a escola e sem a participação dos pais. Procurando que, pela ausência dos pais diante de compromissos de trabalho inescapáveis, os filhos ficassem sob a influência da educação dos contra-valores através da televisão e da doutrinação oficial do Estado nas escolas.

Fonte: http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2011/03/antonio-gramsci-e-sua-influencia-na.html

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Georg Willhelm Friedrich Hegel, filósofo alemão.

A mentira institucional e a tática Hegeliana

Quando dizemos que o Marxismo Cultural, através das políticas gayzistas, feministas e neoateístas estão em curso tanto em países anteriormente socialistas como em países tradicionalmente capitalistas, queremos mostrar que, antes de tudo, Socialismo e Capitalismo, em essência, jamais foram contrários. Ambos se complementam com uma perfeição psicopática e metódica. O Socialismo jamais subsistiria sem um Mercado, o que chama-se capitalismo residual, pois o Estado socialista jamais teria capacidade para quantificar precisamente o capital e fixar todos os preços o tempo inteiro. Já o Capitalismo, também jamais conseguiria controlar o capital especulativo e os rumos da economia se não fosse o modelo burocrático socialista de controle estatal. Portanto, ambos, Socialismo e Capitalismo, são ingredientes que variam em concentração na mesma receita de dominação politico-econômica pelas elites globais.

Na visão de Hegel, para superar uma dificuldade conceitual A, deveria-se propalar sua antítese B para que, do antagonismo, resultasse algo ao mesmo tempo contendo ambas, mas diversa de ambas. Nas palavras de Hegel, o choque entre tese e antítese geraria uma síntese mais perfeita que os elementos antes em choque.

O capitalismo floresceu, em sua forma mais equilibrada, em meio ao conservadorismo americano XVIII e XIX. Assim, sem intervenção armada ou coercitiva do Estado, a economia era regulada pelo poder moral fiscalizador da sociedade sobre as empresas. A livre concorrência continuava, mas sob controle onipresente da sociedade, a qual mantinha-se em contato permanente com os governantes que elegia para si. Mas, segundo Olavo de Carvalho, os capitalistas se tornaram tão ricos que já não desejavam estar sujeitos ao controle moral da sociedade (originando aqueles que o prof. Olavo chama de metacapitalistas). Para derrubar tal sistema, deveriam então fabricar um inimigo para o capitalismo, um corvo chocado pela galinha ameaçada, o Socialismo. Este deveria servir, ao mesmo tempo, como antítese fictícia ao seus interesses liberais e como encubadora do controle brutal indesejado que seria reinvindicado quando a sociedade já tivesse abandonado a atalaia da vigilancia moral.

Tanto é asism, que a Revolução Bolchevique foi financiada quase exclusivamente por recursos de bancos norte-americanos, bem como a industrialização da Rússia socialista. Assim, o que deve sair da queda do capitalismo via burocracia estatizante é um mundo com renda concentrada nas mãos de umas poucas famílias trilionárias com a burocracia nivelando toda a população por baixo. Aliás, a burocracia socializante que aumenta o imposto sobre os mais ricos no EUA, atualmente em carga com Barack Obama, visa exatamente isso: enfraquecer os empreendedores, drenar dinheiro para projetos estatais e para a esmola institucional, bem como nivelar a todos por baixo, fortalecendo a máfia dos conglomerados transnacionais.

Assim como bancos americanos financiaram tanto a capitalistas como socialistas, assim como a CIA treinou Bin Laden em 1979 no Afeganistão, usando-o como terrorista contra seu próprio povo americano para justificar invasão de países, depois descartando-o convenientemente, assim mentem ambos os lados, capitalismo e socialismo, havendo para ambos os lados os mesmos senhores, os mesmos financiadores, a saber, grandes corporações internacionais como os impérios Rothschild, Rockfeller, Ford, Du Pont e outros bem conhecidos.

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Gayzismo e a mídia

A infiltração gayzista nos meios de comunicação de massa não seria possível sem a ascensão das doutrinas esquerdistas no meio político brasileiro. Urge que saibamos que gayzistas nem sempre são homossexuais, mas muitas vezes tratam-se de agentes de desinformação que visam apoiar a iniciativa gayzista sustentada por instituições e partidos esquerdistas.

Seja por má-fé escancarada dos agentes da notícia e editores, seja por formação jornalística viciada e deficiente dos formadores de opinião, o fato é que a causa gay tem obtido preferência nos mais variados segmentos da TV: jornalístico (que os protegem e acoitam), entretenimento (novelas, documentários, etc.) e de utilidade pública (que privilegiam temas como liberação sexual e “quebra de tabus”).

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Gayzismo e ação política

Em suas ações políticas, fica mais evidente a proximidade da militância gayzista aos movimentos esquerdistas e socialistas. Todas as iniciativas da suposta “defesa de direitos” gays são apoiadas, de forma ostensiva, política e financeiramente (com dinheiro píblico ou doações de empresas que apoiam o governo esquerdista) por partidos listados acima, com a conivência e proteção até mesmo de entidades de classe, como o CFP (Conselho Federal de Psicologia – ou seria da Paranoia?).

A exemplo da APA (American Psychology Association), o CFP perdeu seu caráter de classe, a saber a defesa dos interesses de todos os psicólogos, e passou a funcionar como órgão político comprometido quase que exclusivamente a legitimar as teorias delirantes da militância gayzista (logo abaixo, cito algumas dessas maluquices) e censurar aqueles que contrariem a homossexualidade como algo irreversível.

A proposta é reconhecível como revolucionária até mesmo para aqueles que não estudam a evolução do Marxismo Cultural em nossa época. A liberdade de expressão é reinvindicada pelos militantes, mas a usam apenas para cercear a liberdade de expressão dos que lhes opõem. A luta deles é uma eterna afronta, já não se contentando com o reconhecimento público de sua cidadania. A liberdade para eles é válida, mas jamais para a expressão de valores conservadores e, portanto, excluindo, de forma generalizada, o direito à simples divergência de seus críticos, sempre lançando sobre estes o anátema do multipreconceito.

Para quem desconhece o tema, o termo homofobia não é novo nem fora cunhado no Brasil. Já era utilizado por seus militantes em países europeus e americanos há vários anos para estigmatizar aqueles aos quais acusam de discriminação pelo simples fato de condenar suas condutas sexuais e propostas de leis coercitivas. Aliás – seria bom que lembrassem -, nenhuma conduta é imune à crítica. Nem os fascistas de Mussolini gozavam de tal inatacabilidade reinvindicada por esses revolucionários.

Segundo o que pode atestar qualquer psiquiatra ou psicanalista,

fobia social é o excesso de ansiedade ou medo sofrido por certas pessoas quando observadas por terceiros durante o desempenho de alguma tarefa comum como falar, comer, dirigir, escrever, por exemplo; a ponto de impedir ou prejudicar significativamente a realização dessa tarefa.” (Fonte aqui). Nós, críticos das politicas gayzistas, somos tachados de homofóbicos, por que, afinal? Não temos nenhum medo de estar na presença de quaisquer gays – a não ser que alguns de nós realmente tenha tal fobia social. Matar, agredir ou hostilizar gays não é próprio de seres mentalmente sãos, assim como não o é se mata, agride ou hostiliza indiscriminadamente quaisquer outras classes de pessoas.

Chamar-nos de homofóbicos é, senão apenas fazer uso de uma palavra inadequada e com fins desonestos, classificar a toda a sociedade que é contrária aos ideais gayzistas como psicótica, maluca e indigna de sua liberdade. Mas, claro, isso faz parte dos planos revolucionários: convencer a sociedade de que ela não pode guiar a si mesma, necessitando sempre de mais leis para coibir seus “preconceitos, neuroses e recalques”. Querem nos fazer acostumar com a ideia de que é normal aceitar qualquer imposição arbitrária, disfarçada de lei, como instrumento legiitimo de defesa de direitos dos “oprimidos”.

Muita gente já percebeu, no entanto, que a mentira, quanto mais institucionalizada, mais insustentável se torna, necessitando sempre de maiores doses de sentimentalismo, demonstração de coitadismo perante a opinião pública, para dar sobrevida às suas insídias. Uma prova disso é o constante bombardeio de matérias nas mídias sobre homofobia, pois tal assunto já desgastou-se, não provocando a comoção popular desejada para calar a Igreja e os setores mais conservadores e resistentes da sociedade.

O enfrentamento nas instâncias legislativas, sociais e judiciárias de personalidades ligadas à religião e ao conservadorismo pela militância gayzista e seus representantes tem tomado proporções assustadoras e perigosas. Processam qualquer um que julgam homofóbico enquanto se eximem de respeitar os mais elementares direitos de convivência social sob os mais esfarrapados pretextos.

Os ataques à Igreja têm sido a tônica de suas ações antirreligiosas: vandalizando Universidades católicas, ultrajando símbolos religiosos em eventos com nudez quase explícita, agredindo e vilipendiando manifestações pacíficas como numa caçada urbana, fazendo arte vexatória com contextos sacros, ameaçam pegar em armas contra padres e pastores evangélicos que se oponham aos seus delírios, tudo sob o olhar complacente de um Poder Judiciário conivente e despudorado e com a cumplicidade paternalista de Ministérios claramente tomados por socialistas, abortistas, neoateístas e imorais.

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Gayzismo e manipulação

Para falarmos da manipulação gayzista sobre a mídia e a opinião pública em geral, nada melhor do que falar sobre o que chamam de homofobia. Mais exatamente, acerca do que chamam de “onda generalizada de violência contra homossexuais” que eles dizem lutar para prevenir e evitar. Para isso, propõem leis de exceção que causam intenso conflito social e de costumes. Exemplos: PLC 122/06, cujo texto, arquivado pelo Congresso, fora ressucitado no projeto de Reforma do Código Penal.

Como já nos esclareceu Olavo de Carvalho, é irracional considerar 165 assassinatos de homossexuais como “epidemia homofóbica”. É um número muito reduzido diante dos mais de 50 mil homicidios anuais registrados no Brasil. Se verificarmos caso a caso desses assassinatos de gays, constataremos que boa parte, se não a metade deles, são cometidos por outros homossexuais (rixas entre travestis, crimes passionais, acerto de contas de drogas, disputas de pontos de prostituição, etc.). O que pouca gente sabe é que todos esses assassinatos cometidos por outros gays contra esses gays são computados como crimes homofóbicos, pelos quais a opinião divergente de gente trabalhadora como eu e você, que não é assassina, deverá ser criminalizada.

Ora, se nos acusarem de portadores de “discursos de ódio”, no caso de condenarmos a prática homossexual, então equivale a sermos classificados como inspiradores de assassinos. Isso é argumento baixo, de má fé e de uma canalhice inominável! Se os cristãos forem tachados de fundamentalistas, estarão sendo nivelados aos seus principais algozes, a saber os extremistas islâmicos, que os decapitam aos milhares todos os anos mundo afora. Há maior incoerência??

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Gayzismo e a ocupação de espaços

A ocupação de espaços é uma das táticas preferidas de todas as militâncias políticas de inspiração revolucionária e esquerdista. Assim é feito para que se crie a ilusão midiática de que, em todos os lugares, as teses do Marxismo Cultural (nesse caso, o Gayzismo) são amplamente aceitas. No entanto, basta uma consulta apurada dos fatos e da opinião pública e se constatará que as pessoas são conservadoras, cada uma com seus próprios motivos, ainda que contaminadas pela infestação de ideias imorais vindas da mídia golpista. De outro lado, um simples exame dos argumentos dos que defendem essas “novidades libertárias” bastará para que vejamos o quanto se repete, num automatismo invejável aos papagaios,  o que se prega na mídia e nas redes sociais.

Eles estão por todos os cantos: redes sociais, entidades de classe, ruas, clubes, partidos políticos (até mesmo nos que se proclamam direitistas), associações comunitárias, infiltrados no clero progressista, subvertendo ainda mais os pastores protestantes, entre movimentos espiritualistas, mídias de massa (TV, rádio, jornais, editoras, agências de notícias, etc.), ONGs ambientalistas, de “direitos humanos”. Não há lugar onde eles não tenham alcançado alguma posição de influência, em parte pela frouxidão dos costumes, imoralidade secular, em parte pelo patrocínio decisivo de corporações internacionais interessadas na demolição da moral e da instituição da Família natural, na expropriação do que ainda não lhes pertence e na diminuição drástica da população mundial (através da disseminação de DSTs, desordem moral e social, para que sobre reste uma população imoral e servil às ideologias promíscuas e relativistas).

Reinvindicam liberdade de manifestação, mas basta que setores que se lhes oponham se expressem em público contra suas maluquices para que, ferozmente, censurem a mesma liberdade devida não somente a eles, mas a todos, conforme reza a Constituição. Como não impediriam nossa manifestação contrária se, através de parlamentares cúmplices e mandatários criminosos, empurram goela abaixo de todos leis que criminalizam as mesmas opiniões divergentes??

Se a Constituição promulga a liberdade de expressão de crença e pensamento, por outro lado proíbe o anonimato. O que implica que, se lhes contrariamos, seremos criminalizados como “homofóbicos”; se emitimos nossa opinião, guardando nossa identidade para evitar a criminalização, seremos imputados no anonimato proibido pela Constituição. Logo, se as Leis só privilegiam a liberdade de expressão de uns, então somente esses terão espaço para manifestação, sendo os restantes opositores banidos pela Lei fascista proposta pelos arautos delirantes e psicopatas da identidade de gênero.

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Gayzismo e homossexualidade

A principal propaganda enganosa do Gayzismo é se declarar representante único e absoluto de todos os homossexuais e “oprimidos” pela Igreja e pela sociedade. Basta pesquisar com sinceridade e veremos que essa é uma mentira deslavada. Acharemos gays conservadores, discretos, que sabem que não necessitam expor seu desejo sexual publicamente para saber-se homossexual. Entre esses, poderíamos citar Clodovil Hernandes, costureiro e deputado homossexual já falecido. Bastou que se posicionasse contra a agenda gayzista que então lhe xingaram de “conservador” (sim, para nós um elogio, para eles um xingamento!). Só faltava que o acusassem (ele, um gay) de homofóbico!

Sabem os homossexuais conscientes que, se lutam por leis de privilégios para si e de exceção para o restante da sociedade que lhes critica, contribuem para alargar ainda mais o abismo entre homossexuais e heterossexuais que todos os cidadãos de bem tentam encurtar. Sabem os gays sinceros que não é sua homossexualidade que lhes garante sucesso, mas seu trabalho; não é o proselitismo gay que lhes logra respeito, mas o bom caráter, alcançável por quem quer que seja, de que sexo, grupo, etnia, cor, raça ou religião for. Valorizam a privacidade do sexo, e não o escancaram como que a querer escandalizar a sociedade. Enfim, não importa se a pessoa é homossexual, heterossexual ou assexuado; no final das contas, importará se ela tem vergonha na cara, se o pudor e o bom senso estão presentes em seu caráter.

O Gayzismo, através de seus celerados, anticlericais, psicopatas e desavergonhados militantes, se apodera da lacuna que dizem haver em relação aos direitos civis dos homossexuais para promover um precedente para institucionalizar a censura geral sobre a sociedade, pois sabem que a maioria das pessoas seriam censuráveis por serem conservadoras. Na verdade, os gayzistas sabem que os direitos que exigem fere frontalmente o limite do respeito aos direitos de outros grupos. No entanto, para esses, os fins justificam os meios, e acham que estão a lutar pela “salvação” da sociedade dos recalques conservadores.

Citando novamente Olavo de Carvalho, eminente filósofo:

A homossexualidade não é doença, mas o Gayzismo (em que o sujeito analisa tudo sob o prisma de seu desejo homossexual e faz disso uma política de Estado) é uma doença mental gravíssima.

Portanto, aqueles que não estão satisfeitos com o homossexualismo (a prática de sexo homossexual) devem ser deixados a decidir se querem ou não se orientar novamente ao heterossexualismo. Para esclarecer ainda mais, me sinto seguro ao afirmar que:

Todo gayzista provavelmente é homossexual ou simpatizante, mas nem todo homossexual ou simpatizante será um gayzista.

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Gayzismo e a “união civil entre homossexuais”

Bem, seria um contrasenso, de início, classificar uma união marital entre gays ou lésbicas como um casamento. Qualquer um que detenha mínimos rudimentos de semântica, saberá que a palavra “casamento” vem do mesmo radical de “casal” e “acasalar”, tendo paralelismo com outras expressões correntes, como “compra casada”.

O radical comum dessas palavras quer significar a combinação de dois itens inexoravelmente opostos (embora complementares em sua função) de uma mesma espécie. Assim, nunca veríamos dois colibris machos acasalando, pois o acasalamento deve gerar prole. Nunca saberíamos de uma mãe que tenha dado à luz a um casal de gêmeos do mesmo sexo, nem mesmo ouviríamos falar de uma “compra casada” de dois itens iguais, embora possam estar sendo vendidos por uma mesma loja.

Este simples exercício de lógica já denuncia a obsessão nutrida pela militância gayzista pela quebra de padrões não só morais, mas inclusive cognitivos. Ora, todos têm direito de viverem suas vidas privadas da forma que quiserem, mas é temerário que grupos radicais, como os gayzistas, fiquem livres para subverter e redefinir, à luz de uma ideologia de exceção, todo um sistema de costumes baseados na ordem natural, sob pretexto de legitimar direitos. Os gays já são contemplados – e amplamente – por todos os direitos comuns a todos os cidadãos.

Os requisitos para o casamento, por uma obviedade demonstrada acima, evidente até para um deficiente mental, não os excluem socialmente nem anulam sua liberdade privada de viver sua sexualidade. O que acontece é que sua sexualidade não pode gerar família naturalmente, não dispõe de uma definição clara de papéis dentro de um ambiente familiar (mãe, pai, marido, esposa, etc.).

A Constituição Federal oferece à Família uma proteção especial justamente por não se tratar de uma simples sociedade civil. Há nela muitas peculiaridades em relação às demais uniões: é a célula-base da sociedade humana, assegura a sucessão natural legítima para as propriedades obtidas durante a vida dos cônjuges, é fundamental por sua diferença de papéis na educação adequada para a formação da personalidade dos futuros cidadãos adultos.

Querer equiparar a união marital gay ao casamento tradicional, dando-lhes o mesmo status, é totalmente destrutivo para a sociedade e para o equilíbrio social. Uma união gay não visa gerar filhos, não define papéis na educação de crianças (a maioria dos “pares homossexuais” não está nem aí para “filhos”, isso é apenas demagogia enganadora), não esclarece as regras para litígio em casos de “divórcio”. Assim, o casamento e a família são rebaixados à categoria de simples sociedades civis, descartáveis sem função procriadora prioritária, sem distinções entre os papéis dos “sócios”, ficando à mercê de interpretações delirantes e psicóticas, bizarras e extravagantes, de gente sem encéfalo aproveitável nem para a Ciência.

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Apenas fantasia sexual ou loucura?

Gayzismo e a ideologia de gênero

Todos têm a liberdade de se verem como acharem melhor. Todos podem dizer: “eu sou um elefante cor-de-rosa”, se assim quiserem. Mas, obrigar outros a tratar-lhes como acham que são, impondo sua visão de mundo, forçando a adequação da percepção de realidade dos outros à sua, isso é delirio histeriforme, É LOUCURA!

Supondo que, chegando um travesti a um órgão público, este exija que seja chamado de “senhora”, sobrepondo sua fantasia sexual à percepção normal alheia, é de um contrasenso neurotizante. É uma das faces da ditadura do relativismo – onde tudo o que é uma coisa, pode muito bem ser outra sem levar em conta a realidade objetiva e a obviedade admitida pela maioria ao redor.

Um travesti é homem, uma lésbica é mulher. Mas, se algumas das leis propostas gayzistas fossem aprovadas no Brasil, mesmo se víssemos que o camarada é do sexo masculino, seríamos obrigados a renegar o que nossos olhos estivessem vendo e chamar um travesti, cujo “nome social” (isso sim um constructo) fosse “Sarita”, de senhora, pois logo me tachariam de “burro” por não entender que “Sarita” é nome feminino, embora seu portador evidencie possuir genitálias masculinas. E ainda, ironicamente, emendariam: “Nem tudo é o que parece, burrinho!”.

Voltando ao início deste tópico:

No hospital:

 – Boa noite! Seu nome, por favor!

 – Sarita Rosa, elefanta cor-de-rosa do Sri Lanka. Muito prazer!

 – O que o senhor está sentindo, alguma dor?

 – Senhor não, senhorita Sarita, elefanta cor-de-rosa de Sri Lanka!

 – Senhor, elefantes cor-de-rosa não existem, e seu RG mostra que seu nome é Joseilton da Silva!

 – Elefantófobo, você quer ser processado? Tem amor ao seu emprego, por acaso? É por essas e outras que elefantes cor-de-rosa são dados por extintos, por discursos de ódio como o seu! Preconceito contra elefantes cor-de-rosa é crime, sabia?

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Gayzismo e Pedofilia

A homossexualidade e a pedofilia não podem ser associados diretamente, seja pela mesma variedade de personalidades existente entre heterossexuais (portanto, de vícios e virtudes também), como por falta de consenso ou consistência dos que argumentam que gays são pedófilos em potencial.

Na verdade, todo ambiente promíscuo favorece o aparecimento de todos os vícios imagináveis. Portanto, se os homossexuais, bem como os heterossexuais, que se entregam a uma vida de promiscuidade sexual, drogas e frouxidão nos costumes, podem sim ser apontados como propensos a todo tipo de depravação.

E o que mais prega o tal movimento gayzista, senão a tolerância à todo tipo de “expressão sexual”, a defesa da livre experiência da afetividade e do sexo entre adolescentes imaturos?? Se a pedofilia aparecesse com força diante de uma sociedade alienada e covarde, tal movimento gayzista seria contrário à “inclusão social” dos pedófilos ou os apoiaria, militando por seus “direitos humanos” de liberdade sexual? Não defenderia a militância coitadista gayzista os “direitos” das crianças de viverem o “amor intergeracional“, como fazem os gayzistas da Holanda?

Será mesmo que devemos confiar em líderes gayzistas que, hipocritamente, reafirmam não pretender advogar a pedofilia num futuro próximo? Mesmo não advogando, será que não defenderiam a tolerância ao sexo de adultos com menores de idade? Será mesmo que devemos crer que, estando o lobby gayzista presente no Governo, não partiu de seus líderes a proposta de redução da idade de consentimento sexual para menores, constante do projeto de Reforma do Código Penal?

Devemos lembrar que um dos mais influentes líderes gayzistas brasileiros, Luiz Mott, está sendo processado por pedofilia. Precisamos lembrar também que um dos mais conhecidos ativistas gayzistas internacionais, Michael Swift, delineou o que o movimento, a partir de sua cúpula, desejava fazer:

Iremos sodomizar seus filhos, emblemas de sua frágil masculinidade, de seus sonhos superficiais e mentiras vulgares. Vamos seduzi-los em suas escolas, nos seus dormitórios, nos seus ginásios esportivos, nos seus vestiários, nas suas quadras de esportes, nos seus seminários, nos seus grupos de jovens, nos banheiros dos seus cinemas, nas casernas das Forças Armadas, nas paradas de caminhoneiros, em todos os clubes masculinos, nas suas Câmaras do Congresso, onde quer que haja homens juntos com homens. Seus filhos se tornarão nossos subordinados e farão o que mandarmos. Eles serão recriados à nossa imagem. Eles irão nos desejar e nos adorar.

Mulheres, vocês choram por liberdade. Vocês dizem que não estão mais satisfeitas com os homens; eles as fazem infelizes. Nós, conhecedores da face masculina, da psique masculina, tiraremos seus homens de vocês. Nós os divertiremos, os instruiremos; nós os abraçaremos quando chorarem. Mulheres, vocês dizem que preferem viver com outras mulheres a viver com homens. Então vão e fiquem com suas mulheres. Nós iremos dar aos seus homens prazeres que eles nunca conheceram porque em primeiro lugar nós também somos homens, e apenas um homem sabe como verdadeiramente dar prazer a outro homem; apenas um homem pode entender o íntimo e o sentimento, a mente e a alma de outro homem.

Todas as leis que proíbem a atividade homossexual serão revogadas. No lugar delas, legislações serão aprovadas e darão lugar ao amor entre homens.

Todos os homossexuais devem se manter unidos como irmãos; nós devemos nos manter unidos artisticamente, filosoficamente, socialmente, politicamente e financeiramente. Nós iremos triunfar apenas quando tivermos uma face comum diante do inimigo vicioso heterossexual.

Se você se atrever a gritar viado, bicha, boiola para nós, nós iremos esfaqueá-los nos seus corações covardes e corrompê-lo-emos mesmos mortos, seus corpos franzinos.

Vamos escrever poemas de amor entre homens, encenaremos peças em que um homem abertamente acaricia outro homem, vamos fazer filmes sobre o amor entre homens heróicos, os quais substituirão a ordinária, superficial, sentimental, insípida, juvenil, a paixão heterossexual que hoje domina as suas telas de cinema. Iremos esculpir estátuas de belos meninos, de vigorosos atletas que serão posicionadas nos seus parques, nas suas praças e quarteirões. Os museus do mundo estarão cheios de pinturas graciosas de jovens nus.

Nossos escritores e artistas transformarão o amor entre homens em algo de bom gosto e em moda obrigatória, e nós teremos sucesso porque somos peritos em definir estilos. Nós eliminaremos os vínculos heterossexuais através do uso de dispositivos de humor e da ridicularização, meios que estamos qualificados em empregá-los.

Vamos desmascarar os poderosos homossexuais que estão mascarados de heterossexuais. Vocês irão se chocar e se assustar quando descobrirem que seus presidentes e seus filhos, seus industriais, seus senadores, seus prefeitos, seus generais, seus atletas, seus astros de Hollywood, suas personalidades de TV, seus líderes cívicos, seus padres não são os seguros, homens de família, burgueses, figuras heterossexuais que você achou que fossem. Nós estamos em todos os lugares; estamos infiltrados nas suas fileiras. Tome cuidado quando falar de homossexuais porque estamos sempre juntos de você; podemos estar sentados na mesma mesa que você; podemos estar dormindo na mesma cama que você.

Não haverá compromissos. Não somos fracos da classe média. Somos altamente inteligentes, aristocratas naturais da raça humana, e como aristocratas duramente dispostos nunca nos satisfazemos com pouco. Quem se opuser a nós será exilado.

Iremos construir vastos exércitos privados, tal como Mishima fez, para derrotá-los. Nós conquistaremos o mundo porque guerreiros inspirados e unidos por amor e honra homossexual são invencíveis como eram os antigos soldados gregos.

A família como terreno de unidade reprodutora de mentiras, traições, mediocridades, hipocrisias e violências será abolida. A unidade familiar, a qual apenas amortece a imaginação e marginaliza o livre arbítrio, deverá ser eliminada. Meninos perfeitos serão concebidos e criados geneticamente em laboratórios. Eles se unirão em uma configuração comum, sob o controle e a educação de sábios homossexuais.

Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas. Nossos deuses serão formosos meninos. Nós aderimos a um culto de beleza, moral e estético. Tudo que é feio, vulgar e banal será aniquilado. Já que somos alienados das convenções heterossexuais de classe média, nós somos livres para viver nossas vidas de acordo com o que dita a pura imaginação. Para nós o demais não é suficiente.

A sociedade primorosa a emergir será governada por uma elite composta de poetas gays. Um dos principais requisitos para ocupar uma posição no poder desta nova sociedade de homoerotismo será a indulgência com a paixão grega. Qualquer homem contaminado com a luxúria heterossexual será automaticamente impedido de continuar ocupando um cargo de influência. Todos os homens que insistirem em continuar idioticamente como heterossexuais serão julgados em tribunais de justiça homossexual e se tornarão homens invisíveis.

Nós reescreveremos a história, a história adulterada cheia de mentiras e distorções heterossexuais. Iremos retratar a homossexualidade dos grandes líderes e pensadores que moldaram o mundo. Iremos demonstrar que a homossexualidade, a inteligência e a imaginação estão inextricavelmente ligadas, e a homossexualidade será um requesito para a verdadeira nobreza e beleza de um homem.

Nós seremos vitoriosos porque estamos abastecidos com a amargura feroz dos oprimidos, os quais foram forçados a desempenhar papéis de aparência nessa sua burra e heterossexual mostra ao longo dos tempos. Nós também somos capazes de disparar armas e armar barricadas para a revolução final.

Tremam, seus porcos heterossexuais, quando aparecermos diante de vocês sem nossas máscaras.

Fonte: http://www.fordham.edu/halsall/pwh/swift1.asp FORDHAM UNIVERSITY. ‘Gay Revolutionary‘, Michael Swift, in ‘Gay Community News’, Fev. 1987.

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Gayzismo: um movimento eminentemente fascista

“The twisted truth is that gay men have been at the heart of every major fascist movement that ever was – including the gay-gassing, homo-cidal Third Reich. With the exception of Jean-Marie Le Pen, all the most high-profile fascists in Europe in the past thirty years have been gay. It’s time to admit something. Fascism isn’t something that happens out there, a nasty habit acquired by the straight boys. It is – in part, at least – a gay thing, and it’s time for non-fascist gay people to wake up and face the marching music.”

Tradução:

A verdade que fora distorcida é que homens gays estiveram no cerne de todos os maiores movimentos fascistas que já existiram – incluindo os que assassinavam gays em câmeras de gás e os ‘homocidas’ do Terceiro Reich. Com exceção de Jean-Marie Le Pen, todos os grandes vultos fascistas na Europa dos últimos 30 anos eram gays. Está na hora de admitir uma coisa. Fascismo não é um fenômeno que acontece lá fora, um hábito desagradável adquirido por jovens obtusos. É – ao menos, em parte – algo inerente aos movimentos gayzistas, e está em tempo de os gays não-fascistas acordarem e encararem a música que a ‘banda’ está tocando.

Originalmente postado pelo líder gayzista Johann Hari, in “The Strange, Strange Story of Gay Fascists” via “The Huffington Post”, 21/10/2008. Para ler mais, acesse esse link.

Essa é apenas a “ponta do iceberg. Sigam a pista, pesquisem a ligação original entre todos os movimentos históricos entre si e a contribuição que deram (se não mesmo fundaram) às militâncias gayzista, de liberação sexual e feminista radical.

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Gayzismo e sua Uniformidade Mundial

Visivelmente, há colaboração, isso se não mesmo a condução direta, de organismos internacionais (ONU, OMS, UNESCO, etc.) e governos (principalmente da União Europeia, EUA e Canadá) para a implementação, em todos os países, de políticas abortistas, leis de privilégios aos gays, bem como promoção maciça do aborto, das cirurgias de redefinição anatômica das genitálias, da eutanásia,  sem pudor algum ao chantagear governos renitentes e passar por cima da soberania dos povos.

Uma das chantagens recentes partiu do presidente Obama (EUA), que declarou que “países que negam direitos aos gays, perderão ajuda financeira”. Na prática, ele estava se dirigindo a países pobres, como Uganda, que, mesmo exagerando ao propor morte aos homossexuais, foi o que mais reduziu o índice de contagio pelo vírus da AIDS, pregando a continência sexual e a valorização das famílias. A reação desproporcional da população ugandense se deve ao fato de que, segundo os próprios depoimentos vindos do povo, os travestis e prostitutos gays são os maiores responsáveis pela disseminação da AIDS naquele país. Assista esse vídeo inteiro e entenda o que está acontecendo lá fora!

Vêm sempre aqueles argumentos: “Se não houvesse procura, não haveria oferta”. Mas, como homossexual, precisa promover a prostituição? Como nao associá-lo, em parte, à promiscuidade e à disseminação de doenças? É homossexual? Que seja, mas pode ser igual a qualquer pessoa que procura uma vida digna, sem promover os vícios, sem estimular a destruição de famílias e casamentos, sem propagar a doença que deixa milhares de filhos órfãos de pais e/ou mães.

O que falar do que acontece na União Europeia, onde padres e clérigos católicos sao caçados por pedofilia, quando esquecem-se que a esmagadora deles consiste de homossexuais (pois suas viitimas são, em sua grande maioria, meninos)? Podemos chamar as autoridades e o lobby gayzusta de hipócritas? Evidente que sim!

Como encarar a proibição, dirigida pela mesma União Europeia, aos profissionais de saúde de negarem-se, sob quaisquer motivos, de realizar o aborto? Falam tanto em Direitos Humanos das mulheres que abortam, mas suprimem a livre manifestação de pensamento e crença dos enfermeiros e médicos. E mais: retiram-lhe o direito ao trabalho, pilar da dignidade humana, ao constatarem a recusa destes à realização do aborto.

Como achar normal que, na Suécia, alunos e professores sejam proibidos de se referirem a qualquer aluno por “ele” ou “ela, mas apenas pelo nome, para evitar constrangimento a um suposto aluno ou aluna gay “enrustido”? Agora, o que os olhos vêem não conta para as relações interpessoais? Conta agora o que os doutrinadores do Estado acham que pode ou não pode ser, conta o que a pessoa acha que é, e não mais a forma que a Natureza deu à anatomia das pessoas?

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23 comentários em “O que é o Gayzismo?

  1. Agora que eu terminei de ver seu vídeo. Ficou muito BOM. Tinha que fazer mais. Não sabia que você era uma olavette hehe. Você falou do Boff(ele é meu parente distante). Só gostaria de salientar que ele não crê nas besteiras dele por má-fé, mas por ingenuidade.

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    1. Infelizmente – me desculpe o mau jeito -, o Boff é mais um idiota útil usado na “grande obra” do Maligno. É exatamente isso que acontece com quem recebe por herança o Sacerdócio de Cristo e profana seu altar com suas próprias ideias. Ninguém que traia a Tradição, tendo recebido o mandato sacerdotal, escapa das garras do Maligno. Acaba em caminho de perdição – para si e para todos que lhes deem atenção!

      Os vídeos realmente poderiam ter ficado melhor. O que sei fazer ainda se resume ao básico: juntar imagens ilustrativas e narração. Mas, também, não posso prometer muitas coisas, pois só faço quando estou muito afim, inspirado mesmo. Não tenho assunto para fazer programas narrados com regularidade, como o faz o Olavo de Carvalho.

      Apesar de me utilizar largamente dos pensamentos do Olavo de Carvalho, não chego a ser um puxa-saco, tipo olavete, não. Os baba-ovos que há nos sites dele até ele mesmo deve ter dificuldade de suportar… se não fossem as mensalidades dos cursos dele que eles pagam, acredito que ele próprio já tinha mandado os baba-ovos pentear macaco lá nas savanas! 😀

      Valeu pelo apoio de sempre! Devo inserir o link de seu blog na seção de Recomendados, pois não tenho ainda espaço para banners. Não dá muitas visitas, mas ao menos sabem os blogs de minha preferência. Até mais!

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      1. Cara, olavette é só uma brincadeira jocosa. Eu já assisti tudo o que o Olavo já fez na net. Aliás, agora o Olavo parou, ficou um espaço aberto para quem quiser falar o que ele falava. Não sei se você sabe, mas se você mandar um email para ele contando uma história triste ele te deixa ficar fazer o seminário dele um tempão de graça. Quanto ao Boff, ele é meu parente, você deve sabe como isso ocorre. Agradeço se você colocar o meu link, me comprometo em reblogar todos os seus vídeos.

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      2. Pois então. Sou fã do Olavo sim, mas não incondicional, como grande parte dos “olavetes”. Tenho minhas reservas quanto a ele, embora o apoie na maioria de seus posicionamentos.

        Bem, como te disse, não pretendo publicar vídeos com regularidade, mas sempre que tiver um assunto inteiro para abordar, com opinião formada, depois de pesquisar e ler o suficiente para emitir um parecer pessoal, sem plágios. Mas, obrigado aí pelo apoio. Pode deixar, seu blog já está nas “Recomendações” da Barra Lateral.

        Um abração! 😀

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  2. Já vou dizendo que não li tudo rs… Não por desinteresse ou discordar, é que textos longos me dão fadiga… Sou má leitora de assuntos assim. Li os primeiros parágrafos e depois só por cima.
    Já escrevi sobre o que penso do assunto em um blog q tive.
    As coisas andam mesmo delicadas para os cristãos.
    Já até cansei de falar e criar discussão sobre isso.
    Simplesmente penso q se as pessoas querem viver sem seguir o padrão cristão, que vivam. Mas se querem respeito, eu tbm quero pela opção q escolhi viver como cristã e hétero.
    Eu acho tão contraditório essas paradas gays exigindo respeito, sendo que fazem a maior zona indecente na passeata.
    Pode se ter orgulho gay, mas se disser q se tem orgulho de ser hétero, somos homofóbico. Barbaridade!
    Bjs… MP.

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  3. Gostaria de informar que as estatísticas de violência contra a mulher e contra os homossexuais apresentadas pelos movimentos LGBT e feministas são falsas e mentem descaradamente pelos seguintes motivos:
    1) incluem os casos de assassinatos de mulheres e de homossexuais por motivos não machistas e não homofóbicos (tais como o assassinato por envolvimento em crimes de várias ordens, assassinatos por outros homossexuais ou por outras mulheres);
    2) EXCLUEM os casos de homens e heterossexuais que defendem, socorrem e ajudam mulheres e homossexuais em casos de perigo e necessidade;
    3) EXCLUEM casos de homens e heterossexuais assassinados diariamente, em proporções muito maiores do que os casos de mulheres e homossexuais.
    Portanto, não existe um holocausto de mulheres e nem de homossexuais no Brasil, como esses movimentos querem fazer parecer, mas sim uma violência generalizada de todos os lados. Essas estatísticas mentirosas são um acinte à população masculina e heterossexual do Brasil, uma vez que a acusa falsamente de algo que não comete.

    Curtido por 1 pessoa

    1. Justamente, José! Justamente!

      Nos vídeos da postagem, cito isso tudo que você disse. Mas, ainda mais: os países ocidentaos estão TODOS dominados por uma elite neocomunista que apenas usa os gays para afrontar o modelo de sociedade que eles querem destruir. Eles sabem que o estilo de vida da maioria dos gays é eivado de promiscuidade. Porém, depois quando quiserem fazer a “limpeza” étnica, os gays serão os primeiros, depois dos cristãos, a serem eliminados de forma definitiva.

      Recomendo ao senhor que assista à palestra ministrada por um ex-agente da KGB refugiado nos EUA, Yuri Bezmenov (agora,Thomas Schuman), em que ele delineia, 31 anos atrás, o que aconteceria na Europa e América como plano para a implantação da Nova Ordem Mundial. O senhor vai se surpreender!

      Fique na Paz do Cristo! 😉

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