O salto da Fé: desafio do ser humano


A tendência natural do homem leva-o ao visível, ao que se pode pegar e reter como propriedade. Cumpre-lhe voltar-se, internamente, para ver até que ponto abre mão do que lhe é próprio, ao deixar-se arrastar assim para fora da sua gravidade natural. Deve converter-se, voltar-se para conhecer quão cego está ao confiar apenas no que os olhos enxergam. A fé é impossível sem essa (…)”

Continue lendo em O salto da Fé: desafio do ser humano.

Ecos longínquos da perseguição atual contra a Igreja Católica


O ódio gayzista ao Cristianismo é devido à carga de conflito e remorso que a mensagem de Cristo traz aos gays radicais (obviamente, não falo de todos os homossexuais). Eles sabem que pecam, têm consciência (ainda que implícita) de que sua ideologia é hedonista e visa tão-somente a fruição de prazeres do corpo e busca de novas fantasias sexuais bizarras. Nada mais. Tudo que advém como máscara das falsas premissas dessa ideologia gayzista serve apenas para auto-ilusão de seus adeptos (quase sempre militantes), conforto espiritual de quem não quer largar o inferno que os faz sofrer. A paixão que aprisiona, tiraniza, então ganha vez e voz na Política que não é mais política nem polida. Rui Barbosa confirmaria o que escrevo agora!



A isso, se soma o ódio comunista judeu-maçônico que, sabendo que as regras morais de Cristo (Perdão e Constância) impedem a tirania da Lei, tentam solapar a Igreja como último empecilho para conseguirem a escravização total da humanidade. Para esses, a experiência com Deus não deve ter nome, ou então pode ter todos eles, desde que não nos dê o direito a pensar, a sermos livres nem a seguirmos nossa própria Consciência. O que interessa a eles é que o rebanho continue só e sob o uivo ameaçador de lobos vorazes, ao invés de ter um Pastor que os conduza “por verdes pastagens” e os leve às águas que trazem descanso“. 

O povo israelita se acostumou a viver sob o medo do aniquilamento. Culpa no cartório? Será por individualismo excessivo? Eu sou de opinião que a Diáspora judaica criou um complexo de neurose coletiva nesse povo. “Antes destruir do que sermos destruídos; antes escravizar do que sermos escravizados“. Cristo – para eles – também lhes pertence, mesmo perseguido por eles e por seus oficiais. É sua presa, considerado filhote desviado do messianismo, a ser caçado dentro de um campo de confinamento, sob um nome terrível (YHVH). Sabendo que Cristo, através da pregação da Igreja, fatalmente iria sempre de encontro a eles (pelo dever do chamado à conversão), nunca O perderiam de vista e não teriam que resistir à Tentação de buscar corrompê-Lo – como no deserto -, e fazê-Lo vergar-se ao Mundo e às suas vãs exigências.

A Marcha das Vadias em Guarulhos, em 2013, foi um fiasco!


Ainda bem, não é mesmo? A manifestação (arruaça), também conhecida como Marcha das Vadias, planejada pelas baderneiras feministas do FEMEN,  para acontecer neste último sábado, 08/06, em frente à Catedral de Guarulhos/SP,  fora um desastre. Vejamos os motivos (felizes):

  1. Se haviam 30 vadias desocupadas, sem roupa para lavar em casa, era muito. Esperava-se uma súcia de umas 500 desmamicadas. Isso segundo testemunhas e fiéis presentes;
  2. A Polícia Militar cumpriu, exemplarmente, seu dever de garantir a ordem pública, proteger os locais de culto públicos (segundo o que reza o art. 208 do Código Penal) e impedir atentados violentos ao pudor (elas sempre tiram as camisetas e ficam com aqueles peitos caídos de fora, o que é uma agressão visual bem pior);
  3. Os católicos da cidade e região, mobilizados pelo Pároco da Catedral da cidade, por grupos de fiéis na internet e por muitos blogues, compareceram à Catedral para a celebração da Imaculada Conceição (primeiro sábado de cada mês) e formaram, de joelhos e com rosários em mãos, uma corrente humana para proteger a entrada da Catedral contra eventuais tentativas de invasão (sim, pois elas são invasoras fora-da-lei) e profanação do Altar.

Abaixo, as fotos que mostraram que nem todos os católicos são frouxos. Fiquem alertas, pois somos 70% dessa população, e vocês são uma minoria insignificante, composta de capachos do Governo Petralha, parasitas do dinheirinho da ONU e de outras máfias e fundações.

.

Pergunto-me: como esse movimento ainda não fora dissolvido pela Justiça aqui do Brasil? Liberdade de expressão todos devem ter, mas sempre dentro de limites legais no que respeita à ordem pública, à moral (sem nudismos imbecis), à propriedade privada (a Igreja é uma pessoa jurídica de direito privado) e à liberdade de culto.

Como sabemos, esses movimentos esquerdistas são reconhecidamente reincidentes na transgressão de todos esses limites legais citados acima. Por que a sociedade civil não se organiza para impugnar a existência dessas organizações parasitas do dinheiro público?? Sim, porque, além de dinheiro de fundações internacionais, elas com certeza conseguem uma grana pública.

Precisam colocar aqueles peitos de fora? Esquecem-se que é contravenção penal? Por quê ainda são toleradas? Conseguirão mais respeito para as mulheres dessa forma, autointitulando-se orgulhosamente como “vadias”, promovendo o assassinato de crianças nos ventres das mulheres em prol de sua sanha por putaria ilimitada e irresponsável?

O que mais espanta na neurose contagiosa dessas retardadas é que elas ainda se irritaram pelo fato de o Pároco da Catedral ter pedido para que a Polícia cumprisse a Lei (prevenir a invasão de local de culto protegido pelo Código Penal e atentados ao pudor). Isso é doença mental, loucura: querer ter o direito de se revoltar contra o cumprimento da Lei, transgredí-la e ainda fazerem-se de vítimas ao serem punidas por isso.

E ainda vêm com aquela mesma lenga-lenga de “Estado laico”. O Estado é laico, mas tem o dever de proteger a opção religiosa de todos os cidadãos, ou nós não somos mais cidadãos?? Serão apenas cidadãos os ateístas e imorais que estão no Governo, bem como os sustentados por ele (com o dinheiro do povo religioso)??

É esse o coitadismo reinante também no movimento Gayzista e entre os guerrilheiros esquerdistas (como a Dilma Rousseff, José Genoíno e outros meliantes e bandidos) que se declaram “vítimas de bárbaras torturas”.

Da incapacidade para síntese


É notória minha incapacidade para compor sínteses entre assuntos correlatos. Até mesmo para meu filho que tem dificuldades em Língua Portuguesa. Acredito, no entanto, que há uma diferença óbvia entre “encher linguiças” e não conseguir ser sucinto, conciso, simples e direto. Enfim, resumir uma notícia ou “enxugar” um assunto sempre foi uma debilidade de minha escrita.

Uma pessoa que fica de rodeios, que “enche linguiças”, é aquela que escreve dois parágrafos para relatar metade da notícia, e mais dois parágrafos para dizer que não sabe contar a outra metade. Seguem mais dois parágrafos em que o desastrado tenta se desculpar pela inépcia e ainda não economiza em sua “apresentação final”.

Há aqueles, entre os quais me acho, para os quais os argumentos sobejam e as imagens correm mais rápidas que os impulsos que coordenam os dedos que as descrevem. Estes detestam as sínteses em tudo que compõem (exceto nas poesias, que são naturalmente sintéticas), pois elas soam como negligências ao dever de narrar algo, de explicar um mistério, de contar toda a Verdade. A Verdade pode ser sintetizada em poucas palavras, sendo a mesma Verdade apenas uma palavra; mas, para um ser intenso e rápido, todo o peso de palavras soltas e frases sintéticas pulveriza-se diante de seus olhos.

A ansiedade em ser exato e completo, fiel a todo o turbilhão de imagens e ideias que assaltam o detalhista renitente, o faria passar madrugadas escrevendo tratados e coleções inteiras para retratar uma grande Guerra entre mundos assim como o conflito de encarar um olhar em cuja íris não haja fundo. O detalhista devora suas próprias palavras, deixando apenas excessivas impressões digitais de sua famélica ansiedade…