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O Sol da meia-noite


Há quase um mês, em 21 de Junho, começou o Inverno, oficialmente, para os países do Hemisfério Sul, ao passo que, para os povos do Norte, teve início o Verão. Nos locais próximos ao Polo Norte, mais precisamente dentro da área do Círculo Polar Ártico, ocorre um fenômeno que sempre atiçou minha imaginação bem como me enlevava à inspiração poética. É o Sol da meia-noite. Vocês já ouviram falar a respeito ou sabem o que é?

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O fenômeno ocorre nas proximidades dos pólos terrestres, durante o verão, quando o Sol pode ser visto 24 horas por dia. Isso acontece porque a inclinação do eixo da Terra em relação ao plano da sua órbita faz com que a luz solar incida quase perpendicularmente sobre os pólos, durante seis meses de cada ano. Entre outubro e março, o Sol da meia-noite ocorre no Pólo Sul; de abril a setembro, no Pólo Norte – pode ser presenciado, portanto, nos países da Península da Escandinávia (Noruega, Suécia, Finlândia e Dinamarca), além do norte do Canadá e da Rússia, em dezembro; e na Antártida em julho. Nos pólos propriamente ditos, tanto o dia solar quanto a noite duram um semestre inteiro.

Durante o verão, nunca anoitece completamente na costa da Noruega

Luz total

A cada seis meses, o eixo da Terra em relação ao Sol se inclina para um lado e depois para o outro. Isso faz com que, nos pólos, durante cada verão, a noite praticamente deixe de existir.

Fonte:http://mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-eo-sol-da-meianoite

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Coletei algumas lindas imagens numa pesquisa que fiz no Google para mostrar a vocês a beleza de tal fenômeno. Tais imagens são, especificamente, de locais na Noruega, Islândia e Lapônia (província da Finlândia), onde o fenômeno é melhor observado. Imaginem-se em locais como esses onde, por alguns dias, não anoitece, as pessoas podem sair para curtir a paisagem e apreciar o insólito curso do Sol sem que ele se ponha!

Imaginaram? Então apreciem as imagens abaixo e acessem esse link da Real Embaixada da Noruega no Brasil para mais informações e dicas de viagens.

Carpe noctem!

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Por Júlio [Ebrael]

Blogger, amateur writter, father of one. Originally Catholic, always Gnostic. Upwards to the Light, yet unclean.

// Port.: Blogueiro, poeta amador, pai. Católico, casado. A caminho da Luz, mas sujo de lama.

5 respostas em “O Sol da meia-noite”

Gostei do post, Ebrael!

Ele me fez lembrar que o fenômeno serviu de título a um grande filme, “O Sol da Meia Noite”, onde Nikolai Rodchenko (personagem do gênio Mikhail Baryshnikov) é um bailarino da União Soviética exilado nos Estados Unidos e que acaba sendo aprisionado pela KGB (o serviço secreto russo) quando seu avião sofre uma pane e pousa em território soviético. Lá tem contato com um bailarino americano, Raymond Greenwood (na espetacular interpretação de Gregory Hines) que desertou do exército americano na época da Guerra do Vietnã e foi morar em Moscou, onde acabou casando com russa, Darya Greenwood (a belíssima Isabella Rossellini).

A produção é de 1985, mas como tudo que é bom não tem idade, vale a pena conferir. O link abaixo dá uma pequena amostra do filme.

Um abraço…

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Roberto, me lembro sim do Filme (assisti a alguns trechos há alguns anos atrás, de passagem) e encontrei bastantes referências a ele durante a pesquisa por imagens para o post.

Vou adicionar o título à minha lista de reprodução para assistir mais tarde.

Obrigado pela visita e tenha uma ótima semana, na Paz de Cristo!

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Ebrael,

Quando visitei minha mãe na Alemanha, curti ver o sol brilhando até mais tarde, e tambem da luminosidade que tornava as 22:00H com um dia claro. Certa vez, minha mãe brincou com uma das netas, dizendo que era hora de dormir para ver a reação, logo veio a reclamação: “mas ainda é de dia vovó” !

As imagens que voce compartilhou sao realmente belas.

Beijinhos

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Fadusca,

Ainda deixei o link da página de pesquisa no Google Imagens com mais fotos, reparou? Lá tem mais!

Deve ser algo, literalmente, como de outro mundo! É uma mudança de ritmo completamente desconcertante. Imagino que lá as pessoas precisem de cortinas totalmente escuras, com quartos isolados da luz, para que consigam dormir.

Daí, 6 meses depois, é o contrário: noite por meses, sem ver o Sol. Nossa, que radical, hein!

Beijão n’ocê! 😀

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