Pedofilia: reivindicação de “direitos” e de “orientação sexual”


Quando pessoas como eu, e outras muito antes, diziam que a campanha por “direitos civis igualitários” dos militantes gayzistas era uma armadilha primária que visava apenas igualar condutas bizarras às tradições familiares ocidentais, não faltavam os que rasgassem as vestes em sinal de escárnio e indignação. “Lá vai o Ebrael, um reacionário homofóbico esquizofrênico!

Hoje, através das notícias, imagens e fatos que a mídia, a serviço dos globalistas estrangeiros, se esmera em tentar abafar, vemos que aquilo que parecia “teoria da conspiração” e delírio está a se tornar perigosamente real. A homossexualidade deixou de ser, de um lado, transtorno histeriforme de personalidade e ganhou status de gênero, como se fosse um terceiro sexo. Parceiros homossexuais não podem ter filhos uns com outros, mas exigem o “direito” de educar crianças segundo um modelo de família fabricado por suas mentes doentes. A homossexualidade é convite para vícios e doenças, mas seus ardorosos militantes já defendem que é a heterossexualidade, vivência natural e fecunda do sexo, que é anormal. Chamam de tirânico o nosso bem maior, nosso modelo de Família, quando é realmente tirânico o furor que suas frustrações sexuais lhes causam.

***

Tradução do artigo “It Begins: Pedophiles call for same rights as Homossexuals“, de Pat Dollard. [com comentários meus]:

Utilizando-se da mesma tática dos ativistas dos “direitos gays”, pedófilos começaram a buscar status semelhante, alegando que seu desejo libidinoso por crianças é uma orientação sexual, em nada diferindo da  homossexualidade ou da heterossexualidade. 

Críticos da conduta homossexual há muito tempo vêm nos alertando que, tão logo se admitisse a homossexualidade como simples “estilo de vida alternativo” ou “orientação sexual”, logicamente nada mais seria impossível [em termos de imoralidade]. Os defensores dos ‘gays’ levavam essas críticas como ofensivas e diziam que não seriam pivôs de imoralidades. Entretanto, vemos então psiquiatras começam a defender a redefinição da Pedofilia, passando pelo mesmo caminho que a homossexualidade há anos atrás.

Em 1973, a Associação Americana de Psiquiatria [APA, American Psychiatric Association] tirou a homossexualidade de sua lista de desordens mentais. Um grupo de psiquiatras, com a Resolução B4U, promoveu um recente simpósio propondo uma nova definição da Pedofilia no Diagnostical and Statistical Manual of Mental Health Disorders [Manual de Diagnóstico e Estatísticas de Desordens da Saúde Mental], da APA.

A Resolução B4U denominou os pedófilos [simplesmente] como “pessoas com atração por menores”. O site da organização declara que seu propósito é “ajudar profissionais da saúde mental a aprender mais a respeito da atração por menores e avaliar os efeitos dos estereótipos, estigmas e medo“‘.

Em 1998, a APA elaborou um relatório, declarando que “‘o potencial negativo’ do sexo de adultos com crianças era uma crença exagerada e que a vasta maioria, tanto de homens como mulheres, afirma não ter sofrido efeitos negativos de suas experiências de abuso sexual na infância.

A Pedofilia já tem garantida proteção especial da parte do Governo Federal [dos EUA]. Hate Crimes Prevention Act [Lei de Prevenção contra Crimes de ódio], de autoria de Matthew Shephard e James Byrd Jr., lista a orientação sexual como classe protegida; entretanto, a tal lei não especifica a expressão [orientação sexual] [podendo incluir, como quer a APA, os pedófilos].

Republicanos tentaram adicionar uma emenda, especificando que “a Pedofilia não é contemplada como orientação sexual“. No entanto, a emenda foi rejeitada pelos Democratas [gayzistas como Barack Obama, que não aceitam chamar pedofilia como crime]. Alcee Hastings, democrata da Flórida, declarou que todas as condutas sexuais alternativas [eufemismo para aberrações] devem ser protegidas pela lei. Textualmente: “o projeto de lei empenha nossa resolução para dar fim à violência originadas pelo preconceito e garantir que todos os americanos, independente de sua raça, cor, religião, pátria, gênero, orientação sexual, identidade de gênero, ou deficiência, ou todas essas ‘filias’ e fetiches e ‘ismos’, não precisem mais viver com temor pelo que são. Exorto os colegas [parlamentares] a votar pela aprovação deste projeto.”

A Casa Branca elogiou muito o projeto de lei, dizendo que “a princípio, isto não versa somente sobre nossas leis, mas sobre quem somos como pessoas. Isso tem a ver com o quanto damos valor uns aos outros, o quanto conjugamos nossas diferenças ao invés de deixá-las tornarem-se fonte de conflitos.”

No início deste ano [2013], dois psicólogos declaram, publicamente, que a pedofilia é orientação sexual, assim como o são a homossexualidade e a heterossexualidade.

Van Gijseghem, psicólogo e professor aposentado da Universidade de Montreal, disse aos membros do Parlamento [canadense]: Pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem uma pequena ofensa [pequena ofensa? Eu li isso?] de tempos em tempos, mas, ao contrário, estão lutando com aquilo que equivale à sua orientação sexual, na mesma medida em que outros podem estar lutando contra sua heterossexualidade ou, inclusive, sua homossexualidade“.

E continou: Verdadeiros pedófilos são aqueles que têm preferência exclusiva por crianças, que é o mesmo que ter uma orientação sexual [no futuro, dirão que é identidade de gênero]. Você não pode mudar a orientação sexual de alguém [querem dizer o que a pessoa é e fazê-la aceitar como verdade imutável]. A pessoa pode, entretanto, manter-se em abstinência [quando aconselhamos gays a manterem-se castos, nos chamam de tiranos].

Quando lhe perguntamos se ele estaria comparando a realidade dos pedófilos à dos homossexuais, ele respondeu: “Se, por exemplo, você vivesse em uma sociedade em que a heterossexualidade é proscrita ou proibida e te dissessem que você deve fazer terapia para mudar sua orientação sexual, você provavelmente diria que isso é loucura. Em outras palavras, você não aceitaria isso de forma alguma. Uso essa comparação para dizer que, sim, de fato, pedófilos não mudam sua orientação sexual.”

[Discurso incoerente, típico de pessoas desonestas. Primeiro: a homossexualidade não é proibida nem proscrita. Segundo: ninguém, hoje em dia, é forçado a redefinir sua conduta sexual, mas defendemos que cada um deve ter à sua disposição meios de receber ajuda psicológica no caso de desejarem, livremente, mudar sua conduta sexual. E por último: da mesma forma que eles criticam a convicção de que pessoas devem seguir sua função biológica como linha de realização como ser humano, esses ativistas decretam que uma pessoa é uma coisa e não pode mudar. Defendem a liberdade para que as pessoas se desviem, mas que jamais podem retornar. FANÁTICOS!]

Dr. Quinsey, professor emérito na Queen’s University, da cidade de Kingston, Ontario [Canadá], concorda com Van Gijseghem. Diz ele que os interesses sexuais dos pedófilos são exclusivos por crianças e que “não há evidências que esse tipo de preferência possa ser mudado por algum tratamento ou qualquer outra coisa”.

[Se um deles diz que pedófilos podem tentar manter-se castos, isso equivale a dizer que podem “resistir” como que a uma “tentação”. Para cristãos, tentação, em termos sexuais, equivale a um impulso para o que é desordenado e degradante. Logo, ou admite-se que pedofilia não é normal e quem dela sofra deva ser mantido sob controle psiquiátrico ou que é algo vergonhoso e imoral e que não deve ser tido como lícito. Minha opinião é que enquadra-se nas duas opções, com a agravante de levar a mais e mais desordens e crimes, sempre mais bizarras e abomináveis, tendo como principais vítimas as crianças.]

Em Julho de 2010, as Publicações Harvard em Saúde, declararam que “a Pedofilia é uma orientação sexual é improvável que se modifique. Tratamento, nesse caso, visa apenas possibilitar a alguém [que seja pedófilo] resistir, de forma ativa, às suas inclinações sexuais”.

[Novamente, vemos na fala dos apologistas das aberrações sexuais um determinismo destinado a cimentar uma noção dentro do senso comum, mediante sutilezas, para que depois apenas sejam modificados as formas de lidar com elas. Logo, segundo essa mesma forma mágica de ludibriar o senso comum, o tratamento passará de algo ultrapassado para uma coisa comparável a “crime contra os Direitos Humanos”. Anotem aí!]

Linda Harvey, da Mission America [Missão América], disse que a militância em favor de “direitos iguais” para os pedófilos se tornará mais corriqueira na sociedade à medida que os grupos de militantes LGBT’s obtenham mais e mais poder político e social. Isso tudo faz parte de uma agenda visando a apresentar o sexo para crianças cada vez mais jovens, cada vez mais precocemente, para fazê-las crer que, na verdade, toda amizade normal deve vir imbuída de [alguma] atração sexual

[Claro, primeiro entre as próprias crianças brincando de casinha”; depois, tornando normais e recomendáveis as “aulinhas”  sexuais com os “tios“.]

Milton Diamond, um professor da Universidade do Havaí e diretor do Pacific Center for Sex and Society [Centro do Pacífico para Sexo e Sociedade], asseverou que a pornografia infantil é benéfica para a sociedade porque, segundo ele, “Potenciais criminosos sexuais tendem a usar a pornografia infantil como forma de não atentar sexualmente contra crianças”.

[A cara-de-pau desses safados merece proteção de ambientalistas. É raro encontrar pessoas com coragem para proferir tamanha vigarice desonesta!]

Milton Diamond é conhecido conferencistas do IASHS — Institute for the Advanced Study of Human Sexuality [Instituto para Estudos Avançados em Sexualidade Humana]. O IASHS apresenta, em seu site, uma lista de “direitos sexuais básicos” que incluem o direito de participar de atos atos sexuais ou atividades , sejam de que tipo forem, cuidando para que não envolvam atos não consentidos, violência, constrangimento, coerção ou fraude“. Um outro “direito ” propalado por essa organização é ser livre de perseguição, condenação, discriminação ou intromissão da sociedade em sua conduta sexual privada“.

[Acho que as citações em negrito no parágrafo acima são auto-explicativas, não concordam? Logo, essas noções chegarão às Universidades e aos programas de horário nobre da mídia de massa. Querem poder praticar qualquer aberração sexual, inclusive contra crianças — já que não as excluem , e calar a boca da sociedade de bem. Não querem que ninguém lhes mostre a podridão de suas mãos imundas! LOGO, ESSA ESCÓRIA SE MANIFESTARÁ TAMBÉM NO BRASIL, FINANCIADA POR DINHEIRO “GROSSO” VINDO DO EXTERIOR!]

Leis que protegiam crianças de criminosos sexuais estão sendo combatidas em vários Estados [nos EUA], incluindo Califórnia, Geórgia e Iowa. Criminosos sexuais reclamam que as lei que os proíbem de morar próximos a escolas são injustas, pois que os penalizam para a vida inteira.

***

É óbvio que o discurso coitadista dos militantes gayzistas serviria como modelo a todos os outros viciados imorais. Pedófilos, como era de se esperar, saem dos armários. Clamam por “direitos” gestados em suas mentes corrompidas e infestadas pela perversão moral. Agora, querem que sua abominação seja reconhecida como “opção sexual. Não demora muito, vão querer nos fazer engolir a balela de que já nascem pedófilos. Vão gritar nas ruas que cometem crime contra os Direitos Humanos aqueles que impedem suas crianças de viverem sua “sexualidade”, defendendo emancipação para as crianças que “quiserem amar” adultos.

Mas, o que tenho a dizer sobre isso tudo? Como vejo essas coisas de forma analítica?

Segundo a dialética de Hegel, era muito útil aos planos de longo alcance dos humanistas maçons que homossexuais, judeus, negros e outros grupos fossem, por séculos, seviciados ou discriminados no seio da sociedade. Uma violência, pela Lei de Ação e Reação, nunca gera um movimento de encontro à conciliação se tal movimento estiver sendo administrado por forças políticas iníquas. Essas manipulam as emoções das massas de forma a criar pontos de ruptura e minar a unidade social que daria (como estava dando anos atrás) lugar à harmonização natural entre as pessoas que são, naturalmente, diferentes.

Assim, desgraçadamente, não foi o vício desordenado do homossexualismo que fora combatido pela sociedade durante séculos, mas as pessoas que ora sofriam com essa tentação, ora se entregavam livremente à abominação. O pecado não gera pessoas pecadoras, mas sim outros vícios que animalizam os que a eles consentem, tornando-os desequilibrados emocional e psicologicamente. Podemos falar o mesmo em relação à pedofilia, bestialidade, toxicomania (vício por entorpecentes) e a pobreza (considerada um castigo ao pecador tempos atrás).

Hoje, formam-se, guiadas pela mídia e grupos políticos internacionais, corruptos e poderosos, hordas de loucos imorais que alegam representar os “excluídos de sempre”, os “coitadinhos”. Estes, movidos por uma aversão àquela cultura daqueles que consideram ser os grandes criminosos da humanidade, cometem tantos e quantos crimes mais brutais, falando em igualdade mas reivindicando “direitos” excepcionais à moda fascista; falando em respeito, mas violando todas as leis e escandalizando a população de bem, e; falando em dignidade, propõem toda sorte de aberrações morais como modelo ideal.

Mentem para todos, e mentem muito mais para si mesmos, quando alegam desejar a liberdade e se entregam livremente ao delírio mais bruto. Falam em puro amor cristão a todos, mas se juntam todos a vilipendiar outros cristãos, cheios de ódio e ressentimentos. Reclamam sua liberdade de expressão, mas não aceitam que outros manifestem livremente sua ideias, sem desconfiar como podem suas próprias ideias soarem tão bizarras e descabidas.

Ou a sociedade acorda e sai de cima do muro, deixando de lado sua falsa neutralidade e sua covardia, ou as bestas imorais, guiadas por pessoas que odeiam a humanidade e querem nos privar de nossa Liberdade, nos pisotearão a todos, nossos templos, nossas casas e arrancarão de nós as nossas crianças para suas bacanais pagãs.

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Fonte: http://patdollard.com/2013/07/it-begins-pedophiles-call-for-same-rights-as-homosexuals/

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7 Replies to “Pedofilia: reivindicação de “direitos” e de “orientação sexual””

  1. TODOS ESTES DESEQUILÍBRIOS SÃO O FUNDO DO POÇO DA LIQUIDAÇÃO MORAL. HÁ QUANTOS ANOS VENHO, COM OUTRAS PESSOAS, ADVERTINDO SOBRE ESSA LIQUIDAÇÃO NO “BLOG RACIOCINAR…” MAS, ACREDITE, EBRAEL, ESTE É O FIM NA TERRA DESSES E DESSAS QUE NUNCA SOUBERAM CONJUGAR O VERBO AMAR. ESTÃO SE DIZIMANDO, PORQUE ELES PRÓPRIOS SE CONDENARAM. NÃO CONSEGUIRÃO JAMAIS DESTRUIR O BEM, ESTÃO É DESTRUINDO O MAL QUE ESTÁ NELES MESMOS, PORQUE SEMPRE SE JULGARAM MELHORES DO QUE OS OUTROS E COM DIREITO DE AGIR OSTENSIVAMENTE CONFORME O SEU DESEJO E VONTADE E, NÃO, DE FORMA A RESPEITAR TUDO E TODOS. PARA RESPEITAR TUDO E TODOS É IMPERIOSO COLOCAR FREIO NOS DESEJOS E NAS VONTADES. A VIDA SEM LIMITES TORNA-SE UM ZERO À ESQUERDA, CAI NO VAZIO. E QUANDO CAI…. NÃO RECUPERA NUNCA MAIS! LOUVADA SEJA A LUZ DA DIVINA PROVIDÊNCIA, QUE NOS AMPARA, QUE NOS PROTEGE, NOS GUIA E ILUMINA! MEU ABRAÇO RACIONAL! 😀

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    1. Nágea, se esses degenerados estivessem apenas se auto-destruindo, embora suscite pesar de todos os cristãos SINCEROS, estariam usando seu livre-arbítrio para escravizarem apenas a eles. O que escandaliza é que pretendem estender sua escravidão tirânica a todo o mundo, com vistas a corromper inocentes.

      E isso é inaceitável, pois violam tanto a integridade moral da sociedade (que já anda em frangalhos) como a liberdade de consciência, ao forçarem a criminalização daqueles que, escandalizados, os acusem de suas abominações. Querem corromper a todos, inclusive às crianças!

      Quero continuar a crer que o futuro do Mundo será das crianças das próximas gerações, mas crianças maduras e realizadas, e não a escravas sexuais de degenerados.

      Um abraço e Bendito Aquele que vem em Nome do Senhor! 😀

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  2. Republicou isso em ACID BLACK NERDe comentado:
    Antigamente eu achava isso que eu vou dizer agora a coisa mais idiota do mundo: Hoje os gayzistas usam o exemplo dos negros para justificar pra eles privilégios, direitos e compensações. Adoram falar que no passado negros não tinham direitos e que hoje eles são os novos negros. É muito difícil não imaginar que no futuro pedófilos não usarão o exemplo dos homossexuais para justificar a causa deles. Eles poderão dizer que um dia homossexuais também já sofreram preconceito e que uma lei antipedofilofobia se faz necessária. Infelizmente, o oportunismo faz com que certos grupos utilize a história nobre de outros para promover suas agendas. É como criar uma cota para negros e não querer que reinvindiquem cotas para índios depois. Este é o famoso problema do precedente. Ele não causa mazelas a curto prazo, mas pode ser perigoso com o tempo.

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  3. As tortuosidades sociais, as tenebrosidades delas, apontam dias sombrios do ponto de vista sócio moral. O suposto direito do direito quando foge do coletivo na direção do indivíduo ou de minorias absolutas, torna-se em parte, degeneração dos princípios sociais. São ilhas criadas sobre bombas preste a explodir. Liberdade enquanto direito, na sua liquidez são identificadas vertentes que se opõem no sentido da igualdade. Tocqueville, numa visão romanceada, pressentiu identificando que quando se busca iguais entre opostos, vislumbra-se a igualdade tanto na liberdade quanto na servidão. Se algum principio norteia ilhados – por vontade e desejo do inconsciente emocional, ou por causa própria conscientemente, a quem ou a que servirão? Deuses que buscam prazeres acima de qualquer relevância moral, voltaram a reger o universo cujo modelo desintegra a família. Pedofilia, enquanto patologia, pode ser entendida e aceita do ponto de vista médico social. Há tratamentos para minorar seus efeitos. No entanto, quando um indivíduo se vale apoiado nessa base para dar vazão aos instintos bestiais com objetivos definidos tipo “o que vale é a safadeza”, é hora da sociedade intervir. Duramente. O aceite do acinte ou mesmo a discussão do caso, é abrir conceituação inaceitável, não só do ponto de vista religioso, mas principalmente familiar.

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