Mais médicos? Para quê?


Clique na imagem e conheça o “currículo” de Dilma Rousseff.

O Brasil não precisa de mais médicos, mas de vergonha na cara para que não eleja para presidente da República uma pessoa que, além de ter atuado como assaltante de bancos e integrante de grupo terrorista no passado, não tem nem mesmo o cacoete para mentir “decentemente”. É vergonhoso a qualquer brasileiro ter um presidente que não presta nem para mentir. Os filhotes da esquerda brasileira aprenderam a assaltar o país, praticar terrorismo armado e de Estado, pregar imundícies para a juventude, mas nunca adquiriram a proficiência necessária para disfarçar suas intenções antipatrióticas.

A hipocrisia, que descrevi em meu artigo anterior, grassa sempre mais insidiosa entre as fileiras do “politicamente correto”. E essa hipocrisia, regada nos jardins do Planalto Petista, é uma das piores: a hipocrisia demagógica, aquela que leva o povo a aderir a uma caridade social às avessas. Estaremos permitindo a vinda de médicos cubanos, em aviões “negreiros”, para quê, exatamente? Perguntas que se resolvem em si mesmas:

Será para aumentar o atendimento da população carente do interior do País? E qual seria a qualidade desse atendimento? Não seria ela duvidosa, a saber pela recusa do Governo em submeter tais médicos à validação de seus diplomas pelo órgão (in-) competente?

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Sobre a Hipocrisia e o verbo Revelar


Esses dois termos me vieram à mente ontem à noite, antes de dormir. Decidi refletir sobre eles. Com relação ao primeiro termo, não encontrei nada na internet que fosse à sua raiz morfológica para lhe dar o significado. Sobre o segundo, há alguns que se debruçaram a respeito. No entanto, resolvi expor abaixo minhas próprias reflexões acerca deles.

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Por Ebrael Shaddai.

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Hipocrisia

Essa é uma palavra originária do grego, composta pela junção de ‘ypokrisis‘Ypo significa “sob, que está embaixo”, enquanto krisis denota “crise, momento de contradição”. É da krisis, por exemplo, que pode advir a metanoia (mudança, conversão). De krisis, nasce o termo crítica, que supõe uma advertência que nos exorta à reflexão e à mudança.

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Khaled Shahrour e Alejandro Sanz


Eu, que sempre adorei música espanhola (principalmente, flamenca), busquei esta noite algumas canções para relaxar diante de tantas asneiras que leio na internet e tantos fatos que quase nos levam a um surto psicótico. Músicas alegres. Tinham que ser alegres, imbuídas de arte e leveza. Daí, encontrei duas canções que trouxe para fazer vocês despertarem em grande estilo nessa manhã de quarta-feira, 21 de agosto.

A primeira é uma versão em guitarra flamenca da clássica Besame Mucho, tocada pelo talentoso (meio marrento, claro) Khaled Shahrour. Se eu tocasse violão ou guitarra flamenca, com certeza recorreria a vídeos dele para exercícios.

A segunda canção é uma das canções de Alejandro Sanz que mais gosto. Muito inspiradora, por sinal, a começar pelo título: Donde Convergemos (Onde convergimos).

Tenham uma ótima semana, ao som dos acordes e notas espanholas destes dois grandes nomes da Arte!

Sabotagem contra mim? Talvez. Mas, por quê?


Há, pelo menos, dois anos, o Dies Iræ vinha mantendo uma média de 200 a 300 acessos diários em visitas. No entanto, “estranhamente”, desde a publicação de uma certa postagem (sobre o ultraje de gayzistas e feministas contra símbolos católicos em julho de 2013, lembram?), o blog decaiu em número de visitas de forma espantosa e mais do que suspeita. Não somente os artigos polêmicos sofreram perdas significativas, mas também aqueles que, nesses últimos quatro últimos anos, vinham mostrando uma audiência constante em assuntos diversos.

(Clique na imagem para ampliar)

Suspeita de sabotagem do Google ao Dies Irae
Depois de denunciar a corja gayzista, apoiada pela presidente Dilma Rousseff, Dies Irae sofre vertiginosa perda de visitas, inédita em 4 anos de denúncias similares.

A queda nos números é mais do que estranha, na medida em que mais e mais acessos têm sido registrados e originados dos locais onde se situam os servidores do Google e do WordPress. Seria exagero da minha parte suspeitar de uma sabotagem por ordem dos gigantes que mandam na mídia? Eu acho que não, ainda mais sabendo que agências americanas e europeias de espionagem controlam totalmente o fluxo de informações em toda a internet. Isso tudo considerando que mais de 90% das visitas diárias, quando não em raras exceções (como em campanhas no Facebook), vinham do Google.

Não descarto mesmo a influência nefasta da Governança que comanda o Facebook que, inclusive, já anda policiando e, arbitrariamente, bloqueando vários usuários e páginas por criticarem abertamente o desgoverno de Dilma Rousseff e/ou a psicopatia da militância gayzista.

É claro que não me importo seriamente com isso, já que não dependo do blog para pagar minhas contas (nem pretendo). Mas, é lamentável constatar, de perto, que a liberdade de expressão nunca antes foi uma realidade tão ridícula e fedorenta, em todos os sentidos imagináveis, nos dias atuais!