João Paulo II, Apóstata descarado!


Abaixo, uma simples mostra de imagens que, segundo a citação de São Paulo que segue e documentos pontifícios anteriores, indica que a Sé de Pedro, já na década de 1980, era ocupada por apóstatas. Me refiro aqui a Karol Wojtyla, também como João Paulo II. No vídeo, o vemos receber na Basílica de Assis, em 1986, sacerdotes de diversas religiões pagãs, além de muçulmanos (cuja Sharia e Corão incitam a matança de cristãos), para rezarem diante do Altar da Comunhão. Há inclusive xamãs que acendem incensos e fazem suas preces a seus deuses (demônios) diante do Altar da Eucaristia, profanando-a de forma abominável.

Para quem conhece um pouquinho de Direito Canônico e Catecismo (além de bulas e encíclicas anteriores), fica evidente que ele incorre automaticamente em excomunhão latæ sententiæ (automática) por flagrante APOSTASIA.

Bem, que fique claro que respeitar os outros e suas opções não é o mesmo que se juntar ao próximo em suas opções, misturando-se a elas, como se tudo fosse válido, como se o deus dos outros fosse o mesmo Deus único nosso. Não, só há uma Igreja, uma Fé e um só Batismo, e estes são incompatíveis com as práticas pagãs. E, além do mais, a Casa de Deus é casa de oração, não um covil… para a prática de profanações abomináveis.

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Aparições de Nossa Senhora no Egito


Nestes tempos de perseguição brutal e genocida contra cristãos no Oriente Médio, e cultural no Ocidente laicista, deveríamos nos lembrar dos apelos de Nossa Senhora que, por meio de milagrosas aparições em diversos lugares do mundo, chama os pecadores à conversão e à oração. Muitas dessas aparições são simplesmente ignoradas e as mensagens, deixadas então por Nossa Senhora, rejeitadas por muitos que dizem pertencer ao rebanho de Cristo.

Nesta postagem, falaremos sobre as mais recentes das aparições de Nossa Senhora no Egito, algumas delas registradas em fotos, vídeos e depoimentos de pessoas que professam diversos credos, não somente cristãos, mas inclusive muçulmanos e judeus. Milhares se converteram à Fé Cristã e deixaram, ora suas heresias, ora sua idolatria pagã.

Foto tirada da aparição de Nossa Senhora sobre a Igreja de São Marcos em Zeitoun, Egito, 1968.

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Zeitoun, Egito, 1968

Como todos devem saber, nos países do Oriente Médio os cristãos constituem minoria, sendo a maioria de muçulmanos. E isso mesmo considerando que a Fé Cristã surgira 6 séculos antes do Islã, sendo suplantada, no entanto, através de uma brutal campanha de conversão forçada empreendida pelos seguidores do pederasta Maomé, esse mesmo que sodomizou uma menina de 9 anos, tomando-a como escrava sexual, e que cria num deus (Al-Illah, ou Allah) que chefiava 360 outros deuses, segundo a crença das tribos árabes pagãs.

Sim, esta terra (Egito) em que pisaram Maria e José, com Jesus recém-nascido nos braços, fugindo da perseguição de Herodes, presenciou uma das mais bem documentadas manifestações da Virgem Santíssima dos últimos tempos. A seguir, um trecho da descrição destas aparições, segundo o site Derradeiras Graças:

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Sobre o livre arbítrio


Como nada é absoluto e isolado neste Universo, essa regra também se impõe ao livre arbítrio ou ao determinismo. Não pode haver livre arbítrio se esse não se mover para além dos limites da fatalidade e do automatismo instintivo. Aliás, a liberdade só tem sentido, como bem humano, enquanto soergue-se para derrubar limites.

Mas, tomemos cuidado: romper limites não significa demolir a casa, mas saber abrir e fechar as portas, sair de casa e voltar para ela na hora segura. Não há liberdade no Caos, bem como não há progresso na desgraça! Ao sairmos pela soleira da frente de casa, tomemos cuidado para que as portas não se tranquem por dentro, ficando então nós “sem pai nem mãe” no Mundo.

“A Liberdade é a primeira Guardiã do Dever, pois somente assim pode reivindicar Direitos”.

A Cruz invertida e a retórica do escárnio


Dentre as táticas preferidas da Sinagoga de Satanás para a desmoralização de seus opositores (dentre eles, o principal é a Igreja), está o escárnio. O escárnio é a forma vil de ridicularizar algo, alguém ou algum grupo de pessoas, usando-se do que esses tenham de característico, não se preocupando se se está fazendo alusão a fatos reais, meias verdades ou folclores. O escárnio é o que dá origem à popular fofoca de comadres.

Sabendo já do que é essencial para este artigo, reproduzo a solicitação de uma amiga cristã protestante, dirigida nesses termos por e-mail:

Escreva um artigo em seu BLOG, tipo pegadinha.  Ou seja, chame atenção para um título sobrenatural, ligado ao Anticristo e esclareça de uma vez por todas que a Cruz Invertida não significa satanismo para os católicos, desde sempre, e sim faz uma referência ao apóstolo Pedro, mártir da Igreja  que quis morrer dessa forma, de cabeça para baixo.
Mesmo não sendo católica, tais comentários me soam ignorantes e tendenciosos.  É necessário que um católico esclareça.Embora muitos já o tenham feito.  Agora, com O ROCK IN RIO, novamente essa cruz foi apontada como SATÂNICA.

Entre tantos exemplos de escárnios, esse supracitado é um dos que mais me irritam, por dois motivos: pela malícia amadora dos que espalham essas lendas e a burrice dos que dão ouvidos a elas. Ah, falta de Fé? Fé passa longe dos que sentem dúvidas em relação a essas “pérolas”. É falta mesmo de prática do raciocínio!

Vamos delinear os fatos:

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A Igreja e a Cruz

Desde os primórdios da Igreja, organizada em bispados e presbitérios, a Cruz sempre foi o símbolo e penhor de nossa Salvação pela Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. É fácil atestar isso pela leitura das cartas de São Paulo e pela mesma fala de Jesus. Alguns perguntarão: “Mas, não era o peixe o signo com que se identificavam as comunidades cristãs na Igreja primitiva?” Era sim, mas por motivos de segurança, pois o peixe era um signo comum e não ligava diretamente os cristãos perseguidos à doutrina do “Nazareno”, evitando assim a identificação das pessoas mais simples, que facilmente entregariam, por falta de preparo, os presbíteros e bispos. Aí arremesso outra pergunta: quantas vezes encontramos, nas cartas de Paulo e após o início da pregação apostólica, o peixe como símbolo da Doutrina? E por aí vai…

A Cruz sempre foi o pilar da vida do cristão, em toda a História, desde o início da Era Cristã. Todos os delatores e críticos pagãos daquela época escandalizavam-se contra os cristãos pela forma com que entregavam sua vida, se fosse preciso, pela prática da virtude altruísta e pregação da Palavra do Nazareno, renegando os prazeres fáceis deste mundo e refutando o caminho da Iniquidade. E que símbolo melhor se coadunava com a entrega a esse martírio que a Cruz? Resposta: NENHUM!

Abraçando a Cruz do dia-a-dia, suportando uns aos outros na Fé, na vitória sobre as tentações e os pecados, chegariam à tão almejada vida de Graça aqui neste Mundo e à vida eterna na presença de Deus após ter lutado o Bom Combate contra os principados e potestades, que odeiam os batizados e os escarnecem desde aquele tempo, de todas as forma possíveis. Hoje, claro, com mais ardor do que nunca antes!

Papa na Cathedra e São Pedro crucificado de cabeça para baixo.
Papa João Paulo II na Cathedra e São Pedro crucificado de cabeça para baixo.

No entanto, com o passar dos tempos, a Igreja, fundada na Sé de Pedro (comunidade de Roma) e sob o Magistério dessa, adotou como um de seus símbolos a Cruz invertida, não como negação de Cristo, mas por alusão à forma com que Pedro decidiu entregar sua Vida na cruz (de cabeça para baixo). Afinal, se São Pedro, legítimo líder investido pelo Senhor, se achou indigno de morrer como Cristo, de cabeça para o alto por sua Supremacia espiritual, como seus filhos na Fé poderiam desejar outra morte?

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