Gilberto Gil maconheiro

Abaixo, um vídeo que achei na internet, em que Gilberto Gil numa entrevista, mesmo editada, mostra os efeitos que a maconha causa à capacidade de raciocínio de um ser humano. Dirão do vídeo: “Ah, mas a entrevista foi editada, e destacaram apenas alguns trechos de forma tendenciosa!”. Mas, vê-se pela edição que não é feita nenhuma tentativa de manipulação do que ele dissera, e sim que destaca-se a dificuldade que ele tem de articular raciocínios claros.

Ele já era viajão por natureza. Tomou LSD e mescalina nas antigas, admitiu ter fumado maconha até os 50 anos de idade (e hoje come?). Atualmente, a verborragia que emana de sua mente conturbada, intoxicada e senil, acrescida aos evidentes sinais da noia, nos leva a questionar do motivo de alguém assim ter sido elevado ao cargo de Ministro da Cultura do Brasil. É esse tipo de referência da contra-cultura que queremos para as futuras gerações, uma tal que, com seu currículo, traz registros de crimes e apologia às drogas?

4 comentários em “Gilberto Gil e o esquecimento da Cultura

  1. Infelizmente você tem razão. O pior é que essa onda surgida com mais intensidade nas décadas de 70 para cá tem se intensificado a ponto de estar sendo liberada de país a país. É um preparo do maligno para transformar certos indivíduos em zumbis. Facilmente manipulados.

    Meu irmão, carioca como eu, parou e perguntou a um jovem encapuçado porque ele estava depredando tudo. Respondeu: Não sei, e continuou em seu ato insano.

    A separação do Joio e do trigo ou dos bodes e ovelhas já esta sendo feito. A Palavra diz: Quem for mal continue a fazer maldades, quem for bom continue na prática da bondade. Como se fosse algo da natureza de certos humanos, tão arraigado que seria inútil fazer qualquer coisa.

    É tão absurdo como os do Mundo vêem o Mundo que denominam crianças rebeldes, arrogantes, capazes de matar, de crianças Índigo ou Cristal. Tidas como seres de alta evolução, vindas de Marte.

    Paro por aqui. Mais uma vez, repito; você tem razão.

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  2. Isso, digo isso porque aquela coisa no vídeo nem pode ser chamado de gente, deveria estar numa jaula, um cara desses representar a cultura de um país é o fim da picada. “O Predador” é um dos que promovem marchas pela liberação da maconha, como se liberar essa droga ficasse só nisso, abre brechas para qualquer outro tipo de drogas que se conhece, advogados especialistas em abrir brechas na lei não faltam.
    Pior, é essa corja que nos governa, que depreciam a sociedade, destroem famílias inteiras, é simplesmente abominável.
    Abraço EBRAEL!

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    1. Aurélio, obrigado por ler e colocar suas ideias! 😀

      O que posso dizer é que tudo isso é bem mais abrangente. Eles não visam simplesmente legalizar as drogas, pois quanto mais pessoas se eximem de condenás-la ou – pior ainda – quando passam a fazer uso delas, mais legitimidade implícita elas dão à ação dos defensores do uso de drogas. Não é necessária uma campanha legal para isso, pois a mídia e o escárnio público da Fé e da Razão já dão conta do recado.

      O que eles fazem hoje é um experimento de Engenharia Social, testando a reação da população por meio de atentados à ética e contradição ao Direito. O que isso quer dizer? À medida que as pessoas, anestesiadas pela falta de vigilância moral sobre suas famílias, afrouxam as cordas e aceitam que as leis sejam transgredidas, elas acabam ficando desarmadas para quando precisarem exigir seus direitos. Elas não sabem reagir à chantagem, não conseguem antever o engodo por trás de campanhas maliciosas de setores coitadistas do ativismo político. Exemplo do que eu falei é a conivência da população frente a essa apologia ao crime e uso de tóxicos sob o pretexto de defesa da liberdade de expressão, chamada Marcha da Maconha.

      Mas, se os próprios petistas, ao censurarem as críticas da mídia com sua patrulha virtual, gritam que a liberdade de expressão NÃO É ILIMITADA, como a apologia ao uso de drogas pode ser admitida?? Essa estimulação contraditória de direitos vs. criminalização, sempre parcial e nunca isenta, é que confunde as pessoas e paralisam o raciocínio do brasileiro, que já não é lá muito proficiente (mas deficiente, mesmo).

      Um abraço do amigo,
      Júlio.

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