Querem justiça social?


Há alguns dias atrás, às vésperas do Natal, vadios membros de movimentos sociais invadiram uma filial de uma rede de hipermercados em Belo Horizonte. Exigiram 300 cestas básicas para que saíssem e deixassem o local.

Quer dizer: fazem propaganda dos métodos de confisco fora-da-lei, e ainda querem ganhar a simpatia do povo por causa das cestas básicas? Quem não sabe que são esses mesmos movimentos que apoiavam os Black Blocs que vandalizaram e aterrorizaram cidades do país inteiro?

Vem com essa conversinha de Justiça Social? Sim, vamos conversar, mas com quem trabalha, com quem tem mais o que fazer, mesmo que seja estudar, melhorar para conseguir um trabalho. Com vadios, o Brasil não deve negociar, muito menos com essas hordas de ladrões e criminosos (financiados por facções de partidos esquerdistas) nem com a parte vadia dos universitários.

QUEREM O QUE? JUSTIÇA SOCIAL?

No tempo do meu avô, essa “justiça” fazia-se com relho de cavalo e surra de facão! Como complemento “justo”, imergia-se o “injustiçado” em banheira com água, sal grosso e vinagre! Após a recuperação do “pobre coitado”, dava-lhe como prêmio uma enxada ou foice para carpir e uma cacetada nas pernas a cada vez que acordasse tarde.

VAGABUNDOS!

Denúncia contra o “Especial de Natal” do grupo Porta dos Fundos


Não é a toa que o nome desse grupelho de babacas sem vergonha é “Porta dos Fundos”. Seus extintos cérebros devem estar no lugar de seus terminais defecatórios.

Zombam mundo afora de muçulmanos, e como reage a mídia? Com medo, respeito e peninha dos “perseguidos” muçulmanos. Claro, está tudo dentro dos propósitos dos “politicamente corretos”.

Mas, vejam aqui, a Globo e empresas afins dando guarida a um bando de medíocres que zomba, em série (sim, eles têm séries inteiras ultrajando o Cristianismo), da Fé Cristã, com aplausos dos “sábios” ícones da Rede Esgoto e com a “complacência” do povo que se diz “católico”. Estamos vendo, dia a dia, o artigo 208 do Código Penal (que deveria nos dar proteção contra vexames e ultrajes) ser usado somente a favor dos outros credos, menos da Fé Cristã, que é solapada e pisoteada com fúria pela mídia, pelo Governo Petralha e movimentos financiados pelo Socialismo de Estado (gayzistas, feministas, abortistas, MST, etc).

Nessa semana, vimos essa corja de criminosos canastrões, chamada Porta dos Fundos, destilarem mais uma dose de seu ódio anticristão contra a Tradição Católica, professada por mais de 68% da população brasileira, numa clara demonstração de desrespeito para com o povo, a Lei, na certeza da impunidade e do sucesso entre os propagadores do ódio religioso. Fizeram uma paródia do Natal que mais parece uma piada em rede nacional, piada de mal gosto, que esquarteja o sentimento religioso de um povo.

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Professora é demitida por denunciar salas de aula precárias


Não sou adepto das chamadas retrospectivas de final de ano. Não gosto desse negócio de remoer audiência por fatos já noticiados. Mas, a barbaridade que vou denunciar, mesmo tendo se passado há dois meses, não poderia ser negligenciada por mim de forma alguma.

Meus agradecimentos à leitora Leila Oliveira, que me informou do ocorrido e me sugeriu publicar uma postagem a respeito.

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Mensagem a Lauryn Hill, presa por denunciar a Verdade


Lauryn Hill é uma cantora norte-americana de rap, soul e rythm & blues. Foi a única artista na História a receber onze indicações ao Grammy, isso em 1999, pelo álbum  Miseducation of Lauryn Hill (1998), levando cinco prêmios naquela ocasião.

Depois de sobreviver aos bastidores das gravadoras, em meio a crises de estresse e pressões vindas de todos os lados, Lauryn Hill cansou-se de abastecer os cofres dos magnatas da mídia com centenas de milhões de dólares e foi pesquisar o que acontecia no submundo da máfia fonográfica.

Pouco a pouco, ela foi desvelando tudo o que acontecia por trás dos cartéis do showbizz americano e mundial. Presenciou as armações usadas pelos dirigentes da música para cercear a liberdade de manifestação dos artistas, chantageá-los com ameaças financeiras ou, mesmo, ameaças covardes de morte.

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