Mulheres: entre a vaidade e o amor próprio


Por uma amiga carioca que eu adoro e que está triste.

Vejo homens por aí fazendo amigas minhas se apaixonarem por eles e depois sumirem mais rapidamente que vírus da Gripe A. E o que me deixa mais triste: constato que elas sentem falta dos elogios escorregadios deles.

Um homem que não é capaz de provar o que fala, faz melhor se ficar calado. Se um homem fala que uma mulher é linda e não é capaz de demonstrar isso por a+b (fazê-la sentir isso de forma inequívoca e eficaz), é melhor que nem se manifeste.

Se o homem (?) não é capaz disso, então o resto é verborragia, pedantismo ou falsidade — sendo estas três coisas seguramente descartáveis para uma mulher que nutra o mínimo de seu amor-próprio e cujo orgulho ainda esteja vivo. A mulher que se satisfaz com vaidade ou afagos ao ego, está pedindo pra ser enganada ou iludida.
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Mulher, você não precisa que um inútil lhe repita o que é óbvio! Garanto que um papagaio é bem mais sincero e não some com tanta facilidade.
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Ei, você aí! Você mesmo, homem-mosca (aquele que põe ovos e some): assuma o que fala ou, então, desapareça! Não esqueça: a fila anda e não suporta mala!
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4 thoughts on “Mulheres: entre a vaidade e o amor próprio

  1. Não sei se a culpa disso é do homem não. Na verdade não existe um culpado. No fundo a mulher sente quando há sentimento de verdade ou quando só está sendo usada.
    Acho que a ausência de amor próprio somada a uma carência evidente, faz com que soframos essas decepções.
    Aprendi da pior maneira possível que quando a gente dá o nosso coração, a nossa felicidade a outra pessoa, essa pessoa faz o que bem quer. Há quem multiplica nosso amor, nossa felicidade, mas também há quem brinca com nossos sentimentos inclusive jogando fora a nossa felicidade.
    Mas como diz o bom e velho ditado, é errando que se aprende! Basta erguer a cabeça e buscar a felicidade. 😀

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    1. Oi, Bárbara! 😀

      O que questiono não é se a mulher tem ou não parte da culpa. O que ataco é a covardia e inépcia de alguns homens em cumprir e demonstrar o que falam, ao invés de fugirem, correrem daqueles sentimentos que eles mesmo parecem querer passar.

      Sobretudo, a carência feminina puxa a sardinha do lado do amor próprio para o da vaidade fútil, inútil e infrutífera. Esperar elogios, após ser “viciada” por tais homens, faz com que essas mulheres valorizem mais as aparentes demonstrações de afeto do que a ação, que dispensa qualquer palavra. Para mim, elogios não valem nada se não acompanhadas da ação romântica eficaz. NO caso de quem elogia ser um amigo, um elogio deve ser acompanhado de real preocupação e valorização desse amigo.

      Obrigadinho por vir, bom fim de domingo! 😀

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  2. É preciso, Mano, que mulheres assim se reciclem para que a inutilidade desses tipos de homens (? – gostei de sua interrogação), seja tão grande, que eles próprios se incumbam de seu retorno ao depósito de lixo de onde saíram, ou, prefiro esta alternativa, que se reciclem também e se tornem verdadeiramente HOMENS! FRATERNO ABRAÇO E UMA ÓTIMA SEMANA JUNTO A TODOS QUE LHE SÃO CAROS!

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    1. Oi, Nágea! 😀

      Como falei, melhor que um homem inútil que repita o óbvio, é um papagaio que só repete sinceridades, ainda que indelicadas às vezes. Sim, esses homens (?) não são verdadeiros homens, são apenas moleques, projetos de homens que apodrecem antes mesmo de amadurecerem.

      Um abração do Mano,
      Ebrael

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