O sistema financeiro, a falsa liberdade e a marca da Besta


Eu sou muito resistente a certos sensacionalismos, principalmente aqueles que se baseiam em profecias, depois de já ter me iludido por muito tempo com eles. No entanto, hoje em dia, os governos e políticos a nível mundial só têm vindo a querer confirmar o que muitos religiosos pregam acerca do Apocalipse.

Um dos temas apocalípticos mais polêmicos é o que se refere ao aparecimento do Anticristo e da “marca da Besta”. Segundo o livro do Apocalipse, o Anticristo reuniria todas as nações da Terra para destruir Israel (no sentido próprio, não simplesmente o Estado de Israel) e os que confessam o nome de Jesus Cristo. A tal “marca da Besta” seria um sinal posto à testa e na mão direita de todos aqueles que não seguissem a Lei de Deus e renegassem o nome de Cristo, para sua escravização e condenação de suas almas, sem a qual não seria possível a ninguém comprar ou vender coisa alguma.

Tópicos:

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Preâmbulo

Poderíamos dizer que os atuais dispositivos que substituem o dinheiro já cumprem esse papel. Mas, na verdade, esses (e outros) seriam apenas meios para chegarmos à extinção do valor das coisas e a atribuição arbitrária desse pelas elites da Nova Ordem Mundial, constituída por usurpadores laicistas e ateístas, que odeiam tudo que se refira a Jesus Cristo e à sua Igreja.

O papel-moeda, a despeito de sua aparente revolução em termos de praticidade e portabilidade, distorceu a noção de valor das coisas que realmente representavam a escassez (ouro, prata e outros metais preciosos) e o colocou nas mãos daqueles que começaram a atribuir um valor especulativo a tudo, e não mais em função da quantidade de riquezas que, a princípio, era o que pretendia representar.

Assim, a riqueza não mais seria anotada pela quantidade de bens possuídos efetivamente pelos indivíduos, mas pelo valor determinado para os bens pelos detentores dos meios de pagamento, que dominariam desde os sistemas de produção de bens e serviços, sua comercialização, negociação de títulos e intermediação de valores. Então, todas as pessoas estariam à mercê dos que intermediam valores, não mais podendo realizar-se qualquer operação sem passar antes pela vigilância centralizada das elites financeiras globais. A liberdade de ação aqui é inexistente, principalmente quando as opções dadas nos remetem ao mesmo sistema central de dominação. Quem já leu as considerações acerca de Poder e Liberdade de Kant e Michel Foucault sabe do que estou a falar.

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O dinheiro como dívida

Bem, esse assunto já foi abordado em artigo anterior, com vídeos bem elucidativos. O dinheiro foi criado como instrumento de usurpação, de drenagem fraudulenta de riquezas. Ainda que aleguemos que antes o Poder não era livre (segundo Kant), porque se baseava na exploração do homem pelo homem através da violência, o dinheiro transformou esta mesma exploração pela violência em usurpação cínica, uma revolução de veludo sem derramamento de sangue (ou seja, sem perda de “capital” humano).

Se antes, a violência mantinha aceso o instinto de auto-defesa dos oprimidos, ainda que sob risco de extinção dos mesmos, com o surgimento do dinheiro houve a vinculação definitiva entre exploradores e explorados, onde os primeiros passaram a coagir os segundos a servirem de forma leniente e, na maioria das vezes, voluntária. O fim dos sistemas escravagistas não significou, de modo algum, a abolição da servidão, mas seu recrudescimento definitivo.

Dinheiro como dívida.
Dinheiro como dívida.

Resumidamente, segundo o sistema de crédito vigente atualmente, os bancos ganham dinheiro cobrando juros sobre o dinheiro criado. Ou seja, eles cobram para produzir os créditos em forma de papel-moeda e, num segundo momento, pela intermediação desses créditos e no ato de receber os mesmos créditos de volta. É por isso que, exceto pelo serviço bancário de guardar valores nominais, é imoral e escorchante que paguemos juros por meios que servem para quantificar e receber nossa própria riqueza.

E como o dinheiro é criado? Por que fabrica-se papel-moeda? Cada nota ou cédula de dinheiro é criada como uma notação de dívida contraída por um cidadão ou empresa qualquer. O cidadão vai à instituição financeira, pede um empréstimo (apara aquisição de algum bem ou serviço) ou compra um título, dando certas garantias de pagamento futuro (a juros).

A instituição recolhe as garantias, subscritas pelo cidadão e emite um crédito a ser vinculado à sua conta bancária. Tal documento é enviado ao Banco Central do país, o qual fabrica a quantidade requerida pelo cidadão acrescida dos juros a serem atribuídos ao credor.  O problema é que o preço dos bens é superestimado pelos juros cobrados pelos credores, que também controlam muitas empresas que fabricam esses mesmos bens.

Daí, ocorre que o cidadão sai perdendo em, pelo menos, duas etapas deste processo (pagamento de juros aos credores para comprar um produto financiado na outra ponta por aqueles mesmos credores). Os bancos saem ganhando sempre, dessa forma, enquanto o poder aquisitivo do cidadão decresce progressivamente. É um assalto travestido de legalidade, maquiado por inúmeros processos muitas vezes complicados demais para que um cidadão comum, sempre mais atarefado e intimidado, consiga perceber. É a forma mais segura e indolor que as elites financeiras internacionais encontraram para drenar riquezas e acumular poder sem que as massas percebam, já que não se usa mais a violência para isso, justamente o que faria com que as massas despertassem para seu instinto de auto-defesa.

O atual sistema monetário, além de cruel e usurpador, é falso em toda a sua estrutura. O dinheiro não serve mais para aferir o valor real das riquezas produzidas, já que criaram-se produtos financeiros voláteis e imponderáveis (imateriais) que baseiam-se em cadeias de processos de expropriação de valores quase ad infinitum. Perde-se o foco das riquezas reais e entra-se nu mundo de faz-de-conta controlado unicamente pelos “gerentes” do sistema fechado em que limitam cada vez mais nossas opções econômicas.

O dinheiro, que é o que nos cedem por nossos serviços, passa a não ter valor algum (ou um valor fictício fixado por bancos através das políticas de juros), enquanto os bens que realmente têm valor (terras, reservas de água e biodiversidade, petróleo, fontes de energia, minérios raros, etc.) vão se tornando cada vez mais inacessíveis ao cidadão comum.

Reservas fracionadas – Esse é a expressão pela qual as instituições bancárias chamam o tipo de operação que dá origem aos créditos financeiros e à impressão de moeda física. Vamos explicar o motivo desta expressão:

Um armazém honesto garante que os bens entregues a seus cuidados estejam lá, no almoxarifado ou no cofre.  Mas os bancos operam bem diferentemente, pelo menos desde a época de bancos de depósito como o Banco de Amsterdã e o de Hamburgo, ainda no século XVII.  Estes de fato agiam como armazéns, lastreando todos os seus recibos com os ativos que eram nesses bancos depositados, como ouro e prata.  Essa forma honesta de banco de depósito é chamada de sistema bancário com 100% de reservas.  Porém, desde então os bancos assumiram o hábito de criar recibos de armazenagem (na época, notas bancárias; atualmente, depósitos em conta-corrente) sem qualquer lastro.  Essencialmente, eles se tornaram fraudadores que criam falsos recibos de armazenagem que circulam como se fossem genuínos e totalmente lastreados por cédulas de dinheiro.  Os bancos ganham dinheiro ao simplesmente criarem dinheiro do nada — antes, eles podiam criar suas próprias cédulas; hoje, eles criam apenas depósitos eletrônicos. 

Esse tipo de fraude ou falsificação é dignificado com a alcunha “sistema bancário de reservas fracionárias”, o que significa que os depósitos bancários são lastreados por apenas uma pequena fração do dinheiro que o banco promete ter em mãos no momento do resgate.  [Nos EUA, esse valor sempre girou em torno de 10%.  No Brasil, ele era de 36% até outubro de 2008.  Atualmente está em 28%]

Vejamos como funciona o processo de reservas fracionárias na ausência de um banco central.  Eu crio o Banco Rothbard e invisto nele, como capital inicial, $1.000 em moeda física (se é ouro ou cédula de papel não interessa nesse caso).  Então eu “empresto” $10.000 para alguém, que irá ou gastar com consumo puro e simples ou investir em seus negócios.  Agora, como é que eu posso “emprestar” mais do que eu tenho?  Ahh, essa é a mágica da “fração” das reservas fracionárias.  Eu simplesmente crio uma conta-corrente de $10.000 e empresto alegremente esse valor para o senhor José.  E por que José vai querer esse empréstimo de mim?  Por que ele não procura outros meios?  Bom, como eu não preciso poupar $10.000 (apenas $1.000), eu posso cobrar juros menores do que cobrariam aqueles reais poupadores que porventura também estivessem dispostos a emprestar (nesse caso, $10.000 genuinamente poupados).  Eu estou em vantagem; eu posso simplesmente criar dinheiro do nada.  (Nos EUA, durante um período do século XIX, eu poderia emitir minhas próprias cédulas; hoje, o Federal Reserve monopoliza a emissão monetária. 

Uma vez que os depósitos à vista no Banco Rothbard funcionam como o equivalente a dinheiro, a oferta monetária do país, magicamente, aumentou em $10.000.  O processo inflacionário e fraudulento começou.

(Leia o restante do artigo supracitado clicando nesse link)

As leis de proteção ambiental nada mais servem do que para criar mega-latifúndios privados, ora controlados por governos que defendem os interesses das corporações financeiras, ora colocados sob a tutela de fundações também financiadas por bancos (WWF, Greenpeace, etc.). Essas políticas ecológicas ambientalistas apenas alienam os bens nacionais dos povos para colocá-los nas mãos de agentes da Nova Ordem Mundial, sob a alegação, deveras pueril, de que os povos não estão preparados (leia-se: não têm direito) de garantir a proteção dessas riquezas, contra toda regra de soberania nacional dos países. E é para isso que trabalham todos os órgãos da ONU: impor leis e resoluções aos governos do Mundo sem que passem pela consulta popular em seus países. [1]

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A falsa liberdade

Segundo Kant, o poder verdadeiro somente pode ser exercido entre pessoas livres. Mas, há liberdade em obedecer? Sim, quando obedece-se, temos a prova de que houve uma opção consciente. Quando tal opção se dá por via coercitiva, então temos sempre algum nível de violência na inversa proporção do nível de liberdade. As pessoas só são livres numa estrutura de poder legítimo quando todos os envolvidos visam ao menos um bem comum, diretamente ligado à finalidade do exercício do poder hierárquico.

Os governos atuais servem aos interesses das elites financeiras globalistas que, como vimos mais acima, roubam da forma mais ardilosa, e progressivamente, as riquezas das nações. Se há roubo, há violência, pois nenhum cidadão aceitaria optar por ser roubado conscientemente. Se não há o exercício de opção, não há liberdade, mas violência. Uma violência silenciosa, porém bem nítida se rastrearmos as estreitas relações de seus agentes.

Em nome da tal praticidade, do avanço tecnológico e da economia de tempo, todas as transações financeiras e relações sociais estão sendo gradativamente afuniladas de forma a tornar impossível fazer qualquer tipo de operação sem passar pela vigilância eletrônica das grandes corporações. Nesse ínterim, em nome de uma falsa segurança, fazemos concessões em todas as instâncias de nossos direitos fundamentais para facilitar a interação social, sempre ameaçada por crimes (fomentados por quem?). Uma dessas concessões, e a que poderá determinar o limite entre a vida e a morte, a segurança e o risco de vida, é a do direito à privacidade.

Logo, apoiadas nas políticas de desarmamento civil levadas a cabo em vários países do mundo dito “democrático”, o fato de o “Grande Irmão” saber onde cada um está a qualquer instante permitirá aos aparatos de repressão estatal eliminar com facilidade qualquer cidadão, ou mesmo grande quantidade de cidadãos.

Todos os cidadãos com celular conectado a uma rede móvel pode ser facilmente encontrado, ainda mais se estiver com mecanismos de localização GPS ligados (por exemplo, quando usamos o Facebook ou Foursquare). Quando você passa seu cartão de vale-transporte no leitor óptico do ônibus, você pode ser achado, ainda mais porque os ônibus já têm seus trajetos monitorados por satélite. O mesmo se dá quando você passa seu cartão de crédito numa loja, quando bate o ponto no trabalho através de sua digital, etc.

Há fortes motivos que nos permitem antever que o Patriotic Act (lei assinada por George W. Bush), que dá poderes ao presidente dos EUA de prender e matar qualquer suspeito de crimes federais sem a necessidade de um mandado judicial, será posto em prática logo. Do contrário, por que a FEMA (Agência Federal de Gerenciamento de Emergências, EUA) estaria comprando milhões e mais milhões de caixões de fibra coletivos (com capacidade de acomodar até 4 cadáveres)??

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O surgimento do Anticristo

Esse assunto é algo de que praticamente todas as pessoas, religiosas ou não, já ouviram falar. Há aquelas que, influenciadas pela desinformação ou por seus delírios pessoais, ficam tentando atribuir a identidade da tal figura apocalíptica a esta ou aquela personalidade indesejável. Mas, vejamos os sinais:

  1. O Anticristo é um inimigo ferrenho de Deus e de Cristo, como o próprio epíteto o sugere;
  2. A Maçonaria, que reúne em suas fileiras os maiores inimigos dos cristãos (muçulmanos e laicistas radicais), é totalmente avessa ao Cristianismo e à Igreja Católica, não obstante seu cinismo pacifista;
  3. O Anticristo pretende ser um líder aceito tanto politicamente como em matérias de foro religioso por todo o Mundo, pela manipulação, violência ou por coerção legal;
  4. Deve submeter a todos pela implantação da marca da Besta, sem a qual nenhum ser humano poderá comprar nem vender, plantar ou tratar da saúde;
  5. Deverá instigar o ódio ao Cristianismo através de inversão de valores, sedução das massas e falsa Paz (em contraste com a “intolerância” moral cristã, que não negocia com valores mundanos);
  6. Deverá reunir o Mundo em guerra contra os verdadeiros judeus e a Igreja de Cristo.

A única instituição que se opunha ao laicismo da Maçonaria, até pouco antes do assassinato de Pio XII e da abertura do Concílio Vaticano II (dominado pelo clero protestantoide e maçônico, além de agentes da URSS anticristã), foi a Igreja Católica. Desde o século XVIII, centenas de encíclicas papais e outros documentos da Igreja condenavam veementemente a Maçonaria como instrumento maligno de escravização da humanidade, além de denunciar seus métodos pérfidos. Ainda no século XIX, Dom Vital, bispo de Olinda e Recife, já publicava um extenso documento denunciando como os tentáculos dos “Filhos da Viúva” estavam se infiltrando e contaminando a Igreja.

No Concílio Vaticano II, começou o trabalho satânico de depredação e desmoralização da Igreja pelo clero maçom triunfante, do qual todos os (anti-) papas, desde Angelo Roncalli até o sionista Jorge Mario Bergoglio, foram ou são especiais filhotes advindos da Maçonaria ou de agendas comunistas. Assim, atualmente, a Igreja Católica está sendo preparada e modificada para ser a sede de uma Religião Única Mundial (ecumênica), não por ser ela a “prostituta” do Apocalipse, mas por ser a mulher perseguida pelo Dragão.

Esse (a Religião Única Mundial) é um dos objetivos mais perseguidos pelos maçons [2] para suscitar o surgimento do Anticristo e eliminar os dissidentes fiéis católicos, lançando-os às feras da condenação e ridicularização públicas, sem proteção nem política nem da própria Igreja. O outro grande objetivo da Maçonaria é o estabelecimento definitivo de um Governo Único Mundial, coisa que está praticamente delineada e visível, já que as decisões da ONU simplesmente atropelam a autodeterminação e soberania das nações, implementadas por governos locais subservientes e atrelados ao poder financeiro globalista.

Bastará apenas uma grande crise econômica em conjunto a uma grande guerra para fazer os povos desacreditarem em seus governos e cederem os direitos de soberania a um órgão supranacional que supervisione uma paz conseguida a preço de confisco de territórios e ocupações em massa. E esse órgão com poderes ilimitados será comandado por quem? Acertou quem disse que será regido pela personalidade chamada Anticristo, o Filho da Perdição.

Obviamente, essa política causará baixas de milhões de pessoas, justamente as que não aceitarão a Nova Ordem e terão de ser eliminadas. Por esse lado, isso também vem bem a calhar, tendo em vista o neomalthusianismo dos gângsteres Illuminati que preconiza uma redução da população mundial a níveis ideais abaixo de 10% dos mais de 7 bilhões de seres humanos.

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A “marca da Besta”

A ideia de criar dispositivos de monitoramento que controlem os passos e as atividades de cada cidadão não é nova. Todo regime totalitário precisa gerir conflitos que ameacem sua subsistência através da vigilância de seus dominados. Assim havia as equipes de delatores profissionais no tempo dos Césares tirânicos romanos e atualmente os agentes da Scotland Yard e modernos serviços secretos (CIA, Mossad, a SS nazista e a KGB soviética), que tendem a sair de campo para gerenciar a vigilância eletrônica global através de todas as plataformas virtuais possíveis.

Mas há um inconveniente (para nós) que deverá suceder em pouco tempo que gerará a necessidade de uma vigilância absoluta com fins a prevenir a resistência das massas diante dos eventos que devem ocorrer em breve. Tal inconveniente deverá ser a falência do atual sistema financeiro internacional, pelo qual é quase certo (e planejado pela Nova Ordem Mundial) que advenha um caos mundial nunca antes visto, tendo em vista a deterioração das relações entre países, o enfraquecimento dos Estados e imposição da Lei Marcial em todos os grandes países do mundo.

E essa vigilância absoluta está sendo implementada agora mesmo pelo agente infiltrado, eleito presidente dos EUA, Barack Hussein Obama, através de uma suposta reforma do setor de Saúde norte-americano (conhecida como Obamacare) . Entre outras coisas, tal reforma visa inchar o Estado e tornar os cidadãos totalmente dependentes da “ajuda” do Governo, passando por cima da autonomia dos Estados da Federação em muitas de suas prerrogativas constitucionais. Claro, essa proposta é de cunho estritamente socializante e com fins a monopolizar, de forma ditatorial, um setor estratégico para o controle populacional.

O carro-chefe do primeiro projeto Obamacare , em 2009, era a implantação compulsória de um microchip RFID (sigla em inglês para “Identificador por Rádiofrequência”), cujo uso traz consigo pretexto oficial de guardar informações médicas importantes e agilizar o atendimento de pacientes prioritários. Porém, também facilitaria a tarefa de encontrar doentes e pacientes desaparecidos, além de monitorar os sinais vitais de tais pacientes em situações de risco. Mas, o tal primeiro projeto de reforma não passou pelo Congresso americano [3]. Então, resolveram deixar a implantação do chip para uma data futura. Ainda assim, o projeto atual de reforma da Saúde de Obama deve ser aprovado até 2014, o que abrirá caminho para uma propaganda maciça entre a população dos benefícios do microchip,

Bom tudo isso, não? Pois é, mas isso, já de cara, extingue na prática o direito à privacidade. Obviamente, depois de consolidado seu uso para fins médicos, teríamos o ensejo para estender sua utilização a todos os outros serviços sociais e financeiros, ficando cada um dos dados legalmente à disposição do Governo. Além disso, o pior é que coloca todo cidadão ao alcance do Estado e de seus aparatos de repressão, facilitando a eliminação sumária de grupos opositores e resistentes a leis ditatoriais.

Sim, isso mesmo! Essa é a “marca da Besta” profetizada no livro do Apocalipse, sem a qual ninguém poderá comprar ou vender, nem fazer qualquer outra coisa essencial. E isso não somos nós, cristãos, que afirmamos. O primeiro projeto de Obama, apenas um fantoche dos senhores da Nova Ordem Mundial, confiando na incredulidade generalizada, previa que o tal microchip deveria ser implantado ou na mão (no dorso ou entre os dedos) ou na testa, sempre na camada subcutânea. Mas, pelo andar da carruagem, os dispositivos de monitoramento global estão se tornando tão unânimes que dificilmente o tal microchip de vigilância unificada encontrará real resistência, malgrado a absurda renúncia à privacidade e à segurança pessoal.

Lembrando mais uma vez: a aceitação do chip seria obrigatória, sendo considerado fora-da-lei e preso aquele que se furtasse à imposição!

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Notas:

  1. As origens anti-humanas do Ambientalismo: <http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=676>;
  2. Lúcifer, Grande Fraternidade Branca, Maçonaria […]: <http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=11804>;
  3. Obama Care Implant: ObamaCare RFID Microchip Myth: <ttp://obamacarefacts.com/obamacare-microchip-implant.php>.
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One Reply to “O sistema financeiro, a falsa liberdade e a marca da Besta”

  1. Parabéns, Ebrael pela excelente postagem! Eles PENSAM que vão vencer. Mas, o feitiço vai virar contra o feiticeiro. Pelo andar da carruagem, parece que não, parece que vamos ser engolidos. É que a Natureza é soberana, é de DEUS, e não dá satisfações a ninguém. E, assim, está preparando uma surpresinha para esses inconscientes, que pensam que são inteligentes, porém, para quem enxerga um pouquinho mais que eles já está assistindo a derrota irreversível desses burros empacadores e marcadores de passo na maldade. Forte a braço fraternal extensivo a toda a sua família!

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