Marxismo: repulsa pela homossexualidade e instrumentalização


Aos gays que militam em hordas marxistas, é bom que vejam se o cartaz abaixo não contém alguma contradição. Seria interessante que lessem o que os ídolos desses partidos de Esquerda falavam e escreveram a respeito dos homossexuais. É realmente deplorável a forma como os homossexuais estão se deixando manipular e instrumentalizar por essas corjas de vagabundos da Esquerda, fazendo o seu jogo de conflito contra os conservadores.

Marx, Engels e os gaysObviamente, como veremos nas referências abaixo, o que vemos é que estão todos os gays sendo utilizados como massa de manobra política no enfrentamento comunista ao Cristianismo. O motivo é simples: a Família nuclear, com seus herdeiros e seu sistema de valores, é a base da propriedade privada, inclusive dos gays. Com a desestruturação da Família natural, as propriedades perdem sua proteção contra um Estado totalitário e confiscador. Os gays não percebem que, tão logo os comunistas detenham o poder sobre a Economia e o controle social, qualquer voz dissonante, inclusive a deles, será calada à força. Hoje em dia, mesmo com as posições cristãs contrárias ao seu estilo de vida, eles têm seus direitos já reafirmados na Constituição Federal.

Porém, continuar exigindo direitos de exceção, seguindo uma práxis totalitária marxista contra os outros estratos da sociedade, só enfraquecerá a própria sociedade e a escancarará para que se faça aqui o que se faz na Venezuela e em todos os países que adotam modelos de Esquerda: censura, violência por parte do Estado, concentração de renda nas mãos de burocratas e mafiosos, bem como o extenso empobrecimento de toda a população, perda do direito à auto-defesa com desarmamento, etc.

Ainda sentirão saudade da Igreja, que só vedava a celebração de uniões entre gays da porta da Igreja para dentro. Apoiando Fidel Castro, verão que Cuba era o paraíso dos “homofóbicos”, com direito a paredón de fuzilamento e campos de concentração também reservados para homossexuais.

Abaixo, cito excertos de um artigo na Wikipedia, intitulado Socialismo e Direitos Gays:

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Tópicos:

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Socialismo utópico: mais favorável à Ideologia de Gênero atual

As primeiras correntes do pensamento socialista moderno são hoje descritas como socialismo utópico. Gênero e sexualidade eram questões importantes para muitos desses pensadores pioneiros, como Charles Fourier e Henri de Saint-Simon, em França, e Robert Owen na Grã-Bretanha, bem como para os seus seguidores, entre os quais se incluíam muitas mulheres.

Para Fourier, a verdadeira liberdade poderia apenas ocorrer sem patrões dominadores, sem o ethos do trabalho e sem supressão de paixões; a supressão de paixões era vista como destrutiva não apenas para o indivíduo mas para a sociedade como um todo. Escrevendo antes da criação do termo “homossexualidade”, Fourier reconhecia que tanto o homem quanto a mulher possuíam uma ampla gama de necessidades e preferências sexuais, que poderiam variar ao longo das suas vidas, incluindo a sexualidade direcionada para o mesmo sexo e a androginia. Defendia que todos os tipos de expressão sexual deveriam ser permitidos, desde que livres de coação individual, e mantinha que a “afirmação das diferenças individuais” poderia mesmo melhorar a integração social. (1)

Estas ideias foram abandonadas pelos influentes pensadores socialistas Karl Marx e Friedrich Engels, que desacreditaram os socialistas utópicos, acusando-os de não compreenderem adequadamente a sociedade. Marx e Engels argumentaram que seria impossível agradar a todos e operar uma transformação radical da sociedade por meios pacíficos; consideraram que as ideias dos socialistas utópicos eram “fantasias que hoje apenas nos fazem rir”.(2) Marx condenou a liberdade sexual defendida por Fourier e por Saint-Simon como um retrocesso para um estado “animalesco” de “prostituição universal”.(3)

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Homossexualidade, segundo Marx e Engels

Desde os primórdios dos movimentos pelos direitos dos homossexuais na Europa que alguns activistas, como Karl Heinrich Ulrichs e Magnus Hirschfeld, se aproximaram da Esquerda em busca de apoio. Por volta da década de 1860, Ulrichs escreveu uma carta a Karl Marx, a que juntou alguns livros sobre a emancipação ucraniana;(4) Marx enviou em 1869 um dos livros que havia recebido de Engels. Este manifestou o seu repúdio em relação ao tema numa carta endereçada a Marx na qual censurava aqueles “pederastas” que são “contra-natura” e considerava a plataforma de Ulrichs pelos direitos dos homossexuais como “obscenidades transformadas em teoria”. Engels preocupava-se com a possibilidade de que a conquista de direitos pelos homossexuais colocasse heterossexuais, como Marx e ele próprio, numa situação delicada.(5)

Engels condenou a homossexualidade masculina na Grécia Antiga em duas passagens do seu livro “A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”, descrevendo-a como algo “moralmente deteriorado”, “abominável”, “repugnante” e “degradante”.(6) Partilhando aparentemente da perspectiva de Engels, Marx escreveu que “a relação entre o homem e a mulher é a relação mais natural de ser humano com ser humano”(7) e descreveu Karl Boruttau, um autor de um texto que defendia as liberdades sexuais,(8) como um “Schwanzschwulen” (“bichona desprezível” ou “viado desprezível”).(9) De acordo com os escritores socialistas Hekma, Oosterhuis e Steakley, Marx e Engels encaravam qualquer forma de sexualidade fora do casamento monogâmico heterossexual como uma degeneração produzida pelo Capitalismo e passível de cura pelo Socialismo. De acordo com Engels, os “princípios morais naturais” floresceriam no futuro socialista, quando a “monogamia (heterossexual), ao invés de definhar, se transformaria em realidade – também para o homem (10) – e a homossexualidade simplesmente desapareceria”.(11)

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Para a Esquerda, a homossexualidade equivale ao Fascismo

O comunista Máximo Gorki afirmou, no seu ensaio Humanismo Proletário de 1934, “exterminem os homossexuais, e o fascismo desaparecerá”.(12) Embora as análises marxistas ortodoxas do fascismo o retratassem como um estágio avançado do capitalismo, outros autores de esquerda, como os teóricos da Escola de Frankfurt (Erich Fromm, Theodor Adorno e Max Horkheimer) e posteriormente Jean Paul Sartre e Jacques Lacan, propuseram teorias psicossexuais vinculando o fascismo à homossexualidade. A historiadora Carolyn Dean indica que os membros da esquerda alemã no período entre-guerras foram os primeiros a estabelecer esta ligação.(13) O jornal Munchner Post, do Partido Social-Democrata da Alemanha, publicou uma série de artigos intitulada “O Nacional-socialismo e a homossexualidade” com cabeçalhos como “Parágrafo 175” e “Irmandade de Bichas na Casa Castanha”, e o Rheinische Zeitung, também ligado ao partido, avisava “Pais, protegei os vossos filhos da ‘preparação física’ da Juventude Hitleriana”.(14)

Escrevendo sobre o antifascismo nos anos de 1930, Harry Oosterhuis observa que “teóricos socialistas como Wilhelm Reich consideravam a homossexualidade sociologicamente e psicologicamente como uma típica aberração direitista, nacionalista e, acima de tudo, fascista. Em contraponto à presumida imoralidade e perversão dos nazis, os anti-fascistas enfatizavam a sua própria racionalidade e pureza”.(15) Mark Meyers escreveu: “Na verdade, embora em parte desvalorizada pelos historiadores, existe grande quantidade de provas que confirmam que a construção do homem fascista como efeminado ou homossexual circulou sem interrupção na cultura ocidental desde a década de 1930”.(16)

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Lênin e a homossexualidade

As poucas referências de Lênin sobre sexualidade que se conhecem são críticas aos argumentos em defesa da liberdade sexual no seio da esquerda (17) . Um grupo de escritores de esquerda escreveu: “de acordo com Lênin, a própria noção de emancipação sexual era algo típico das sociedades capitalistas e um sintoma da degeneração burguesa.(18)

[Obs. 1: Depois de ler o panfleto de Inessa Armand direcionado às mulheres trabalhadoras, Lênin escreveu-lhe: “Sugiro-lhe que elimine todo o parágrafo terceiro que trata da “luta (das mulheres) pelo amor livre”. Esta é, de fato, uma questão burguesa, não uma questão proletária.” (Jan. 17, 1915 carta para Inessa Armand, Collected Works vol. 34). // Obs. 2: Clara Zetkin ressalta que Lênin criticou o amor livre defendido pela comunista Alexandra Kollontai como “completamente anti-marxista, e, acima de tudo, anti-social”, apresentando a procriação no âmbito de um casamento monogâmico como o contexto mais legítimo para a sexualidade. (Zetkin, Clara, 1934. Lenin on the Woman Question, New York: International , p.7).]

 Clara Zetkin lembra as palavras de Lênin:

“Parece-me que esta superabundância de teorias sobre sexo brota do desejo de justificar a própria vida sexual anormal ou excessiva do indivíduo ante a moralidade burguesa e reivindicar tolerância para consigo… Não importa quão rebeldes e revolucionárias aparentam ser; essas teorias, em última análise, são completamente burguesas (…) Não há lugar para elas no partido, na consciência de classe e na luta proletária”. (19)

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URSS, Cuba e outros países socialistas

O pior momento para a história da relação entre socialismo e gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros teve início, sem sombra de dúvida, com a ascensão ao poder de Jósip Stálin na URSS, tendo-se prolongado ao longo da era comunista na URSS, Alemanha de Leste, China, Cuba e Coreia do Norte. De fato, a partir da chegada de Stálin ao poder, o ambiente para as minorias sexuais piorou em todos os estados comunistas. Alguns intelectuais no Ocidente, como o escritor homossexual André Gide, deixaram de apoiar o comunismo após terem tomado conhecimento da brutal repressão na URSS. (20)

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O historiador Jennifer Evans relata que o governo da Alemanha de Leste encarava as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo como resquícios da decadência burguesa, um sinal de fraqueza moral e uma ameaça à saúde social e política da nação. (21) Toda essa caracterização estava subjacente às políticas e práticas do conjunto de países comunistas, bem como das organizações socialistas/comunistas que seguiam as orientações desses mesmos países.

Tendo a produtividade e a uniformidade como características dominantes, os estados comunistas viam as minorias sexuais como improdutivas e não-conformes; os comunistas associavam geralmente os comportamentos femininos nos homens com luxúria, ócio e classes abastadas. Homens efeminados e homossexuais foram, nalguns casos, forçados a aderir a programas de “reeducação” que envolviam trabalhos forçados, terapia de conversão, drogas psicotrópicas e confinamento em hospitais psiquiátricos.

O escritor cubano gay Reinaldo Arenas descreveu que, logo após a chegada ao poder em Cuba do governo comunista, “iniciou-se a perseguição, com a construção de campos de concentração… o ato sexual tornou-se um tabu enquanto era proclamado o ‘novo homem’ e exaltada a masculinidade”. (22) Programas similares de “reforma moral” foram instituídos na URSS, na China Comunista e na Alemanha Oriental como parte da construção de uma sólida fundação para as novas repúblicas socialistas.

Todos os estados comunistas baniram associações – comunitárias e políticas – de lésbicas e gays e impediram a publicação de materiais gays e lésbicos. Com frequência, especialmente durante os anos de 1950 e 1960, lésbicas e gays foram denunciados, demitidos de seus empregos, presos, deportados e, em alguns casos, castrados ou até mesmo executados. Como em outras partes do mundo, as condições de vida para as pessoas LGBT nestes países melhorou substancialmente a partir da década de 1980, com a queda do Muro de Berlim.

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Referências bibliográficas

  1. FOURIER, Charles, Le Nouveau Monde Amoureux (escrito entre 1816-18, publicado em 1967: Paris: Éditions Anthropos). pp. 389, 391, 429, 458, 459, 462 e 463.
  2. ENGELS, Friedrich, 1882. Socialism: Utopian and Scientific, in ‘Marx and Engels, Selected Works in One Volume’, p. 403.
  3. MARX, Karl (1844). Economic and philosophic manuscripts of 1844. ed. Dirk J. Struik, traduzido por Martin Milligan (Moscou: Progress; Nova York: International, 1964). p. 133.
  4. Para mais informações sobre este incidente, consultar: Kennedy, Hubert, Johann Baptist von Schweitzer: The Queer Marx Loved to Hate’’. In: Journal of Homosexuality, vol. 29, nº 2/3, pp. 69-96.
  5. A carta, datada de 22 de Junho de 1869, foi publicada em “Marx, Karl, Engels, Friedrich: Collected Works”, vols. 42, 43 (Nova York: International,1988): pp 295–96.
  6. ENGELS, Friedrich. The Origin of the Family, Private Property and the State (Nova York: International, 1972), pp. 61–62.
  7. MARX, Karl. Early Writings, trad. e ed. T. B. Bottomore. Nova York: McGraw-Hill, 1964, in ‘Economic and Philosophical Manuscripts’ (Manuscrito terceiro, seção sobre Propriedade Privada e Comunismo), p. 154.
  8. BORUTTAU, Karl. Gedanken über Gewissens FreiheitThoughts on Freedom of Conscience.
  9. Marx Engels Werke, vol. 32 (Berlin: Dietz, 1965). p. 124.
  10. ENGELS, Friedrich. The Origin of the Family, Private Property and the State. Traduzido por Alec West, in ‘Selected Works in One Volume’ (Moscou: Progress; Nova York: International, 1968), p. 511.
  11. HEKMA, Gert; OOSTERHUIS, Harry e STEAKLEY, James (1995). Gay Men and The Sexual History of the Political Left, Eds. Harrington Park Press, 1995.
  12. Citado por Siegfried Tornow, “Maennliche Homosexualitaet und Politik in Sowjet-Russland,” in “Homosexualitäet und Wissenschaft II”, Berlim: Verlag Rosa Winkel 1992, p. 281.
  13. DEAN, Carolyn J. 2004. The Fragility of Empathy after the Holocaust. (Ithaca, NY), cap. 4.
  14. BURLEIGH, Michael e WIPPERMANN, Wolfgang. 1993. The Racial State: Germany 1933-1945. Nova York, Cambridge University Press. Citação em: Hitler’s Homosexual Policies.
  15. OOSTERHUIS, Harry, The “Jews” of the Antifascist Left: Homosexuality and the Socialist Resistance to Nazism. In: Journal of Homosexuality, Vol. 29, Nº 2/3.
  16. METERS, Mark. 2006. Feminizing Fascist Men: Crowd Psychology, Gender, and Sexuality in French Antifascism, 1929–1945, French Historical Studies, Vol. 29, No. 1 (Winter 2006). 
  17. OOSTERHUIS, Harry. The ”Jews” of the Antifascist Left: Homosexuality and the Socialist Resistance to Nazism. in Journal of Homosexuality, Vol. 29, Nº 2/3.
  18. HEKMA, Gert; OOSTERHUIS, Harry e STEAKLEY, James (1995). p. 23. Os autores também citam: FANNINA W. Halle. Women in Soviet Russia, traduzido por Margaret M. Green (Nova York, Viking, 1933). pp. 112-114.
  19. ZETKIN, Clara, 1934. op cit.
  20. POLLARD, Patrick. Gide in the U.S.S.R.: Some Observations on Comradeship, in Journal of Homosexuality, Vol. 29, Nº 2/3.
  21. EVANS, Jennifer V. The moral state : men, mining, and masculinity in the early GDR. In: “German History”, 23 (2005) 3, pp. 355-370.
  22. ARENAS, Reinaldo. Before Night Falls. Penguin Books.
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9 comentários em “Marxismo: repulsa pela homossexualidade e instrumentalização

  1. olá, bem como um leitor de suas criticas e acompanhante de informes anticomunistas , de todos os tipos, e talvez um pouco simpatizante, posso dizer que respeito o ponto de vista de você, e tambem acho um belo trabalho,..
    mas lembro a você, e a todos, a manipulaçao é tao forte hoje, do que no passado, entao, hoje vivemos conforme o sistema quer….não é estranho..e graças ao CAPITALISMO.

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    1. Bom dia, Alexandre!

      Bem, não sei se entendi o que você quis dizer. Mas… Assim: o Socialismo e o Capitalismo não são vistos por mim como antíteses, mas como complementos. São instrumentos do mesmo sistema de dominação pelo papel-moeda e pelo empréstimo, de posse dos BANCOS SIONISTAS.

      Avaliei, nesse caso, o estado de liberdade aparente para homossexuais. Os homossexuais que apoiam os movimentos esquerdistas se iludem com eles, imaginando que terão garantidos sempre os direitos que a Esquerda lhe promete. Enfim, lembrei como, na História da Socialismo, as coisas não funcionavam tão bem para os gays. A começar por Engels, Marx, Che Guevara e Stálin.

      Um abraço!

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    1. Não, Leandro, porque Bolsonaro, ao que parece, não odeia os gays. Nem os evangélicos (em sua maioria). O que eles abominam é o GAYZISMO, não os gays. O Gayzismo é a instrumentalização dos sofrimentos homossexuais para ocupação de espaço por grupos que fingem representá-los, induzindo uma parcela de gays retardados a agirem como coitadinhos.

      Você completou o ensino primário? Sério?

      Ó, dúvida cruel!

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