Reduzir a população mundial a níveis mínimos é um dos grandes objetivos das políticas de “saúde”, “educação” e de “direitos humanos” hoje em carga através da ONU, governos em conluio com esta, organismos nacionais, supranacionais, fundações, bancos privados, empresas farmacêuticas e mídia global-sionista. Vários são os pretextos fajutos que são usados para levar a cabo essas medidas, e são inúmeras as formas com que lidam com o assunto. Por vezes, com voz suave da insídia melodramática em favor das “pobres” abortistas feministas, ou então através de discurso ameaçador e chantagista de alguns de seus próceres.

Para os “defensores dos Direitos Humanos”, muitos são os motivos para advogarem o “planejamento familiar” por via das esterilizações em massa e do aborto sistemático: ora dizem que a população crescente levará o sistema energético e a provisão de recursos naturais a um colapso, ora que são crianças e adultos em demasia a passar fome, ou então que os países não são mais capazes de alocar e organizar espaços para novas cidades e que as mesmas, em todo o Mundo, irão explodir. Sobre esses e outros itens, voltaremos a falar mais abaixo.

Que tal começarmos por saber quando surgiram as primeiras teorias sobre a suposta necessidade de diminuição da população mundial (também conhecida como despopulação, ou depopulation em inglês)?

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A falácia conhecida como “superpopulação”

O primeiro teórico a descrever o que chama-se hoje de superpopulação foi Thomas Malthus (1766-1834), britânico, demógrafo e estudioso de Ciências Sociais. Ele elaborou a Teoria Populacional, base do pensamento malthusiano e neomalthusiano, esse último um dos elementos que dominam a retórica da ONU hoje em dia. Obviamente, o pensamento neomalthusiano não passa do nível da retórica, útil na propaganda sentimentaloide a uma sociedade ocidental em processo de imbecilização.

São risíveis as premissas que Malthus usou para embasar seus muitos cuidados e “carinhos” para com a inchada família humana. A população cresce, hoje em dia, em um ritmo acelerado sim, mas o que complica é justamente os processos industriais e comerciais que favorecem o consumismo o qual o neomalthusianismo atual da ONU diz combater. A ONU quer fazer parar de crescer a população, chantagear pais a não terem mais filhos (ou a matá-los já nas barrigas), mas não força nenhum dos países a racionalizar seus processos de produção nem estimula estilos de vida mais frugais.

Observe o crescimento populacional humano em bilhões de habitantes a partir de 1850 até os dias de hoje:

  • 1 a 2 bilhões de pessoas entre 1850 a 1925 – (100% em 75 anos);
  • 2 a 3 bilhões de pessoas entre 1925 a 1962 – (50% em 37 anos);
  • 3 a 4 bilhões de pessoas entre 1962 a 1975 – (33% em 13 anos);
  • 4 a 5 bilhões de pessoas entre 1975 a 1985 – (25% em 10 anos);
  • 5 a 6 bilhões de pessoas entre 1985 a 1994 – (20% em 9 anos);
  • 6 a 7 bilhões de pessoas entre 1994 a 2011 – (16,6% em 17 anos).

Ou seja, o crescimento relativo da população, nos últimos 25 anos, praticamente caiu à metade, e isso com mais saúde, educação, melhoria das condições de trabalho, maior expectativa de vida (mais seres humanos permanecem vivos por mais tempo). E ainda querem mais: querem DIMINUIR A POPULAÇÃO. Entenda-se por isso: esterilizar quase toda a população, deixando férteis apenas as “raças superiores” dos países controlados pelas elites globalistas, num futuro em que os “inferiores” tenham sido dizimados pela fome, peste, guerras, catástrofes naturais e esterilidade.

Aquecimento global – Como muitos já sabem, a farsa do aquecimento global foi desmascarada e ridicularizada em âmbito mundial. Tal coleção de falácias anti-científicas já não faz mas sentido. Portanto, dizer que o aumento da população contribui para o aquecimento global (por emissão de dióxido e monóxido de carbono, metano, etc.) é usar cachorro morto para assustar as pessoas.

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As elites demoníacas e seu evidente discurso a favor da Morte

As elites globalistas (por seu comando estratégico), se não são inumanas de origem, são desumanas na prática. Seus integrantes se assemelham muito a animais frios, calculistas, que disfarçam bem suas emoções, como os répteis (lagartos, jacarés, camaleões, etc.). A ganância tornou-os, a exemplo de milhões de pessoas que os invejam, insensíveis aos sentimentos ditos humanos. Ou, talvez, nunca os tenham experimentado de fato. Não seriam eles “demônios” encarnados, a serviço do Mal (aquele no qual jaz este Mundo atualmente)?

As massas, os povos humanos deste planeta, são considerados inferiores e ignorantes demais para merecerem qualquer atitude de complacência da parte dessa super-casta reinante (que muitos chamam de Illuminati ). Servem apenas de pasto, divertimento e como uma espécie de plebe planetária. Prestaram como escravos durante esses últimos milênios, com seu sangue e almas alimentando depravados, tiranos, pervertidos, assassinos, bruxos e, sobre todos estes, ao Príncipe das Trevas.

As profecias, esses registros reveladores da presença do Espírito Santo delineando os desígnios da Divindade para nós, estão se cumprindo, dia a dia, inexoravelmente. Para a consecução final do objetivo do Chefe da Rebelião — a saber, sua entronização como deus deste mundo, colocando-se no lugar de Cristo em Jerusalém —, é necessário que grandes sacrifícios humanos sejam oferecidos para que sejam soltos todos os demônios do Inferno por causa das abominações cometidas (ou permitidas) por todos nós. Também faz-se mister que as massas o aclamem, que implorem por sua entronização, em função da falsa paz que deverá oferecer e que a maioria das pessoas procura, ingenuamente.

Antes disso tudo acontecer, as massas potencialmente reacionárias deverão ser exterminadas: cristãos, em sua maioria. A Igreja deve ser destruída, pela mão de um antipapa, filho do Diabo, que entregará a Sé de Pedro ao Anticristo para que seu cadáver sirva de ninho a chocar a Abominação da Desolação e a Fé Única à qual todo o Mundo deverá se curvar. Abortos, eutanásia, execuções e genocídios, infanticídio em dedicação ao Diabo (pedofilia, abusos, sacrifícios rituais, chacinas, etc.), derrubada da Família como modelo de perpetuação humana — tudo isso deve ser levado adiante para que o Direito à Vida seja, na prática, abolido, e a morte torne-se um “prêmio” a cada um por existir e saciar com seu sangue, docilmente, os senhores deste mundo.

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Considerações sobre a ONU e suas motivações ocultas

Diria eu que a ONU surgiu, antes mesmo que viesse a se chamar Liga das Nações, do desejo iluminista de acabar com as barreiras religiosas, sociais e culturais que ainda impedem a formação de um Governo Único Mundial, que será gerido pela elite financeira e inumana que dita o destino dos acontecimentos hoje em dia, efetivamente. Um lado do xadrez fabrica as guerras, torna-as inevitáveis, e o outro “salva” a todos de tais guerras, cobrando, por isso, um preço sempre mais alto: a perda gradual e consentida da Liberdade.

Para não inchar ainda mais este artigo, sugiro que leiam este artigo bastante detalhado sobre a atualidade da doutrina neomalthusiana de despopulação, em carga pela ONU: <http://1drv.ms/1jmJnXk>.

Obviamente, como tudo nesse mundo tem uma face exotérica (para “inglês” ver e aceitar) e metassimbólica (oculta, como fator sub limine de deformação do Símbolo), a dialética histórica atua como um Segundo Véu, que usa posições contrárias geradas sob encomenda para preencher o vácuo dos porquês nunca respondidos de ações nefastas, porquanto tais porquês não se possam ainda manifestar.

Assim, para conquistarem o Poder sobre os peões (nós mesmos) e acostumarem-nos a se posicionarem somente dentro dos limites do tabuleiro controlado por eles, precisam fazer com que escolham sempre o lado A ou B (ou X, Y, Z…), em cada vão instante de suas vidas insignificantes. A tal estimulação contraditória, já citada por Olavo de Carvalho, tira o ser humano da neutralidade espiritual que o faria voar sobre as brumas deste mundo e o puxa violentamente para escolhas entre opções sempre determinadas a priori por eles, os “filhos do Diabo”, geralmente colocando em xeque suas convicções mais intrínsecas. Então, não haveria jamais, neste estado de coisas, uma Unidade possível (“que sejam Um como eu e Vós somos Um”) entre os seres humanos para que pudessem se contrapor ao Anticristo (ou qualquer outro líder) quando este decidisse reivindicar para si o Poder Absoluto sobre o Mundo, de forma declarada.

A ONU, como gestora de guerras e rolo compressor para a uniformização tirânica das sociedades, busca quebrar, agora mesmo, todo e qualquer padrão moral ou social que se oponha às perversidades que aquele Anticristo, cabeça do Governo Mundial, decidirá impor ao Mundo, sob o pretexto cínico da manutenção da Paz. Aparecendo ao Mundo como um deus em forma de homem, rei e líder militar, legitimará toda e qualquer aberração animalesca sob a alegação de ser “direito divino” do homem, em nome da harmonia.

Mas, primeiro, há que se fazer uma limpeza étnica, redesenhar o mapa-múndi, acostumar-nos à negação do direito incondicional de existir e fazer de todos uma massa cúmplice de barbáries, a propósito de tornar a todos, por isso, condenáveis quando vier a vingança da Natureza e o Grande Juízo de Deus.

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A engenharia social dos “direitos humanos”

Para começar, vejamos quais são, de fato, os direitos humanos básicos: direito à Vida, à sobrevivência digna, à educação livre de doutrinação, à saúde, à proteção pelo Estado, à liberdade de Consciência. Daí — muito além de ser um princípio cristão, senão universal —, que a Família natural é o primeiro núcleo de proteção e garantidor desses direitos ao ser humano, da concepção à morte natural, fonte e fim último desses direitos, pois a Família é uma sociedade geradora de sociedades.

Para aqueles que querem suprimir os direitos humanos, a primeira coisa a se fazer é desintegrar a Família e suas prerrogativas morais e educacionais, substituindo a estas pela “moral” do Estado (controlado por quem?). Como o Estado é formado por interesses conflitantes, uma tal Paz mundial entre os vários Estados deve passar, primeiramente, pela extinção da Família e universalização de princípios anti-familiares. É essa a tal igualdade pregada pela Maçonaria e pela Revolução Francesa: o nivelamento de todos a partir de seu nível mais baixo e sub-humano, onde todo e qualquer vínculo que possa ser protegido da ação do Estado seja pulverizado. Quando falam em aumentar a “presença do Estado” nas comunidades, não falam da proteção às liberdades do cidadão, mas da prerrogativa do Estado de entrar em sua casa, estipular qual deve ser a educação adequada para seus filhos, ditar o que cada pode ou não fazer, dizer, crer e, até mesmo, se pode e quando procriar.

Como os vínculos familiares e étnicos são coisas inconscientes, inatas nas sociedades humanas, seria de se esperar uma violenta oposição destas a qualquer tentativa declarada de dissolução da Família. Daí que, apelando ao sentimentalismo irracional das massas, tal dissolução impõe-se por argumentos cínicos de proteção dos direitos que ela mesma visa destruir.

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Aborto, eutanásia, ideologia de gênero e transgênese

Hoje em dia, quando a mídia, as ONGs e os governos populistas-esquerdistas falam em “direitos humanos”, posso crer, sem nenhuma dúvida, que estão tentando enganar mais uma vez as pessoas. Usam do discurso dos direitos humanos como instrumento de chantagem para a fabricação de quaisquer outros “direitos”, da mesma forma que um extremista islâmico convence uma criança a se explodir porque Allah assim o quer. Ou seja: usando uma referência não autorizada, tentam legitimar uma ação sem nexo causal entre aquela e seu efeito, fazendo ainda promessas fraudulentas (como a de que suicidas obterão 70 virgens no Paraíso).

Ninguém explicou ainda às pessoas que se perdem nesses discursos infantis que não há fonte de direitos ilimitados, e que até os direitos humanos são apenas, strictu sensu, inegociáveis. Assim, o aborto, sendo um assassinato triplamente qualificado (sem dar chances de defesa à vítima, por motivo torpe e com requintes de crueldade) não pode ser justificado pela auto-determinação das mulheres sobre seus corpos. Se assim é, por que então negam o direito a alguém de cometer suicídio? Não será por isso que, também, buscam legalizar a eutanásia (suicídio assistido) em todos os países?

FEMENazis

Se esta linha de raciocínio fosse levada a cabo, o direito à Vida, constante na Declaração Universal dos Direitos Humanos, seria perigosamente relativizado, se já não o é. O aborto, através de brechas legais, sempre mais elásticas e complacentes com motivações e instintos baixos, avança para tornar aceitável toda e qualquer brutalidade contra as populações humanas a nível global. Como dizia Madre Teresa de Calcutá, “se aceitarmos que mães possam matar seus filhos no ventre, com que moral diremos às pessoas para não se matarem umas às outras“? Se nada fazemos ao sabermos do infanticídio covarde praticado diariamente por conta de trepadas irresponsáveis, todo o resto das abominações e torpezas se tornam irrelevantes diante das “importantes razões do Estado”. O Estado, com suas metas de “economia populacional”, torna-se mais importante do que a própria espécie humana e de seus direitos à Vida e à própria sobrevivência. A maternidade se torna, então, como que por mágica, algo maldito e os que a defendem são proscritos como agentes do ódio contra a humanidade.

A ideologia de gênero, assim como o aborto, visa a induzir as pessoas a relativizarem aquilo que a Natureza, de forma indiscutível, nos informa através dos sentidos, mormente a visão. Se vemos que um homem é um homem, a despeito de suas práticas sexuais, que importa se ele se sente diferente dos outros homens? Acaso, a subjetividade humana, sempre suscetível de mudanças bruscas, instabilidades e transtornos, pode substituir o grito ensurdecedor da realidade objetiva, aquilo que é e será enquanto existir? Tornar os seres humanos em doentes, loucos e alucinados, pondo seus desejos libidinosos acima da realidade objetiva e de seus imperativos, é o que essa ideologia de gênero quer. Em outras palavras, ela busca perverter a moral e para mente das pessoas para fazê-las rejeitar o que a própria biologia humana nos declara: toda a estrutura genética humana se destina à perpetuação da espécie, através da geração de filhos e melhoramento genético (diferente de eugenia, diga-se) mediante a constituição da Família.

Outra forma de assegurar a diminuição forçada da população mundial é através da modificação do genoma humano por meio de técnicas de transgênese. O que vem a ser isso? Por exemplo, os perigos decorrentes da ingestão de produtos transgênicos vem das técnicas utilizadas na modificação da estrutura genética de produtos alimentícios. Por isso, cito a transgênese. Há estudos que mostram, por exemplo, como alimentos à base de soja transgênica pode diminuir, a longo prazo, a produção de testosterona nos homens. Resultado: menos fertilidade, menos virilidade, homens mais burros e idiotas, menos filhos e, ainda, se os tiverem, filhos com tendência a ter esses mesmos problemas. Obviamente, há outras centenas de exemplos de alimentos geneticamente modificados que serviriam muito bem para enfraquecer o genoma humano e favorecer a extinção de nossa espécie. Leiam isso!.

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As esterilizações em massa

Trabalho numa instituição pública de saúde e posso assegurar: os casos de miomas são tratados, quase sempre, de forma radical. na maioria esmagadora dos casos, a indicação dos ginecologistas da rede pública é pela histerectomia total (excisão completa do útero). Mas, estima-se que, proporcionalmente, houve um considerável incremento na incidência de miomatoses e adenomioses nas últimas décadas, principalmente nas sociedades onde o uso de anticoncepcionais hormonais é promovido indiscriminadamente, a despeito dos alertas que são emitidos quanto aos riscos de infertilidade depois de algum tempo de uso. Também, a prática do aborto aumenta, e muito, a incidência de esterilidade da mulher.

O câncer de colo de útero (ou neoplasia cervical) é um dos que mais matam mulheres anualmente e também dos mais agressivos. Entre outros fatores, o contágio por um dos cerca de 100 variantes do vírus do HPV (Human Paploma Virus), contraído por via sanguínea através relações sexuais não protegidas, pode levar a lesões que acarretam câncer cervical. Geralmente, quando em estágio avançado, quando a paciente consegue se salvar, além da quimioterapia, faz-se necessária a histerectomia.

Curiosamente, governos do mundo inteiro estão promovendo, através de uma campanha da OMS (Organização Mundial da “Saúde”) uma vacina contra HPV a ser aplicada em meninas em idade escolar, dos 11 aos 14 anos de idade. Mas, segundos estudos realizados no Canadá, essa vacina, além de só combater 4 dos 100 subtipos do vírus HPV, ainda contém partes ativas do DNA viral. Ou seja, aquilo que, supostamente, visava proteger as meninas (como se elas, aos 11 anos, estivessem prontas para o sexo), acaba representando ainda mais perigo a elas. De uma tacada só, governos e indústrias farmacêuticas, pretendem expor, financiados com nosso dinheiro, nossas filhas ao câncer de colo de útero e á esterilidade (como consequência do tratamento para aquele).

Não obstante o que fora visto logo acima, as campanhas pela esterilização em massa de mulheres e homens não parece simplesmente ser motivada por preocupações humanitárias com as famílias carentes. Há muito, muito mais que isso envolvido nessas campanhas. Basta que procuremos investigar a natureza de uma tal instituição chamada Planned Parenthood (que atua, inclusive, no Brasil), financiada com dinheiro do megabilionário George Soros, dentre outras fontes (Fund. Ford, Fund. MacArthur, etc.). Ela não apenas promove ações de propaganda pró-esterilização, mas também financia ONGs gayzistas e fornece assistência jurídica e de mídia a clínicas da indústria do aborto.

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Controle populacional através de doenças fabricadas

Como disse acima, há sérias suspeitas de que vacinas e alimentos transgênicos estejam sendo utilizados, na ausência de pandemias globais, na esterilização e promoção de doenças mortais nos seres humanos. Tudo é feito e planejado sem que as massas se deem conta. Afinal, o segredo não é apenas a alma do negócio ($$$), mas também da Guerra e da maioria dos crimes hediondos.

Imaginem: um vírus modificado em laboratório, que teve sua virulência aumentada em cem vezes, é solto na natureza remota da África e é levado por animais, homens ou pelas correntes de ar para os grandes centros povoados. Conseguem ver como é fácil aterrorizar as pessoas com essas imagens horrorosas de doenças a ceifarem as vidas? Entendem como se dá o “relaxa e goza” das elites em discurso às massas? Percebem como criam (ou inventam) um problema (um vírus qualquer) e depois chegam com suas vacinas prontas (sendo que até hoje não há vacina contra a AIDS)? Muitas indústrias faturam alto com a doença e o pânico geral das populações, e ainda conseguem operar seus planos de matança global.

Assista aos vídeos abaixo (em inglês, sem tradução para o português):


Quem nunca ouviu falar da polêmica denúncia, feita há alguns anos, de como o vírus da AIDS, longe de ter aparecido mutante, espontaneamente, em macacos, fora produzido em laboratório? Se não sabiam, agora saibam e se informem! Também, há alguns anos, um biólogo e ecologista maluco da puta-que-o-pariu, Eric Pianka, sugeriu que “o problema da superpopulação mundial poderia ser resolvido pela liberação de grandes quantidades da variante mais letal do ebola“, de longe o que causa mais sofrimento aos infectados, causando uma febre hemorrágica que liquidifica os órgãos internos da vítima. Assim, segundo este filho-da-puta, garantiria-se que eles se livrariam de, pelo menos, 90% dos seres humanos incômodos do planeta, de forma rápida e sem custos (!!). Isso ocorreu num simpósio na Lamar University, em 2006, num encontro da Academia de Ciências do Texas. Detalhe: após sua preleção, ele foi ovacionado de pé, por aparente unanimidade.

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Guerras e massacres nucleares

Já estivemos próximos de um cataclisma nuclear, isso em 1962. Mas, não apenas naquele ano, mas daí por diante, até hoje, estamos sempre em risco a cada vez que grandes potências (principalmente, EUA, Rússia, China e Israel) se pronunciam diante de eventuais ameaças e rixas diplomáticas. Hiroshima e Nagasaki foram apenas as primeiras cobaias. A partir de então, passamos a ser chantageados constantemente a não desafiarmos essas potências e aceitarmos, docilmente, seu mando internacional, quaisquer que fossem suas intenções em relação aos outros povos.

E isso pode (e deverá ser, conforme as profecias de diversas culturas) a solução final de um conflito previamente armado para que surja, no grande teatro da dialética histórica illuminati, um único Poder Mundial, que não possa ser contestado dado horror sobre qual terá se fundado. Bilhões derretidos como cera, pulverizados, a sinalizar o início do tempo mais sombrio da história de nossa raça.

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4 comentários em “Despopulação é a grande obsessão da ONU atualmente

  1. Lamentável que não se preocupem com a EVOLUÇÃO HUMANA. Não é o número maior ou menor de habitantes no mundo que irá garantir a harmonia entre os povos e, sim, o verdadeiro autoconhecimento, que só é possível quando o ser humano se harmoniza com a natureza, pelo desenvolvimento do raciocínio (o verdadeiro bom senso). Abraço Mano!

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