Dilma Rousseff e Lula: a coitada e o racista


Hoje é domingo, dia ideal para descansarmos, em que, em consideração à harmonia do lar, devemos evitar tocar em assuntos estressantes e desagradáveis. A figura de Lula, a curriola do PT e a mente esquerdista são temas que nos envelhecem à simples menção. Tendo isso em vista, vou falar “pouco” nessa postagem.

As notícias são sintomáticas. Dilma Rousseff é vaiada em coro na cerimônia de abertura da Copa do Mundo do Brasil, em 12 de junho último, com palavrões dignas de figuras execráveis mundo afora. Dezenas de milhares de brasileiros presentes no evento, a uma só voz, declararam sua repulsa à presidente eleita do Brasil: “Ei, Dilma, vá tomar no cu! Ei, Dilma, vá tomar no cu!”.  Eram vozes que a mídia não tinha como esconder, sons impossíveis de abafar, em uma ocasião ímpar. Mas, claro, não é a primeira vez que Sua Excrescência é vaiada, já que até prefeitos já o fizeram, e na cara dela.

Mas, eis, abaixo, o motivo pelo qual Sua Excrescência, a presid-anta Dilma Rousseff, quebrou um protocolo que já durava mais de 30 anos e se isentou, covardemente, de discursar na abertura da Copa:

A mídia, quase em sua totalidade, movida pelo medo perder a boquinha federal — que são as verbas publicitárias obtidas com as propagandas da Petrobrás, Caixa, Banco do Brasil e Correios — e de levar represálias de outra ordem (na escala da sabotagem), correu em socorro de Dilma Rousseff, que ficou sem pai e mãe,  em meio a uma torcida brasileira visivelmente hostil à sua corja de mercenários e assaltantes. Parecia uma palmeirense solitária descoberta no meio da torcida do Corinthians. Jornalistas bombeiros, chapas-brancas, do baixo quilate de Juca Kfouri & catervaalém de outros fanfarrões, como os da ESPN, “horrorizaram-se” com as ofensas, que citavam o terminal de descarga intestinal (do latim, culus fœtidus) de Sua Excrescência, a presid-anta do Brasil.

Dilma alegou que não se deixaria abater pelas ofensas “gratuitas”, que resistiu a anos de prisão durantes os quais teria sido “barbaramente torturada” (um discurso padrão de esquerdistas). Só faltava ela declarar que o que vem de baixo não lhe atinge. Sim, também pudera, o cocô jamais voltaria ao seu cu imundo de esquerdista. Em tempo: Dilma não se deixa atingir pelo que vem de baixo porque, talvez, não deixe mais nada aproximar-se de suas partes baixas. Mas, alfinetadas merecidas à parte, lembremos: às vezes, até Dilma Rousseff fala a verdade. Vejamos! E, em tantas outras ocasiões, sabe levar na esportiva quando ouve a verdade.

Lula corre em socorro da cumpanheraDiz que aqueles que vaiaram Dilma nunca passaram fome, eram gente bonita, a parte “branca” da sociedade, pois lá não havia ninguém com cara de pobre, como teria Dilma. Segundo ele, então, só havia brancos entre os que vaiaram Dilma. Será? Por que, então, o governo de Dilma Rousseff não protestou junto à FIFA quando esta vetou as meias-entradas (para crianças, estudantes e idosos)? E para os pobres de baixa renda, segundo ela, seus fiéis eleitores, não há cotas? Evidencia-se, então, o caráter marcadamente racista do ex-presidente e o mais famoso bebum que nunca antes houve na História desse país.

E ainda tem o desplante de nos ameaçar, incitando ao ódio de classe, típico de todo medíocre comunista. E faz ameaças mesmo, dizendo que a reeleição de Dilma será a vingança deles e chamando de “cretinos” aqueles milhares de cidadãos torcedores que ousam desafiar a Anta de Faixa, que não já tem vergonha nem de usar a cota de publicidade do Governo, que deve ser usada para coisas muito importantes, mas que, no entanto,  tornou-se instrumento de campanha fora de época eleitoral.

Nós, segundo o racista Lula, pagamos as entradas dos jogos, ajudamos a dar o retorno do “investimento” à FIFA, salvamos a imagem de Sua Excrescência, não merecemos ter o direito de nos manifestarmos politicamente nos jogos, dentro de nosso próprio território? Certamente, ao generalizar sua crítica, atribuindo aos brancos a rejeição à Dilma, ele, ardilosamente, incita o público ao ódio racial contra os brancos Para calar a boca imunda do canalha Barba, segundo Romeu Tuma Jr., mostramos que as demonstrações de repulsa à presid-anta não se restringem aos brancos e de classe média, e o vídeo abaixo mostra isso de forma contundente, com críticas do mesmo “tipo”, da parte do vocalista d’ O Rappa, um pardo, portanto. A plateia do show, por sinal, também é composta, em sua maioria, por negros ou pardos.

Luiz Inácio Lula da Silva, segundo suas próprias palavras (ou balbúcios) e outras fontes:

Enfim, não bastasse a síndrome de vira-latas que o povo brasileiro absorve com tanta facilidade, em parte por causa de uma significativa parcela que vende seu voto em troca de esmolas do Governo, em parte pela degradação dos costumes, temos, em série que já dura 12 anos, dois dos maiores palhaços e, ainda por cima, defensores da impunidade e da censura às liberdades fundamentais (as poucas que ainda pensamos deter), no leme dessa barca sem rumo (melhor não tivesse) que é o Brasil de hoje.

Lima Duarte sobre Lula

Uma terrorista que se faz de coitada, cuja capacidade administrativa jamais foi provada e cujas feridas por torturas jamais foram atestadas, e um apedeuta, alcoólatra, racista e malandro que, desde os 29 anos, não trabalha — são esses exemplos deploráveis que o povo insano alçou ao poder. Ao contrário do que o Bebum de Garanhuns disse há alguns dias, a vaia a Dilma Rousseff não foi a maior vergonha que sofremos, mas o objeto da vaia (Sua Excrescência) e seu defensor etilista é que são, para nós, símbolos do escárnio escrachado.

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