A profundis mirantis…


Há certos olhares que nos desconcertam, gestos que nos desarmam, lágrimas que encerram em si a potência de uma tormenta furiosa. Diante de olhos inquietos, lábios súplices e mãos trêmulas de cansaço, nosso caminho é interrompido e nos obrigamos a nos perguntar: Por que eu?

Por que eu fui premiado com essa espontaneidade implacável? Por que pude eu encarar a sinceridade e continuar de pé, vivo, em meio à minha própria separação do Mundo? Por que eu?

Nas profundezas de quem fixa o olhar, podemos passar por um dos muitos exorcismos que expulsam o demônio de nossa Soberba!

***

Fonte das imagens: Públicas.

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