Nesses tempos em que as manifestações populares deixaram de surgir em favor de  uma causa e se tornaram fenômenos meramente midiáticos, ou mesmo da moda, seria útil nos perguntarmos até que ponto tais eventos são realmente espontâneos. Pois, um povo que diz exigir o cumprimento da lei não pode, ao mesmo tempo, se arrogar o direito imediato de infringir a própria lei.

Serão, então, essas manifestações um teste de para nossa percepção a fim de percebermos quão irracionais e incoerentes podem ser tais manifestantes? Hoje, estar do lado dos “oprimidos” é conveniente para aqueles que precisam de salvo-conduto para sair vandalizando tudo. Me perguntarão se, acaso, defendo os bancos e a integridade de suas agências bancárias? Não, o que eu defendo é a ordem pública e a não proliferação de maus exemplos aos jovens. Pois, se esses “manifestantes” vandalizam por “justiça”, o que não fariam se tivessem carta branca de verdade?

É conveniente, eu digo, porque o direito à legítima defesa é dado sempre à vítima, em tese. Não apenas defesa, como a permissão tácita para uma reação violenta, eivada de vícios passionais, de ira e pressupostos totalitários motivados por algum suposto crime sofrido, muitas vezes, por terceiros desconhecidos. Assim, basta que alguns se declarem vítimas e a mídia propague essa imagem, transforme-a em algo da moda e deem-lhe um pouco de glamour,  para que assumam o direito de vingança, revanche e revide por chagas rançosas que alguns grupos, de forma insidiosa, trazem de volta. Assim, fazem com que os brancos sejam hostilizados pelo lobby politicamente correto de movimentos africanistas, com total apoio financeiro das elites que alimentam a Esquerda revolucionária no Poder. Também, dessa forma, o PT esquece o quanto Lula elogiou os feitos dos governos dos generais Medici e Geisel e se levanta como arauto das “vítimas” da ditadura com essa tal Comissão da Verdade. Uma comissão parcial, uma verdade aleijada por intenções infames.

As revoluções e manifestações, há muito, têm se tornado objeto de estudo e planejamento de aproveitadores especializados em agitação política. Bem dizia Lênin: antes que se levantem os anticomunistas, criemos nós o movimento anticomunista“. Assim, antes que o povo consiga se organizar e entrar em consenso para ações pela defesa coletiva de sua dignidade, grupos, sempre vigilantes, captam as tendências e criam movimentos “populares” a toque de caixa para que possam manipulá-los, arrastando toda a população ao senso comum que eles querem. Usam de demandas legítimas, porém com intenções maquiavélicas.

OTPOR: uma empresa feita sob medida para criar revoluções
OTPOR: uma empresa feita sob medida para criar revoluções

Além de arma de manipulação e intimidação, sempre em parceria com a mídia parcial e mentirosa, o jeito revolucionário atual de fazer manifestações se tornou um grande nicho de negócios para uns, bem como ótimo destino para o dinheiro enviado pela CIA aos seus escritórios espalhados pelo Mundo, tendo em vista seus propósitos conspiratórios. Open Society, Ford Foundation, MacArthur Foundation, são exemplos de fundações que controlam ou são controladas pela CIA.

Abaixo, um vídeo que conta como organizações criadas com o fim de fomentar revoluções recebem dinheiro de fundações privadas globalistas e desenvolvem métodos de manipulação e sedição, bem como treinam seus exércitos de militantes “pacíficos”. Se me perguntarem se os black blocs se enquadram nesse perfil, responderei que sim. Mas, os black blocs brasileiros constituem apenas células de sua matriz, criada no Canadá, no início dos anos 2000. Essa matrix recebe financiamento, principalmente, da Open Society. Podem adivinhar quem dirige a Open Society? Se podem, estaremos de acordo de que quem a comanda é George Soros.

De acordo com o próprio depoimento de um dirigente da OTPOR, várias (senão todas as) revoluções populares, pretensamente desencadeadas visando a “consolidação da democracia”, são financiadas por entidades ligadas às elites metacapitalistas ocidentais. Assim como a Open Society apoia as ações criminosas dos black blocs, outras fundações, apenas em tese em oposição ao Socialismo, financiam movimentos fantoches para a remodelação dos cenários políticos das nações. Obviamente, seria ingenuidade demais pensar que tais iniciativas têm como foco a defesa das liberdades desses povos, senão tão-somente a defesa do modelo de dominação política elitista, este tão ambidestro (tanto capitalista selvagem como socialista desumano) como polivalente, na pior e mais assustadora acepção deste último termo.

Vejamos alguns exemplos de revoluções arquitetadas pela OTPOR e encomendadas, sob grosso subsídio, pelas elites financeiras sionistas:

É difícil assim perceber que, de espontâneas, essas manifestações têm pouco ou quase nada? Elas nascem de mercenários virtuais que organizam manifestações em massa, são pessoas pagas para isso, assessorados por sites e agências especializadas, das quais a OTPOR é apenas o exemplo mais conhecido.

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