Miguel, Miguel…


Ao meu Venerável Condutor, com admiração, no dia de sua Memória:

Estás tão presente nessa pobre vida que anima essas letras que até o nome de meu próximo filho (se Deus assim quiser) levará o lema que é teu nome. Mikhael, “quem é semelhante a Deus”?

Três questões e uma armadilha fatal


Neste domingo, véspera da Festa de São Miguel, proponho algumas questões que considero importantes aos leitores deste espaço. Questões quase nunca respondidas por pessoas do lado de lá do muro da insanidade. Recomendo, então, os tópicos abaixo para reflexão sobre o Aborto e sobre o alcance da Liberdade.

As incorreções dos termos politicamente corretos


Antes de começarmos a tratar dos objetivos propriamente ditos desta postagem, é preciso que repassemos alguns conceitos. Afinal, do que tratam os pressupostos politicamente corretos? Eles são, realmente, corretos, ou apenas tentam remodelar, arbitrariamente (e muito), os valores considerados corretos pelo senso comum?

Basicamente (e segundo a lenda), ser politicamente correto significa tratar a todos como iguais. Iguais perante a Lei, com os mesmos direitos e deveres. Ponto. A partir do momento em que tratamos a todos, segundo o establishment, como iguais, devemos tornar comportamentos particulares, massificados pela mídia e pelo Estado ideologizado, como imperativos, sendo todos arrastados por uma coação onipresente.

Sabe aquele Vento Sul soprando no rosto?


Sabe aquele Vento Sul soprando no rosto? Pois então, é o vento da saudade, do sono embalado na cama macia arrumada por sua mãe. Essas lufadas de ar fresco encontram nossa tez úmida, encharcada em corredeiras faciais, afluentes dos olhos fixos naquelas tardes de sábado. Olhos tributários do Mar que é o Tempo, para onde tudo corre e pelo qual tudo é purificado.