Sei que muitos de meus amigos e leitores votaram em Aécio Neves em primeiro e segundo turnos das últimas eleições. Infelizmente, não posso me furtar à crítica que carregará esse artigo de opinião. É este, na verdade, mais um desabafo do que um verdadeiro artigo, eventualmente contando com outras fontes.

Em quem votei, para Presidente, no Primeiro Turno? Votei nulo, por falta de opções voltadas à minha Consciência católica (não voto no menos pior). Em quem votei, para Presidente, no Segundo Turno? Votei em Aécio Neves, mas foi um voto quase que compulsório, para não deixar, tendo em vista a perversidade do sistema eleitoral brasileiro, meu voto para Dilma Rousseff.

Já falei anteriormente: Aécio Neves, politicamente falando, não passa de um boneco de posto, com vistas a dar ao pleito um ar de legalidade ou democracia e não deixar o povo se aperceber de que não há real oposição à Besta Socialista alçada ao poder em 2002. Ademais, todos os grandes projetos do PT, em termos sociais e econômicos, foram cimentados pelo PSDB.

Não, não houve plágio do PT em relação aos programas sociais que culminaram no Bolsa Família, mas uma extensão dos mesmos, planejada, combinada, para fabricar uma ampla carteira de clientes eleitores, reféns da fome e da miséria intelectual. Não fora o PT que trouxe o aborto ao Brasil, mas o senhor Fernando Henrique Cardoso, enquanto representante da Fundação Ford e agente da CIA no Brasil [1], em 1990, quando, junto à sua esposa, preparou a entrada em cena do primeiro projeto de legalização do aborto.

Não, não foi o desgoverno do PT que primeiro fortaleceu os gayzistas, abortistas, feministas e o MST, mas o governo do supracitado, FHC, quando aqueles começaram a receber, sem qualquer fiscalização, amplo financiamento dos cofres públicos para sua patifaria e guerrilha contra a sociedade de bem. Foi no governo de FHC que se deu a entrega, de bandeja, da Cia. Vale do Rio ao faminto capital norte-americano, e no Governo Dilma que se realizou o Leilão de Libras, repartindo o leito oceânico brasileiro, repleto de petróleo e gás natural.

Voltando ao tema das últimas eleições. Aécio se mostrou frouxo. Numa guerra política, o povo descontente quer um líder, alguém com voz firme, não um homem excessivamente polido. Que líder poderia nos inspirar Aécio Neves ao baixar o dedo, como um vira-latas morto de fome, diante da abortista maconheira, Luciana Genro? Que opositor trataria Dilma, enquanto candidata e não presidente, fora do Palácio do Planalto, por “Vossa Excelência”? Que motivos o povo descontente teria de não votar em Dilma se Aécio, com medo dos esfomeados, prometeu deixar as “bolsas” petistas do jeito que estão?

Ademais, não sei qual dos dois é o mais sionista: DIlma, com sua agenda comunista-gayzista-abortista-anticristã, ou Aécio, com sua mania, típica do PSDB, de cheirar o rabo da Maçonaria [2] e escalar Armínio Fraga [3], office boy de George Soros, para o seu ex-futuro Ministério da Fazenda. Assim, o que vejo, é o que o PSDB está escalado para perder em todas as eleições, parece mesmo acordo político do tipo underground. Ninguém viu nada, ninguém sabe de nada. Para as massas, PT e PSDB são inimigos mortais, mas estão aliados, desde os tempos em que FHC e Lula andavam juntos para cima e para baixo.

Já disse aqui: o sistema “democrático” ocidental, entre eles o brasileiro, é cínico. Não escolhemos quem desejamos, e sim optamos por uma lista que não somos nós que montamos, mas os partidos políticos, em seus conchavos pelo poder. A democracia, no Ocidente, é uma farsa. A República é um sistema de governo golpista, que usurpa o direito natural de representação popular estável do Monarca para estabelecer o revezamento entre os poderosos da Elite.

A oposição entre Esquerda e Direita, na República, é uma ilusão tosca. A República é golpista desde sempre, revolucionária em sua essência, judaico-maçônica em seus princípios fundamentais e esquerdista nos métodos de cooptação e coerção. Assim, na República (e, também, na brasileira), a Direita é apenas o lado menos à Esquerda, assim como o grupo de Marat era em relação aos jacobinos logo após a Revolução Francesa. No entanto, ambos os partidos eram anticristãos, assassinos, revolucionários e guiados pela sede do Poder.

Enfim, Aécio não passou de boneco de posto para desmoralizar os conservadores, de tão pusilânime que me pareceu. Sem espírito combativo, sem masculinidade, sem culhões. Dilma, sim, tinha cara de macho, o que desconfio que não seja apenas estilo de fala. O PT, mais uma vez, agradece não à incompetência do PSDB, mas à sua estrita cooperação. O PSDB nada tem de conservador ou antissocialista, mas é, sim, o melhor companheiro de aventuras do PT.

***

[1] SAUNDERS, Frances S. Who did pay the bill? (“Quem pagou a conta?”). São Paulo: Record, 2008.

[2] FOLHA DE SÃO PAULO. A maçons, Aécio disse que, se eleito, vai propor reforma política. Notícia (online) publicada em  10 de abril de 2014. Disponível em: Acessado em 30 de outubro de 2014.

[3] VIEIRA, André. Memória: ligação com o especulador George Soros é virtude e defeito de Armínio Fraga, novo presidente do Banco Central. Revista IstoÉ, ed. 1532, de 10 de fevereiro de 1999.

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