Está certo! Não podemos condenar a parcela do povo que tenha cedido em sua (luta por) Liberdade a uma tênue garantia de comida na mesa aos seus filhos. No entanto, foi sobre chantagens como essa — a de que os pobres perderiam a Bolsa-Família se Aécio Neves vencesse — que Dilma Rousseff foi reeleita. Mas, será que os leitores não conseguem perceber que esse país foi fundado sobre uma cultura de eterna vassalagem e zoação?

O povo brasileiro realmente é um povo de fé, fé no impossível. O brasileiro médio quer acreditar. Acredita que tudo vai dar certo, mesmo quando começa errado ou vai errado durante todo o percurso. Afinal, Deus seria brasileiro e a macumba garantiria uma chance de tripudiar sobre um vizinho de senzala.

Este país sempre foi espoliado, desde os tempos de colônia. Após a separação de Portugal, pensava-se que o Brasil encontraria o rumo da grandeza moral, uma identidade heroica que o fizesse criar um ciclo virtuoso sem igual. O que vemos hoje, no entanto, é a cultura de pessoas que abrem os braços sobre o Corcovado e esperam milagres econômicos, crescimento cultural sobre costumes decadentes e uma preguiça maior que as necessidades, essas supridas de qualquer jeito, ainda que a preço de um voto.

Há muito tempo que, sem alternância, uma tendência política prevalece no Brasil: o populismo. Desde Getúlio Vargas a Lula, passando por governos militares que davam a impressão da falsa segurança, sumamente incompetentes em extirpar o câncer comunista (por vezes, até nutrindo-o), chegando à social-democracia do PSDB, que não passa de uma forma de gerenciar o Estado visando a perpetuação da mamata anestésica do populacho indolente. Lula coroou essa social-democracia, revelando seu triste fim: entre as algemas dos benefícios sociais, o povo se vê legitimando todo um aparato não só de assalto ao Estado em plena luz do dia, da parte de uma gangue de grupos políticos, mas de incompetência jamais vista na história desse país.

O povo brasileiro está se tornando amoral. Não possui mais a vergonha na cara que provê o discernimento entre o que é ideal e/ou aceitável. Como não está mais nem aí para política, pouco lhe importam os rumos que o Brasil vai tomar, desde que não suspendam o Carnaval, a Bolsa-Família e possam saquear as cargas de cervejas de caminhões que tombam nas rodovias. E esse nivelamento de todos por baixo, na linha da imbecilidade e miséria moral, operado pelos partidos, deixa esse país cada vez mais distante da prosperidade material para todos. Como garantir renda para todos se a Fonte continua subnutrindo apenas a vagabundagem e a mediocridade de uma maioria de malandros?

O Estado fora sequestrado e o povo não quer nem saber disso. Não adianta que mencionemos que a presidente Dilma esteve praticamente um mês fora de seu escritório devido à campanha eleitoral de 2014, propondo o fim da liberdade nas mídias e o estupro da Constituição via Reforma Política. De que adianta falarmos que a mesma mulher que foi capaz de falir uma loja de 1,99 é a aquela empoleirada no Planalto, que conseguiu deixar o Ministério da Fazenda por três meses sem ministro?

A mulher que diz que pretende retomar o crescimento do país nos próximo quatro anos, depois de sucessivas cagadas causadas por ela mesma, não sabe dar um peido sem pedir permissão ao chefe do Petrolão (Lula-Molusco). Dilma Rousseff mal sabe articular sequer uma frase com sentido lógico, não sabe se expressar. Será que a coitadinha é disléxica, hiperativa (duvido!), sofre com bullying?

Continuo, no entanto, pensando que a esquerdice da senhora Presidente é um sintoma perigoso de algum mal mental, típico de apedeutas, manifestação de uma burrice incontida, impossível de ser mascarada por mais do que cinco minutos (com boca fechada). Foi nas mãos dessa senhora que o povo entregou os destinos da Nação? Bem, a Maga Patalógica era malvada, mas, ao menos, era inteligente. A Maga Patalógica jamais disse que “derrubar árvores plantadas pela natureza era lucrativo”.

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4 comentários em “A burrice incontida

    1. Vassalagem pura, sem tirar nem por detalhes. Isso prova que uma declaração de independência pode ser fatal a um povo que não tem espírito independente ou que é ingrato aos seus reis. O Brasil nunca deveria ter deixado de ser uma colônia. Mas, pior é ter se tornado uma República por meio de um golpe militar (1889).

      Obrigado pela visita!

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