Os últimos relatórios financeiros divulgados pela Petrobrás, contrastados com os dados aferidos de outras empresas do setor da exploração de petróleo, mostram o que a roubalheira, a imoralidade psicopática e o utilitarismo mercenário em nome de projetos de poder foram capazes de fazer. Obviamente, não sem a incompetência (proposital, será?) dos quadros lotados pelos partidos assaltantes (PT, PMDB e PP) em postos estratégicos da empresa.

Testemunhando, a partir de dentro do bonde desgovernado da História, a atual sequência de acontecimentos, é quase inacreditável o que o PT conseguiu fazer com a maior empresa brasileira. O PT virou lenda, um ideal para qualquer quadrilha de principiantes. É mesmo fantástica a trajetória de atos fora-da-lei perpetrados pelos alunos brasileiros (e mercenários) de Fidel Castro.

Claro, atualmente, vendo as coisas a partir dos pressupostos liberais, sei que o Estado não deveria ter tamanho alcance no Mercado, mas, ao contrário, se limitar a preservar a livre concorrência em estado de equilíbrio. Porém, sabendo que milhares de profissionais e bilhões de reais dos pagadores de impostos estão lá empenhados, fico assustado com o que pode acontecer ao restante do patrimônio público em que o PT ponha as garras.

Abaixo, um quadro postado no mural da página do Partido NOVO:

Conclusão dos dados aferidos: das 7 empresas petroleiras citadas, a Petrobrás é a segunda que mais produz, com o menor valor de mercado e o maior endividamento líquido (em relação ao capital total da empresa). Isso é claro: incompetência aliada à sangria de verbas.

O doleiro Alberto Yousseff e o ex-diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, confessaram e deram detalhes de como de 3% a 5% do valor de todos os contratos, cobrados das empreiteiras através de propina regular, eram distribuídos entre os partidos que compunham a quadrilha, supracitados. As evidências de que boa parte do dinheiro sujo era mantida em contas secretas no exterior, em nome de pessoas ligadas a esses partidos (principalmente do PT), podem, inclusive, ser causas de cassação dos registros partidários e de seu fechamento.

Estamos assistindo a uma xanxada de mau gosto, apocalíptica, em que uma quadrilha formada por marxistas delirantes, larápios experientes e mercenários sem pátria, demole décadas de trabalho árduo e mina toda possível chance de salvação das instituições da República de serem expostas como a uma rameira perversa. A apatia e a burrice da maior parte do povo vassalo, sua amoralidade e preguiça, aliadas ao oportunismo de uma quadrilha de terroristas políticos, antecipam a falência desse modelo paternalista de Estado, isso se não do próprio Estado Brasileiro.

O risco de Caos maior não é aquele que ameaça a sociedade pelas agitações que se seguiriam ao impeachment de Dilma, prisão de Lula ou banimmento do PT e catervæ ejus, mas de isso tudo não se concretizar. Clama aos Céus o dever de expurgar essa poderosa máfia brasileira em todas as suas ramificações: do abre-alas PSDB, passando pelos carniceiros do PT e PC do B, aos parasitas de ocasião de outras agremiações.

Mas, indago: será mesmo que outros partidos, outras gestões, não sugavam da Petrobrás e outras empresas tantos outros bilhões dos cofres públicos? Por certo que sim, pois a dominação política sempre imperou no seio das empresas estatais e autarquias. Porém, na gestão do PT, houve um upgrade da cosa tutta: a inépcia em esconder as próprias vergonhas, seja pelo volume escandaloso dos desvios ou pela institucionalização do cabresto, esfregando toda a imundície na cara dos brasileiros na certeza absoluta da impunidade. Os larápios de outros partidos ainda disfarçavam, os ladrões das antigas ainda tinham pudor. O PT, não! O PT é um partido com uma práxis impudica e sádica, que valoriza e se ufana do escândalo.

Sendo assim, volto a indagar: não teriam esses escândalos o objetivo de demolir o Estado brasileiro em suas bases, da estrutura social às instituições públicas, passando pela corrosão da economia? Não seria desejável às partes, ditas opostas (Esquerda e Direita), que o Brasil afunde de uma vez e sofra com o descrédito do Mundo, servindo a interesses estrangeiros de metacapitalistas?

Sinto que, ao mesmo tempo que os abutres e seus parasitas não se preocupam com o sigilo de seus assaltos ao Erário, há uma divulgação facilitada de todos esses escândalos. Eu não ouso censurar a exposição dos fatos criminosos, mas desconfio das intenções aparentemente patrióticas dos donos da mídia supostamente direitista. Há uma fumaça estranha no ar, um fio ainda imperceptível que torna tudo muito conectado, em que agentes, a princípio inimigos, parecem conspirar para um mesmo fim: a destruição do Brasil. Lembremos que a mesma VEJA, que hoje é o veículo que mais escândalos denuncia contra o PT, é a mesma que se calou por mais de uma década, junto com toda a mídia judaico-sionista, acerca do Foro de São Paulo.

Cave canem et lupum!

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Um comentário em “A Petrobrás e a tempestade final

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