A base ideológica do Terror e as Leis de Noé


Devido ao bom alcance obtido com a denúncia prévia de que já há sujeitos apoiando o Terrorismo e fazendo propaganda do ISIS e Boko Haram no Brasil, resolvi deixar para uma postagem separada a exposição sobre uma das bases ideológicas, senão a mais importante, para a aplicação da Sharia e do Terrorismo sobre nós, “infiéis”, a quem chamam de kuffar.

O vídeo abaixo é um exemplo terrível, porém real, do que nos acontecerá se deixarmos nosso governo apoiar, sem resistência, grupos como o ISIS. Sim, nos países onde declara-se, pela violência ou não, a Sharia como lei do país (risco a que se corre quando mora-se em países onde muçulmanos são maioria), os não-muçulmanos não seriam forçados a adotar o Islamismo, mas devem se submeter, sem questionar às leis civis muçulmanas, o que equivale a uma ditadura teocrática como jamais vista.

(NÃO ASSISTA O VÍDEO ABAIXO SE VOCÊ NÃO SE SENTE PSICOLOGICAMENTE FORTE, SE TEM PROBLEMAS CARDÍACOS, SE É GESTANTE OU MENOR DE IDADE. CENAS REAIS DE DECAPITAÇÃO DE CRISTÃOS POR TERRORISTAS ISLÂMICOS.)

O que poderia originar essa sanha genocida exemplificada acima? Será apenas a doença mental, a psicopatia em estágio coletivo?

Tal sociopatia tem origem eminentemente racista, numa aversão que, supostamente, seria amenizada pela adoção de uma ideologia religiosa. Tal incorporação das pessoas que estes vermes desprezam (ou dos quais sentem inveja) satisfaz o instinto sádico de “purificação do profano” e excita um triunfalismo que sempre demanda mais humilhações. A violência deixa marcas, traumatiza. Ao mesmo tempo que vence os mais frágeis pelo terror e o medo, impregna no rebanho ‘desviado” a marca de sua passagem, como se tatuasse o gado a ferro quente.

Quais as bases ideológicas do Terrorismo Moderno?

Sharia código moral e civil para muçulmanos, baseada no Corão, é apenas a mais conhecida das bases, pois é repetidamente exposta com esse fim: declarar qual o “livro de regras” dos que habitarão sob os terroristas. Porém, quem aceita isso de cara, pode estar ignorando dois fatos:

  1.  que o Corão é um livro que. em suas parte moral, e as hadiths, têm origem remota em crenças farisaicas dos primeiros séculos da Era Cristã, mais precisamente no Talmud, e;
  2.  que o Islamismo é uma religião de origem basicamente judaica (diferente do Cristianismo, que incorporou a sanidade da Filosofia Grega).

O Talmud, por exemplo, prega que os goyim (não judeus, gentios, não circuncidados) não são humanos, mas bestas, tendo suas almas originadas por demônios e como rejeitos da impureza primordial. Ensinam que aqueles não têm os mesmo direitos que os judeus e que podem (senão que devem) ser mortos se isso servir à “causa de Deus”. Podem ser escravizados, espoliados, roubados, violentados sexualmente, pois tudo foi dado apenas aos “homens” (portanto, aos israelitas da Antiga Aliança) para que dominassem as “bestas dos campos”.

Clique na imagem para ler a matéria: ISIS, fabricado pela CIA e pelo Mossad.

Sendo assim, não tendo os mesmos direitos (ou direito nenhum), os goyim também não eram obrigados aos mesmos deveres dos judeus. Estes, tinham leis (mitzvoth) específicas para si. Estariam, pois, todos aqueles sujeitos somente às Leis Noaquitas, ou Leis dos filhos de Noé  [1] (“Noah” em hebraico), que são sete:

  • Avodah zarah – Não cometer idolatria;
  • Shefichat damim – Não assassinar;
  • Gezel – Não roubar;
  • Gilui arayot – Não cometer imoralidades sexuais;
  • Birkat Hashem – Não blasfemar;
  • Ever min ha-chai – Não maltratar aos animais;
  • Dinim – Estabelecer sistemas e leis de honestidade e justiça.

Ora, o desprezo que os judeus ortodoxos nutrem pelo mundo ocidental, bem como por seus povos, se estendeu tanto ao Cristianismo da época em que a Igreja evangelizou a Europa, sob os imperadores romanos, como sob o Islã, como este se apresenta até hoje.  Essa ânsia em exterminar as demais crenças e culturas, seus hábitos arraigados, para a imposição de uma visão monoteísta obsessiva, é que está na raiz do Terrorismo moderno. O deus judeu, chamado ora Yahveh, ora Allah pelos árabes, têm, em sua representação, uma sede pela subjugação dos que se recusam a adorá-lo e obedecer suas tirânicas regras.

São os deuses e hábitos pagãos, acaso, isentos de reprovação? Obviamente que não, e por isso sou católico. Porque sei que o código moral católico, inspirado no Evangelho de Jesus Cristo, é o caminho que escolhi para a Redenção de minha alma. Porém, sou humano e mereço respeito, mereço ser tratado como tal, sem ter que me submeter a leis e moral que não me inspiram nenhum bem. E assim deve acontecer a todos.

Adeptos de uma fé de origem judaica, os muçulmanos também acreditam que somos obrigados a seguir as Leis para os filhos de Noé, que somos nós, sobreviventes do tal Dilúvio Universal. Tais leis poderiam até ter seu fundo moral condizente com a sanidade, mas tornam-se atentatórias ao Bem comum quando assumem um aspecto diabólico e sádico sob os servos do deus judeu.

Matar, cortar cabeças, impor o monoteísmo e a moral noaquita. Condenar os demais deuses (existam ou não) à não-existência, condenar seus devotos à conversão da “idolatria” ou ao extermínio. Adorar? Somente a um deus. Crer em Allah, ou Yahveh, ou morrer. Eis o destino que eles nos preparam,  tanto os clérigos muçulmanos, que preparam o advento do Mahdi e de seu Califado, como os judeus ortodoxos, que consideram que nós, os goyim, nascemos para servir a Israel.

***

NOTAS

[1] Art. Leis de Noé, disponível no site da Wikipédia. Acessado em 22 de janeiro de 2015.

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