A Morte não carrega seus ídolos


Como eu me acostumei a reunir os recortes de coisas que deixo espalhadas por aí, resolvi colar mais esse no mural onde me junto às pessoas pelas quais nutro mais do que simples estima, mas Amizade, e genuína.

Ontem, ainda, me peguei identificado com Valéria, a qual como que conseguia visualizar surfando lágrimas de mercúrio (aquelas que pesam mais do que o impossível), ao descrever sua dor de Morte. Aliás, sobre a Morte:

“Hoje penso que a morte é o maior aprendizado que tenho. É ver de perto as miudezas que me deixam com jeito arrogante, as impaciências que me distanciam da essência, dos dias que nem me perfumo, das risadas que não dou, sempre quando levo as coisas a sério demais.”

Então, eu lhe respondi:

Felicidade como realidade duradoura


Felicidade não é algo constante, durável, perene. A ilusão de uma felicidade sem fim, ininterrupta, de um mar de rosas, é cruel, por vezes. A doçura de tal ilusão é atroz e cortante, traumática mesmo. Assim, podemos dizer que, quando nos lembramos dos “momentos felizes”, queremos dizer que nos apegamos aos “bons” traumas, como tatuagens em carne viva. A primeira e grande amizade, os festejos de Natal ao redor de uma mesa ou de um presépio, o primeiro beijo no qual nos reconciliamos ao grupo dos adultos que invejávamos, a bronca do professor que te fez aprender definitivamente a deixar de ser malandro na escola. Enfim, os traumas nos fazem humanos. Quando sentimos dor, então sabemos que estamos vivos (ainda).

Nota sobre o Feminismo


Tabus (os quais as feministas chamam de preconceitos e que eu acho normais e sadios, quando não são doentios) existem tanto nas sociedades patriarcais como nas matriarcais. As mulheres das sociedades matriarcais correm o risco de parecerem ainda mais machistas (com ou sem saias) e promíscuas do que os homens nas sociedades patriarcais.

Por exemplo: há aldeias no Vietnã onde cada mulher pode ter vários maridos. Ela pode transar com qual deles ela quiser e quando quiser. Ora, se no Brasil uma amante de um homem só já é mal vista, imagine uma esposa de sete maridos!

Querem todas as benesses sem qualquer responsabilização. Fogem da maternidade (vocação natural primária da mulher) para deixarem de servir (na verdade, ajudar) os homens e se tornarem escravas dos patrões, acumulando milhares de horas em serões para, ao fim de cada noite, gozarem sozinhas seus 2 litros de Napolitano diante da TV.

O poder da mulher é subjacente, subliminar e, por isso, mais efetivo que o do homem. O poder manifesto é do homem, é um símbolo que está além da compreensão humana, é algo natural, acima de rótulos. Não adianta quererem lutar contra esse símbolo.

As feministas querem ter o que os homens têm, ou seja, o poder simbólico do falo. Daí que nasce o fetiche lésbico, fruto de revolta inconsciente contra o que elas não podem ter/ser. Ao invés de exercerem seu poder natural de forma inteligente (o que lhes é peculiar), transformam-se em seres que vagam no Limbo entre sua natureza e sua inveja, piores que cópias de Frankenstein.

Razão Social: Verdade Ltda.


De longe, quando vemos o que as pessoas fazem e dizem, pensamos conhecê-las melhor que elas mesmas. Triunfalmente, mandamos recados criptografados, disfarçados de mensagens bem-intencionadas, pretendendo alfinetar e mostrar que, finalmente, temos a chance de ouro de confrontá-las com aquilo que elas negariam até para Deus (se realmente se lembram d’Ele em certas horas).