O des-governo de Dilma Rousseff está a um sopro de cair estatelado. Mas cairá sob o próprio peso, constipado por sua inépcia ou por desentendimentos da quadrilha governante. Diante dos últimos números, apurados pelo próprio Planalto, em que a presidente, após menos de 3 meses de sua posse, aparece com apenas 7% (sete por cento) de aprovação, testemunhamos o desespero dos membros da Grande Besta chamada PT (agora, Partido Titanic). Seus aliados em outros partidos estão estarrecidos e o povo se prepara para um revide justo. Data: 15 de março de 2015.

A Petrobrás foi instrumentalizada como hospedeiro para repasto financeiro de parasitas a serviço do PT. Dinheiro nosso, do povo, era (e continua a ser) drenado para obras sem nenhum interesse para o Povo, com o único objetivo de favorecer construtoras que retornavam bilhões em propinas ao PT e aliados. Para onde ia o dinheiro dessas propinas? Para comprar apoio de parlamentares e para rechear o caixa de contas do PT no exterior. Isso é crime de lesa-pátria, muito mais do que formação de quadrilha ou crime de responsabilidade.

Tudo leva a crer que a presidente Dilma Rousseff e seu mentor, Lula, sabiam de tudo relativo a esse esquema destruidor inspirado no socialismo. Ao menos, é o que as delações premiadas, com suas provas anexadas aos relatórios de investigação da Polícia Federal e da CPI da Petrobrás vêm a corroborar. Crime de responsabilidade [1], então, o que é mais do que suficiente para o impeachment da presidente.

O povo, sim, a despeito do que, delirantemente, alegam seus mili-tontos, tem o direito de exigir a destituição (e posterior julgamento na Justiça comum) daquela que elegeu, pois o mandato do Presidente da República pertence ao povo, pois “o poder emana do povo”. Acaso, será “golpe” a manifestação popular condenando a incapacidade da presidente em gerir o país? Não é atribuição do povo cobrar resultados daqueles que elegeu e pleitear seu indiciamento? Ou será que as manifestações só são populares quando apoiam aqueles que dizem “defender” o povo, ao passo que depredam o Erário com seus projetos de poder ilimitado?

Caminhoneiros bloqueiam estradas, em estado de greve, e a presidente os trata como baderneiros, expulsando-os das rodovias à base de gás lacrimogênio, usando a Força Nacional e a Polícia Rodoviária Federal. Porém, o MST, com dinheiro público, promove invasões e depredações por todo o país, aparecendo como milícia paramilitar, e nada se faz para coibir seus asseclas?

Mesmo que as manifestações marcadas para 15 de março fossem financiadas por partidos de oposição, que mérito e isenção teria a direção do MST de reclamar, já que promovem crimes valendo-se de dinheiro de impostos? Os partidos de oposição, se quisessem, poderiam sim financiar esses movimentos, pois representam parcelas significativas do eleitorado. Considerando que 93% da população, nessa semana, se mostrou contra a gestão desastrosa do PT, quem são os golpistas, afinal? Será que querem impedir a manifestação democrática dos que representam o pensamento de 93% dos brasileiros?

Lula, em demonstração clara de demência senil, em conjunção infernal com sua sanha antipatriótica, ousou convocar o “exército” do MST, arregimentado por João Pedro Stédile, para ir às ruas defender a presidente (ou, melhor, atacar 93% dos eleitores). Ora, isso não é apologia à violência? É isso mesmo. Não seria exagero crer que o MST está aí apenas para cometer crimes, instaurar um regime de violências e de caos social. Afinal, sabemos, de longa data, dos treinamentos em guerrilha que esses vadios sem-vergonha recebem de militares venezuelanos, bem como do uso de armas de fogo por seus milicianos e a animalidade com que campeiam as ruas desses país.

Milicianos do MST espancam covardemente cidadão manifestante no RJ.

Joice Hasselmann, num trecho de sua transmissão para a TV Veja (no minuto 8:40 em diante), direto de Brasília, relatou que um certo petista do Planalto, sem pudor algum, admite usar os “movimentos sociais” para guerrear nas ruas, inclusive consciente do risco de guerra civil. Não é hora de se isentar, de se esquivar, de se esconder! O argumento pacifista do povo assaltado pelo PT, agora, não passaria de covardia e mediocridade. Pacifistas, sim, sem apelar para a agressão gratuita. Omissos, jamais! Não devemos permitir que uma minoria de energúmenos semi-analfabetos ocupe as ruas como se representasse toda a sociedade brasileira. Representa, quando muito, uma pequena parcela de militantes, ideólogos de merda, financiados com contratos públicos (com dinheiro nosso) de publicidade para fazerem propaganda de um partido. Ora, isso vai contra o princípio da Impessoalidade. Representa, sim, o que de mais autoritário há no seio de ideologias pós-capitalistas, a saber, o “centralismo democrático” (eufemismo para doutrina do partido único comunista).

Lembremos que há, sim, a possibilidade de haver uma intervenção das Forças Armadas, mas não para restringir a liberdade de manifestação, mas para punir levantes armados. É isso que se avizinha no caso de a presidente ser levada ao impeachment ou à renúncia, pois essa ralé comedora de cogumelos cor-de-rosa (PT & caterva) não deixaria passar essa oportunidade de se vingar da população “ingrata”. Se houver intervenção militar para coibir ameaças comunistoides, não será pior do que um golpe de Estado da presidente, que consistiria em declarar estado de defesa ou sítio se ela entendesse que aproxima-se sua derrubada pelo povo que a elegeu.

A presidente mentiu, enganou o povo na campanha eleitoral de 2014. É estelionatária mais do que evidente. Acusou o candidato do PSDB de querer fazer justamente o que ela viria a fazer em seguida, a saber: reduzir direitos trabalhistas, aprovar o aumento da conta de energia, cortar investimentos na educação, bloquear 1/3 dos repasses às universidades federais, além de propor, para 2015, um calote à metade da população que recebe o PIS.

A Petrobrás, ainda a maior empresa do país, por conta do rombo no caixa e na dificuldade de refinanciamento de seus débitos, enfrentada por conta dos escândalos de corrupção que a assolam há mais de 10 anos, está se desfazendo de metade de sua frota de transporte de petróleo, têm seus papeis desvalorizados, projetos parados por falta de caixa. A situação da empresa é tão grave que há meses tenta-se fechar um balanço, um simples balanço, e não consegue-se. Não há uma só firma respeitável de auditoria que aceite analisar os relatórios des-contábeis fornecidos pela Administração da Petrobrás, por serem extremamente incongruentes.

O impeachment de Dilma Rousseff, apenas, não basta! Ela não passa de uma pessoa incapaz empoleirada no Planalto por Lula para servir de boi-de-piranha e garantir que o PT continuasse a rapinar os cofres públicos. Ela deveria se limitar a assinar as nomeações de ministros ligados ao PT e aliados, fazer lobby junto às mulheres brasileiras, acariciar as crianças e humilhar as Forças Armadas. Na prática, quem manda é Lula. Na prática, há toda uma rede de partidos aliados ao PT se nutrindo da grana do povo. PP é mercenário. PMDB vai com quem paga mais. PSDB só fede, não cheira, é oposição de mentirinha. DEM se assanha, mas a maioria é composta de caciques bem estabelecidos.

Boa parte dos líderes dos maiores Partidos no Congresso estão imersos em um mar de lama sem fundo, misturada com petróleo. Ou melhor, Petrolão. O Congresso atua no papel de papagaio de pirata que se assanha em querer comer da melhor ração. Se os parlamentares não fizerem nada que os tire da classe de satélites do PT, logo, seriamente, será exigido que o Congresso seja fechado ou dissolvido.

Mas, ainda mais importante: por inúmeras bases de fatos (entre eles, crimes de lesa-pátria, manutenção de contas bancárias no exterior, incitação à violência, associação internacional a partidos com objetivos “estranhos”, etc.), cabe ainda a possibilidade de fechamento (ou cassação de registro no TSE) de certos partidos, como PT, PMDB e PP. E eu não estou brincando. Isto não significa atentar contra a democracia, mas exigir o cumprimento da Lei.

Acaso, há ato mais patriótico e democrático do que exigir, de todos, o respeito às leis, na prática? 

***

[1] Nesse caso específico, Dilma Rousseff, de acordo com as denúncias (e, obviamente, as provas apresentadas por seus delatores), incorre em infração, no mínimo, ao art. 4, incisos V e VII, da Lei nº 1.079/50, os quais rezam:

[…] Art. 4º São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentarem contra a Constituição Federal, e, especialmente, contra:

[…] V – A probidade na administração;

[…] VII – A guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos; […].”

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Um comentário em “15 de Março: o “impeachment” de Dilma, apenas, não basta!

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