O fim da Família significa o fim da Civilização


Deixo uma breve reflexão para esta Semana Santa, eivada de rumores de fins e recomeços. Fins da Vida como a conhecemos, entupida de esperanças e ameaças. Desânimos, desconsolos. Ou não. Recomecemos!

Toda a depravação e imundícies que vemos hoje pulularem em nossa mídia, na pretensa arte contemporânea e subversiva, as leis que afrontam todo o bom senso em nome de desejos subjetivos de minorias, tudo isso têm apenas um objetivo, que nada mais é que um meio: o fim da Família como a conhecemos.

A Família foi e continua a ser (bravamente) o núcleo do Estado e da autoridade. Toda a noção de autoridade emana da estrutura piramidal da Família. E é a isso que leva a igualdade a qualquer custo, de qualquer forma (a qual chamam “democracia”): o fim da Família e do Estado. Quando pais obedecem aos caprichos do filhos, quando filhos denunciam pais por causa das justas correções que recebem, quando a autoridade dos pais é minada, é sinal de que estamos à beira da guerra total em toda a sociedade.

Quando citei a dissolução da autoridade dos pais por meio de leis de mordaça e de usurpação legal, quis mostrar que essa é a maneira que a “elite” globalista tem de acabar com o modelo de Estado de Direito em todo o Ocidente. A Família acaba, os pais passam a ser meros reprodutores, o sexo normal passa a ser cada vez mais “indesejável” pelos abortistas e pelos LGBT’s (que campeiam livres em sua loucura).

No fim, os pais, sem pátrio poder, desestimulados de terem filhos e cada vez mais escravos do trabalho para pagarem juros aos bancos, testemunharão suas crianças passarem, na prática, a ser tuteladas, educadas, abusadas e arregimentadas pelo Estado para suas hostes assexuadas e idiotizadas. Sem coesão, sem nada que os diferencie, todo o poder estará nas mãos dos lacaios da “elite”, depois de verem despedaçados os partidos políticos e afastada a população por descrença.

Então, em nome da “Paz Mundial”, os Estados, formados por múmias vivas, se unem e conferem o mandato a um pequeno grupo de super-banqueiros e potências estrangeiras, de pleno acordo com uma Ditadura Mundial.

Acha que é cena de filme de ficção futurista? Nem precisa esperar para conferir, isso é o que vemos todos os dias a se concretizar.

***

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6 comentários em “O fim da Família significa o fim da Civilização

  1. É isso mesmo, Mano! É o fim da civilização, que está em extinção, é o fim da fase do pensamento concreto, do pensamento cíclico, que criou todo esse estado de coisas para desestruturar, fragmentando a personalidade do ser humano, que vai se tornando cada vez mais mais animal e menos racional. Chegamos num ponto crítico, onde ninguém poderá mais ficar em cima do muro. Ou adere ao sistema que, de longa data vem sorrateiramente corrompendo o ser humano até chegar ao caos em que se encontra, completamente desequilibrado, ou opta, enfim, por desenvolver a sua personalidade linear, racional, em consonância com as leis naturais universais. Não há mais possibilidade de meio termo. Ou se animaliza de vez, descendo de classe, ou se decide, finalmente, a desenvolver sua verdadeira personalidade, a racional, que nunca foi desenvolvida.
    Seus excelentes trabalhos neste blog, para quem é um bom observador ou observaddora, mostra muito bem o processo lento e sutil maquiavélico das energias do chão, da baixa atmosfera, trabalhando há milhões de milênios na lapidação da humanidade, até que ela chegasse neste ponto crucial. Essa foi a missão desse gigantesco campo energético, para, através do sofrimento constante, acordar ou não a humanidade para uma realidade que ela jamais teria condição de conhecer (sua origem verdadeira) não fora o sofrimento que essas energias do chão vieram proporcionando ao longo dos tempos, para que hoje o ser humano atinasse para o fato de estar fora do seu verdadeiro estado natural. Portanto, tanto os seres humanos que dominam, quanto os dominados são, em verdade, apenas cavalos, ferramentas dessas energias do invisível da baixa atmosfera, para lapidar uns aos outros, através da cultura artificialista da civilização, a cultura do pensamento cíclico, cuja vigência terminou, entrando, agora, na etapa de liquidação. É salve-se quem puder e se puder ter tempo de conhecer a cultura verdadeira natural, que retira o ser humano desse processo triturador das mentes e que existe desde que o mundo é mundo, devido nosso atraso, nossa brutalidade e selvageria. Como diz: “Para o mau, um mau maior.” Quem aprendeu a lição reconhece e abraça os novos procedimentos culturais, calcados nas leis naturais universais. Quem não aprendeu, não terá mais tempo para aprender, será mesmo liquidado e definitivamente enquadrado em classes inferiores energéticas. É o SOBE ou DESCE, sendo cada qual seu próprio juiz. E, assim está aí o porquê ninguém é culpado do sofrimento de ninguém, a não ser o próprio que sofre. Tomara que os que acompanham suas publicações alcancem a profundidade delas e enxerguem a necessidade URGENTE de virarem a página definitivamente, colocando em arquivo morto essa cultura artificialista, que foi muito boa para lapidar, confundir e iludir, mas, insuficiente para desenvolver a verdadeira personalidade racional da humanidade. É hora de mudança. A Natureza mudou de fase, vibrando agora culturalmente sob a égide racional: limpeza, pureza e perfeição – o término da fase inconsciente, dando lugar à fase consciente. Quem não acompanhar a Natureza em sua nova fase, estará em maus lençóis, porque a soberania está com ELA, por ser um instrumento de DEUS, o Poder Supremo a tudo e a todos e, não, com os animais racionais. Terminou a fase da mentira, da mistificação, para vigorar a fase da VERDADE das verdades. Belo trabalho, Mano Júlio! Ficamos agradecidos e o parabenizamos por sua luta ininterrupta em prol do esclarecimento humano.
    Nossa admiração, nosso respeito e nosso elevado abraço.

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    1. Aí é que tá: enquanto algumas pessoas simplesmente admitem que isso tinha que acontecer, que esse cenário era previsto na evolução humana, que já era “profetizado”, nós dois e outros não se conformam que as pessoas se acomodem. Uns lavam suas mãos, outros não negociam com sua Consciência.

      Se somos todos irmãos, membros ‘parentes’ de uma mesma Família humana, não podemos nos conformar com um determinismo, seja de que espécie for. Ainda que nem tudo nos seja possível mudar, há tantas outras coisas que podemos e devemos mudar… ou, ao menos, dever de alertar as pessoas, sem sermos “proselitistas”.

      Vamos seguindo, valorizando sempre o sangue e o suor daqueles que se dão por nós.

      Um abraço e uma santa meditação para você, no dia de hoje!

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      1. Perfeito, Júlio. Os que lavam as mãos são os que fazem mal uso do seu livre arbítrio, esquecendo-se da lei de causa e efeito. Se todos estamos neste mundo desequilibrado, com certeza estamos colhendo o que plantamos no passado, pois, o Universo não é injusto: a cada ação nossa, uma reação correspondente dele. E, assim, sendo: todos nós responsáveis e tendo o DEVER de fazer por onde, cada qual individualmente, através de um comportamento de bom senso em prol de tudo e de todos, para que o mundo deixe de ser uma casa de loucos e se transforme num verdadeiro abrigo de paz, amor, fraternidade e concórdia.
        Que tenha igualmente tido uma meditação das mais elevadas nesta Semana Santa!
        Fraternal e elevado abraço! Gratíssima!

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  2. E MAIS, JÚLIO! A FAMÍLIA REAL, VERDADEIRA, ESSA É INATINGÍVEL, PERTENCE AO ALCANDORADO MUNDO DE ONDE TODOS VIEMOS E PARA ONDE VAMOS. O QUE TERMINA É ESSA FAMÍLIA APARENTE MUNDIAL, ONDE VIZINHOS SE ESTRANHAM, AMIGOS SE ESTRANHAM, COLEGAS SE ESTRANHAM. PROGENITORES ESTRANHAM SUAS CRIAS E VIVE-VERSA. E O DESCONHECIMENTO DO QUE SEJA A VERDADEIRA FAMÍLIA É TÃO GRANDE, QUE MUITOS ESTRANHAM QUANDO OS CHAMAMOS DE MANO OU MANA, IRMÃO OU IRMÃ. POR NÃO SABEREM (E CONSEQUENTEMENTE NÃO SENTIREM) QUE SOMOS UMA FAMÍLIA SÓ, FILHOS DE UM MESMO MUNDO, E CRIADOS POR UM MESMO PAI (DEUS), E CONDUZIDOS E MANTIDOS POR UMA MESMA MÃE (A NATUREZA). MAS, FELIZMENTE, ESTÁ POR UM FIO ESSA INCONSCIÊNCIA HEDIONDA E PREJUDICIAL À VIDA, QUE É ETERNA.
    ABRAÇOS FRATERNOS COM ELEVADO CARINHO, MANO PRECIOSO JÚLIO!

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  3. É!…,as transformações,hoje,são gerais,violentas,sem-retorno.PARECE!…que os profetas israelenses estavam,mesmo!,certos…Parece que nos caiba,hoje,praticar Compreensão,Tolerância,Paciência,(talvez,o Verdadeiro Amor…)A visão, a qual o presente texto,nos dá,precisa ser cultivada,em separado,por Iniciados,de boa-vontade…

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    1. Emanoel, bom dia! 😉

      Concordando com quase todas as suas considerações, no entanto, faço um adendo: deveríamos tomar muito cuidado com essas palavras (compreensão, tolerância, paciência).

      De compreender as coisas como elas são, todos somos capazes, sem muito esforço sendo necessário.

      Tolerância, na origem da palavra (antiga Roma), significava deixar passar qualquer coisa, sem critério. Tempos depois, veio a ser a significar atitude própria das prostitutas, que não faziam acepção de ricos e pobres, nem de cor ou quantidade de posses, abrindo suas pernas (e mentes).

      Paciência gera frutos sempre quando é norteada para o progresso, não para uma falsa paz e pusilanimidade. Uma coisa é ser paciente, outra é ser alienado, renunciando ao expediente das graves decisões.

      Obrigado e volte sempre!

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