Dilma, a mandioca e seu desequilíbrio mental


Após oito anos de PSDB cimentando o caminho para os subsequentes doze anos de depredação pelo PT, o Brasil, finalmente, pode chegar à conclusão de que Rui Barbosa estava certo: neste país, o que campeia é a politicalha mais delirante.

Sim, passaram-se 26 anos desde as primeiras eleições diretas das quais me lembro como ser humano. Após tão breve tempo, afetado pelo inferno astral não mais de origem sideral do que dos projetos politiqueiros de assalto, o Brasil vive seu próprio Apocalipse.

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De Infinitudine (Sobre o Infinito)


Nota do Autor: Embora boa parte do que será exposto aqui já tenha sido, por muito tempo e incontáveis vezes, ecoado na História do Misticismo e da Filosofia, vou procurar expor apenas pensamentos meus , fruto de anos de reflexão.

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Por Ebrael Shaddai.

Como poderíamos pensar naquilo que não tenha início e/ou fim? Como representar, simbolicamente, o Infinito, ou aquele a quem nos acostumamos a chamar “Deus”? Como foi criado o Universo? Se todo o Universo estivesse contido num ponto do tamanho de uma cabeça de um átomo, como dizem os teóricos do Big Bang, o que encontraríamos ao redor dele?

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Meu último leito


Não nos damos conta, mas morremos, de certa forma, ao fim de todas as noites. Vinte e quatro horas de um ciclo que parece, por vezes, não ter fim. Cansamos do dia, cansamos da vida que levamos. A vida pesa; corpo e mente sofrem. A Natureza vem e nos concede um recover para os membros, para os olhos. Dormimos. Milhões de vidas celulares repousam, alguns para acordar no dia seguintes e outros para dar lugar às novas vidas.

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Sobre a falta que alguns lugares nos fazem


Eu já senti falta de alguns lugares, muito mais pela surpresa que os ambientes desses locais me causaram do que por qualquer contra coisa. Geralmente, por não sabermos muito sobre algum lugar, dizemos ou pensamos qualquer coisa para fazer de conta que sabemos algo.

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