Quando acaba, o maluco sou eu!


Vivemos numa sociedade. Isso nos faz supor que as impressões captadas e tidas como verdadeiras por outras pessoas, assim como as captadas por nós mesmos, afetam nossos paradigmas. Se nossos semelhantes começam a crer em coisas que, evidentemente, contradizem a Lógica, há a tendência de absorvermos o estresse dessas contradições.

Por aí é que pode-se ter uma noção da “virulência” de um fenômeno conhecido como histeria coletiva. As crenças das pessoas ou aquelas coisas que foram absorvidas como verdade, do meio externo (da mídia, por exemplo), se chocam com a auto-evidência dos fatos. Cria-se uma perturbação que se estende a todos os membros daquele dado grupo humano. Pânico, medo, instintos, se misturam para expor as mentes individuais ao perigo das psicopatologias de massa.

***

Como escorpiano, tendo a filtrar cuidadosamente as informações, dando a cada uma o tratamento que merece. Isso não quer dizer que eu esteja imune ao erro. Por isso é que tendo a me desvincular facilmente de ondas de massa (ou de choque de massas), de ideologias, crenças, religiões. A Verdade é auto-evidente e não carece de reações violentas ou viscerais que a defendam. O problema não é a mentira que se fortalece, mas as mentes despreparadas para interpretarem os fatos como eles realmente ocorrem, identificando os elementos que permitem estabelecer, de forma lógica, a linha que nos leva às causas e às suas possíveis consequências.

Como exemplos, separei algumas notícias recentes que demonstram quão contraditórias (para não dizer ridículas) e, daí, prejudiciais à nossa percepção, são alguns fatos que têm ocorrido. Cada um avalie os fatos à sua maneira. Mas sei que, no fim das contas, devido ao rótulo “teoria da conspiração” qua paira, impávido, sobre algumas evidências, eu é que sou o maluco dessa história.

Vejamos:

Samarco joga lama ao lado de rio (Estadão, 2015) – Empresa responsável pelo maior desastre ambiental da História brasileira, retira lama tóxica de cidades, contaminada com metais pesados, e a lança ao lado de afluente do Rio Doce. Comentário: mas, se o objetivo era conter a contaminação das cidades, como pode a empresa lançar os rejeitos tóxicos ao lado do rio do qual sai a água consumida naquelas mesmas cidades?

‘Nosso objetivo é destruir o Isis’, diz Justen Thomas, porta-voz dos EUA (Globo News, 2014) – O subtítulo da “reportagem” (bem paga, obviamente) ainda diz que segundo ele, militantes do Estado Islâmico estariam “intimidados pelos ataques”. Comentário: ora, como o mundo pode acreditar nisso se, todos os dias, ficamos sabendo que os EUA e aliados (Arábia Saudita, Israel e Turquia) fornecem armas e apoio aos terroristas do ISIS?

Senado aprova MP que restringe acesso a pensão por morte (G1, 2015) – No começo do ano, o Congresso faz passar a Medida Provisória 664/2014, que altera as regras para recebimento de pensão por morte de cônjuge. Entre outras providências, ela determina que apenas pessoas com mais de 44 anos de idade poderão, a partir de então, receber pensão por morte do(a) cônjuge. Comentário: particularmente, acho justa essa medida, já que pessoas em idade para produzir não devem sobrecarregar os outros contribuintes. Porém, o que dizer das viúvas dos ex-governadores de 20 estados que, independente de sua idade, recebem pensão por morte dos maridos tendo estes exercido função que, não raro, não passa de 4 anos? Não é uma afronta ao princípio da isonomia (que diz que “todos são iguais perante a lei”)?

Empreendedores criam site para estimular empresas a empregarem “refugiados” (El País, 2015)E os refugiados sírios? São todos coitados, bonzinhos? A imagem do cadáver de um menino refugiado numa praia da Turquia, de setembro de 2015, chocou os corações mundo afora (inclusive o meu). Mas, não teriam usado a foto do menino como forma de propaganda pró-imigração, para vencer a resistência dos temerosos europeus? Afinal, você empregaria um “refugiado” muçulmano?

Bem, depois que eu vi um vídeo em que “refugiados” rejeitam  comida e água entregues pela polícia da Macedônia (assista ao vídeo aqui) apenas porque as embalagens das doações ostentavam o símbolo da Cruz Vermelha (a cruz, odiosa para muçulmanos), penso que não são tão coitadinhos assim e mostram o que pretendem fazer com cristãos quando forem maioria na Europa, em algumas décadas. E ainda andavam tatuados (!!), vestiam bermuda “da hora” e tênis da moda. Percebi que muitos deles estavam em melhores condições do que eu.

Intrigante é que se chame de “refugiados” pessoas vindas do Marrocos, da Argélia, do Paquistão e do Afeganistão para entrar na Europa. Eu não chamo a eles de “refugiados”, mas de peões enviados para servirem como invasores. O que me parece haver hoje é uma invasão muçulmana à Europa, dado que já houveram guerras no passado mais sangrentas do que as que estão ocorrendo atualmente e jamais houve, antes, tamanho fluxo de “refugiados” muçulmanos. Simples: a ordem é para que encham a Europa de pequenos muçulmanos e destruam, definitivamente, a civilização outrora cristã.

Hostilidades de imigrantes muçulmanos na Suíça contra a cruz na bandeira deste país (ABIM, 2015)Acredite! Imigrantes muçulmanos recebidos na Suíça se dizem “ofendidos” com a cruz na bandeira deste país e hostilizam crianças que a pintam em muro de uma cidade. Imagine! Você vai à casa de um desconhecido, é recebido(a) por este em sua casa e você começa a querer ditar regras sobre a disposição dos móveis e costumes dos moradores da casa. Imagine como os suíços se sentem! Agora, pense na indignação dos mesmos suíços ao perceberem que as autoridades de seu país levam a sério a audácia dos muçulmanos! Repito: se como minoria já exigem esses absurdos, o que não farão quando forem maioria da população europeia?

Durma com um barulho desses! Durma com esses absurdos diários! Quando acaba, o maluco sou eu.

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