Neste fim de noite de domingo, pairei curiosamente sobre uma polêmica dos meios direitistas das mídias sociais: Seriam Jair Bolsonaro e Marco Feliciano dois maçons?

“E daí, se forem?”, pode alguém perguntar. A questão do título desta postagem pode parecer inócua, dada a óbvia liberdade que todo cidadão detém para se associar a quantos grupos deseje. Porém, tendo em mente o fumo revolucionário elitista presente em todos os grandes círculos maçônicos (no passado e no presente), é de preocupar, sim, a proximidade de Marco Feliciano e Jair Bolsonaro das lojas maçônicas.

Aos que ainda duvidam, devo lembrar-lhes que:

  • A Maçonaria e a maioria das seitas protestantes sempre, e em toda a História, apoiaram-se mutuamente (novamente, isso é fato histórico!);
  • Os EUA não se fundaram em bases cristãs por serem elas protestantes (na verdade, eram protestantes porque as famílias dos agentes eram de tradição maçônica).

Tendo estas coisas em vista, vamos aos fatos.

Primeiramente, abaixo, vemos (logo nos primeiros dois minutos do vídeo) Jair Bolsonaro em solenidade em uma Loja Maçônica do GODF (Grande Oriente do Distrito Federal). Apesar de não gesticular, na forma ritual, como os outros maçons presentes, sabemos que a aceitação, em seu recinto e em uma solenidade, de uma figura pública como Jair Bolsonaro nos leva a considerar um eventual “arrego” que esse deputado estivesse solicitando aos “irmãos patriotas”.

Agora, vemos Jair Bolsonaro sendo batizado no Rio Jordão (Israel) pelo Pr. Everaldo Pereira (aquele mesmo líder e vice-ṕresidente do PSC, Partido Social Cristão). Talvez, por isso, a defesa incondicional, por Bolsonaro, da atuação do Estado de Israel.

Bem, não é novidade que o envolvimento com a Maçonaria é largamente repudiado pelas bases evangélicas, que desconhecem, ainda, os motivos do apaixonado apoio que Silas Malafaia dá a Feliciano e Bolsonaro. Será mesmo que Malafaia apois estes últimos por pura ressonância de valores? Tenho minhas sérias dúvidas.

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Tenho mais dúvidas ainda ao perceber o repúdio que, de repente, Bolsonaro agora demonstra para com os intervencionistas (que defendem a intervenção civil com apoio das Forças Armadas), alinhando-se perfeitamente ao discurso maçônico da página do site Avança Brasil. Também pudera, sendo processado no STF, Bolsonaro teria mesmo que buscar abrigo junto a alguns “irmãos” dos magistrados de Brasília, não?

***

Brevemente, quero lembrar que a Maçonaria é protagonista (com seus “operários”, que “burilam a pedra bruta”) dos episódios mais abjetos de conspiração política da História do Ocidente. Todos os grandes ditadores eram maçons, de Napoleão a Stálin (talvez, até Adolf Hitler, só que de uma loja ultra-extremista, a horrenda SS, a loja do Sol Negro).

Acima, vemos o Cardeal argentino Jorge Bergoglio (atual Papa Francisco), Józip Stalin e Napoleão Bonaparte posando com a
Ao lado, vemos o Cardeal argentino Jorge Bergoglio (atual Papa Francisco), Józip Stalin e Napoleão Bonaparte posando com a “mão direita escondida”, um gesto de lealdade maçônica (vide a segunda figura do conjunto).

Como não lembrar do governo abertamente maçônico do mexicano Plutarco Elías Calles, que dizimou milhares de católicos através de uma brutal perseguição religiosa de seu exército? Como não citar o Terror da Revolução Francesa, essa urdida em lojas e sinagogas alemãs e francesas? Como não mencionar os Carbonari italianos, que perseguiram católicos, invadiram o Vaticano e fundaram a moderna Máfia?

De caritativa, pouco tem a Maçonaria. No máximo, ostenta um cinismo doentio nos círculos de seus altos graus e uma falsidade nauseabunda aos inocentes adeptos dos graus azuis. O que falar do fato de manter suas atividades internas sob sigilo? Como fui estudante de Hermetismo, sempre pensava que o sigilo servia para preservar conhecimentos “elevados” do mal uso dos profanos, mas enganei-me. Ora, os profanos eram ignorantes sempre porque assim seus “guias” os mantinham. E onde se empoleiravam esses “guias” e “pais” dos povos? Adivinhem.

Deixo a pergunta do título para reflexão dos leitores interessados em mais pesquisas, se desejarem assim o fazer. Afinal, Bolsonaro e Feliciano são ou não são maçons?

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10 comentários em “Bolsonaro e Marco Feliciano são maçons?

  1. A influencia da maconaria na politica e no mundo financeiro é muito forte, podemos ver tanto a nivel micro e (imagino que no macro) tambem seja. Acabou se tornando um grande mercado fechado (a nivel material) e se formos entrar em outros niveis teremos uma noção um tanto quanto obscura.
    Estudei muito o caibalion uns anos atras, é um dos meus top 3 (bhagavad gita 1º tao te ching 2º caibalion 3º)
    Que outros livros/autores de hermetismo você recomenda ?
    Um forte abraço meu irmão!

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      1. Começa tudo com 0 e 1, mas quase todos não sabem que ainda temos 00000, 00001, 00010, 00011, 00100…. 11111…. E por aí vai!
        Muito não sabem que estão na Matrix Julio! 🙂

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  2. Rapaz, concordo com você e suas ideias e desejo sucesso! Só não concordo com o seguinte que você falou aí acima: “dada a óbvia liberdade que todo cidadão detém para se associar a quantos grupos deseje”??? Como fica então se alguém quer se associar a grupos Fascistas e Nazistas???????? Esses dois grupos são totalmente proibidos e dão cadeia! Então para mim essa “liberdade de se associar” serve só para Maçons, Democratas e Comunistas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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    1. Q proibição está ligada ao uso do nome Nazismo e derivados. No entanto, é de conhecimento público haver partidos políticos na Europa, por exemplo, que usam os termos Nacional e Socialista associados. Não bastasse os nomes, ainda com princípios quase idênticos.

      A apologia ou o debate a respeito de Hitler não é mais proibida. Se for, há tolerância. O que não se pode é fazer legítimo discurso de ódio, incitando, declaradamente, a violência contra pessoas por sua origem étnica.

      Acho benéfico, embora eu mesmo não defenda as doutrinas nazistas. Porém, defendo a necessidade de uma radical revisão histórica dos fatos em torno das Grandes Guerras Mundiais, para o bem da verdade. Contentarmo-nos com os bodes expiatórios apresentados é conduta de ovelhinhas.

      Grato pela resposta!

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  3. Bom, eu defendo a doutrina nazista para ter o mesmo direito de se expressar assim como a doutrina comunista que matou “só” 90 milhões de pessoas no maior campo de extermínio conhecido como GULAG e SIBÉRIA! Um abraço.

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