Por incontáveis encarnações, estive às voltas com a religião cristã, tentando, através dela, permanecer em Cristo, por Cristo. No entanto, também, em quase todas essas ocasiões, desertei das hostes do Cristianismo oficial por perceber, em suas fileiras, a semente do “Pai da Mentira” do qual Jesus falava.

Como encontrar os Adeptos do Caminho do Nazareno, tendo esse Caminho sido atravessado por salteadores e pelas hostes da maldade, todas subordinadas ao deus deste Mundo?

Cristo não havia sido apenas crucificado; foi, também, aviltado através de seu ridículo simulacro, cunhado pelos hierarcas do Príncipe mundano, os pontífices do Diabo e chefes da Sinagoga de Satanás, vindos de todas as tribos da Terra. Cristo foi adulterado, tendo sua memória mutilada por soldados zombadores, bruxos sob a capa de clérigos, assembleias de bufões submetidos aos imperadores da Águia. Sua imagem, hoje, serve de estampa para propagandas, de mote para negócios escusos. Assim, deram a Jesus um “bom” uso, como o que faziam os judeus com seu Templo, um imenso balcão de negócios, um puteiro religioso.

E, eis que a Cidade Santa (pela presença do Prometido) se torna maldita para seu próprio deus, que dela se vinga por ter recebido o Filho do Verdadeiro Deus! E eis que, em forma humana, Jesus zomba de YHWH sem precisar de tropas de anjos ou soldados humanos. Cristo, só, a si se basta. De Jerusalém a Roma, a putaria diabólica migra para o Mundo, contaminando, com o germe da mentira, a Boa Nova de Cristo.

Por fim, após ter sido eu perseguido pelas hostes daquele deus que não aceita deserções nem insubordinações, creio ter chegado a hora de expor algumas coisas, antes que tudo se acabe sob escombros e cataclismos. Sim, o Tempo da Cobrança chegou. Não pouparei, sequer, um detalhe.


Os Elohim (ou, como queiram, os Arcontes dos gnósticos) não eram apenas um deus, mas representavam a um. Não eram um, mas foram criados por um. Por sua vez, criaram eles as formas humanas atuais como se cria animais em laboratório. Após formatarem-nas, enfiaram nelas as almas (também formatadas por eles) vivificadas por essências espirituais de outras paragens (ou seja, de outras estrelas e planetas), para cá trazidas como em navios negreiros, como escravas e proscritas. Aqui, já habitavam outras cepas de almas-escravas, destinadas a produzir energia aos Arcontes (em grego, “Príncipes”) e lhes servirem com suas miseráveis vidas.

Excetuando-se a carreira terrestre de Jesus, este planeta jamais presenciou, de verdade, uma oposição entre o Bem e o Mal. Ambos são monopólios de um só ser, a saber, aquele que os judeus chamam YHWH (Javé ou Jeová), seu deus. Ele dita o que é bom ou mal, tudo sob a perspectiva de seu arbítrio particular. Aquele que lhe desobedece, é mal e será tutelado por um de seus “anjos”, Satã. Sim, Satã é o braço esquerdo do deus deste mundo e Autocrata desta Penitenciária global. Aquele que lhe obedece cegamente, é boa ovelha e é digno de uma mordaça real, de uma marca sob os cornos (sim, a marca da Besta já figurava no Testamento judaico).

Das suas narinas subiu fumaça, e da sua boca saiu fogo que consumia; carvões se acenderam dele.” (Salmos 18: 8)

Ao contrário do que pensam as ingênuas ovelhas cristãs da atualidade, YHWH não é e jamais poderia ser o “Pai” de Jesus. Quando invocam o nome de Jeová (assim o nomearei) junto ao nome de Jesus, apenas dizem amém à mentira contada a respeito de Jesus pelos asseclas de Jeová. Paulo disse, por várias vezes, que aqueles que seguem a Lei mosaica (ditada por Jeová) não recebem o Espírito de Cristo. Cristo não veio para chancelar a Lei em si, senão confirmar o que ela dizia acerca de sua Vinda. Jeová, embora fosse o mandatário do Mundo, não tinha poder para impedir a Vinda do Filho de Deus (Pai).

Abaixo, nos vídeos a seguir, inúmeras evidências de que Jeová não era o “Pai” citado por Jesus. Muito pelo contrário, era ele “o Pai da Mentira, homicida desde o princípio”, um dragão cruel e sedento por sangue (Salmo 18: 8). Assista-os!

Ele não perdoa quem lhe vira as costas. Ele não suporta a Misericórdia. Ele não admite que suas criaturas pensem por si mesmas. Ele trata seu povo como espantalho e boneco, tamanho é o desprezo que ele tem por nossa estirpe. Não apenas ele, mas seus “anjos” também nos desprezam, todos eles, rebeldes filhos dos deuses. 

Ora, não foi o mesmo Belzebu, o senhor das Moscasque enviou pragas de moscas varejeiras sobre os egípcios, sob ordens de Jeová? Não terá Jeová praticado, ele mesmo, quando não o ordenava aos seus comandados, genocídio contra mulheres e crianças de peito? Crer que um ser dessa natureza seja “Amor”, como disse o Apóstolo João a respeito do Pai, ultrapassa todos os limites da fantasia mais tola.

Após a partida de Nosso Senhor, os servos de Jeová cuidaram de usurpar a Mensagem de Jesus. Fizeram, praticamente, tudo que era contrário ao que Jesus pregava: construíram milhares de templos em seu nome e no de suas deidades pagãs, sobrecarregaram os seres humanos com leis de morte (abafando a luz interna), mediram e julgaram como legisladores rabínicos em suas sucursais do Inferno na Terra.

A estratégia era genial. Se a propaganda de Jesus não vingasse, ela seria banida e Jeová sairia como caluniado por Jesus, por aquele ser tido por “pai” de Jesus. Se a propaganda prosperasse, a imagem de Jeová seria colada à de Jesus para se tornar um deus bonzinho (paz-e-amor), redimido de todos os massacres que ordenou aos seus povos (da Suméria à Babilônia, da Pérsia a Roma).

Certo é que Jeová manda no Mundo como um ditador sem páreo. Ele próprio comanda o Inferno (Dt 32:22), é ele que lidera as potestades do Ar. Não obstante não lhe sirva eu em suas hostes, tenho de admitir que ele é um ser temível, o mais terrível dentre todos (ao menos, nesse Mundo). Porém, sua solene hora chega. O retorno do Filho do Rei (Mikhael), aquele draco a quem Jeová desafiou e do qual levou um pé na bunda, vai por fim ao domínio do Dragão Vermelho.

O que quase ninguém suspeita é que Jeová, na verdade, não é um draco macho, nem mesmo pertence à Realeza. Jeová é uma fêmea e é por isso que sempre reduziu as fêmeas humanas a quase nada na História (pois fêmeas não suportam outras fêmeas que lhe rivalizem, de alguma forma).

17 comentários em “Sobre Jeová, o Dono do Mundo

    1. Tudo que vc disse está certo, porém de forma muito superficial, Jeová é um dragão vermelho, fugitivo de órion, helorrim, criado pelos seres primordiais deste universo, os quais, os seres primordiais, foram expulsos do sexto universo, a história é longa, os seres humanos são escravos desta dimensão manipulada, chamado 3ª dimensão, o tempos está acabando, mas não tão cedo, os seres humanos foram moldados, nesta configuração chamada humana pelos seres que dominam este mundo prisão. muita coisa escondida…

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    1. Que texto horrível!! pela lógica do texto, o Deus da Torah é diferente do “deus” pai.

      Exatamente. De católico, me tornei gnóstico, da mesma forma como muitos dos seus possíveis amiguinhos. Olhe ao seu redor, Sr. Sílvio! Faça com que caia a ficha de seu orelhão escangalhado.

      Não, seu deus não é “Pai de Jesus”. Não é preciso muito para chegar à conclusão da trama, basta prestar atenção ao que o mesmo Jesus, o Nazareno, nos diz e disse aos judeus de sua época.

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      1. Mas Jesus veio em nome do Pai, e santificou o nome dele várias vezes, se mostrando como menor, onde toda honra e glória fossem dadas a Deus. E sobre a lei, Jesus a coloca resumida sobre dois mandamentos, que era amar a Deus acima de todas as coisas, e o próximo como a si mesmo. Quantas passagens do velho testamento são citados no novo para fins de confirmação?

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  1. Ei!
    Você já pensou que Jesus era judeu?
    Não é de estranhar que quase a totalidade de cristãos admite o deus dos judeus como seu próprio deus?
    Jesus não seria uma armação justamente para a massa perdoar e dar a outra face aguardando a vida eterna no “céu” enquanto os judeus estão a um passo de ficar com a Terra só pra eles, conforme prometido?
    E se o tal jeje “plantou” o Jesus como boi de piranha ?
    Será que alguém mesmo precisa de outro alguém para salva-lo?
    É a mesma coisa o Estado, alguém precisa do Estado?

    Grato

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    1. Boa noite!

      Sim, Jeová esperava que Jesus cedesse à “tentação do deserto” (exatamente, Satanás serve Jeová). No entanto, Jesus, por ter recusado a proposta de ser Rei do Mundo (Messias) em nome de Jeová, instituindo a Torá para toda a Terra, atraiu a ira do “Jejê”. E aí, o resto você já conhece.

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      1. Não,
        Quis dar a entender que o plano do jejê foi “inventar” uma religião paralela ou disfarçada para expandir a “terra prometida” e a conquista da Europa e o futuro mega holocausto das Américas!
        Você já leu o “Mistério de Bellicena Vilca”?
        Em minha opinião é o que se pode dizer “a verdadeira história”, porém depois os tais hiperbóreos também caem na mesma cilada do Jejê esperando um salvador, o E.T. kristos lucifer e formando nada mais que outra religião católica sincretica, mas a história é muito boa!

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    1. Boa tarde, Leonardo!

      Se considerares o povo hebreu como o primeiro que cultuou um deus ao qual deram o nome Jeová, entre muitos nomes (Yahu, Yah, Yahweh, Jeová, etc.), digo que a Kabbalah é muito anterior àquele povo. Talvez, anterior ao personagem que chamam Noé (que teria sido o ascendente dos semitas, camitas e jafetitas). Kabbalah significa “Recepção” de um conhecimento superior (nem bom, nem mal, apenas conhecimento).

      Os egípcios e os sumérios, muito antes de qualquer povo adotar o monoteísmo (ou eleger um deus como seu maior deus), já conheciam as instâncias de realidade (planos físico e espiritual), a vida após a morte; praticavam a astronomia e a astrologia; manipulavam elementos naturais e os poderes mentais.

      Qualquer conhecimento (qualquer, mesmo!) pode ser usado para um bom ou um mal propósito. O que determina a direção, a polaridade e a intensidade de um ato mágico é conhecido, desde há muito tempo, por Lei Hermética ou Tábua de Esmeralda. Uma fármaco pode salvar a vida ou matar a alguém, dependendo apenas da quantidade e momento em que é administrado. Uma faca corta e mata, como rompe um laço, cauteriza ferimentos e salva. O que é obscura não é a Cabala, mas a mente humana (e dos entes pelos quais a mente se deixa guiar).

      Jeová (ou YHWH) é o arconte mandatário deste planeta, provavelmente de todo o Universo visível e invisível. Não deve ser desrespeitado, mas não deve ser adorado como a Fonte de todas as coisas. Jeová é cego ao se declarar Todo-poderoso e único deus. Com ele, arrastará a todos quantos estiverem sob sua egrégora (ou seja, quase todos mesmo).

      Um abraço, volte sempre!

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