Mortadela ou caviar?


Poucos se aperceberam que a visão revolucionária de sociedade não é nova, nem está restrita aos círculos ditos de Esquerda. Ela arrasta, para um centro de gravidade comum, dois principais estratos, atualmente apelidados como conservadores e progressistas, ou mesmo revolucionários e reacionários.

No entanto, o grupo mais à Esquerda pode, ainda, ser subdividido em outros dois segmentos: a) aqueles que recebem pão com mortadela durante manifestações, e; b) aqueles que comem caviar em Paris.

Rastrear a origem desses embates bipolares nem sempre é fácil. Enquanto o jogo era aberto, entre ricos e pobres, entre patrícios e plebeus, os resultados eram, mesmo, imprevisíveis e, não raro, desastrosos para ambos os lados. Porém, a História testemunhou o surgimento de grupos que se especializaram em infiltração e sabotagem, manipulando líderes, cometendo crimes, atribuindo-os, ora a um grupo, ora a outro, todos dominados pelos mesmos cabeças.

Assim, as sociedades que se dizem secretas (hoje, discretas, por seu descaramento) criaram (ou reciclaram) estruturas de poder onde somente aqueles que lhe eram leais poderiam disputar o mandato público e, por conseguinte, administrar verbas públicas e riquezas nacionais, sempre em proveito dos maiorais de suas cúpulas. Uma das mais conhecidas foi criada pelos maçons da Alta Venta dos Carbonários italianos, radicais e terroristas, comandados pelo General Giuseppe Mazzini. A assinatura deixada por seus capangas nas cenas dos crimes é a origem moderna do termo máfia (M. A. F. I. A. = Mazzini autorizza furti, incendi, avelenamenti = Mazzini autoriza furtos, incêndios e envenenamentos).

No Brasil, costumes e ideias foram implantados na sociedade de modo a favorecer uma visão e planejamento de mundo (doravante, agenda) exclusiva dos iluminados das lojas maçônicas e rosacruzes. É dessa forma que jovens, emburrecidos pela internet, pelas drogas e pelo sexo promíscuo, instigados pela falta de perspectivas e pelo ímpeto cego por mudanças, defendem o aborto e dizem lutar contra as elites, sem perceberem que é a mesma elite que financia a propaganda abortista e de gênero. 

Nesse ambiente de luta de classes, em que uma elite iluminada lucra sempre, não importando que grupo vença, é que Lula, José Serra, Fernando Henrique Cardoso, Dilma Roussef e Fernando Collor de Mello foram inseridos na cena política e içados ao poder. Não importa, mesmo, os fantoches. Importa é que os fantoches atuem conforme o script que a eles foi confiadoNão importa se comem sanduíche de mortadela ou caviar. Importa que deem lucros e facilitem, de uma forma ou de outra, a agenda globalista.

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Dentro desse sistema, regulado por uma cúpula maçônica suprapartidária (pois é ela que, de fato, dita as leis propostas pelos parlamentares e as decisões tomadas por magistrados), cria-se dois polos principais de pensamento e fermenta-se o terreno das ideias das massas. São as massas que dão força às ideias propostas pelas elites, mesmo que as mesmas pareçam contrárias às mesmas elites. No Ocultismo prático, sabe-se que é pela resistência contrária que o impulso manifesta a verdadeira Força.

A luta contra a opressão, se for administrada pelos opressores, fortalece a estes últimos, por mais contraditório que isso possa parecer. No fim das contas, os fantoches do teatro político se dão as mãos, num tapa na cara da massa, cujos filhos, de forma ingênua e infantil, dão seu sangue por ideias concebidas por seus assassinos. Morremos por nada, senão pelos lucros da cúpula. Não importa se você advoga a Direita ou a Esquerda. Você será, por seu berço ou poder aquisitivo, mais um fantoche, um boi do Gado mundial. Nada além disso.

Diante de nossos olhos, vemos nascer, do ranço da luta entre as ideias comunistas e as capitalistas, uma agenda nacionalista, fortemente induzida pela revolta contra o crime organizado e contra o descaso do Estado, projetada na imagem de Jair Messias Bolsonaro, o carioca, deputado federal e militar da reserva, que já foi preso por planejar atentados a bomba e que, agora, encarna a imagem do guardião das virtudes. Não se enganem: tudo patrocinado pelas lojas maçônicas, revolucionárias até a raiz dos cabelos.

Abaixo, seguem apontamentos importantes, acompanhados de imagens.

Publicado por

Júlio [Ebrael]

Brazilian. Amateur poet. Conservative and Gnostic Christian. // Brasileiro. Poeta amador. Conservador e cristão de visão gnóstica. //

3 comentários em “Mortadela ou caviar?”

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