Entre as névoas da noite escura,
Voa o pássaro negro da pedra dura,
Mais funda, túrgida, nada tênue.
Cinge-me o véu de Nuit, insone.
Sub limine, o Mestre do Sonho, em frente
Não defronte ao mocho, inconforme;
Sub limine, ele diz tanto o que pressente
Das névoas, brumosas, de essência disforme.
Mais terrível que o frio de Caronte,
Mais triste que o olhar de Perséfone,
Plutão arvora-se, defronte.
Diante das teias de Mnemósine,
Vi o tear me singrar até Clímene.
Do Sol, o ventre; da Luz, a Fonte.

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