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O Coração de todas as coisas


Fim da linha,
Da linha da Pipa
Que voa;
Da boa Vida.
(Que boa!)

Fim da lida
Da sina devida,
Da senda querida.
Agora, à toa,
Decida!

Decida que fim
Levará sua história
De tão saudosa memória;
De tinta, encardida.

Achamos,
Enfim, de verdade,
A temida felicidade
Por cima do muro,
Por entre ramos.

No futuro,
Presente, no sussurro,
Ecoando na eternidade:
Amor omnia vincit!
(O Amor vence tudo!)

Por Júlio [Ebrael]

Blogger, amateur writter, father of one. Originally Catholic, always Gnostic. Upwards to the Light, yet unclean.

// Port.: Blogueiro, poeta amador, pai. Católico, casado. A caminho da Luz, mas sujo de lama.

2 respostas em “O Coração de todas as coisas”

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