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Sobre pactos


Carl Gustav Jung diria que basta que o Ego busque o Poder do Inconsciente, admitindo sua incapacidade em obter aquilo de que deseja fruir, para que haja “pacto”.

Agindo sutilmente o Inconsciente coletivo pelo pactuado, há a ilusão de que o Coletivo, como representante de um poder superior, agirá em favor dele.

Dificilmente, a pessoa se livra da cobrança daquilo que jaz dentro dela mesma. A Sombra a segue, e tudo sabe acerca dela. A Sombra é a parte noturna, não iluminada, da personalidade.

Esqueceram de mim


No fim das contas, o ser humano é apenas uma criança assustada, sem saber quem são seus pais, esquecida numa estação do tamanho de um planeta, com sua mente alcançando as estrelas do Céu. Sem saber aonde ir, resta-lhe o confinamento num corredor qualquer da Estação Terra. São seus pais as estrelas, os deuses, humanos transformados em cristais de luz?

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Contra si mesmo


Pulsão de morte: o medo da aniquilação a precipita.

Nesses casos, não raros, o gozo e o sofrimento já não fazem qualquer diferença. Nos misturamos aos efeitos, quando a indiferença deveria ser pelas causas, apesar das causas. Por isso, o ser humano é, no entender hermético, um ser sublunar, passivo e inócuo.

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Coragem


A Vida é uma Guerra inglória.

Me lembro dos filmes da Primeira Guerra, em que alemães e aliados passavam as trincheiras para se presentearem no Natal. Após o ano novo, voltavam a se trucidar uns aos outros.

Na Segunda Guerra, em meio ao frio e à fome, os frontes nazistas e aliados montavam Guarda enquanto jogavam carteado, escreviam cartas, cantavam. Alguns morriam enquanto cantavam; outros, sobreviviam a morteiros, com ou sem seus membros inteiros.

No fim, até onde se sabe, todos tiveram seu fim. Morreram porque tiveram coragem de viver.