Dilectis Amicis (Aos queridos Amigos)


Já fui amigo de pedras, que me alertaram para prestar atenção ao Caminho, ao invés de me afligir pelo Tempo. Já fui amigo de postes, nos quais dei com as fuças, para aprender a olhar para a frente, não esquecendo que o Passado, simplesmente, se foi. Hoje, vejo que tudo é meu Amigo se, e somente se, me reconcilio com todas as coisas.

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Carta às Almas envenenadas


A vós, Almas envenenadas, que, do Umbral terreno, me enviais sinais de fumaça preta, escrevo as seguintes linhas a fim de mitigar vossas ânsias.

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De Beatitudine


— Sobre a Felicidade.

À pergunta sobre como ser feliz, todo mundo tem sua receita a apresentar. Quando são bem-sucedidas em seus projetos, pessoas ufanam-se por terem, supostamente, encontrado seu elixir mágico, seu pó milagroso ou seu estilo de vida perfeito.

Será, mesmo, que tais pessoas são felizes? Abaixo, exponho minha visão sobre o que é a tal felicidade.

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De volta à Caverna


Sabemos que nossa vocação é sair da Caverna, vencer o medo e contemplar a Luz por meio da qual nada fica oculto. Acaso, será por alguma debilidade de nossa espécie que falhamos na busca pela Luz, ou por confundirmos medo com apego (à escuridão da Caverna)?

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Uma Voz em meio ao Silêncio


Canto a ti, ó minha Voz,
Que ecoas entre os chefes,
Gritas pelas nuas esquinas,
Soluças pelos bares
E atentas contra meu sono.

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