Infiltração islâmica e escatologia atual

De: T. R. Nobre.

Assunto: [Ebrael] Contato. Data: 11 de novembro de 2016.

Mensagem:

Prezado,

Encontrei hoje o seu blog, ao conferir algumas das suras do Alcorão. Sou professor na rede pública estadual de SP e, abismado, encontrei na biblioteca da escola um livro com o título Iniciação ao Islã e Sufismo (Mateus Soares de Azevedo, Nova Era, 1996). Interessante que não vi, no tal livro, uma abordagem sobre o tratamento que a mulher recebe no “pacífico Islã” (ex.: 4:34; 38:44).

Estou escrevendo para a Secretaria da Educação, sugerindo que também enviem para as escolas outros títulos nos mesmos moldes (Iniciação ao Catolicismo, Iniciação ao Protestantismo, ao Adventismo etc.). Entendo que a administração pública precisa pensar em todos, não é?

Não sei (talvez você saiba) o que tem levado a mídia a defender tanto o Islamismo, a ponto de estar este, pouco a pouco, se infiltrando em nosso sistema educacional. A França que o diga…

Abço.

***

Minha resposta:

Boa noite, Nobre!
Primeiramente, quero agradecer sua disposição em externar seus apontamentos em tempos relativísticos e de apatia quase onipresente. Ainda, peço desculpas pela demora em respondê-lo, isso devido a problemas pessoais.
Para muito além dos problemas religiosos e escatológicos que assaltam a mente dos seres humanos, sempre alimentados com pão e Circo (medo risonho), preciso dizer que vejo os fatos que se desenrolam diante de nós como sendo atos de uma peça sádica.
Nós todos: reses de um rebanho fabricado em circunstâncias inauditas, há centenas de milhões de anos, e geneticamente manipulado geneticamente para acomodar-se às demandas por repasto e mão-de-obra de uma realeza draconiana.
Somos filhos dos deuses? De que deuses?
Jesus? Qual? Aquele utilizado como ídolo por uma hierarquia humana, sim, mas também “possuída” pelos demônios, verdadeiros mandatários deste teatro terreno?
Buda? O “iluminado”, cujas palavras foram desbotadas por uma tendência à neurose intrinsecamente humana, tal qual “defeito de fabricação”?
Maomé, o “glorioso” mensageiro do Anjo Gabriel? Engraçado: os árabes odiavam tanto os judeus que, no Corão, Muhammad ensina que deve-se buscar sempre a orientação do “povo do Livro” em matérias “santas”. Ou seja: há uma tendência para pensarmos que, para longe de ter sido o Anjo Gabriel a ditar a “Lei” a Muhammad, fora um rabbi judeu a fazê-lo, já que subentende-se que o profeta andava às voltas com judeus, por todos os cantos, segundo os relatos do Corão.
Daí que, do século VII em diante, vemos muçulmanos, de forma alucinada, a invadirem a Europa para converter a Cristandade a Allah (ou Al-Illah), que, na verdade, era um antigo deus tribal lunar dos beduínos da Arábia.
O fato é que há, sim, duas forças em oposição neste planeta: uma de ocupação e outra de expurgo. Eis:
  • O Cristo, manifestado na pessoa de Yeshua, com sua egrégora, e;
  • Os deuses antigos, estes cultuados sempre sob as mesmas formas, num simbolismo astrológico evidente, tipificados com atribuições facilmente relacionadas (planetas, humor, elementos, cores, etc.).
O que vemos hoje, para muito além do que o folclore cristão possa delinear, é, sim, o Anticristo avançando para o cumprimento de uma agenda. Mais que um script divino, uma profecia nada mais é do que uma agenda do que deve acontecer, de um jeito ou de outro. Neste pormenor, percebemos que, realmente, vivemos num teatro de sombras. Somos figurantes, apenas.
O que chamam de Igreja é, sim, a egrégora do Cristo. Porém, a Noiva está em farrapos entre seus membros inferiores, mulambenta e doente. Sua cabeça, Cristo, quase não é reconhecida sob um miasma maçônico diabólico. Verdadeiramente diabólica essa nuvem negra de diabos em forma de neuroses, fanatismos e fantasias da carne. Sangue e poder; dinheiro e medo. Eis as coisas que movem o Mundo hoje.
A bem da verdade, em Política, hoje, não lá um tal lado forte que seja conservador no sentido cristão da palavra. O que há, tal qual na incipiente Convenção (Parlamento da França da Era Revolucionária) é a Direita e a Esquerda como tipos do mesmo pão embolorado oferecido aos famintos e desesperançados. Ambos (e todos) os lados, no entanto, são, sem dúvida alguma, controlados pelos senhores gerentes do Dragão reinante, representados na Terra pelos Illuminati e seus congêneres (Maçonaria Universal, sociedades filomaçônicas, Sionismo, mídia, bancos e corporações e partidos políticos).
Tudo que podemos fazer é viver o que há para viver; conhecer o que for útil conhecer; dizer a Verdade com vistas ao Bem (e não à crueldade ou vaidade), e; amar a Beleza em sua verdadeira face, a Caridade realmente gratuita.
O que há por vir, já o podemos ver no horizonte. A tempestade se anuncia pelo instante cheiro da chuva graúda e pelos ventos em redemoinho. Ao menos, testemunharemos, quem sabe, a limpeza deste galinheiro chamado Humanidade.
In Corde Iesu, semprer,
Júlio [Ebrael].
(Data: 20 de novembro de 2016.)
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