Cada povo tem o governante que merece


Quando digo, acima, sobre merecer um governante, não o faço aludindo a uma tal punição por tê-lo aceito, eleito e legitimado. Falo, sim, pela ressonância entre a natureza do governante e aqueles que o apoiam (se constituírem a maioria).

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Lula, espantalho de Bolsonaro


Ao contrário da postagem anterior, esta será breve e direta. Sim, as ideias a seguir podem parecer improváveis. Mas, a improbabilidade, no Brasil, é algo corriqueiro. Do primeiro presidente, após a Constituição, ao último, tudo era improvável.

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Fanatismo bolsonarista


Estávamos, todos, fartos do populismo petista que, por trás dos panos, formava um caixa de grana suficiente para financiar campanhas vitoriosas (a reboque de chantagem sobre os mais pobres) até, pelo menos 2036, segundo certas delações premiadas da Lava-Jato.

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Mortadela ou caviar?


Poucos se aperceberam que a visão revolucionária de sociedade não é nova, nem está restrita aos círculos ditos de Esquerda. Ela arrasta, para um centro de gravidade comum, dois principais estratos, atualmente apelidados como conservadores e progressistas, ou mesmo revolucionários e reacionários.

No entanto, o grupo mais à Esquerda pode, ainda, ser subdividido em outros dois segmentos: a) aqueles que recebem pão com mortadela durante manifestações, e; b) aqueles que comem caviar em Paris.

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