Brasa no peito


Brasa no peito. É o que sentimos terem posto em nós quando vemos imagens como essa acima. E por que?

Por que sentimos essa emoção, essa saudade? Sentimos essa falta do Cristo nessa imagem porque é aquele nosso Destino: servirmos uns aos outros. Aliás, talvez esse seja o Destino de toda espécie em evolução, a saber, o de servir cada um ao outro para que sejam todos Um com o Criador. Todos iguais na origem, diferentes na forma, semelhantes no Destino.

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Os olhos governados pela Vontade


Quando queremos algo, verdadeiramente, queremos com fogo nos olhos!

A pessoa que quer algo, que é alguém de querer-querer, faz cara de mal para afugentar os maus espíritos, cara de quem exige respeito e ameaça o Destino que tenta nos impedir de prosseguir. Quem quer algo, arromba a porta, depois é que pergunta de quem é a casa. Não pede licença, senta e pede almoço. Levanta e prepara o jantar. Espanta os ratos e baratas com seus passos e faz recuar o Cão raivoso com seu grito viril.

Os olhos daquele que deseja algo são como brasas vivas. Suas lágrimas não apagam as chamas, mas atiçam-nas ainda mais. Suas veias pulsam no ritmo estranho que a Vida nos impõe ao nos perpassar os nervos, senão fortes, mas ainda conectados ao Destino. Sim, o Destino é uma estrada ameaçadora, própria daqueles que têm vontade de correr. Andar é para quem tem tempo. Nós, os desejosos, não temos tempo a perder, sendo gigantes valentes ou pequenas borboletas.

Algumas pessoas confundem ser amigo do Destino com ser-lhe escravo. Não devemos ser, sob qualquer circunstância, escravos indolentes das contingências. Fazemos ajustes, nos acomodamos às contingências, e seguimos. Mas, lembremos: somos nós que estamos no leme. Deus é nosso Farol, não o Timoneiro. Ele nos orienta, mas não faz nosso trabalho. Não sejamos escravos nem permaneçamos à deriva para sempre. Sejamos nós os amigos de Deus, não seus soldadinhos de chumbo.

Mars et La Petite.

(Os créditos vão para La Petite Muse Flamboyante, que me visita sempre quando estou em situações críticas.)

A Morte não carrega seus ídolos


Como eu me acostumei a reunir os recortes de coisas que deixo espalhadas por aí, resolvi colar mais esse no mural onde me junto às pessoas pelas quais nutro mais do que simples estima, mas Amizade, e genuína.

Ontem, ainda, me peguei identificado com Valéria, a qual como que conseguia visualizar surfando lágrimas de mercúrio (aquelas que pesam mais do que o impossível), ao descrever sua dor de Morte. Aliás, sobre a Morte:

“Hoje penso que a morte é o maior aprendizado que tenho. É ver de perto as miudezas que me deixam com jeito arrogante, as impaciências que me distanciam da essência, dos dias que nem me perfumo, das risadas que não dou, sempre quando levo as coisas a sério demais.”

Então, eu lhe respondi:

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Nota sobre o Feminismo


Tabus (os quais as feministas chamam de preconceitos e que eu acho normais e sadios, quando não são doentios) existem tanto nas sociedades patriarcais como nas matriarcais. As mulheres das sociedades matriarcais correm o risco de parecerem ainda mais machistas (com ou sem saias) e promíscuas do que os homens nas sociedades patriarcais.

Por exemplo: há aldeias no Vietnã onde cada mulher pode ter vários maridos. Ela pode transar com qual deles ela quiser e quando quiser. Ora, se no Brasil uma amante de um homem só já é mal vista, imagine uma esposa de sete maridos!

Querem todas as benesses sem qualquer responsabilização. Fogem da maternidade (vocação natural primária da mulher) para deixarem de servir (na verdade, ajudar) os homens e se tornarem escravas dos patrões, acumulando milhares de horas em serões para, ao fim de cada noite, gozarem sozinhas seus 2 litros de Napolitano diante da TV.

O poder da mulher é subjacente, subliminar e, por isso, mais efetivo que o do homem. O poder manifesto é do homem, é um símbolo que está além da compreensão humana, é algo natural, acima de rótulos. Não adianta quererem lutar contra esse símbolo.

As feministas querem ter o que os homens têm, ou seja, o poder simbólico do falo. Daí que nasce o fetiche lésbico, fruto de revolta inconsciente contra o que elas não podem ter/ser. Ao invés de exercerem seu poder natural de forma inteligente (o que lhes é peculiar), transformam-se em seres que vagam no Limbo entre sua natureza e sua inveja, piores que cópias de Frankenstein.