ATEA: Ateus e agnósticos ultrajam católicos


Em colaboração com um amigo do Facebook que me marcou em uma de suas postagens, venho hoje ao blog para denunciar mais uma das já não surpreendentes agressões laicistas de setores ateus e neoateus, protegidos por organizações anticatólicas, contra símbolos da Igreja e a pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. Trata-se de integrantes mentalmente desnutridos, sem vergonha na cara, de uma página de ateus, a ATEA.

Militam em nome de um laicismo estatal, mas esquecem que o Laicismo não equivale ao Ateísmo, mas à neutralidade do Estado em relação às opções de crença ou não-crença dos cidadãos. Mais: ainda que o Ateísmo não possa ser enquadrado como um credo, nem mesmo antirreligioso, ele nasceu (com o Positivismo iluminista, de inspiração maçônica) de uma relação de oposição às crenças teístas. Portanto, antes de mais nada, ateus e agnósticos precisam ser honestos consigo mesmos e admitirem que o Ateísmo tem sim relação com as religiões. Como veremos abaixo, eles mantém um posicionamento agressivo em relação a elas e incitador de ódio anticristão, já conhecido como Cristofobia.

Militantes gayzistas dizem: “Evangélicos devem ser exterminados”


Antes de mais nada, gostaria de deixar bem claro: a agressão relatada partiu de militantes gays radicais, que estão muito longe de representar todos os homossexuais da sociedade. São militantes ligados a movimentos terroristas totalitários de Esquerda, socialistas-comunistas.

Ontem, a Dra. Damares Alves, assessora parlamentar do Dep. Arolde Azevedo (PSD-RJ), foi covardemente agredida e ameaçada por uma súcia de militantes gays enfurecidos. Tamanha ira se deve ao fato de que ontem, juntos, parlamentares cristãos (evangélicos e católicos), com o apoio incondicional dos manifestantes Pró-Vida e Pró-Família, ajudaram a enterrar os trechos do projeto do PNE (Plano Nacional da Educação) que tornavam obrigatórios o ensino da anticientífica Ideologia de Gênero desde o ensino primário (com crianças de 5 anos de idade).

Crianças de rua podem estar sendo assassinadas por causa da Copa (#NãoVaiTerCopa)


Isto é o que denunciou recentemente um jornalista independente dinamarquês, Mikkel Jensen, em uma postagem pública em seu perfil no Facebook. Ele estava desde 2013 no Brasil, preparando-se para cobrir alguns jogos da Copa do Mundo (2014), em Fortaleza.

Mais especificamente, ele cita que, investigando, percebeu que um grande número de crianças de rua estavam desaparecendo sem deixar notícias. Sabemos bem que crianças de rua, quando recolhidas a albergues e educandários, não costumam lá permanecer por muito tempo, retornando à vida das ruas. No entanto, elas já não apareciam mais, e há muito tempo.

Clérigo muçulmano no Brasil ensina como bater em esposas


Cadê as campanhas da Globo contra esses escândalos? Cadê a Rede Record para detalhar a pedofilia do Profeta Maomé, que estuprou sua “esposa” de nove anos de idade? Onde está a Maria do Rosário, que não aparece para defender as muçulmanas?

Cadê, enfim, as VADIAS feministas a gritarem para que tirem os suaks de suas vaginas? Onde estão Jean Wyllys e os gayzistas a descerem o pau nas mesquitas, fazendo seu showzinho patético? Onde está Serginho Groismann e a ralé dos programas da Globo a fazerem críticas aos muçulmanos?

Cito abaixo, e reitero, o que eu disse em comentário à postagem da amiga Lúcia Lopes com essa denúncia: