EUA vs. Rússia e a lógica do Porco Feliz


O Ocidente não apenas está sem homens preparados para uma eventual Guerra Mundial, como também está num estado de histeria coletiva de dar dó. Conduzidos pelos EUA, os ocidentais perderam a noção de valor, honra, definição de papéis e a saúde mental.

A tecnologia imbecilizou nossos jovens e perverteu os adultos, fazendo-os esquecer que, para sobreviverem, é preciso que estejam preparados. Preparar-se, nesse caso, implica auferir uma educação que esclareça, ao invés de relativizar a realidade. O porco, então, precisa fazer com que todos se sintam felizes na lama sem que saibam que estão sujos.

Vejamos o que segue:

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Olavo de Carvalho: fundador de uma seita fanática


Para quem não sabe, eu já fui seguidor do pseudo-guru e astrólogo fracassado Olavo de Carvalho. Inclusive, já citei várias de suas falas oportunistas aqui, nesse espaço. Não apaguei nem uma citação dele, sequer, por pura honestidade e vergonha na cara (características ignoradas por aquele sujeito). No entanto, é constrangedor admitir que já dei ouvidos ao Olavo.

Porém, como as pessoas tendem a evoluir intelectualmente (e moralmente, também), eu consegui enxergar, munido de alguma lucidez que me restava, o perfil maquiavélico e cínico do esmoler da Virgínia. Esta postagem é direcionada a você, que já se sentiu enganado(a) pelo falso vidente Olavo ou que, desgraçadamente, ainda o segue.

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O destino final de um besouro rola-bosta


Vou contar-lhes uma estória que me surgiu à mente, hoje, tendo como inspiração o Molusco que agora se arrasta pelos gramados altos de Brasília. Curiosamente, o personagem desta fábula não é aquele animal com nove tentáculos malemolentes, mas um besouro rola-bosta, aquele que deposita sua prole no meio do cocô fresco.

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Teórico da Conspiração, eu?


Há pessoas cujas mentes não se satisfazem com a preguiça costumeira, mas precisam, e ainda mais, repetir os clichês disparados na mídia contra aqueles que buscam, sinceramente, alertar as pessoas sobre o que ocorre no mundo ao redor delas enquanto elas assistem BBBosta.

Dizem que precisamos estudar mais sobre tal assunto (como se BBBosta fosse educativo). Arrotam títulos acadêmicos, mas envergonham suas ex-professoras do ensino primário ao soltar alguma pérola no Twitter. Enfim, acabamos nós, os divergentes, que não assistem a Rede Globo ou que não caem na balela de que os EUA combatem o Terrorismo, sendo tachados de “teóricos da Conspiração”.

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