Sobre o Amor Líquido


Líquido, por se esvair pelo ralo do chuveiro ou sumir em meio ao barulho de uma balada noturna; e doce, como uma champagne francesa, plena de ilusões entre suas bolhinhas que nos fazem cócegas no Ego. O Amor Líquido é a expressão que distingue esta era de imbecilidade.

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Achados e Perdidos


Os mares amam as garrafas com bilhetes e seus pedidos de socorro. Estes, por sua vez, são sinais de que há alguém, ainda vivo, esperando ser resgatado por aquela que os lerá. O ideal romântico traz, quase sempre, esse afã de redenção e apoteose, quase uma abdução por um ente alienígena, porém doce e pacífico.

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Brincadeira sem graça


Há uma coisa que os que nasceram depois de nós, dez ou vinte anos, não compreendem, e que costumam chamar de velhice, de caretice ou pessimismo. Cheguei a essa ‘coisa’ faz tempo, e resumo esse estado em uma frase: ‘Já vi esse filme antes’.

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Náufragos sem fronteiras


Sim, essa postagem é uma crítica, além de simples reflexão. Sim, ela se aplica aos seres humanos ansiosos, perdidos e confortavelmente à deriva em meio a esse grande Oceano de gente em que vivemos. Náufragos, de todas as idades, de todos os lugares, de todas as redes.

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Paraíso Perdido


Ainda que nenhum Paraíso exista ou que um ser histórico Jesus, chamado Nazareno, jamais tenha nascido, essas figuras perfazem mitos que remetem à saga humana neste e em todos os mundos possíveis.

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