Carta às Almas envenenadas


A vós, Almas envenenadas, que, do Umbral terreno, me enviais sinais de fumaça preta, escrevo as seguintes linhas a fim de mitigar vossas ânsias.

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De volta à Caverna


Sabemos que nossa vocação é sair da Caverna, vencer o medo e contemplar a Luz por meio da qual nada fica oculto. Acaso, será por alguma debilidade de nossa espécie que falhamos na busca pela Luz, ou por confundirmos medo com apego (à escuridão da Caverna)?

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Sobre o Amor Líquido


Líquido, por se esvair pelo ralo do chuveiro ou sumir em meio ao barulho de uma balada noturna; e doce, como uma champagne francesa, plena de ilusões entre suas bolhinhas que nos fazem cócegas no Ego. O Amor Líquido é a expressão que distingue esta era de imbecilidade.

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Achados e Perdidos


Os mares amam as garrafas com bilhetes e seus pedidos de socorro. Estes, por sua vez, são sinais de que há alguém, ainda vivo, esperando ser resgatado por aquela que os lerá. O ideal romântico traz, quase sempre, esse afã de redenção e apoteose, quase uma abdução por um ente alienígena, porém doce e pacífico.

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Brincadeira sem graça


Há uma coisa que os que nasceram depois de nós, dez ou vinte anos, não compreendem, e que costumam chamar de velhice, de caretice ou pessimismo. Cheguei a essa ‘coisa’ faz tempo, e resumo esse estado em uma frase: ‘Já vi esse filme antes’.

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