A burrice incontida


Está certo! Não podemos condenar a parcela do povo que tenha cedido em sua (luta por) Liberdade a uma tênue garantia de comida na mesa aos seus filhos. No entanto, foi sobre chantagens como essa — a de que os pobres perderiam a Bolsa-Família se Aécio Neves vencesse — que Dilma Rousseff foi reeleita. Mas, será que os leitores não conseguem perceber que esse país foi fundado sobre uma cultura de eterna vassalagem e zoação?

O povo brasileiro realmente é um povo de fé, fé no impossível. O brasileiro médio quer acreditar. Acredita que tudo vai dar certo, mesmo quando começa errado ou vai errado durante todo o percurso. Afinal, Deus seria brasileiro e a macumba garantiria uma chance de tripudiar sobre um vizinho de senzala.

Em busca da Alma do Morro


Num tempo em que a mídia politicamente correta se apropria da favela para chamar-lhe de comunidade e tentar ganhar a simpatia de sua gente sempre desconfiada, ainda me lembro de quando aprendi que favela era só favela. Favela sim, aquele tipo de agrupamento apertado de casebres de madeira que começaram a proliferar no Rio de Janeiro logo após a Guerra do Paraguai, no séc. XIX, quando muitos dos negros sobreviventes, heróis, foram alforriados, mas não tinham recebido as terras prometidas pelos maiorais. Foi aí que, não tendo onde morar, eles subiram os morros do Rio e lá se instalaram de forma precária. Com a abolição da Escravatura, o modelo foi “copiado” por todos os negros e pobres do Brasil, em todas as suas grandes villas (cidades).

Não pretendo, aqui, escrever um extenso artigo sobre a alma da favela ou dos morros habitados deste país, tarefa essa para acadêmicos. Isto é preciso, sim, que se diga. Mas, não posso me furtar a fazer apontamentos, tomando por base minha própria experiência vivida nesses lugares. Por dois anos vivi em uma favela, no alto de um morro. Longas e intermináveis escadarias, grandes lições. Vamos lá?

O Talmud e o racismo judaico


Introdução

Não sei que misteriosa poção de titica as pessoas tomaram para repudiar qualquer denúncia contra ações de judeus ou algumas de suas crenças imundas como sendo crime racial, antissemitismo. Talvez, mais pareça como crime racial da parte de seus críticos porque vemos a maioria dos judeus agindo como se fossem um só corpo, onde quer que estejam. Assim, toda crítica a um judeu parece tomar a aparência de discriminação a todos os judeus. Mas, se tal judeu fosse um criminoso, seria prudente não acusá-lo? Tal comportamento sincrônico da maioria dos judeus seria fruto de alguma ortodoxia religiosa, solidariedade em prol de sua sobrevivência ou de simples desprezo xenófobo pelos goyim (não-judeus)?

Após o “Holocausto” judeu na Segunda Guerra Mundial, muito pouca gente ousou falar um “ai” contra as ações de quaisquer judeus, por medo de ser acusada, covardemente, de apologista do ódio racial. Os objetivos de Hitler acabaram servindo muito mais aos sionistas, propugnadores do roubo da Palestina, do que, propriamente, ao alegado extermínio de judeus.

A Inquisição voltou, e está online!


Para os católicos imbuídos de mentalidade esquerdista ou modernista, seria interessante que dessem uma olhada no site Inquisição Online, que visa não apenas desmistificar os absurdos históricos que se fala da Santa Inquisição, mas também esmigalhar as mentiras heréticas propagadas pelos inimigos históricos da Igreja, constantes em livros de História, publicações das mídias de massa, predominantemente ateísta (livros, jornais, revistas, novelas, peças de teatro, etc.), e por aí vai-se.

Dentre as tantas iniciativas de católicos devotos para estimular a formação legitimamente católica dos leigos, tais como o site do Padre Paulo Ricardo, a página do Padre Rodrigo Maria, Logos Apologética, Fratres In Unum, entre outros, eu e mais alguns fiéis amigos, nos levantamos para dar nossa contribuição ao Evangelho de Cristo e confirmar as Promessas de nosso Batismo, da forma que nos é possível.