Dilectis Amicis (Aos queridos Amigos)


Já fui amigo de pedras, que me alertaram para prestar atenção ao Caminho, ao invés de me afligir pelo Tempo. Já fui amigo de postes, nos quais dei com as fuças, para aprender a olhar para a frente, não esquecendo que o Passado, simplesmente, se foi. Hoje, vejo que tudo é meu Amigo se, e somente se, me reconcilio com todas as coisas.

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Carta às Almas envenenadas


A vós, Almas envenenadas, que, do Umbral terreno, me enviais sinais de fumaça preta, escrevo as seguintes linhas a fim de mitigar vossas ânsias.

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Meu Coração ouviu tua Voz


Uma das grandes fontes de frustração humana é a mania que temos todos de querer controlar o resultado de tudo o que acontece. Quando constatamos que isso se torna, dia após dia, algo inviável, nos decepcionamos e nos deixamos abater. Não importa se o que nos sucede é favorável ou não: precisamos saber que não estamos no controle de tudo.

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Sobre a inquietude após a Mudança


Entre uma e outra proposta de trabalho, enviada ou recebida, algo me inquieta nesta madrugada. É como a dor da Nostalgia. Porém, a mesma é por alguém que não se foi. Ou melhor, é por alguém que permaneceu só em forma de perfume e imagem. Mudou-se de mim para uma terra tão distante e, no entanto, sensível aos pelos da face.

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