Por que Jesus não se tornou Rei dos Judeus?


Antes de começar a dissertar sobre o assunto do título, tenho que fazer uma breve introdução de matérias que serão abordadas.

Quadrados Mágicos – conhecidos pelos matemáticos como matrizes do tipo n x n, de n linhas e n colunas. Conta com a peculiaridade de obtermos sempre a mesma soma dos elementos em qualquer coluna, linha ou diagonal.

Exemplo de Quadrado Mágico, também chamdo de khamea, do tipo 3 x 3.
Exemplo de Quadrado Mágico, também chamdo de khamea, do tipo 3 x 3.

No exemplo acima, temos uma matriz 3 x 3, em que em qualquer coluna, linha ou diagonal, a soma dos elementos será sempre a mesma, nesse caso 15. E como sabemos que sempre dará 15? Resposta: basta distribuirmos os algarismos de 1 a 9 (nesse caso, pois 3 x 3 = 9). Ao somarmos todos os elementos, de 1 a 9, e dividirmos o resultado pelo número de seções (colunas ou linhas, nesse caso 3), obteremos 15 (ou seja, 45 / 3).

Para descobrirmos a soma dos elementos (também chamada de número planetário) de uma coluna ou linha de matriz n x n, em que n é o número de seções (colunas ou linhas), segue a fórmula:

S= (n + n³) / 2

Por que falar de quadrados mágicos aqui? Vejamos.

Ontem tive um sonho estranho, desses que você sabe exatamente que não nasceram de suas idéias, simplesmente. Posso falar apenas da matéria em si, mas não dos eventos do sonho, por motivos pessoais.

Lendo um post interessante em um blog ontem, acabei adormecendo, meditando sobre o assunto. E tinha a ver com as correlações místicas e cabalísticas dos khameas, ou quadrados mágicos para os antigos. Mas, o que obtive de conclusões no sonho não tinha visto no post do tal blog. Foi algo novo. Poderá até parecer maluquice para alguns que lerem o post, mas fez todo o sentido para mim.

A maioria dos graus ligados à Rosacruz ou aos gnósticos trabalha com graus baseados nas Emanações da Árvore da Vida. Esta estrutura foi desenvolvida inicialmente nos Templos de Toth/Hermes, mas contava apenas com sete graus, baseados nos Planetas Alquímicos (Lunae, Mercure, Veneris, Martis, Jovis, Saturni e Solis), sendo Solis o mais avançado. Cada grau possuía um Kamea (Quadrado Mágico) correspondente. Mais tarde os Pitagóricos finalizariam a estrutura para conter 10 esferas numeradas, como conhecemos hoje em dia.

Como os Khameas só são possíveis a partir do 3, então estabeleceu-se uma correlação numérico-cabalística entre números e planetas (arquétipos). Assim:

Saturno = 3;  Júpiter = 4; Marte= 5;  Sol= 6; Vênus= 7;  Mercúrio= 8; Lua= 9.

E onde Jesus entra no sonho, digo, na história??

Como todos sabem, o arquétipo astrológico ligado ao domínio, ao juízo, ao Rei é Júpiter. E o número de Júpiter é 4. Numa matriz quadrada mágica 4 x 4, obtemos o número planetário pela fórmula citada acima:

S = (4 + 4³) / 2= (4 + 64) / 2= 68 / 2= 34.

Esse é o número do Rei numa manifestação particular, enquanto homem perfeito, realizado. Daí, me lembrei, no sonho, do 33, que também é um número cabalístico. Mesmo que Jesus não tivesse morrido aos 33 anos, esse era um símbolo atribuído a ele, significando algo transcendente, pois que os números estão pelo menos um grau acima das palavras compostas, em termos de sublimidade. Ele morreu aos 33 anos. Fez de tudo, foi quase coroado. Era Rei de berço, pela sua linhagem davídica, mas não foi coroado. Ele foi 33, e não chegou ao 34. Quase chegou, quase!!

Nas Tradições esotéricas e cabalísticas ocidentais, há quase uma unanimidade em atribuir a figura de Jesus à esfera 6 (Tiphereth, a Beleza) da Árvore da Vida. Ela é representada pelo Sol. O Sol, mais do que ser Rei apenas, traz a Luz. Está entre 12 constelações zodiacais, assim como Jesus estava entre 12 discípulos. Sem contar que todos os mitos solares das tradições anteriores a Cristo no mundo, se referem a deuses sacrificados e abnegados, que dão a vida pelos seus seguidores e pela humanidade.

Mas o que mais me intriga é o seguinte: não tenho qualquer dúvida que Jesus está ligado ao Arquétipo Solar, mas ao executar os cálculos do quadrado mágico com n=6 (Sol), matriz 6 x6, obtemos a seguinte figura:

Khamea (quadrado mágico) do Sol, matriz 6 x 6.
Khamea (quadrado mágico) do Sol, matriz 6 x 6.

Conclusões:

Calculando o número planetário dessa matriz, temos S= (6 + 6³) / 2= (6 + 216) / 2= 222 / 2= 111. Mas, e se somarmos todos os elementos da matriz?? Cada coluna ou linha soma 111. Logo se multiplicarmos por 6, temos… 666!!!

Não digo que Jesus tenha sido a Besta, mas que se alguém, no futuro, querer se comparar a Ele, declarar ser Ele, será alguém de 666, do Sol, que agrupará não 12 apóstolos, ou 12 constelações. Será alguém pacífico, cativante, que atrai seguidores e tem forte carisma. Será a imitação perfeita do Logos Iluminador. Será um Illuminatus, alguém já com os graus de Adepto, com domínio da Mente e dos 4 elementos. E quando um Adepto é do lado “negro da Força”, elé é mau mesmo!! Talvez seja o messias judaico, a reunir as 12 tribos de Israel a lutar contra o mundo…

Mas Jesus também era regido pelo 666, número de homem. E, logo se o tal Anticristo vir, e for um homem, será a antítese de Jesus, mas com o mesmo grau de adiantamento, ou pelo menos, em teoria, com as mesmas prerrogativas, representadas pelo 666, o Sol Invictus

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Referências: http://ateuspontocom.blogspot.com/2009/05/quem-tem-medo-dos-illuminati.html

Vertigem (Recortes)


Nascer do Sol

Nascer do Sol – “Re-flexo”
O nascer do Sol
será para todos
Mas só alguns o sentem…
Os sentimentos de Amor
Não são quimeras nem utopias
Nem para sofrer vasta dor…



Stromness, Geórgia do Sul
Stromness, Geórgia do Sul – “Re-corte”
…É o sentir de emoções
De muitos cruzamentos
De Amor nos corações…
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O Primeiro Beijo


Bem, em geral, o primeiro beijo é como todo rito de passagem (salvo quando sem querer ou por violência). Rito de passagem? E o que seria um rito de passagem?? Que diabos é isso?? Para mim, um rito de passagem é todo e qualquer evento que faz um indivíduo transcender de um estágio a outro de sua existência, tanto a nível social, econômico, filosófico ou moral. E o rito de passagem tem, como primeira função, o objetivo de prover uma pessoa dos meios de satisfazer uma necessidade, presente ou futura. Exemplos disso: uma iniciação religiosa,em que o indivíduo é imbuído de novas funções na religião de um grupo; o trote (respeitoso) dos calouros que recém-ingressam nas universidades…

E o primeiro beijo?? Seria um tal rito desses?? Sim, é claro. O menino ou menina, que tem seu corpo transformando-se para um corpo mais apto à reprodução e à luta pela vida, precisa desse primeiro contato, que é a porta de entrada dos sentidos, o contato do olfato-paladar. Quando nascemos, lá está o olfato-paladar a nos apresentar a mãe, no período da amamentação, seguido do tato, audição e, por último a visão. É curioso: pois na adolescência, me lembro, foi nessa sequência que amadureci sexualmente. O carinho do sexo oposto, apresentado primeiramente pelo primeiro beijo (olfato-paladar), depois pelo tato (abraços e carícias), seguido pela audição (sons da excitação externada) e por último, a visão (da nudez, da mecânica da reprodução e do prazer).

Meu primeiro beijo foi estranho. Eu, saindo da escola, envergonhado que era, vi que uma guria me olhava (me comia com os olhos) sem parar. Eu me aproximei, meio que disfarçando. Ela nem me disse nada, muito menos eu precisei inventar algo pra falar. Me tascou um beijo, e eu já emendei outro. Nunca tinha beijado (óbvio!!) e me vi beijando profissionalmente. Quando menino, sempre tinha aquele negócio de treinar em algo (pulso, sorvete, etc.), mas sempre achei que aquilo não funcionava. Era simplesmente, e hoje percebo isso, o instinto. Era instintivo: está nos genes!! Somos animais também, somos permeados em nossas almas pelos instintos. Já nascemos meio que intuindo (instinto= intuição inferior, latente) o que vamos fazer, o que precisamos fazer. Está ali, tudo pronto, uma massa de modelar, uma comida semi-pronta sendo descongelada no microondas do nascimento.

Cá estou, pronto, desenvolvido, com um filho de 9 anos. Naquele dia eu já era um homem. Não um homem completo, mas um homem mesmo assim. Não havia transposto ainda aquele limiar do beijo, mas pouco a pouco, vamos transpondo, um a um, as barreiras que nos separam da nossa felicidade, que consiste em satisfazer nossas necessidades, materiais, espirituais e sociais. Que bom seria que, entre nossas necessidades, estivesse também a de satisfazer a dos que não podem se satisfazer com o mínimo!! Pois, se a felicidade consiste, também, em ter e inventar mais e mais necessidades, e satisfazê-las, seria ótimo que quiséssemos acudir mais e mais necessitados…

Um dia queria beijar, quando era menino. Não conseguia, pela timidez. E alguém, que nem sei onde está agora, me ajudou nisso. Pode parecer uma coisa banal. Mas, naquele momento, para mim, não havia coisa mais importante no mundo acontecendo que meu primeiro beijo!!

Palhoça, SC: Minha Terra


A princípio, criei esse blog para postar minhas memórias, que estavam sendo comidas pelo tempo e pelas traças entre pilhas de cadernos. Mas, pelo entusiasmo, acabei diversificando demais os temas das postagens, fugindo assim do objetivo principal. A partir de agora será diferente…

Eu nasci a 25 de Outubro de 1980, às 23h15min, na Maternidade Carmela Dutra, em Florianópolis, SC. Meus pais moravam, naquela época, em Palhoça, distante 13 km de Florianópolis. Minha mãe continua morando no mesmo terreno em que foi criada, em Palhoça. Meu pai mora agora em Balneário Camboriú, SC. É sobre a cidade de Palhoça que vou falar agora, e citar também alguns locais dela que me marcaram.

Localizada entre o litoral e a Serra do Mar, Palhoça é hoje uma das cidades que mais oferecem alternativas de lazer para os turistas. Entre as praias mais conhecidas destacam-se Enseada de Brito, Guarda do Embaú, Pinheira e Praia do Sonho.

Praias e ilhas paradisíacas, morros que revelam maravilhosas vistas e parques ecológicos onde é possível sentir a natureza em sua plenitude. Tudo isso está localizado no município de Palhoça SC a apenas 13 km de Florianópolis. A exuberância natural do lugar fez com que a cidade fosse reconhecida pela Embratur como polo turístico.

As tradições, costumes e arquitetura deixados pelos colonizadores de origem portuguesa, açoriana, italiana e alemã ainda hoje estão presentes no dia-a-dia de Palhoça SC. Outro aspecto relevante do município é o seu artesanato diversificado, destacando-se entre eles o artesanato indígena, que resgata os valores e a cultura daquele povo. No município ainda existem engenhos e alambiques que produzem artesanalmente a farinha e a cachaça.

Palhoça possui um dos maiores mangues de toda a América do Sul. Quase 70% de sua área é composta pela Mata Atlântica, que pertence ao Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. Considerado a maior unidade de conservação do Sul do Brasil, com 90 mil hectares, o parque é destino obrigatório de quem visita Santa Catarina. O local ocupa área de nove municípios, sete ilhas e apresenta grande diversidade de ecossistemas, incluindo campos de altitude, mata nebular, floresta de araucárias, restingas e manguezais. Isso, sem falar no território de Palhoça se concentram 87% da área do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, a maior área preservada de mata nativa de SC, e que abriga centenas de espécies atualmente em extinção em seu ecossistema.

Fotos Selecionadas:


Essa é minha cidade, minha terra, e cujas histórias contarei, em outras oportunidades, mescladas às minhas próprias, pois que tudo que vivi de mais significativo se encontra marcado no chão dessa terra.